Da escola do pergaminho à escola dos laptops

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Aula do prof Simão Pedro P. Marinho na disciplina Informática e Educaçao na PUC Minas.

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Da escola do pergaminhoà escola dos laptopsressignificando paradigmas

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Aula na disciplina Informática e Educação Curso de Pedagogia – Ênfase em Ensino Religioso Professor Dr. Simão Pedro P. Marinho Programa de Pós-graduação em Educação Fevereiro de 2008

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Escola na sociedade medieval

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Artes liberais Trivium Gramática Retórica Dialética Quadrivium Aritmética Geometria Música Astronomia

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Escola na sociedade pré-industrial

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Mayflower (1620) famílias protestantes 10 acres/família provisão para o inverno escola do pastor para ler a bíblia financiada pelo dízimo sem ligação com outras escolas sem autoridade central. Colonização da América do Norte

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Escola e sociedade industrialSéculo XIX

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Massachusetts - século XIX indústrias em pleno desenvolvimento demanda de mão-de-obra imigração irlandesa novo sistema escolar centralizado organização definida financiado com recursos públicos tempo integral toda criança na escola. Capitalismo na América do Norte

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Reforma progressista Crianças em horário integral Libera pais para o trabalho Impede transmissão de valores e habilidades Assiduidade e pontualidade na escola Assiduidade e pontualidade no trabalho Carteiras enfileiradas Postos de trabalho / linha de montagem Obediência ao professor Obediência ao chefe Executa individualmente tarefa prescrita Executa tarefa prescrita na linha de montagem

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Reforma progressista Nota individual pela quantidade/qualidade tarefa cumprida Salário individual pela quantidade/qualidade tarefa cumprida Classes por idade, situações similares promoção às classes seguintes por tempo, mérito e habilidades adquiridas Grupos de trabalho por função, situações similares promoção às categorias seguintes por tempo, mérito e habilidades adquiridas Escola como organização hierarquizada, com gestão profissional, definição de objetivos e tarefas, padrões de comportamento e performance Fábrica é organização hierarquizada, com gestão profissional, definição de objetivos e tarefas, padrões de comportamento e performance

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F. Taylor - Principles of scientific management (1911) duas categorias de empregados [1] os que pensam determinam melhor forma de trabalho organizam treinamentos supervisionam os que executam [2] os que executam hierarquia de funções executam o prescrito buscam produtividade máxima. Capitalismo na América do Norte

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Henry Ford - linha de montagem trabalhador num posto na linha executa tarefa mínima treinamento elementar facilmente substituível. Capitalismo na América do Norte

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Escola e sociedade industrial Século XX

SOCIEDADE DE MASSA: 

SOCIEDADE DE MASSA

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MASSAS Resultam de concentração quantitativa Nunca definem um sentido para si mesmas São receptáculos de informação e sentido Crescem por incorporação indistinta de elementos “novos” ou “originais” que são imediatamente massificados Não têm história, pois devoram a mudança qualitativa Tendem a comportamento de rebanho/horda Impera o princípio da indiferenciação Acumulam e aglutinam.

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Escola e sociedade pós-industrial

SOCIEDADE DE REDES: 

SOCIEDADE DE REDES

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REDES Sugerem vínculos qualitativos Ocupam espaços, dão sentido a eles Produzem informação e sentido Crescem por integração. São seletivas e dependem de ações individuais Exigem interatividade/interação Oscilam ao sabor de alianças estratégicas situadas no tempo e no espaço. O indivíduo não é pólo oposto a um coletivo “sufocante” mas um elemento constitutivo. Impera o princípio da diferenciação.

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Capacidades básicas exigidas ao trabalhador no novo cenário econômico Comission on Achieving Necessary Skills U.S. Department of Labor Employment & Training Administration

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elaborar estatísticas; sugerir melhoria dos processos; participar ativamente de reuniões; alocar recursos; planejar e executar tarefas com precisão; compreender sistema social e da organização; aplicar determinadas tecnologias às tarefas correspondentes; participar ativamente de atividades de treinamento. ler jornais e manuais;

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capacidade de selecionar dados capacidade de lidar estrategicamente com informações capacidade analítica para interpretar informações flexibilidade intelectual para o domínio de situações variáveis competência para comunicação social.

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SOCIEDADE DO CONHECIMENTO está a exigir profissionais que sejam capazes de: Pensar e criar Participar ativamente Trabalhar em grupo Aprender a aprender Ter consciências de seus potenciais cognitivo afetivo e social.

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PARALISIA PARADIGMÁTICA Ted McCain, Ian Jukes

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Nova reformaEscola renovada Todos pensam, criam melhores alternativas Trabalho em equipe Flexibilidade de horários [mas exige produtividade e pontualidade nas tarefas] Interação com colegas, clientes etc., inclusive em ambientes virtuais Honorários e outros rendimentos pela quantidade e qualidade da produção Estrutura menos hierarquizada [downsizing] Distribuição de competências Fontes ampliadas de informação Busca do aperfeiçoamento constante Tele-trabalho. ?

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Alerta de Seymour Papert

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SABER PROFESSOR ALUNO TRIÂNGULO PEDAGÓGICO DE HOUSSAYE

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SABER PROFESSOR ALUNO Modelo enfatiza a transmissão Ênfase no ensino

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SABER PROFESSOR ALUNO Modelo valoriza processos relacionais/formativos Ênfase na socialização

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SABER PROFESSOR ALUNO Modelo que enfatiza a (auto)aprendizagem Ênfase na aprendizagem

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SABER PROFESSOR ALUNO ESTRUTURAÇÃO DO PÓLO SABER SEGUNDO LUIS NOT (apud ALTET, 1998)

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SABER PROFESSOR ALUNO HETERO-ESTRUTURAÇÃO

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SABER PROFESSOR ALUNO AUTO-ESTRUTURAÇÃO

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SABER PROFESSOR ALUNO INTER-ESTRUTURAÇÃO

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