2ª Dia da Semana Teológica - Mesa Temática

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História conduzida pelo Espírito Santo... movimento Litúrgico e a Reforma Litúrgica:

História conduzida pelo Espírito Santo... movimento Litúrgico e a Reforma Litúrgica

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Recordar os nomes dos pioneiros deste que foi chamado Movimento litúrgico (ML) é um dever, mas não dá para fazê-lo em poucas palavras. Só alguns nomes : Lambert Beauduin (1873-1960) da abadia de Mont-César , na Bélgica, Odo Cas el (1886-1948), de Maria-Laach , na Alemanha, Pius Parsch (1884-1954) e Josef Andreas Jungmann , na Áustria; na França os estudiosos Louis-Marie-Olivier Duchesne (1843-1922) e Pierre Batiffol (1861-1929), o ítalo-alemão, Romano Guardini (1885-1968); o cardeal Hildebrando Schuster , arcebispo de Milão, na Itália, o historiador padre Mário Righetti (1882-1975) . Lambert Beauduin Odo Casel Andreas Jungmann Louis M. Oliver Duchesne

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23 de setembro de 1909: Congresso católico de Malines , colocações de Beauduin : - a liturgia é ação da Igreja toda, é sua verdadeira oração; é laço que une clero e fiéis leigos; a liturgia é momento privilegiado de todo o povo de Deus. Algumas propostas concretas : + traduzir na língua falada os textos de Missa e Vésperas, + cuidar da formação litúrgica do clero e dos fiéis, + orientar a piedade cristã em sentido litúrgico, + favorecer a participação ativa do povo de Deus.

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Também os papas não ficaram fora desse movimento, apesar de algumas oposições nos ambientes curiais. Pio X , em 1903, tinha publicado o “ Motu próprio” Tra le sollecitudini , sobre a música sacra, em que auspiciava a participação ativa dos fiéis. Pio XII , Encíclica Mystici Corporis (1943): convidava a Igreja toda a recuperar sua identidade de Corpo místico e, a liturgia, caminho para que uma renovada visão de Igreja compenetrasse os corações dos fiéis.

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Pio XII, 1947, encíclica Mediator Dei : apontava os princípios teológicos que deveriam orientar o pensamento e a prática litúrgica, denunciava erros, recusava todo tipo de ‘esteticismo e arqueologismo ’ e outros limites e arbítrios. 1951: repristina a Vigília pascal, 1955: reforma a Semana Santa. B. Neunheuser escreve : “Neste solene documento pontifício devemos reconhecer o mérito ... de ter sido a primeira atitude de aceitação oficial (e portanto, de reconhecimento) dos valores do ML a nível de igreja universal, tornando-se assim a ‘magna carta’ de renovação que ele pretendia promover”.

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- O Movimento Litúrgico começou, mais ou menos, em 1903, na Alemanha, na França e outros países. - Chegou ao Brasil por volta de 1930. E em 1947, Pio XII publica a Mediator Dei que veio fortalecer o movimento da renovação litúrgica. - Pio XII aprova o movimento que até então era condenado e considerado herético numa Igreja que cultivava só a espiritualidade particular e todo tipo de devoção privada.

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O que foi a SC para a renovação da liturgia

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O papa João XXIII escolheu o assunto ‘ liturgia´ por duas razões: razões a) O Concílio – como dirá Sacrosanctum Concilium (SC) em seu exórdio – visava uma reforma geral da Igreja, isto é, “ fomentar a vida cristã entre os fiéis ”; - Adaptar a liturgia às exigências do nosso tempo e favorecer tudo o que contribui para a união em Cristo

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A liturgia era assunto já amadurecido, mediante estudos realizados ao longo dos últimos decênios, nas diferentes dimensões.

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O esquema discutido pelos Padres conciliares em 15 Congregações gerais (de 22 de outubro a 15 de novembro de 1962); entre escritas e orais recebeu 685 intervenções. “O texto da Constituição litúrgica foi como a cunha que, penetrando as resistências e as obscuridades, abriu caminho ao Concílio” (Mons. Garrone )

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4 de dezembro de 1963, votação final: A Constituição foi aprovada com unanimidade pelos padres conciliares 2.151 votos a favor e 4 contra. O papa Paulo VI, apresentando-a aos Padres conciliares, sublinhava a primazia da liturgia seja pelo valor intrínseco, seja pela sua importância na vida da Igreja.

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O que significou a SC neste contexto?

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A Constituição do Concílio representa a culminância do movimento litúrgico que lhe era anterior. Foi o ponto de chegada de uma longa caminhada. Foi o reconhecimento da ousadia profética de 50 anos, reconhecendo-a legítima. Ao mesmo tempo, se levarmos em conta, o modelo vigente de Igreja na época, a SC representou uma grande abertura para a continuidade da renovação eclesial e litúrgica . A primeira coisa que a SC fez foi confirmar que as contribuições dos liturgistas eram corretas e se situavam no melhor espírito da Igreja.

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A segunda coisa foi: A Igreja inteira assume esse movimento, ou seja essa renovação. Pio XII publicou a Mediator Dei, a partir de certas pressões e provoca grande emoção de tanta gente que tinha sido condenada justamente por defender aquilo que agora o papa diz para a Igreja inteira ouvir. Na SC não é mais só o papa, mas todos os bispos da Igreja Católica e ainda alguns patriarcas orientais e observadores evangélicos que apontam novos caminhos para a Igreja e para a liturgia.

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Uma alegria a reviver Assim, aconteceu o que até então nunca tinha ocorrido na história da Igreja: nenhum Concílio jamais dedicara à Liturgia um documento à parte.

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Era a primeira vez que uma assembleia ecumênica abordava a Liturgia na sua globalidade, tanto nos seus princípios bíblico-teológicos, como nos seus aspectos celebrativos e pastorais concretos. Além disso, é necessário reconhecer como altamente eloquente a escolha de colocar a Liturgia em primeiro plano, fazendo da Sacrosanctum concilium o primeiro documento promulgado pelo Concílio Vaticano II.

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Plenamente consciente do valor e do significado desta circunstância, o papa Paulo VI fez-se intérprete da alegria de toda a Igreja:

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"Exulta o nosso espírito com este resultado. Vemos que se respeitou nele a escala dos valores e dos deveres:  Deus está em primeiro lugar; a oração é a nossa primeira obrigação; a Liturgia é a fonte primeira da vida divina que nos é comunicada, a primeira ´ escola da nossa vida espiritual´ , primeiro dom que podemos oferecer ao povo cristão que, juntamente conosco, crê e ora, e primeiro convite ao mundo, para que solte a sua língua muda em oração feliz e autêntica, e sinta o inefável força regeneradora, ao cantar conosco os louvores divinos e as esperanças humanas, por Cristo nosso Senhor e no Espírito Santo" (Discurso de Paulo VI, no encerramento da segunda sessão do Concílio Vaticano II, 4 de Dezembro de 1963).

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A cinquenta anos de distância da promulgação da Constituição Apostólica Sacrosanctum concilium , é bom recordar a profunda consciência com que o Pe . Yves Congar recebeu esse acontecimento : "Verificou-se e confirmou-se na Igreja algo de irreversível" ( Informations Catholiques Internationales 183). Estou intimamente convencido de que esta "irreversibilidade" reside de maneira completa naquilo que o Espírito Santo desejou dizer às Igrejas (cf. Ap 2, 7), através da Constituição conciliar sobre a Liturgia.

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É aqui que se encontra o núcleo profundo, permanente e, como obra do Espírito Santo na Igreja, o âmago evangélico do nosso texto. Por isso, a nova publicação não é senão um convite a renovar a escuta desta palavra e a reviver a alegria e a exultação da alma pela dádiva do Espírito Santo à sua Igreja.

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II. As grandes linhas de teologia e de vida da Sacrosanctum concilium

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A Sacrosanctum concilium contém não apenas alguns princípios doutrinais de grande importância e as linhas fundamentais da renovação litúrgica , mas sim indicações concretas relativas ao desenvolvimento ritual .

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Ela hauriu o seu espírito genuíno do mistério cristão, da imagem de comunhão da Igreja, da Liturgia como celebração ritual do mistério salvífico . inteiramente plasmada pelas fontes bíblicas e patrísticas que a inspiraram. As fontes da Sacrosanctum concilium

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a Sagrada Escritura foi assumida como norma e juízo para compreender a Liturgia e para reformar a sua práxis. " Para promover a reforma, o progresso e a adaptação da Sagrada Liturgia é necessário, por conseguinte, desenvolver aquele amor suave e vivo da Sagrada Escritura" ( Sacrosanctum concilium , 24 ). A relação entre Sagrada Escritura e Liturgia foi claramente expresso pela referida Constituição conciliar: " As ações e os sinais litúrgicos haurem o seu sentido da Sagrada Escritura" (cf. ibidem).

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Precisamente por este motivo, a Liturgia deve voltar à simplicidade originária: " Brilhem os ritos pela sua nobre simplicidade, sejam claros na brevidade e evitem repetições inúteis ... " (Ibid., n. 34).

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E ainda mais: "Que os ritos se simplifiquem , bem respeitados na sua estrutura essencial; sejam omitidos todos os elementos que, com o passar do tempo, se duplicaram ou menos utilmente se acrescentaram; restaurem-se , porém, se parecer oportuno ou necessário, e segundo a antiga tradição dos Santos Padres, alguns que desapareceram com o tempo" (Ibid., n. 50).

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Alguns pontos-chave a partir da SC

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Princípio fundamental da SC: A Participação ativa (Cf. SC 79) de todo o Povo de Deus, povo sacerdotal, Corpo de Cristo, no Espírito. Reviravolta na compreensão da Igreja como povo sacerdotal e de sua missão profética na sociedade a serviço do Reino de Deus

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Exigências quanto à participação ativa: - Liturgia no idioma de cada povo - Muitos ministérios - Simplificação da liturgia - Adaptação e inculturação - Formação litúrgica - Necessidade de Pastoral litúrgica

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QUEM CELEBRA? A SC deu um passo adiante foi redescobrir a dimensão sacerdotal do povo de Deus. Todo batizado é celebrante. Isso é fundamental para o culto cristão. É a base do louvor e da relação . Os ministérios estão a “serviço”: do Espírito Santo e do povo celebrante. A Liturgia é ação constitutiva da Igreja; é celebrando os mistérios nos tornamos sempre mais ‘Corpo de Cristo´ no Espírito Santo.

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A assembleia litúrgica é sacramento, epifania (manifestação) da Igreja

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PARTICIPAR DE QUE? Liturgia como REALIDADE TEOLOGAL: Liturgia como MEMORIAL, celebração do Mistério Pascal (vida, morte, ressurreição, glorificação = redescoberta da ressurreição e da centralidade do mistério Pascal). ATUALIZAÇÃO do mistério Pascal de Cristo no qual é revelado o mistério de Deus, do ser humano e da própria história da humanidade Dimensão pascal da eucaristia, dos outros sacramentos, sacramentais, ano litúrgico, LH...

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Liturgia como MOMENTO DA HISTÓRIA DA SALVAÇÃO: - Celebração sacramental da História da Salvação no momento atual – passado e presente encontram-se no “hoje” da liturgia. - Dimensão escatológica (SC 8; LG 7). ‘Enquanto esperamos a vossa vinda´ ; ‘Venha a nós o vosso Reino´ ... - É anúncio e antecipação sacramental do Reino de Deus. Sinal da renovação de todas as coisas... Sinais do Reino e do anti-Reino. Ética evangélica em relação aos pobres...

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COMO PARTICIPAMOS? COMO CELEBRAMOS? ******************************************************************************************************************* Liturgia da PALAVRA + Liturgia SACRAMENTAL 1. Fonte e base da Participação ativa é a PALAVRA de Deus (Bento XV, VD 56) Cf. SC 7 – ‘É Cristo que fala´ , a Palavra realiza aquilo que anuncia. A Reforma foi abrangente – ‘duas mesas` ; reforma dos lecionários ; reintrodução do salmo responsorial ; da homilia; das preces, da leitura orante ; canto litúrgico; LH; ano litúrgico...

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Não há sacramento sem a Palavra de Deus (‘ depende´dela ): Necessidade do anúncio e aceitação da Palavra antes do batismo (Restauração do Catecumenato – SC 64) – sacramentos da fé suscitada pela Palavra. Liturgia da Palavra com textos referentes ao mistério celebrado C. A própria liturgia sacramental (gestos, cantos, orações... ‘fórmula sacramental´ ...) é baseada na Palavra de Deus. Lex orandi , lex credendi , lex vivendo – a celebração dos sacramentos supõe uma vida de acordo com aquilo que celebramos – com a Palavra ouvida e crida.

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2- O sacramento como SINAL SENSÍVEL, (‘palavra visível´ , Verbum visibile , S. Agostinho) sacramento = palavra feito gesto memorial, profético. Cf. ‘ dabar ’ bíblico: dito e feito! Superação da noção causal de ‘sacramento’ ( ´batizou , salvou!) e a volta à compreensão simbólica, a partir de uma abordagem bíblica, patrística e antropológica. A SACRAMENTALIDADE DEPENDE DA RITUALIDADE.

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Sacramentalidade depende da ritualidade

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Participamos do mistério pascal e somos transformados por ele, participando conscientemente da ação litúrgica - ação simbólico-ritual.

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– SC 48 “a Igreja zela para que os fiéis não assistam a este mistério da fé como estranhos ou espectadores mudos, mas cuida para que compreendendo-o bem [ = o mistério] em seus ritos e preces, participem consciente, piedosa e ativamente da ação sagrada...”. Não basta conhecer bem ‘os ritos e as preces’ em seu lado ‘externo’ digamos: é preciso penetrar em seu sentido teológico, espiritual, mistérico . (E aí é bom lembrar que o silêncio e a interioridade são parte essencial da ritualidade ).

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Teologia da eucaristia, batismo, crisma, etc... a partir do RITO – Por ex: rito do batismo com mergulho na água > morrer e ressuscitar com Cristo; rito da eucaristia com aclamação eucarística, fração do pão... > morte-ressurreição, um só corpo em um só Espírito... – Importância para a formação : do rito para a teologia (método mistagógico ) Cf. CesareGiraudo , Num só Corpo, Ed. Loyola)

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Toda a liturgia é sacramental : ação do Pai, do Filho e do Espírito Santo por meio dos ‘sinais sensíveis’ da ação ritual na comunidade reunida. Entre os sinais sensíveis, simbólico-sacramentais, destacam-se: a assembléia litúrgica com seus ministérios, a proclamação e interpretação da Palavra, as ações simbólicas, gestos e movimentos do corpo, as preces e orações, a música, a organização dos elementos que compõem o espaço litúrgico, a decoração do ambiente... + o tempo litúrgico (recuperação do domingo, dia do Senhor)...

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A música ritual é parte integrante da liturgia e, como tal, deve expressar o mistério celebrado naquele dia, (+ naquele tempo litúrgico) naquele tipo de celebração e naquele momento ritual. (+ base bíblica) O espaço litúrgico não pode ser apenas funcional, mas também mistagógico , nos conduzindo para dentro do mistério.

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A qualidade dos sinais Para que a comunidade celebrante possa ser cada vez mais imagem da Igreja, além da participação ativa e da co-responsabilidade ministerial, hoje em dia é mais essencial do que nunca promover a formação espiritual e a qualidade dos sinais: o sinal da assembleia, "que oferece de certa forma a hospitalidade a Cristo e aos homens que Ele ama“ (Discurso do Papa João Paulo II aos Bispos franceses da Provença-Mediterrâneo , 8 de Março de 1997, n. 5)

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Os ‘sinais sensíveis’ são tomados da realidade humana , determinada culturalmente. Daí a necessidade de adaptação e inculturação . Por ser universal, a liturgia deve expressar o mistério cristão na linguagem cultural da comunidade local. Espiritualidade, mística bíblico-litúrgica : VIDA ESPIRITUAL, tendo como fonte a participação na liturgia. (SC 14) É nela que fazemos juntos/as experiência de Deus, do mistério pascal, da ação transformadora do Espírito, da comunidade renovada pela páscoa de Cristo. Ela constitui a referência para as outras formas espiritualidade, piedade e devoção. Cf. BUYST, Ione. O Segredo dos Ritos; ritualidade e sacramentalidade da liturgia cristã. São Paulo,Paulinas, 2011. (Col. Celebrar), cap. 4.

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PARTICIPAR POR QUE? PARA QUE? ************************************************** Até hoje continua a distância entre espiritualidade e liturgia!! (Devoções; retiros, terço, adoração ao SS. ) - A iniciação à oração deveria se basear na oração litúrgica... - Viver em ação de graças (Cl 3,15) < oração eucarística, Magnificat etc... “ Há um modo de proceder que o Concílio nos deixa como herança. Em particular, um certo modo de escutar a Palavra, de discernir os sinais dos tempos, de ter acesso à interioridade. Graças a esse tripé, por assim dizer, o Concílio poderá continuar sendo uma graça e uma bússola para os novos tempos.” ( ChristophTheobald , entrevista Unisinos ) Conclusão – 1) Na PRÁTICA, a teoria é outra!!2) A recepção do Vat II em discussão... (volta atrás: Missa de Pio V etc...) – Mas, a história a Deus pertence... Em: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/506919-a-urgencia-de-recuperar-o-metodo-do-vaticano-ii-entrevista-com-cristoph-theobald - 30/03/2012. Ver RL213 – mai/-jun 2009, Ione Buyst , ‘A Pastoral Litúrgica, entre a teoria e a prática; perguntas, aguardando a resposta dos leitores’.

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IV. Uma exortação "A nossa recomendação é a seguinte dizia o Papa Paulo VI, no dia 1 de Março de 1965, nas vésperas da primeira realização da Reforma litúrgica: ...

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Prestai a máxima atenção ... ao conhecimento, à explicação, à aplicação das ... normas, com que a Igreja quer ... celebrar o culto divino. Não é uma coisa fácil! É algo delicado, pois exige o interesse direto e metódico; requer a vossa assistência pessoal, paciente, amorosa, verdadeiramente pastoral. Trata-se de mudar muitos hábitos ... trata-se de incrementar uma escola mais ativa de oração e de culto, em cada assembleia de fiéis ... trata-se, em síntese, de associar o povo de Deus à ação litúrgica pastoral. Repetimos: é uma coisa difícil e delicada, mas acrescentamos: é algo necessário, imperioso, providencial e renovador. E também formulamos votos a fim de que seja algo consolador ... serão necessários muitos anos... mas é preciso começar, recomeçar e perseverar para conseguir dar à assembleia a sua voz grave, unânime, dócil e sublime".

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CONCÍLIO ECUMÊNICO VATICANO II: A CONSTITUIÇÃO SACROSANCTUM CONCILIUM “ Pode acontecer que as reformas exijam alguns esforços nem sempre agradáveis; mas devemos ser dóceis e ter confiança; o plano religioso e espiritual que foi aberto pela nova constituição é estupendo” Paulo VI: audiência geral de 13 de janeiro de 1965 “ Pode acontecer que as reformas exijam alguns esforços nem sempre agradáveis; mas devemos ser dóceis e ter confiança; o plano religioso e espiritual que foi aberto pela nova constituição é estupendo” Paulo VI: audiência geral de 13 de janeiro de 1965 “ Pode acontecer que as reformas exijam alguns esforços nem sempre agradáveis; mas devemos ser dóceis e ter confiança; o plano religioso e espiritual que foi aberto pela nova constituição é estupendo” Paulo VI: audiência geral de 13 de janeiro de 1965

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Entre outras coisas, disse textualmente: “Todo o trabalho de Reforma da Liturgia, inclusive, com experiências de adaptação deve ser considerado como ‘passagem do Espírito Santo’ pela sua Igreja. É texto conciliar que não pode ser desmentido...”

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A Liturgia da Igreja vai além da própria "reforma conciliar" (cf. SC , 1), cujo objetivo, de fato, não era principalmente o de mudar os ritos e gestos, mas sim renovar as mentalidades e colocar no centro da vida cristã e da pastoral a celebração do mistério pascal de Cristo.

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50 anos já se passaram e os sonhos continuam por uma Liturgia mais democrática e libertadora. Parece-me que muita coisa mudou, mas ainda precisamos avançar em diversos aspectos: maior atuação das mulheres nos ministérios litúrgicos, formação litúrgica nos seminários e casas de formações durante todas as etapas do processo formativo, formação permanente para leigos e leigas, padres, diáconos, bispos... Enfim, ecoa um grito por formação em todos os níveis da vida eclesial. O Sonho de vencer o clericalismo que detém o poder da Palavra, e o controle do sagrado e deixa marcas profundas na nossa liturgia. Precisa-se avançar nas reflexões sobre a presidência das celebrações em especial a Eucaristia. Reconhecer e valorizar os ministérios leigos e romper com a mentalidade de que somos suplentes. Continuarei sonhando, já que o Espirito do Ressuscitado é dinâmico e criativo. (Danilo – leigo)

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50 anos da SC, acho que a primeira coisa a verificar não é propriamente litúrgica. É comunitária, eclesial e humanitária. É preciso rever até que ponto esses 50 anos da renovação litúrgica nos tornaram mais humanos? Eu acho que sim.

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Mas é importante que isso seja averiguado e aprofundado. Deve ficar claro que o eixo da questão é este e não o ritual. O ritual expressa isso. Lanço essa provocação para o aprofundamento sério, crítico e evangélico.

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A liturgia como ato de amor, celebração da doação pascal do Cristo pode nos ajudar a exorcizar estes pedaços de egoísmo ou narcisismo que cada um de nós carrega.

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Em que sentido a liturgia leva a uma conversão? Conversão profunda. Para levar a essa conversão, um ponto fundamental é não começar pela liturgia em si nem pelo rito em si, mas pela vida, pelo compromisso concreto.

O significado desta comemoração Sacrosanctum Concilium Deve ser considerada acima tudo como um convite dirigido ao povo santo de Deus, a não perder de vista a memória do passado, a estar consciente do presente e a conservar a alma aberta para o futuro. Com efeito, o Espírito Santo, que suscitou o Movimento Litúrgico inspirando os Padres conciliares e acompanhando a atuação da Reforma litúrgica, continua a agir na Igreja através da palavra e dos sinais sacramentais, em ordem a sustentar o caminho rumo ao Reino.   :

O significado desta comemoração Sacrosanctum Concilium Deve ser considerada acima tudo como um convite dirigido ao povo santo de Deus, a não perder de vista a memória do passado, a estar consciente do presente e a conservar a alma aberta para o futuro. Com efeito, o Espírito Santo, que suscitou o Movimento Litúrgico inspirando os Padres conciliares e acompanhando a atuação da Reforma litúrgica, continua a agir na Igreja através da palavra e dos sinais sacramentais, em ordem a sustentar o caminho rumo ao Reino.

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A presidência litúrgica A qualidade dos sinais exige sobretudo a qualidade na presidência da celebração. Quem preside diante da assembleia não é apenas observado, mas também aprovado e julgado no cumprimento do seu papel, que se desempenha "in persona Christi". E todavia esta presidência não pode ser exercida sem ter em conta a qualidade da assembleia e sem ser capaz de corresponder às expectativas do povo de Deus. Com efeito, quem preside, de certa maneira preside também "in persona Ecclesiae ". Evitando qualquer forma de protagonismo , personalismo, o presbítero plasmado pelo espírito genuíno da Liturgia presidirá à celebração "como aquele que serve" ( Lc 22, 27), à imagem daquele, de quem ele constitui um sinal pobre. Por isso, a qualidade da presidência litúrgica, na sua forma mais excelsa e fecunda, irá muito além de uma simples arte de presidir, de um mero saber fazer, para se tornar princípio de comunhão, a consciência íntima de que o conjunto dos dons do Espírito Santo se encontra unicamente no conjunto da Igreja.

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A beleza e a dignidade do culto No início do terceiro milênio, é necessário transmitir a imagem de uma Igreja que celebra, anuncia e vive o Mistério de Jesus Cristo na beleza e na dignidade da celebração. Uma beleza que não é apenas formação, formalismo estético, mas que se fundamenta na "simplicidade nobre", capaz de manifestar. a relação entre os elementos humano e o divino da Liturgia. Trata-se da dinâmica da Encarnação: aquilo que o Filho Unigênito, cheio de graça e de verdade, fez visivelmente, passou aos Sacramentos da Igreja. A beleza deve deixar transparecer a presença de Jesus Cristo no centro da Liturgia, o que poderá ser tanto mais evidente, quanto mais se puder sentir nas celebrações a contemplação, a adoração, a gratuidade e a ação de graças. "Majestade e esplendor O precedem, poder e beleza estão no seu templo" (5196 [95], 6): o salmista não só canta a beleza de que a morada do Senhor resplandece, mas noutro trecho confessa: "A sua obra é esplendor e majestade" (Sim [no], 3). Que outra realidade da Igreja é chamada a unir e a expressar a beleza, como o espaço litúrgico e a ação litúrgica? Não apenas o lugar, mas também a ação, ou seja, o gesto, a postura, o movimento e as vestes devem manifestar harmonia e beleza. O gesto litúrgico é chamado a expressar a beleza, uma vez que é gesto do próprio Cristo. Assim, a Liturgia continuará, também graças à sua beleza, a ser fonte e ápice, escola e norma de vida cristã.