Relatorio-seguranca-viaria

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4 Retrato da Segurança Viária no Brasil – 2014 110 p. 1. Segurança 2. Viária 3. Trânsito 4. Retrato da Segurança Viária 5. Acidentes 6. Direção Segura 7. FALCONI Consultores de Resultado 8. Ambev 9. ONSV 10. Segurança Viária ₢ Ambev S.A. ₢ FALCONI Consultores de Resultados ₢ ONSV – Observatório Nacional de Segurança Viária Todos os direitos reservados. Os pedidos de autorização para reproduzir ou traduzir essa publicação – seja para venda ou distribuição não comercial – devem ser endereçados à Ambev S.A. – Rua Dr. Renato Paes de Barros 1017 4° andar. CEP 04530-001 Itaim Bibi São Paulo - SP E-mail: consumoresponsavelambev.com.br. As designações empregadas e a apresentação do material desta publicação não implicam a expressão de qualquer opinião por parte das realizadoras desse relatório quanto à situação legal de qualquer país território cidade área ou de suas autoridades ou à delimitação de suas fronteiras ou limites. As linhas pontilhadas nos mapas representam fronteiras aproximadas para as quais pode ainda não existir acordo completo. Os dados utilizados nesse relatório foram extraídos da Associação Nacional dos Transportes Públicos ANTP da Confederação Nacional do Transporte CNT do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde DATASUS do Departamento Nacional de Trânsito Denatran do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes DNIT do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA e da Organização Mundial da Saúde OMS. As datas e fontes estão descritas na bibliografia. Todas as precauções razoáveis foram tomadas pelas realizadoras para verificar a informação contida nesta publicação. No entanto o material publicado é distribuído sem qualquer tipo de garantia expressa ou implícita. A responsabilidade pela interpretação e uso do material recai sobre o leitor. Em nenhum caso a Ambev S.A. a FALCONI Consultores de Resultados ou o Observatório Nacional de Segurança Viária serão responsáveis por danos decorrentes da sua utilização. Conteúdo por Grupo Máquina PR Design e layout por Pix Comunicação Impresso em Brasília – Brasil 4

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5 07 OS PRINCIPAIS FATORES DE RISCO ÓBITOS NO MUNDO ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO ÓBITOS POR RENDA ÓBITOS POR IDADE FERIDOS ADEQUAÇÃO AOS CINCO FATORES DE RISCO 11 16 ATUAÇÃO EM REDE 17 ESTABELECENDO METAS 18 OS CINCO PRINCIPAIS PILARES DE ATUAÇÃO 21 23 29 30 31 33 33 34 35 38 INCENTIVO À MOBILIDADE 39 TELEFONE CELULAR ÓBITOS POR REGIÃO ÓBITOS POR MUNICÍPIO ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO FERIDOS NO TRÂNSITO FERIDOS POR REGIÃO FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO 41 42 44 44 46 47 49 49 A FROTA BRASILEIRA 51 BRASIL RODOVIÁRIO 52 DESENVOLVIMENTO X ACIDENTES 53 LEGISLAÇÃO NO BRASIL 102 56 OS CUSTOS DA INSEGURANÇA 58 A INDISPENSÁVEL TAREFA DE ACERTAR OS NÚMEROS 94 59

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7 Apesar de o noticiário nos mostrar diariamente episódios que se somam à epidemia de mortes no trânsito que acomete o Brasil e o mundo a real dimensão desse problema muitas vezes nos escapa e nos choca quando somos confrontados com ela. Acidentes de trânsito são a 9ª maior causa de óbitos no mundo e podem alcançar a 7ª posição dentro de menos de duas décadas. Frente a esse cenário em 2010 com o intuito de chamar atenção do mundo para esse problema e estimular os países a reverter o cenário a Organização das Nações Unidas ONU criou a Década da Ação pela Segurança no Trânsito 2011/2020. Desde então relevantes iniciativas vêm sendo desenvolvidas por diversas nações com o objetivo de reduzir em 50 o número de óbitos devido a acidentes de trânsito e salvar 5 milhões de vidas. São ações muitas vezes simples efetivas e com baixo investimento principalmente quando comparadas aos custos da falta de segurança nas vias. Ao analisarmos a situação do Brasil em segurança viária nos deparamos com uma situação complexa. Há um crescimento constante no número de óbitos nos últimos 14 anos. Em 2012 foram 457 mil vítimas fatais o que representa um óbito a cada 12 minutos e 1774 mil feridos. A título de comparação na Guerra do Iraque morreram cerca de 37 mil pessoas em 8 anos de conflito. No ranking mundial de 2010 da Organização Mundial da Saúde OMS o Brasil ocupava a 148ª posição com um indicador de 225 óbitos por cem mil habitantes enquanto países latinos como Chile 123 Argentina 126 e México 147 apresentavam índices consideravelmente menores. Vale ainda ressaltar que de acordo com este relatório o indicador brasileiro era ainda pior de 229 óbitos a cada 100 mil habitantes. Ao avaliar o custo da insegurança viária no Brasil são gastos mais de 16 bilhões de reais por ano em decorrência de acidentes. Vale pontuar que estamos falando apenas daquilo que é possível quantificar como gastos e número de vítimas. Diferentemente de outros países uma das principais dificuldades para começarmos a reverter de forma consistente esses números no Brasil não é o endurecimento da legislação – pois já temos uma das mais rígidas. É a falta de dados organizados consolidados e atualizados para o verdadeiro entendimento do cenário e combate ao problema. Além é claro da necessidade de reforço de fiscalização como em muitas outras frentes no país. 7

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8 Diante desse panorama a Ambev reuniu esforços juntamente com a FALCONI Consultores de Resultado e com o Observatório Nacional de Segurança Viária para desenvolver o presente estudo intitulado “Retrato da Segurança Viária no Brasil - 2014”. Ao longo das próximas páginas consolidamos o que há de mais atualizado e referendado no que tange ao tema no Brasil e no mundo com o objetivo de auxiliar a sociedade a traçar planos de ação efetivos no combate ao problema. Queremos ajudar a mudar esse jogo além de tentar levar o país a um novo patamar no tema da segurança viária. Este material é só o começo de nossas iniciativas a fim de unir as pessoas por um mundo melhor. O Estado tem como função garantir o bem-estar dos cidadãos. A sociedade por sua vez percebe a eficiência do governo como usuária dos serviços públicos. Assim a garantia de serviços com qualidade como saúde educação e segurança deve ser uma prioridade na agenda governamental. O sistema viário tem que ser visto sob a mesma ótica. É função do Estado garantir mobilidade com agilidade e segurança. Ao analisarmos os dados de óbitos e feridos no trânsito expostos neste relatório fica evidente a disfunção deste sistema. A experiência internacional mostra que a gestão tem sido uma importante ferramenta para a melhoria da segurança no trânsito. Isto é a definição de indicadores estruturação da coleta de dados monitoramento dos resultados atuação integrada dos órgãos públicos e execução de ações preventivas ao acidente são alguns dos direcionamentos adotados por países que enfrentaram uma situação similar à realidade brasileira. Por outro lado o desafio em relação às disfunções do sistema viário é ainda maior e traz consigo um grande estímulo. Trabalhando para identificar as causas fundamentais e traçar um plano de ação para enfrentar o problema estaremos salvando vidas. A gestão não pode ter um sentido mais nobre do que esse. Porque muito mais do que indicadores e dados falamos aqui sobre seres humanos. Pais filhos jovens e idosos que perderam suas vidas diariamente – e isso precisa mudar. Nós ao lado da Ambev e do Observatório Nacional de Segurança Viária não aceitamos essa realidade. Mais do que isso: acreditamos que para modificá-la é necessário método gerencial um plano de ações tecnicamente responsáveis e executadas com disciplina e persistência. Assim consideramos esse relatório um importante passo para a melhoria da gestão na segurança viária no Brasil uma vez que ele se propõe a dar um panorama inicial da situação dos estados expondo as localidades com maior criticidade para atuação. Vamos portanto transformar essa realidade com gestão e muito trabalho. 8

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9 O presente documento traz inúmeros dados que podem auxiliar os setores da sociedade governo iniciativa privada e cidadãos a compreender o cenário do trânsito no Brasil ao longo das últimas décadas. A intenção é organizar o maior número de informações possíveis para que a maioria consiga entender o que hoje chamamos por “trânsito”. A proposta é que estes dados aqui apresentados possam estimular o debate e motivar o desenvolvimento de ações dentro de suas áreas de atuação que com certeza irão ter reflexo nas mais variadas camadas da população. Com a disponibilização dos dados contidos nesse relatório e também no Portal de Estatísticas o Observatório Nacional de Segurança Viária cumpre uma de suas funções que é promover os subsídios técnicos necessários para o desenvolvimento seguro do trânsito em prol do cidadão por meio da educação pesquisa planejamento e informação. Entendemos assim que somente um trabalho integrado e multifacetado envolvendo toda a sociedade será capaz de transformar a realidade do trânsito no Brasil.

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11 A insegurança no trânsito é um problema mundial crescente e alarmante. Ainda que muitos países se esforcem para reduzir a quantidade de acidentes eles são hoje uma das maiores causas de óbitos no mundo tirando a vida de mais de 13 milhão de pessoas por ano. Para se ter uma ideia do quão preocupante é o quadro os acidentes de trânsito eram em 2012 a 9ª maior causa global de óbitos. E se nada de significativo for feito a previsão da Organização Mundial da Saúde OMS é que em 2030 passem a ser o 7ª maior motivo ultrapassando doenças como diabetes e hipertensão. Com o objetivo de coordenar esforços globais e convocar os países para atuarem em prol da melhoria da segurança viária a ONU decretou em 2010 o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ação pela Segurança no Trânsito”. m Em 2030 os acidentes de trânsito devem se tornar a 7ª maior causa de óbitos no mundo matando mais do que doenças como diabetes e hipertensão SUMÁRIO

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12 Na prática a entidade passou a direcionar e apoiar o desenvolvimento de planos regionais e nacionais que permeiam cinco pilares para o tema: Gestão da Segurança Viária Vias mais seguras e mobilidade Veículos mais seguros Conscientização dos usuários e Resposta ao acidente. Na busca por atender a esse chamado os países subdesenvolvidos e em desenvolvimento têm diante de si uma árdua tarefa uma vez que concentram as mais altas taxas de mortalidade no trânsito – com índices médios de respectivamente 215 e 195 óbitos por 100 mil habitantes – enquanto os países desenvolvidos registram taxas de 103 óbitos por 100 mil habitantes. E as expectativas não são nada otimistas visto que nos países de baixa e média renda o número de usuários motorizados avança mais rapidamente. Como se não bastasse o prejuízo social são nos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento que ocorrem os maiores n impactos econômicos devido à insegurança viária. Estima-se que eles percam entre 1 e 2 dos seus PIBs devido aos acidentes. A reversão desse quadro no entanto é viável. Já é possível observar progresso na missão de reduzir a insegurança viária globalmente. Entre 2007 e 2010 dados da OMS mostram que o número de mortes no trânsito caiu em 88 países sendo 42 de alta renda 41 de média renda e 5 de baixa renda. Resultado esse que decorre de esforços multissetoriais e da atuação em rede que permitem a participação integrada de agentes governamentais privados do terceiro setor e da sociedade civil para o desenvolvimento de ações planejadas e direcionadas sob a gestão de uma agência independente. A Argentina por exemplo após ter seu índice de mortalidade no trânsito aumentado de 114 para 145 a cada 100 mil habitantes no período de 2005 a 2008 conseguiu reduzir significativamente esse índice ao atuar em conjunto com a sociedade e ao criar um órgão central para supervisionar as províncias na n FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2012. Figura 1 20 25 27 29 29 32 56 56 117 132 Hipertensão Acidente de Trânsito Diabetes Câncer Pulmão e Garganta HIV/AIDS D. Diarreicas D. Pulmonares Infecções Resp. Derrame D. Cardíacas 2012 32 29 29 25 20 132 117 27 56 56 21 23 26 26 34 35 50 65 122 132 Hipertensão D. Diarreicas HIV/AIDS Acidente de Trânsito Câncer Pulmão e Garganta Diabetes Infecções Resp. D. Pulmonares Derrame D. Cardíacas 2030 26 132 122 65 50 35 34 26 26 21 Principais causas de óbitos - Mundo 12

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13 liderado pelo Ministério das Cidades. Além disso o país lançou o programa “Vida no Trânsito” parte integrante do projeto Road Safety in Ten Countries o RS-10 coordenado globalmente pela OMS. O programa é encabeçado no Brasil pelo Ministério da Saúde e pela Organização Pan-Americana da Saúde OPAS e envolve iniciativas em cinco cidades: Belo Horizonte MG Campo Grande MS Curitiba PR Palmas TO e Teresina PI. Seu foco está na redução de mortes e lesões no trânsito a partir da qualificação da informação e de ações intersetoriais. Segundo a avaliação feita no presente relatório para avançar mais rapidamente e com maior efetividade são necessárias metas definidas em âmbito nacional regional e estadual com análises de dados e implementação de ações coordenadas que sejam sustentáveis a longo prazo para atuar em defesa e na prevenção das vítimas de colisões e fatalidades no trânsito garantindo o avanço principalmente nas cinco frentes apontadas pela ONU. A urgência de melhora se impõe pelos números: em 2012 dois anos após o organismo internacional convocar seus países-membros para aderir à Década morriam no Brasil 45.689 pessoas em consequência de acidentes número 39 superior ao registrado dez anos antes e 5 maior ao de 2010. Isso significa 236 vítimas fatais a cada 100 mil habitantes um óbito a cada 12 minutos. A quantidade de feridos nesse mesmo ano chegou a 177.487 pessoas. O propósito do presente relatório é portanto apoiar o país no desenvolvimento de políticas públicas que contribuam para prevenção e diminuição do número de acidentes de trânsito e consequentemente para a proteção dos n implantação de programas de segurança viária. Com a iniciativa o país diminuiu o número de vítimas fatais no trânsito para 126/100 mil hab. O Chile também alcançou bons resultados: em menos de vinte anos reduziu seu índice de mortalidade de 171 para 123/100 mil hab. Atuando no tema desde 1994 o país criou a Comissão Nacional de Segurança do Trânsito CONASET investiu em sinalização e em ações educativas para atingir o seu objetivo. Apesar dos bons exemplos o trabalho crítico precisa ser intensificado. A adesão unânime por parte dos países- membros da ONU à “ Dé cada de Ação pela Segurança no Trânsito” indica uma crescente e significativa conscientização de que a escalada devastadora de acidentes de trânsito é hoje uma preocupação de saúde pública e de desenvolvimento global. O Brasil também aderiu ao chamamento e prontificou-se a fazer sua parte convocando órgãos do governo a iniciativa privada e a sociedade civil para o enfrentamento da grave realidade da segurança viária do país. Já em 2010 desenhou uma importante proposta o “Plano Nacional de Redução de Acidentes e Segurança Viária para a Década 2011-2020” . 3.400 pessoas morrem em acidentes de trânsito todos os dias no mundo. Ao ano são mais de 13 milhão de vítimas fatais enquanto cerca de 50 milhões ficam feridas

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14 cidadãos que se ferem ou perdem a vida nessas ocorrências. Além disso é evidentemente necessário oferecer informações confiáveis que possam servir de base para análises e à realização de práticas que contribuam para uma mudança significativa do cenário atual da segurança viária no Brasil. O documento oferece um cruzamento de dados da Associação Nacional dos Transportes Públicos ANTP da Confederação Nacional do Transporte CNT do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde DATASUS do Departamento Nacional de Trânsito Denatran do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes DNIT do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA e da OMS. Algumas de suas principais conclusões giram em torno dos obstáculos atuais que o Brasil precisa enfrentar para mudar sua realidade: melhora das condições de trafegabilidade das vias aumento no número de campanhas educativas e de conscientização dos usuários ampliação da fiscalização no trânsito e a fragilidade em torno da geração e coleta de dados relacionados à violência no trânsito. Para mostrar como é importante a gestão n Em 2012 45.689 pessoas morreram devido a acidentes de trânsito no Brasil. Isso significa um óbito a cada 12 minutos integrada das informações o cruzamento desses dados permitiu por exemplo verificar que os acidentes aconteceram no perímetro urbano e em quase 3748 mil km de rodovias federais e estaduais dos quais de acordo com o DNIT somente 471 são pavimentados. A “Pesquisa CNT de Rodovias 2013” avaliou 176 mil km de rodovias pavimentadas e concluiu que dessas somente 26 possuem boas condições de tráfego. Isso significa que apenas 12 das rodovias brasileiras são bem avaliadas. Outra informação importante é que com esses acidentes de acordo com um estudo conservador do IPEA/ANTP de 2003 a sociedade brasileira gastou R 1612 bilhões com os acidentes de trânsito. A região que lidera o ranking de óbitos no trânsito no Brasil em números absolutos é a Sudeste com 16.133 vítimas fatais. Em seguida aparecem nesta ordem Nordeste 13.522 Sul 7.653 Centro-Oeste 4.587 e Norte 3.794. O ranking de óbitos acompanha desse modo o de população. Todavia ao considerarmos o indicador de óbitos por 100 mil habitantes o cenário é bem diferente: o Centro-Oeste torna- se a região mais preocupante com 318 óbitos por 100 mil hab. seguido por Sul 276 Nordeste 251 Norte 233 e por último o Sudeste 198. Quanto ao perfil das vítimas os motociclistas constituem 362 dos óbitos e 55 dos feridos n Apenas 35 municípios possuem um PIB superior ao gasto com acidentes de trânsito – R1612 bilhões 14

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15 devido a acidentes de trânsito sendo que as motos representam 264 da frota brasileira de veículos. Como o número de motocicletas se expande em velocidade muito superior que a dos outros tipos de veículos – enquanto a frota de carros entre 2001 e 2012 dobrou a de motos mais que quadruplicou – o número de óbitos e de feridos com motociclistas pode crescer ainda mais. Esses são apenas alguns dos dados que N O Brasil já possui leis bastante completas no tema que se fiscalizadas contribuirão para a melhoria da segurança viária compõem a situação preocupante da segurança viária no Brasil. Ao observar o panorama completo que será mostrado a seguir é possível concluir ainda que o país já possui leis bastante completas e punições cada vez mais rígidas que se seguidas à risca vão contribuir de forma efetiva para a organização do trânsito e a consequente melhora da qualidade de vida dos usuários. Mas para que o respeito a essas leis se concretize é necessário aprimorar a fiscalização.

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16 Ao definir o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ação pela Segurança no Trânsito” a ONU estabeleceu como meta global salvar 5 milhões de vidas no período o que significa uma redução em torno de 33 no número de óbitos tendo como referência os índices de 2011 ou de 50 com base nas projeções para 2020. Para atingir tal objetivo o organismo internacional recomenda com base no exemplo das nações que obtiveram sucesso na redução de óbitos que a atuação dos países seja realizada de forma multissetorial e em rede com metas e indicadores definidos e desdobrados pelos 5 pilares a fim de mitigar os principais fatores de riscos de acidente de trânsito. Cria- se assim um amplo e inclusivo processo de deliberação com metodologia gestão e contando com a participação de todos os agentes relevantes para o tema de segurança viária. 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 Número de Óbitos milhões 20 18 16 14 12 10 08 06 04 02 0 Aumento projetado sem ação Redução projetada se as medidas forem tomadas 5 milhões de vidas salvas Meta da década de ação pela segurança no trânsito FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2013. Figura 2 16

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17 FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2004. Imprensa Política de Segurança Viária Organizações que influenciam o desenvolvimento de políticas de segurança viária Figura 3 Historicamente segundo a OMS na maioria dos países com alto índice de veículos motorizados as responsabilidades governamentais pela política de segurança viária recaem sobre o Ministério dos Transportes ou sobre os departamentos de polícia. Porém outros ministérios como os da Justiça Saúde Planejamento e Educação também desempenham papel importante assumindo responsabilidades em áreas-chave. Em alguns casos as normas de segurança dos veículos perpassam também o Ministério do Desenvolvimento e da Indústria. N O papel de cada um desses agentes é muito importante mas a experiência das nações mais bem-sucedidas na redução de acidentes de trânsito dentre elas os Estados Unidos a Suécia e o Reino Unido mostra que as estratégias eficazes têm mais chances de serem aplicadas sob a coordenação de uma agência autônoma do governo com boa capacidade de pesquisa e conhecimento técnico que gerencie de forma independente tanto o orçamento como o planejamento de programas de segurança viária. Essa agência tem a capacidade de gerir todas as ações em conjunto com os diversos ministérios. Porém apenas a atuação governamental dificilmente irá gerar o resultado esperado. É preciso construir um modelo de ação intersetorial com o envolvimento da iniciativa privada do terceiro setor e da sociedade.

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18 Cabe à iniciativa privada compartilhar a responsabilidade pela prevenção de acidentes tanto no desenvolvimento de produtos e serviços relacionados ao tráfego como quanto empregadora cuja força de trabalho e sistema logístico são em sua grande maioria usuários dominantes do sistema de trânsito. Já a atuação das Organizações Não Governamentais ONGs passa por divulgar a verdadeira dimensão do problema das lesões e mortes nas vias fornecer informação imparcial para uso do governo e da iniciativa privada identificar e promover soluções efetivas com aceitação pública e viabilidade financeira comprovadas desafiar políticas públicas formar coalizões competentes com forte interesse na redução da sinistralidade e medir seu êxito pela sua capacidade de influenciar o cumprimento de medidas acertadas de redução de acidentes. Ademais não apenas os usuários de trânsito mas a sociedade como um todo incluindo a imprensa com seu alto poder de comunicação e distribuição de informações pode e deve exercer forte influência no desenvolvimento de políticas públicas voltadas à gestão da segurança viária. É papel de cada cidadão lutar por essa que é uma questão de saúde pública. É preciso construir um modelo de ação intersetorial com envolvimento da iniciativa privada do terceiro setor e da sociedade O trabalho em rede desse modo só será possível por meio de um compromisso nacional. É assim que acontece nos países onde mais se vê progresso na redução das mortes no trânsito. Para atingir o propósito global da OMS de salvar 5 milhões de vidas até 2020 é altamente recomendável o estabelecimento de metas e indicadores nacionais regionais e estaduais. Desde o final da década de 1980 diversos países têm reconhecido que as metas nos planos de segurança viária são uma ferramenta extremamente útil para a promoção de medidas de redução de vítimas de acidentes e devem estar no topo da lista de prioridades das políticas públicas até para ajudá-las a atrair os recursos necessários para executá-las. A experiência internacional com metas numéricas em programas de segurança viária documentada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico OCDE e mais recentemente pelo Conselho Europeu de Segurança em Transporte ETSC indica que a definição de metas quantitativas pode levar a programas com melhor qualidade ao uso mais eficaz dos recursos e a Metas ambiciosas a longo prazo estabelecidas em âmbito nacional são a escolha mais eficaz na melhoria da segurança viária 18

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19 O Exemplo da Suécia Visão Zero Visão Zero é uma política de segurança de tráfego desenvolvida na Suécia no final de 1990 com base em quatro elementos: ética responsabilidade filosofia de segurança e criação de mecanismos para a mudança. O parlamento sueco votou em outubro de 1997 pela adoção dessa política e desde então vários outros países seguiram o exemplo. Ética De acordo com a Visão Zero vida e saúde são questões inegociáveis e não devem ser negligenciadas a favor de benefícios no sistema tais como a mobilidade. Mobilidade e acessibilidade são portanto funções inerentes ao sistema e não o contrário como acontece hoje em larga escala. Responsabilidade Até recentemente a responsabilidade por acidentes e lesões vinha sendo imputada individualmente sobre o usuário de trânsito. Na Visão Zero a responsabilidade é compartilhada. Aqueles envolvidos no projeto infraestrutura e fiscalização das vias dentre eles as concessionárias a polícia e até mesmo os fabricantes de carros são responsáveis pelo bom funcionamento do sistema. Ao mesmo tempo o usuário é responsável por seguir as regras básicas como obedecer limites de velocidade e não dirigir sob influência de bebida alcoólica. Se o usuário não seguir essas regras a responsabilidade recai sobre aqueles que projetaram o sistema para que eles o redesenhem incluindo novas regras e regulamentações. Filosofia de segurança A Visão Zero parte de uma nova perspectiva que tem sido utilizada com sucesso em outros campos seguindo duas premissas: • Os seres humanos cometem erros • Há um limite crítico em que a sobrevivência e a recuperação de uma lesão não são possíveis. É claro que um sistema que combina seres humanos a meios de locomoção rápidos e pesados será muito instável. O sistema de transporte deve portanto ser capaz de tomar conta de falhas humanas e absorver erros de tal forma a evitar mortes e ferimentos graves. A cadeia de eventos que conduz à morte ou à incapacidade deve ser interrompida e de forma sustentável de modo que a longo prazo o comprometimento da saúde seja eliminado. Quadro 1

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20 Criando mecanismos para a mudança Na Visão Zero a demanda do cidadão para sua saúde e sobrevivência é a principal força motriz de um sistema de tráfego seguro. Na Suécia as principais medidas adotadas até agora incluem: • O estabelecimento de metas de desempenho de segurança para várias partes do sistema de tráfego viário • Foco na proteção contra colisões de veículos e suporte ao sistema de informação ao consumidor do Programa Europeu de Avaliação de Carros Novos Veículos Euro NCAP • Garantia de níveis mais elevados de uso do cinto de segurança e da presença do sistema de aviso sonoro que alerta para o uso do cinto em veículos novos • Instalação de barreiras centrais de proteção à colisão nas estradas rurais com pista simples • Incentivo às autoridades locais a estabelecer zonas com limites de velocidade de 30 km/h • Aumento da frequência de testes de bafômetro • Promoção da segurança como uma variável competitiva em contratos de transporte viário. FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2004. uma melhoria no desempenho da segurança do trânsito. Um pré-requisito para a definição de objetivos é a disponibilidade de dados sobre óbitos e feridos bem como informações sobre as tendências de tráfego. O pesquisador do Instituto de Economia dos Transportes da Noruega Rune Elvik concluiu que metas ambiciosas a longo prazo estabelecidas por governos em âmbito nacional parecem ser a escolha mais eficaz na melhoria do desempenho da segurança viária. As metas segundo Elvik devem ser quantitativas com prazo determinado facilmente inteligíveis e passíveis de avaliação. Entre os seus principais objetivos devem estar: • Fornecer um meio racional de identificação e realização das ações • Motivar aqueles que trabalham na segurança viária • Elevar o nível de compromisso com a segurança na sociedade como um todo • Incentivar o ranking das medidas de segurança e sua aplicação de acordo com seu peso na redução de acidentes • Incentivar as autoridades responsáveis diretamente pela segurança viária a definirem suas próprias metas • Permitir avaliações em diferentes fases de um programa e identificar o escopo de eventuais ações adicionais. 20

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21 Além de uma coalizão de esforços guiada por metas objetivas o trabalho para a redução no N Pilares de atuação para a Segurança Viária Pilar 1 Gestão da segurança viária Vias mais seguras e Mobilidade Pilar2 Pilar3 Pilar4 Pilar5 Veículos mais seguros Conscientização de Usuários Resposta ao Acidente Agência responsável Estratégia Metas Financiamento Estradas melhor projetadas para todos os usuários Classificação da infraestrutura das estradas Padronização técnica global de veículos Testes de segurança NCAP Todos os veículos equipados com cintos de segurança Pesquisa para usuários vulneráveis Lei Seca Cintos de segurança e sistemas de retenção para crianças Capacete para motociclistas Gestão de velocidade ISSO 39001 Atendimento pré- hospitalar Atendimento ao trauma e reabilitação Garantia de qualidade FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2013. Figura 4 número de acidentes de trânsito deve girar em torno de cinco principais pilares conforme recomendação da ONU: Gestão da segurança viária Vias mais seguras e Mobilidade Veículos mais seguros Conscientização dos usuários Resposta ao acidente. Centra-se em pontos essenciais como coleta eficiente de dados estabelecimento de uma agência líder para gerenciar a segurança viária desenvolvimento de uma estratégia nacional estabelecimento de metas e a busca de financiamento para viabilização de projetos. Algumas experiências comprovam que N investimentos neste pilar trazem resultados relevantes. Após ver seu índice de mortalidade no trânsito crescer de 114 para 145 a cada 100 mil habitantes entre 2005 e 2008 a Argentina criou um órgão central para auxiliar e supervisionar as províncias na implantação de programas de segurança viária. Fundada com o apoio do Banco Mundial a Agência Nacional de Segurança Viária ajudou o país a reduzir as n

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22 os usuários de trânsito em particular os mais vulneráveis como pedestres ciclistas e motociclistas a garantia de infraestrutura segura para todos que trafegam e o investimento em outros meios de transporte como trens desenvolvendo vias próprias para eles. No Chile país que em menos de duas décadas reduziu seu índice de mortalidade de 171 para 123/100 mil hab. uma das medidas bem- sucedidas foi a criação de calçadas para pedestres nas vias com muito tráfego reduzindo em 87 os óbitos. Evolução de óbitos - Argentina Figura 5 mortes no trânsito para 126/100 mil hab. 2010 de acordo com um levantamento de 2013 da OMS. Uma medida prática foi a concepção do chamado Formulário Laranja usado por policiais de todo o país para investigar acidentes. Visa a melhoria do planejamento das vias projeto e construção para benefício de todos n Defende a padronização técnica global dos veículos a realização de rígidos testes de segurança o desenvolvimento de carros inteligentes e sempre equipados com itens como cinto de segurança airbag e freio ABS e o investimento em pesquisa e desenvolvimento com foco nos usuários vulneráveis. A obrigatoriedade de airbag e freios ABS como equipamentos de segurança de fábrica é uma medida efetiva que apesar de amplamente difundida começou a valer no Brasil no início de 2014. Automóveis novos passaram a sair de fábrica com airbag duplo frontal para o motorista e o ocupante do banco da frente e sistema de freios ABS que evita o travamento das rodas em frenagem brusca. A melhoria foi introduzida de forma gradativa a partir de 2009 pelo Conselho Nacional de Trânsito Contran. 145 130 125 121 122 123 5.219 5.759 5.094 5.040 5.074 5.209 2008 2009 2010 2011 2012 2013 FONTE: AGENCIA NACIONAL DE SEGURIDAD VIAL 2013. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 22

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23 Preza por clarificar e informar os motoristas sobre a importância do uso de equipamentos individuais de segurança como cinto de segurança capacete e cadeirinha para crianças além da gestão da velocidade e da implantação da ISO 39001. Essas ações já têm sido adotadas em alguns países. O governo chileno por exemplo tem promovido campanhas de conscientização sobre o uso do cinto de segurança. O país também estabeleceu testes mais rígidos para conceder a carteira de habilitação. Já a Argentina se destaca pela criação de um plano de educação e conscientização voltado para os motociclistas. Abrange a garantia de qualidade no atendimento pré-hospitalar e de reabilitação do seguro ao usuário e valoriza práticas que auxiliam na melhoria do socorro pós-acidente como treinamentos disponibilidade de equipamentos etc. A adoção de um sistema nacional de atendimento de emergência como o 911 norte- americano permite mais eficiência no socorro à população economia na gestão de recursos e mais facilidade na integração da base de dados. No Brasil por exemplo o usuário hoje precisa discar: 192 para Atendimento Médico de Emergência 193 para Bombeiros 190 para Polícia Militar 199 para Defesa Civil 147 para Polícia Civil etc. Os cinco pilares de atuação citados anteriormente têm como principal objetivo mitigar fatores de risco que elevam a quantidade e o grau de fatalidade de acidentes de trânsito. De acordo com a OMS no tráfego viário o risco é uma função de quatro elementos. O primeiro diz respeito à exposição dado o fluxo e a quantidade de viagens realizadas pelos diferentes usuários e a densidade populacional. O segundo é a probabilidade subjacente de colisão dada uma determinada exposição. O terceiro é a probabilidade de lesão diante de um acidente. O quarto elemento é o resultado da lesão. O Quadro 2 traz um resumo da situação. Determinados fatores de risco por estarem presentes em mais de um elemento podem potencializar as consequências de colisões e ferimentos e por isso são considerados mais nocivos como: excesso de velocidade associação de bebida alcoólica e direção não uso de capacete não uso de cinto de segurança e não uso de equipamento de retenção de crianças cadeirinhas. Alguns dos países que mais progrediram na segurança viária obtiveram êxito ao lidar com esses fatores de risco. Desde 2008 35 países aprovaram novas leis – ou alteraram a legislação existente – que abrangem um ou mais desses fatores de risco. Para assegurar o cumprimento dessas normas os governos precisam investir em campanhas de conscientização dos usuários de trânsito e na ampliação da fiscalização.

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24 Fatores que influenciam a exposição ao risco • Fatores econômicos incluindo privação social • Fatores demográficos • Práticas de planejamento do uso do solo que influenciam a distância ou a escolha do modo de uma viagem • Associação de dois fatores: veículos motorizados em alta velocidade e tráfego de usuários de trânsito vulneráveis • Atenção insuficiente para o ajustamento entre os tipos de via e os limites de velocidade o projeto e o traçado das pistas. Fatores de risco que influenciam o envolvimento em acidentes • Velocidade inadequada ou excessiva • Presença de bebidas alcoólicas medicamentos ou drogas recreativas • Fadiga • Ser um jovem do sexo masculino • Ser um usuário vulnerável de trânsito em áreas urbanas ou residenciais • Viagem noturna • Operação dos veículos: manuseio manutenção e frenagem • Problemas no projeto traçado e manutenção das vias que podem levar ao comportamento inseguro do usuário • Visibilidade prejudicada devido a fatores ambientais tornando difícil detectar veículos e outros usuários • Problemas de visão. Fatores de risco que influenciam a gravidade dos acidentes • Fatores humanos de tolerância • Velocidade inadequada ou excessiva • Não uso de cinto de segurança e cadeirinha • Não uso de capacetes • Objetos sem proteção contra batidas nas laterais das vias • Proteção insuficiente contra acidentes para os ocupantes e atingidos por veículos • Consumo de bebidas alcoólicas • Consumo de drogas. Fatores de risco pós-acidentes • Atraso na detecção da colisão Quadro 2 Fatores de Risco 24

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25 FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2004. O excesso de velocidade é um dos principais problemas de segurança viária contribuindo de forma decisiva para aumentar taxas de colisões lesões e fatalidades. A OMS estima que um aumento de 5 na velocidade média leva a um aumento de cerca de 10 nos acidentes envolvendo lesões e um aumento de 20 nas colisões fatais. Desde 2008 têm havido progresso e aperfeiçoamento na legislação que lida com a associação de bebidas alcoólicas e direção: 89 países representando 66 da população mundial possuem leis abrangentes que estipulam tolerância de até 005 g/dl de concentração de álcool no sangue – em inglês Blood Alcohol Concentration BAC – em linha com as melhores práticas mundiais. A mudança de comportamento dos usuários de trânsito está diretamente associada à fiscalização que deve ser periódica e qualificada. Ela tem demonstrado mais eficácia N Velocidade X Colisões Alteração no nº de colisões Alteração na velocidade média -60 -40 20 -20 0 40 60 80 -20 -15 -10 -5 0 5 10 15 20 Colisões fatais Colisões fatais com lesões graves Colisões com lesões FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2012. Figura 6 • Presença de fogo resultante da colisão • Vazamento de materiais perigosos • Presença de bebidas alcoólicas e outras drogas • Dificuldade de resgatar e extrair pessoas de veículos • Dificuldade de evacuar pessoas de transportes coletivos envolvidos em acidentes • Falta de atendimento pré-hospitalar adequado • Falta de cuidados adequados nas salas de emergência dos hospitais. quando inclui testes aleatórios para verificar o ar expirado por todos os motoristas e não apenas pelos suspeitos de terem ingerido bebida alcoólica e quando é realizada em horários e em locais com maior probabilidade de circulação de condutores que tenham consumido bebida alcoólica. Testes de bafômetro são usados por 74 dos países de todo o mundo. n O não uso de capacete se torna cada vez mais preocupante diante do rápido crescimento da frota de motocicletas que em muitos países N

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26 21 40 14 7 18 de Países 90 70-80 50-69 30-49 30 média de utilização de cinto de segurança Hoje 111 países possuem leis que visam a proteção de todos os ocupantes do veículo. Mas a conscientização em torno da importância do uso do cinto se dá também por campanhas educativas e prioritariamente pela frequência com que a fiscalização acontece. O uso do cinto de segurança reduz o risco de morte em até 50 dos casos entre passageiros nos bancos dianteiros e em até 75 para os ocupantes do banco traseiro. vem sendo acompanhado pelo aumento no número de ferimentos e mortes entre seus usuários. Os motociclistas compreendem um terço de todas as mortes em vias do Sul da Ásia e países do Pacífico Ocidental mas também são cada vez mais comuns na África e no continente americano. Vestir um capacete com bom padrão de qualidade pode reduzir o risco de morte em 40 e o risco de ferimentos graves em mais de 70. Mais uma vez é fundamental fiscalizar a aplicação da legislação sobre o uso de capacete para reduzir o número de lesões. O não uso do cinto de segurança é um importante fator de risco para acidentes de trânsito e mortes entre os ocupantes de veículos automotores. Os índices de uso do cinto variam muito de país para país e em larga medida regem-se pela obrigatoriedade por lei. . Taxa de utilização de cinto de segurança em 95 países FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2013. Figura 9 O uso de cinto de segurança pode reduzir o risco de óbitos: FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2013. Figura 8 O uso correto de capacete pode: FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2013. Figura 7 26

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27 O não uso de cadeirinhas para crianças também representa um fator de risco relevante para acidentes. O sistema de proteção reduz a probabilidade de uma ocorrência fatal em cerca de 70 entre lactentes bebês de 0 a 12 meses e de 54 a 80 entre crianças de até 7 anos. Ao contrário dos cintos de segurança as cadeirinhas não são automaticamente instaladas em veículos. Elas devem ser adquiridas pelos pais por isso o acesso ao acessório e seu correto funcionamento podem ser limitados pelo custo e por eventuais erros na instalação. Hoje 96 países possuem leis que exigem o uso de equipamentos de segurança para crianças. A maioria dos países de alta renda 88 tem leis que obrigam o uso da cadeirinha enquanto nos países menos desenvolvidos e com renda média esse número é de 30 e 43 respectivamente. globais estão entre pedestres e ciclistas. E esses usuários em geral ainda são negligenciados no planejamento do transporte. Os países devem portanto concentrar ações para colher benefícios que vão desde a diminuição da poluição do ar e da emissão de gases de efeito estufa passando pela redução de congestionamentos e pelo incentivo à qualidade de vida até a redução efetiva no número de acidentes. Com gestão investimentos esforços conjuntos e suficientes os acidentes de trânsito e consequentemente os óbitos e feridos podem ser evitados. O desafio das nações é de manterem-se comprometidas a aumentar o ritmo da mudança. Só então o cenário da segurança viária poderá ser revertido globalmente. Além de saber lidar com os fatores de risco é preciso apostar no desenvolvimento sustentável do trânsito. A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável Rio+20 reconheceu em 2012 a ligação entre segurança viária e uma política de transportes sustentável que encoraje a inclusão de meios não motorizados de transportes sustentáveis acessíveis e seguros: hoje 27 das mortes n

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28 Em resumo Quadro 3 FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2004. O grande desafio de reduzir o número de óbitos e feridos devido a acidente de trânsito requer: • Aumento da capacidade de formulação de políticas pesquisas e intervenções nos setores público e privado • Planos estratégicos nacionais incorporando metas factíveis • Sistemas de dados de boa qualidade para identificar problemas e avaliar resultados • Colaboração entre uma série de setores incluindo o de saúde • Parcerias entre os setores público e privado • Prestação de contas recursos adequados e uma forte vontade política. 28

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29 Os acidentes de trânsito são atualmente a nona causa de morte em âmbito mundial e a principal entre jovens na faixa etária de 15 a 29 anos. Isso significa que cerca de um 13 milhão de pessoas morrem anualmente nas vias. Por dia são mais de 3.400 homens mulheres e crianças levados a óbito enquanto caminham andam de bicicleta motocicleta automóvel ou outros tipos de veículos motorizados. E devido à insegurança viária até 50 milhões de pessoas são feridas a cada ano. Dentre as vítimas fatais metade está entre usuários vulneráveis: pedestres ciclistas e motociclistas. Mais de 90 das vítimas fatais e não-fatais estão em países de baixa e média renda sendo que eles concentram apenas 48 dos veículos registrados em todo o mundo. O custo para lidar com as consequências desses acidentes pode chegar nas nações menos desenvolvidas a 2 de seus PIBs. As tendências atuais sugerem que até 2030 o número de mortos em acidentes pode chegar a 19 milhão de pessoas. Acidentes de trânsito são a principal causa de óbitos entre jovens de 15 a 29 anos PANORAMA

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30 Vale ressaltar que mesmo nos continentes com baixo índice de óbitos por acidentes de trânsito também há grande diferença nos registros entre países pertencentes à mesma região. Nesse aspecto o europeu é o que possui as maiores desigualdades tendo o Cazaquistão com o pior indicador do continente 219/100 mil hab. e San Marino com o melhor 00/100 mil hab.. Em 2010 de acordo com a análise da OMS o país ocupava a 148ª posição no ranking com um indicador de 225 óbitos em cada 100 mil habitantes ficando atrás de nações como a Índia e a China além de países da América Latina como a Argentina e o Chile. 241 África 213 Oriente Médio 185 Pacífico Ocidental 185 Sudeste Asiático 161 América 103 Europa Óbitos/100 mil hab. - Mundo FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2012. Há grandes disparidades nas taxas de mortalidade viária entre as regiões do planeta. O risco de morte é maior na África 241/100 mil habitantes e menor na Europa 103/ 100 mil hab.. Nas Américas o indicador médio é de 161 óbitos por 100 mil habitantes muito abaixo do registrado no Brasil. Ao observarmos o levantamento da OMS que ordena 182 países segundo a taxa de óbitos em decorrência de acidentes de trânsito fica evidente o grande desafio que o Brasil tem pela frente. Figura 10 30

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31 No mundo avaliando os tipos de usuário de trânsito de forma isolada os ocupantes de automóveis são aqueles que mais morrem em consequência de acidentes. Porém ao fazer a análise em grupos os usuários vulneráveis pedestres ciclistas e motociclistas são os mais prejudicados. Metade de todos os óbitos no mundo envolvem motociclistas 23 pedestres 22 e ciclistas 5. No entanto esse dado destacado mascara diferenças significativas em relação a quem está FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2013. Pela análise feita com os dados do DATASUS o Brasil possuía um indicador de 229 óbitos/100 mil hab. em 2010. mais em risco de acordo o lugar onde vive e a renda que possui. Nos países subdesenvolvidos e emergentes uma proporção muito maior de vítimas faz parte do grupo de usuários vulneráveis. Em grande parte do Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental em que as motocicletas são usadas com maior frequência – porque são relativamente mais acessíveis – o grupo de vulneráveis representa respectivamente 49 e 69 dos óbitos. Já em regiões mais desenvolvidas como a Europa em que se têm vias com melhor infraestrutura e mais proteção aos usuários vulneráveis os ocupantes de carros representam 50 dos óbitos. . Ranking óbitos/100 mil hab. 2010 Reino Unido - 8º Japão - 20º Espanha - 21º França - 27º Itália - 33º Bélgica - 41º EUA - 57º Portugal - 62º Chile - 66º Argentina - 67º México - 85º Índia - 120º China - 133º Brasil - 148º Venezuela - 179º Rep. Dominicana - 181º 37 52 54 64 72 81 114 118 123 126 147 189 205 225 372 417 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 Figura 11

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32 Américas têm uma proporção de 41 de óbitos de usuários vulneráveis este número varia de 22 na Venezuela a 75 ou mais na Costa Rica Colômbia e República Dominicana. Óbitos por tipos de usuários - 2010 31 23 5 22 19 Mundo 42 15 23 17 América 50 12 27 7 Europa 15 33 12 36 Sudeste da Ásia 37 14 28 18 Oriente Médio 23 36 8 25 8 Pacífico Ocidental África 43 7 38 7 5 3 3 4 4 FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2013. Porém comparar a proporção de mortes entre os diferentes usuários de acordo com as regiões pode esconder disparidades entre os países que as compõem. Por exemplo enquanto as N Figura 12 32

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33 Embora uma redução significativa no número anual de mortes no trânsito ainda não tenha sido alcançada a diminuição no ritmo de crescimento desse índice sugere que as intervenções para melhorar a segurança viária global já podem ter salvado vítimas: entre 2007 e 2010 o número de fatalidades no trânsito caiu em 88 países o que sugere que o progresso pode ser alcançado por meio de um compromisso nacional. Destes 88 países 42 são de alta renda 41 de média renda e cinco de baixa renda. No entanto há uma grande preocupação em relação aos 87 países que tiveram aumento no número de mortes no trânsito no mesmo período. Dentre o grupo que apresentou números ascendentes países de baixa e média renda são os de maior representatividade com taxas que são pelo menos o dobro das registradas em países de alta renda. O fato em parte é atribuível à rápida taxa de motorização em países em desenvolvimento que em muitos casos pode ter ocorrido sem investimentos compatíveis no planejamento de uso do solo nas estratégias de segurança viária e em educação. Entre 2007 e 2010 o número de óbitos no trânsito aumentou de forma preocupante em 87 países Na reunião de esforços para a diminuição da insegurança viária fica claro o papel substancial de uma política que vise o engajamento e mudança de comportamento entre jovens de 15 a 29 anos para os quais os acidentes de trânsito são hoje a maior causa de morte representando 30 de todos os óbitos. Os adultos de 30 a 44 anos também fazem parte dos mais afetados pela insegurança porém com uma clara disparidade entre os países – de 22 dos óbitos nos países desenvolvidos até 35 nos subdesenvolvidos. Apesar das variações regionais mais evidentes é possível observar um padrão: quase 60 das mortes no trânsito estão entre pessoas de 15 a 44 anos sendo que mais de três quartos 77 ocorrem entre os homens. Homens de 15 a 44 anos representam mais de 77 das mortes no trânsito

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34 De acordo com a OMS outro padrão observado é que para cada morte causada por acidentes de trânsito cerca de 20 a 50 pessoas ficam feridas porém os dados sobre lesões são em geral imprecisos por serem mal documentados. Atualmente apenas 77 países n Para cada óbito até 50 pessoas ficam feridas devido a acidentes Proporção de óbitos por faixa etária e nível de renda do país FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2013. Alta Renda Média Renda Baixa Renda Faixa etária idade 0-4 01 02 03 5-14 25 05 10 28 32 32 15-29 22 28 34 30-44 20 19 16 45-59 16 55 02 70+ 03 07 04 60-69 possuem sistemas para contabilização de feridos em acidentes de trânsito. Figura 13 34

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35 Apenas 28 países onde vivem cerca de 7 da população mundial possuem atualmente leis adequadas que atendam os cinco principais n fatores de risco associados à insegurança viária excesso de velocidade associação de bebida alcoólica e direção não uso de capacete não uso de cinto de segurança e não uso de equipamento de retenção de crianças conforme é possível observar nos mapas a seguir. Apenas 59 países possuem leis abrangentes para o fator de excesso de velocidade. FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2013. Lei abrangente limite de 50km/h e autoridades locais autorizadas a reduzir os limites Limite de velocidade urbana em território nacional é inferior a 50 km/h e pode ser modificado Limite de velocidade urbana em território é inferior a 50 km/h e não pode ser modificado Leis de limite de velocidade não são integradas nacionalmente Leis de limite de velocidade não são abrangentes Dados não disponíveis Não aplicável Figura 14

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36 89 países possuem leis abrangentes para o fator associação de bebida alcoólica e direção FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2013 Lei abrangente BAC de até 0.05 g/dl.. 90 países possuem leis abrangentes sobre o fato não uso de capacetes FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2013. Lei abrangente todos os pilotos todas as vias todos os tipos de motores + padrão de qualidade para capacete Concentração de álcool no sangue inferior a 005 g/dl Concentração de álcool no sangue superior a 005 g/dl Lei de consumo de bebida alcoólica não se baseia na concentração de álcool no sangue Lei de consumo de bebida alcoólica não é integrada nacionalmente Consumo de bebida alcoólica é proibido Dados não disponíveis Não aplicável Uso de capacete é previsto em lei e há regulamentações Uso de capacete é previsto em lei e não há regulamentações Leis de uso de capacete não são integradas nacionalmente Inexistência de Leis de uso de capacete Dados não disponíveis Não aplicável Figura 15 Figura 16 36

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37 Uso de cinto de segurança é obrigatório por lei para todos os ocupantes Uso de cinto de segurança não tem leis integradas nacionalmente Não há lei de uso de cinto de segurança ou a lei não se aplica para todos os ocupantes Dados não disponíveis Não aplicável 111 países possuem leis abrangentes para o fator não uso de cinto de segurança. FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2013. Lei abrangente: aplica-se a todos os ocupantes do veículo 91 países possui lei específica para o fator não uso de equipamentos de retenção de crianças cadeirinha FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2013 Uso de equipamento de retenção de crianças é obrigatório por lei Uso de equipamento de retenção de crianças tem leis integradas nacionalmente Não há lei de uso de equipamento de retenção de crianças Dados não disponíveis Não aplicável Figura 17 Figura 18

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38 Porém de acordo com duas avaliações realizadas pela OMS em 2009 e 2013 não houve grandes mudanças agravando a situação da segurança viária: o número de países com leis que permeiam os cinco fatores de risco permaneceu inalterado e ainda são insuficientes ou inadequadas as ações que garantam a aplicação dessas leis – principalmente as relacionadas à fiscalização. É fundamental que os governos reconheçam cada vez mais a necessidade de promover formas alternativas de mobilidade dando maior ênfase à segurança de pedestres ciclistas e motociclistas e ao ganho de qualidade de vida promovida pelo uso de meios de transporte não motorizados. Hoje de 182 países pesquisados apenas 68 35 possuem políticas nacionais nesse sentido. Promoção à Mobilidade Proporção de países 80 70 60 50 40 30 20 10 0 90 Política de incentivo ao uso de bicicleta e à caminhada Politica de incentivo ao investimento em transporte público Política de proteção aos usuários vulneráveis África Sudeste Asiático Oriente Médio Europa Pacífico Ocidental América FONTE: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 2013. Figura 19 38

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39 A distração ao volante tem se tornado um fator crítico de risco para acidentes de trânsito. Existem diferentes tipos de distração do motorista geralmente divididos entre internos – como sintonizar o rádio ou olhar no espelho – e externos ao veículo – como olhar para cartazes ou para pessoas nas laterais das vias. Porém com o crescimento exponencial dos K dispositivos móveis a associação do uso do telefone celular à direção lidera a lista de preocupações de autoridades em diferentes países. De acordo com a Conselho Nacional de Segurança dos Estados Unidos em inglês National Safety Council um em cada quatro acidentes de trânsito no país é causado por uso indevido de telefones por motoristas. Outros estudos apontam que o uso do celular ao volante já é a principal causa de acidentes viários. Nos Estados Unidos um em cada quatro acidentes de trânsito ocorre por uso indevido de telefones celulares Na Alemanha o Centro de Tecnologia da Allianz conduziu uma pesquisa que identificou que 50 dos acidentes no trânsito eram ocasionados pela utilização do celular. N 517 dos acidentes com ferimentos são causados pelo uso do celular Enviar mensagem de texto ao volante aumenta em 400 o risco de acidentes Uso do celular: Resultado semelhante a uma pesquisa do Departamento de Direção Geral de Tráfico da Espanha que revelou que 517 dos acidentes com lesões são causados pelo uso do celular. Figura 20 FONTE: CONSELHO NACIONAL DE SEGURANÇA DOS ESTADOS UNIDOS 2014. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS 2010.

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40 Os dados são alarmantes: pesquisas da a Agência de Segurança nas Estradas Americanas NHTSA revelam que 78 dos adolescentes e jovens adultos americanos já leram um SMS enquanto estavam dirigindo. Pior: 71 deles já escreveram uma mensagem ao volante. Vale ressaltar ainda que segundo o relatório “ Us o de celulares: um problema crescente de distração ao volante” realizado em 2011 pela OMS e NTHSA a maior extensão desse problema ainda é desconhecida já que os dados sobre o uso do telefone móvel não são rotineiramente coletados quando ocorre um acidente. Além disso muito mais grave do que dirigir e falar ao telefone é a disseminação de um novo comportamento: fazer texting trocar mensagens de texto ao volante. Pesquisa de 2013 da Universidade de Utah nos Estados Unidos concluiu que o hábito de checar a todo momento o smartphone aumenta em 400 o risco de acidentes. Estima-se que 5 segundos são o mínimo de tempo durante o qual a atenção de um motorista é desviada ao fazer textintg ao volante. Se ele estiver a 80 km/h terá percorrido a extensão de um campo de futebol sem ver direito o que se passa do lado de fora do carro. 40

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41 PANORAMA Confirmado pela ONU como sede da Segunda Conferência Ministerial Global pela Segurança Viária em 2015 o Brasil deverá indicar em breve seus principais avanços na redução do número de óbitos e feridos no trânsito. O fato deve servir de alerta mas também como motivação para o país avançar mais rapidamente em seu compromisso com a “Década de Ação pela Segurança no Trânsito”. O trabalho não será fácil. O Brasil está entre os países com maior quantidade de acidentes de trânsito no mundo. Desde 2001 o número absoluto de mortos aumenta a cada ano à exceção de 2009 quando o total de vítimas apresentou uma pequena redução 18 em relação ao número de 2008. O acréscimo verificado de 2001 a 2012 foi de 487. O número total de vidas ceifadas nesse período beira meio milhão: 453.779. De 2001 a 2012 o número de mortes em decorrência de acidentes de trânsito no Brasil aumentou quase 50 somando 453.779 vítimas

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42 Evolução de óbitos – Brasil O aumento gradual no número de mortos apresentou os maiores picos entre 2001 e 2002 72 entre 2003 e 2004 61 e sobretudo entre 2009 e 2010 quando o salto foi de 144. Já avaliando pelo indicador de óbitos por 100 mil habitantes o Brasil teve um crescimento de 321 nos últimos 12 anos chegando a assustadores 236 óbitos/100 mil hab. Em 2012 em cada 100 mil habitantes 236 pessoas morreram no Brasil devido a acidentes Região mais populosa do país o Sudeste lidera o ranking de óbitos no trânsito com 16.133 vítimas fatais. Na sequência aparecem Nordeste 13.522 Sul 7.653 Centro-Oeste 5.587 e Norte 3.794. O ranking de óbitos acompanha portanto o de população. O mesmo acontece com os estados. Com 7.256 óbitos São Paulo encabeça a lista seguido de Minas Gerais com 4.654 e do Paraná com 3.628. No outro extremo estão o Acre Roraima e o Amapá com 158 149 e 124 mortes respectivamente. Figura 21 178 189 188 197 197 197 200 205 199 229 230 236 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 30.723 32.937 33.315 35.358 36.295 36.808 37.907 38.827 38.116 43.606 44.198 45.689 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. FONTE: DATASUS 2001-2012. 26 42

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43 Óbitos/100 mil hab. - Estado Figura 22 10 + 15 + 20 + 25 + 30 + 35 + ÓBITOS/100 MIL HAB. FONTE: DATASUS 2012

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44 0 + 1.000 + 2.000 + 3.000 + 4.000 + 5.000 + NÚMERO ABSOLUTO Óbitos em valor absoluto - Estado Figura 23 FONTE: DATASUS 2012

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45 Quando calculamos o número de óbitos por 100 mil habitantes São Paulo aparece como o segundo estado menos violento com 173/100 mil hab. atrás somente do Amazonas com 128. Já Roraima de segundo estado menos violento do país em números absolutos sobe para nono lugar com maior número de óbitos por 100 mil habitantes: 317. Entre 2001 e 2012 todas as regiões do país sofreram aumento em seus indicadores. O Sudeste foi de 180 óbitos por 100 mil para 198/100 mil hab. O Sul foi de 229 para 276. O Centro-Oeste de 262 para 318. O Nordeste de 137 para 251. E o Norte foi de 149 mortos por 100 mil habitantes para 233. 100 mil habitantes seguida de Barbalha no Ceará com 1944/100 mil hab. e de Piraí do Sul no Paraná com 1224/100 mil hab. As três menos violentas são Barreiras na Bahia com 07 óbitos por 100 mil habitantes Igarapé-Miri no Pará com 17 e Lagoa Santa em Minas Gerais com 18. Já entre as dez cidades mais populosas do país a que possui a maior taxa de mortes por 100 mil habitantes é Recife com 347/100 mil hab. seguida de Fortaleza com 271. As menos violentas são Porto Alegre 117/100 mil hab. e São Paulo 118/100 mil hab.. Óbitos/100 mil hab. - Municípios Municípios Número absoluto óbitos População Óbitos/100 mil hab. Recife 539 1.555.039 347 Fortaleza 678 2.500.194 271 Belo Horizonte 539 2.395.785 225 Brasília 553 2.648.532 209 Curitiba 356 1.776.761 200 Manaus 321 1.861.838 172 Rio de Janeiro 1.063 6.390.290 166 Salvador 446 2.710.968 165 São Paulo 1.343 11.376.685 118 Porto Alegre 166 1.416.714 117 FONTE: DATASUS E IBGE 2012. Tabela 1 As três cidades com mais de 20 mil habitantes com trânsito mais letal no Brasil são Presidente Dutra no Maranhão com 237 mortos por n Ao analisar a distribuição dos óbitos por tipo de usuário no Brasil excluídos os casos em que o veículo não foi especificado conclui-se que a proporção de óbitos de 2001 a 2012 cresceu 45

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46 Óbitos por tipo de usuário - Brasil 30 5 3 15 47 2001 FONTE: DATASUS 2012. EXCLUÍDOS OS 10.995 ÓBITOS CUJO VEÍCULO NÃO ESTÁ ESPECIFICADO. 31 4 3 36 26 2012 A análise por regiões mostra que hoje os motociclistas são os usuários mais atingidos no Nordeste Norte e Centro-Oeste representando respectivamente 481 391 e 364 dos óbitos. Já no Sul e no Sudeste os ocupantes de automóveis são as principais vítimas com 368 e 334 dos óbitos. Os índices envolvendo pedestres também são alarmantes: eles totalizam 254 das vítimas fatais em acidentes viários sendo que no Norte o índice chega a 323 e a 314 no Sudeste. 140 entre motociclistas passando de 15 para 36 tornando-se o perfil de maior risco do país. Entre usuários de automóveis a proporção manteve-se praticamente estável de 30 para 31 e entre pedestres e ciclistas diminuiu 42 de 52 para 30. Figura 24 A proporção de óbitos entre motociclistas cresceu 140 de 2001 a 2012 tornando-se assim o perfil de maior risco do país

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47 0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 Sudeste Nordeste Sul Centro Oeste Norte Óbitos por tipo de usuário – Regiões FONTE: DATASUS 2012. EXCLUÍDOS OS 10.995 ÓBITOS CUJO VEÍCULO NÃO ESTÁ ESPECIFICADO. O número absoluto de feridos em acidentes viários no Brasil entre 2001 e 2012 aumentou em ritmo muito mais acelerado que o de mortos. Foram 116.065 feridos em 2001 e 177.487 em 2012 um aumento de 522. No período todo perto de 16 milhão de pessoas precisaram ser internadas por mais de 24 horas após colisões ou atropelamentos. Na evolução ano a ano houve quatro ocasiões em que o país conseguiu reduzir o n número de feridos em comparação com o ano anterior a maior delas de 162 entre 2007 e 2008. Em todas as demais foi registrado crescimento no número de feridos. O maior pico observado foi entre 2008 e 2009 com acréscimo de 30 e contrapondo o que ocorreu na evolução dos óbitos que teve uma queda de 18. No cálculo da taxa de feridos por 100 mil habitantes pela primeira vez em 2012 o país N Figura 25 47

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48 Evolução de Feridos – Brasil ultrapassou a barreira dos 90 feridos. De 2001 a 2012 houve um aumento de 359 no número de vítimas com lesões sendo o período mais crítico entre os anos de 2008 e 2009 quando o aumento foi de 287. Assim como em óbitos quem lidera o ranking de feridos no trânsito é a região Sudeste com 416 do total 73.846 de vítimas não-fatais. Na sequência aparecem Nordeste 48.284 Sul 22.990 Centro-Oeste 16.866 e Norte 15.501. Nos estados entre os cinco com maior número absoluto de feridos aparece um do Nordeste n que não está entre os cinco com maior número de óbitos: Ceará. No topo da lista está São Paulo 39.976 seguido por Minas Gerais 18.692 Ceará 11.132 Rio de Janeiro 11.107 e Paraná 10.709. Entre os Estados com menor número de feridos estão Tocantins 961 Acre 849 e Amapá 832. O cálculo do número de feridos por 100 mil habitantes traz o Rio Grande do Sul como o estado menos violento do país com 485/100 mil hab. seguido por Sergipe com 532/100 mil hab. e Bahia 577/100 mil hab. Já entre os estados mais violentos estão Roraima com 2468/100 mil hab. Rondônia 207/100 mil hab. e Goiás 136/100 mil hab. Figura 26 673 651 627 635 659 663 642 537 692 827 886 915 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 116.065 113.673 110.976 113.814 121.402 123.851 121.612 101.904 132.487 170.500 170.500 177.487 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. FONTE: DATASUS 2001-2012.

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49 40 + 60 + 80 + 100 + 120 + 140 + Feridos/100 mil hab. - Estado Figura 27 FERIDOS/100 MIL HAB. 49 FONTE: DATASUS 2012

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50 500 + 5.000 + 10.000 + 15.000 + 20.000 + 25.000 + 50 Feridos em valor absoluto - Estado Figura 28 NÚMERO ABSOLUTO FONTE: DATASUS 2012

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51 Quanto ao tipo de usuário entre os feridos mais da metade deles 551 são motociclistas seguidos por pedestres 27 e usuários de automóvel 11. Em todas as regiões do país os motociclistas são maioria absoluta entre os feridos: 738 no Norte 722 no Centro-Oeste 619 no Nordeste 483 no Sudeste e 421 no Sul. 551 dos brasileiros feridos no trânsito são motociclistas Feridos por tipo de usuário - Brasil 27 6 56 1 2012 10 A frota brasileira mais do que dobrou no período de 2001 a 2012 139. Dentre os modais com maior crescimento estão as motocicletas que saltaram de 46 milhões para 20 milhões um aumento de 335. No mesmo período a frota de carros pouco mais que dobrou subindo de 245 milhões para 506 milhões. Já o número de caminhões e ônibus cresceu 79 de 2 milhões para 37 milhões. Ao avaliar a frota de cada região o Sudeste também lidera o ranking nacional seguido pelo Sul. Porém surge uma primeira disparidade: ocupando o segundo lugar tanto em óbitos quanto em população o Nordeste tem somente a terceira maior frota do país e ela é 225 menor que a da região Sul. FONTE: DATASUS 2012. 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 500.000 0 1.000.000 1.500.000 2.000.000 2.500.000 3.000.000 3.500.000 4.000.000 Evolução da frota – Brasil Figura 29 Figura 30 FONTE: DENATRAN 2001-2012. TOTAL OUTROS

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52 Óbitos População e Frota por Região Região Óbitos População Frota Sudeste 16.133 81.565.983 38.277.023 Nordeste 13.522 53.907.144 11.939.728 Sul 7.603 27.731.644 15.409.273 Centro-Oeste 4.587 14.423.952 6.937.426 Norte 3.794 16.318.163 3.573.678 FONTE: DATASUS DENATRAN E IBGE 2012. Uma particularidade da frota nordestina ajuda a explicar o motivo dos números se apresentarem desse modo. Apesar de possuir uma quantidade total menor de veículos o Nordeste tem 574 mais motocicletas do que o Sul. São 511 milhões de motos no Nordeste contra 324 milhões no Sul. E são justamente as motocicletas que respondem proporcionalmente pela maior parte das mortes viárias do país. Na região Sul 21 dos veículos são motos e 31 das vítimas fatais em acidentes pilotavam ou estavam na garupa de uma delas. Óbitos por tipo - Motocicletas FONTE: DATASUS DENATRAN 2012. 43 47 30 21 21 48 39 36 31 28 0 10 20 30 40 50 60 Nordeste Norte Centro Oeste Sul Sudeste motocicletas na frota total de motociclistas no número total de óbitos - Tabela 2 Figura 31 De 2001 a 2012 a frota de motocicletas passou de 46 para 20 milhões 52

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53 No Brasil existem 1.691.552 km de vias sendo 374.849 km rodovias estaduais e federais. Historicamente as grandes cidades brasileiras em seu planejamento viário sempre priorizaram os investimentos no meio rodoviário deixando o ferroviário e o fluvial em segundo plano. Dados do Ministério dos Transportes mostram que a destinação de recursos feitos ou previstos de 2007 a 2015 no Brasil pelo PAC está fortemente concentrada em rodovias. Investimentos do governo em rodovias ferrovias e hidrovias FONTE: MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES 2013. Porém mesmo com a priorização histórica segundo o DNIT apenas 203.598 km 12 das vias municipais estaduais e federais do Brasil são pavimentados. Dentre as rodovias federais e estaduais a situação é um pouco melhor dos 374.849 km 471 são pavimentados. Em 2013 a CNT analisou uma amostra dessas rodovias pavimentadas e constatou que apenas 102 9.895 km estavam em ótimas condições. A região mais crítica é a Norte dos 62.749 km de estradas estaduais e federais que cortam a região 30 são pavimentados. Desses somente 04 estavam em ótimas condições. A região possui o maior percentual de malha rodoviária no Brasil classificada como péssima ou ruim 56 e o menor percentual em condição boa ou ótima 122. O Sul região brasileira com o melhor desempenho na qualidade das estradas possui 547 dos seus 29.447 km rodoviários pavimentados em ótimo ou bom estado e 142 em ruim ou péssimo. A região mais rica do país o Sudeste soma 47.369 km de autoestradas pavimentadas dos quais 514 classificados como ótimo ou bom e 206 como ruim ou péssimo estado. 0 10 20 30 40 50 60 2007 a 2009 2010 a 2012 2013 a 2015 Rodoviário Ferroviário Hidroviário Figura 32 Apenas 471 dos 374.849 km de rodovias federais e estaduais são pavimentadas R bilhões

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54 Comparações internacionais demonstram que países mais desenvolvidos têm menos acidentes e consequentemente menos vítimas de trânsito. O mesmo se aplica a regiões dentro de um mesmo país porém não é possível estabelecer essa relação de forma inequívoca quando se compara o Índice de Desenvolvimento Humano IDH o Produto Interno Bruto per Capita PIB e o número de óbitos a cada 100 mil habitantes no Brasil. Cidades com alto índice de desenvolvimento humano como Brasília e Curitiba as duas mais n evoluídas dentre os 30 municípios mais populosos do país possuem altos índices de violência no trânsito. É necessário ressalvar que por ser nacional o Código de Trânsito e as punições que estipula para infrações são os mesmos em todo o território. O que pode fazer a diferença numa região com mais recursos entre outras coisas é a estrutura e a capacidade para fiscalizar com rigor maior. A necessidade de ampliação da fiscalização aliás está no cerne do problema da segurança viária brasileira. Já dos 53.723 km de estradas federais e estaduais pavimentadas do Nordeste 251 se encontram em ótimo ou bom estado e 325 em ruim ou péssimo. Por fim no Centro-Oeste a situação é semelhante: Dos 26.792 km de autoestrada pavimentada 248 encontram-se em ótimo/bom estado e 377 em ruim/péssimo estado. Considerando somente o percentual de estradas em ótimo estado o Sudeste toma do Sul o primeiro lugar no ranking de melhor conservação. Na região Norte apenas 04 das rodovias pavimentadas estão em ótimas condições 54

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55 Relação entre óbito e desenvolvimento nos municípios mais populosos Município Óbitos/100 mil hab. IDH 2010 PIB per capita 2011 População Brasília 209 0824 R63.02002 2.648.532 Curitiba 20 0823 R32.91644 1.776.761 Santo André 54 0815 R26.03549 680.496 Belo Horizonte 225 081 R23.05307 2.395.785 São José dos Campos 171 0807 R39.58772 643.603 São Bernardo do Campo 81 0805 R47.17585 774.886 São Paulo 118 0805 R42.15276 11.376.685 Campinas 194 0805 R37.16593 1.098.630 Porto Alegre 117 0805 R32.20311 1.416.714 Ribeirão Preto 24 08 R30.20901 619.746 Rio de Janeiro 166 0799 R32.94023 6.390.290 Goiânia 448 0799 R20.99021 1.333.767 Uberlândia 284 0789 R30.51651 619.536 Campo Grande 253 0784 R19.74542 805.397 Osasco 152 0776 R58.82225 668.877 Recife 347 0772 R21.43488 1.555.039 São Luís 323 0768 R20.24274 1.039.610 Guarulhos 154 0763 R35.24849 1.244.518 Natal 147 0763 R15.12928 817.590 João Pessoa 286 0763 R13.78644 742.478 Salvador 165 0759 R14.41173 2.710.968 Fortaleza 271 0754 R16.96289 2.500.194 Teresina 572 0751 R13.86675 830.231 Belém 94 0746 R14.02706 1.410.430 São Gonçalo 89 0739 R11.48834 1.016.128 Manaus 172 0737 R27.84571 1.861.838 Maceió 258 0721 R14.57242 953.393 Jaboatão dos Guararapes 64 0717 R13.04218 654.786 Nova Iguaçu 17 0713 R12.82261 801.746 Duque De Caxias 233 0711 R30.92186 867.067 FONTE: DATASUS E IBGE 2010 2011 2012. O Código Nacional de Trânsito foi instituído pela Lei nº 5.108 de 21 de setembro de 1966. Mais de 30 anos depois foi substituído pelo c Código de Trânsito Brasileiro CTB criado pela Lei nº 9.503 de 23 de setembro de 1997. O novo código no entanto só entraria em vigor em janeiro do ano seguinte quando finalmente o cinto de segurança passou a ser obrigatório para motoristas e passageiros em todo o território nacional. Tabela 3

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56 Logo em seu primeiro ano o CTB ajudou a reduzir as mortes no trânsito em 13. Desde então apesar de os óbitos terem voltado a crescer a legislação passou a abranger outros pilares apontados pela OMS envolvendo tanto a obrigatoriedade dos veículos serem equipados com melhores itens de segurança quanto a dos usuários terem mais normas para seguir – em relação por exemplo ao consumo de bebidas alcoólicas à redução de velocidade e ao uso de dispositivos como cadeiras de retenção para crianças. Atualmente a legislação que regulamenta o trânsito no Brasil está embasada em: Constituição Federal Código de Trânsito Brasileiro CTB Convenção de Viena Acordo do Mercosul Resoluções e Deliberações do Contran Portarias do Denatran Leis Decretos e Portarias Estaduais Leis Decretos e Portarias Municipais Evolução da legislação de trânsito brasileira Durante o Brasil Império praticamente o único controle viário que existia no país era a instituição do pedágio cobrado em locais estratégicos das estradas todas invariavelmente precárias de acordo com o tipo de usuário e a distância percorrida. O primeiro automóvel circulou no país em 1897 no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano ocorreu o primeiro acidente envolvendo um veículo. Diante disso o Poder Público e o Automóvel Clube do Brasil começaram a dar atenção ao trânsito e a propor medidas que o tornassem mais seguro. Regras de circulação para proteger pedestres e motoristas passaram a ser debatidas. Autoridades municipais de São Paulo e Rio de Janeiro criaram em 1903 a concessão das primeiras licenças para dirigir. Três anos depois foi adotado no país o exame obrigatório para habilitar motoristas. Em 27 de outubro de 1910 o Decreto nº 8.324 aprovou o primeiro regulamento do país “para o serviço subvencionado de transportes de passageiros ou mercadorias por meio de automóveis industriais ligando dois ou mais estados da União ou dentro de um só estado”. Tinha início a legislação de trânsito no Brasil. Quadro 4 Quadro 5 Evolução da legislação de trânsito brasileira 56

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57 Em 1941 o Contran publicou sua primeira resolução a qual tratava de ultrapassagens entre ônibus. Até junho de 1997 seriam editadas mais 837 resoluções. Em 1954 Juscelino Kubitscheck assumiu a Presidência com a meta de fazer “50 anos em 5”. Seu plano de governo continha metas ousadas na área de infraestrutura incluindo a construção de estradas para acompanhar a fabricação crescente de automóveis. Tudo a partir de então começou a se expandir em escala industrial: estradas centros urbanos avenidas viadutos veículos rapidez das viagens e claro acidentes com mortos e feridos. A preocupação com isso no entanto não cresceu na mesma escala. Se ainda hoje não há estatísticas que podemos chamar de realistas imaginemos como era a situação até os anos 1980. FONTE: MINISTÉRIO DAS CIDADES 2010. Na questão de veículos mais seguros desde o início de 2014 tornou-se obrigatória no Brasil a adoção de freios ABS e de airbags frontais em todos os veículos fabricados no país. A melhoria estava prevista desde 2009 pelo Contran. Mas tecnologias já exigidas por lei em outros países ainda não têm data para serem adotadas nos veículos brasileiros como o alerta sonoro para uso do cinto de segurança o acendimento automático de faróis e o isofix um sistema de fixação de cadeirinhas infantis. A Argentina onde o uso do cinto de segurança é obrigatório desde 1992 está bem à frente do Brasil nesse assunto. No país vizinho além do encosto de cabeça e do isofix já é obrigatório também que todos os carros sejam munidos de sistema de alerta sonoro para cintos desafivelados – inclusive no banco de trás – e acendimento automático dos faróis. O artigo 165 do Código de Trânsito que trata do ato de dirigir sob o efeito de bebidas alcoólicas já passou por três alterações desde que entrou em vigor: a primeira em 2006 com a Lei nº 11.275/06. A segunda em junho de 2008 com a Lei 11.705/08 apelidada de “Lei Seca”. Nesse momento a legislação brasileira se tornou uma das mais severas leis mundiais: condutores de veículos flagrados no bafômetro com quantidade superior a 01 mg de álcool por litro de ar expelido ou 2 dg de álcool por litro de sangue estariam sujeitos à pena de multa e suspensão da carteira de habilitação por 12 meses. Se a concentração alcoólica fosse superior a 03 mg a norma previa penas de seis meses a três anos de detenção multa e suspensão ou proibição de se obter a habilitação. A terceira alteração veio em dezembro de 2012 com a Lei 12.760/12 e levou o país além tornando ainda mais rígida a punição para motoristas que dirigem alcoolizados. N n

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58 Desde então a constatação de embriaguez dos condutores passou a ser possível também pelo uso de imagens depoimento do policial testes clínicos vídeos e outros testemunhos. A multa subiu de R 95770 para R 1.91540 e passou a ser aplicada em dobro R 3.83060 no caso de reincidência no período de até 12 meses além da suspensão do direito de dirigir por um ano. Em janeiro de 2013 a Resolução 432 do Contran restringiu completamente a associação de bebida alcoólica e direção e estipulou que não seria mais permitida qualquer quantidade de álcool por litro de sangue ou seja o índice de BAC tornou-se igual a zero. Pela nova regra o Brasil passou a ter a legislação mais severa do mundo só adotada por poucos países entre eles o Qatar onde o consumo de álcool é praticamente proibido e a Coreia do Norte. No Japão são tolerados 3 dg na França e na Alemanha são 5 dg e no Reino Unido 8 dg. Boa parte dos recursos financeiros designados à saúde é absorvida pelo atendimento de urgência e pela reabilitação de acidentados nas vias. Feridos com sequelas irreversíveis exigem esforço não apenas do setor de saúde como também do previdenciário. O custo econômico que a perda de uma vida acarreta é ainda maior. O IPEA e a ANTP realizaram dois estudos complementares para avaliar os impactos n socioeconômicos dos acidentes de trânsito. O primeiro deles “Impactos sociais e econômicos dos acidentes de trânsito nas aglomerações urbanas b rasi l ei ras ” de 2003 avalia o custo médio de uma vítima fatal em vias municipais em R 1091 mil e para uma vítima com ferimentos em R 142 mil. Já o segundo “ Impact o s Sociais e Econômicos dos acidentes de trânsito nas rodovias brasi l ei ra s ” de 2006 constatou que o custo médio de cada acidente em vias federais e estaduais com feridos é de cerca de R 90 mil e com vítimas fatais o valor chega a R 421 mil. Diante da impossibilidade de determinar o local onde o acidente ocorreu – via municipal estadual ou federal – para computar o custo que o Brasil teve com acidentes de trânsito em 2012 foi utilizado como base para este relatório o valor mais conservador IPEA/ANTP- 2003. Esse valor corrigido ano a ano a partir do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo IPCA e multiplicado pelo número de vítimas chega ao total de R 1612 bilhões de gastos com acidentes de trânsito – dos quais R 1072 bilhões com óbitos e R 540 bilhões com feridos. Para efeito de comparação esse custo é tão elevado que somente 35 dos 5.570 municípios brasileiros possuem PIB superior a R 162 bilhões. A região que consome maior percentual de seu PIB com acidentes viários é o Nordeste seguida do Norte. Nas regiões mais ricas essa proporção é menor. 58

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59 Percentual do PIB gasto em acidentes FONTE: DATASUS E IPEA/ANTP 2012. Norte 061 Sudeste 026 Sul 037 Nordeste 084 Centro-Oeste 040 Brasil 039 Figura 33 Figura 34 Custo dos acidentes de trânsito no Brasil R bilhões FONTE: DATASUS E IPEA/ANTP 2012. 36 44 48 55 60 63 67 73 75 91 98 107 18 20 21 23 26 27 28 25 34 43 49 54 54 63 69 78 86 90 96 98 109 133 147 161 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Custo de óbitos Custo de feridos

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60 A análise da segurança viária é extremamente complexa e de difícil realização por ser tridimensional: deve considerar dados sobre veículos vias e vítimas de acidentes de trânsito seguindo uma metodologia que permita o cruzamento e a análise integrada das informações. Apesar da profusão e do detalhamento dos dados analisados neste relatório lamentavelmente os indicadores brasileiros estão subestimados e incompletos. Há no país para cada uma das dimensões diversas fontes estatísticas que na maioria são de difícil obtenção e raramente geram um cruzamento que permita a integração das informações. Dessa maneira não é possível gerar um panorama completo e fidedigno da situação da segurança viária nacional. Para exemplificar o problema vale verificar a dimensão de vítimas de acidentes de trânsito. O país possui três principais fontes: o Denatran que tem como base os dados do Registro Nacional de Acidentes e Estatísticas de Trânsito Renaest o Datasus que processa dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade SIM e do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde SIH/SUS e Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres o Seguro Obrigatório DPVAT. De acordo com o Relatório Geral de Mobilidade Urbana ANTP 2011 os dados divulgados pelas três fontes são divergentes com diferenças de quase 70 entre os N resultados além de existirem questionamentos sobre a metodologia utilizada imprecisão de informações e ausência de padronização nos registros de ocorrência. Sendo assim para extrair os principais dados do Panorama Brasil foram usados na dimensão de vítimas os dados do Datasus e do IPEA/ANTP . Na dimensão de vias dados do DNIT e CNT e na dimensão de veículos informações do Denatran. Como base para os dados gerais foram usados dados do IBGE e da OMS. Diante deste cenário um grande desafio que se impõe ao Brasil para que se reduza o número de óbitos e feridos no trânsito é o de possuir dados mais confiáveis sobre os acidentes. Somente com informações coesas será possível identificar com precisão o tamanho do problema e alocar com propriedade os recursos destinados à segurança viária. 60

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62 Brasil DADOS GERAIS Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 BRASÍLIA 5.570 193.946.886 R 4.143.013.336 R 21.536 06990 124.693 R 16.126.338.15624 1º 2º 3º PRESIDENTE DUTRA MA BARBALHA CE PIRAÍ DO SUL PR RANKING DAS 10 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 23703 19443 12240 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º DIAMANTINO MT SOBRAL CE PARNAMIRIM PE CAMPINA GRANDE DO SUL PR MIRACATU SP CAMPO MOURÃO PR ARAPIRACA AL 12133 10873 10282 9897 9842 9296 9031 Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. 1º 2º 3º BARREIRAS BA IGARAPÉ-MIRI PA LAGOA SANTA MG RANKING DAS 10 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 071 170 183 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º SÃO JOÃO DE MERITI RJ XIQUE-XIQUE BA FERRAZ DE VASCONCELOS SP CAETÉ MG LÁBREA AM CATENDE PE 217 219 232 241 256 258 281 178 189 188 197 197 197 200 205 199 229 230 236 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 30.723 32.937 33.315 35.358 36.295 36.808 37.907 38.827 38.116 43.606 44.198 45.689 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. FONTE: DATASUS 2001-2012. 4 31 26 36 3 2012 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DE ÓBITOS 2001 47 5 15 30 3 FONTE: DATASUS 2001-2012. MUANÁ PA 62

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63 Brasil AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 50.616.879 24.558.338 106 3.710.134 2.074.642 79 20.080.862 4.611.301 335 1.692.872 654.351 159 36.382 14.038 159 76.137.129 31.912.670 139 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 10.000.000 0 20.000.000 30.000.000 40.000.000 50.000.000 60.000.000 70.000.000 80.000.000 EVOLUÇÃO DA FROTA 21 35 26 8 2013 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 10 27 6 55 1 2012 673 651 627 635 659 663 642 537 692 827 886 915 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 116.065 113.673 110.976 113.814 121.402 123.851 121.612 101.904 132.487 170.500 170.500 177.487 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. FONTE: DATASUS 2001-2012. 11 EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. TOTAL OUTROS

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64 PIB per capita POSIÇÃO RANKING REGIONAL IDH 04º 05º 05º 05º R 1.362.342.55107 5 21 32 39 3 2012 47 6 21 22 4 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO Região Norte DADOS GERAIS Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 450 16.318.163 R 223.537.901 R 13.888 0.6830 6.736 1º 2º 3º 1º 2º 3º REDENÇÃO PA COLINAS DO TOCANTINS TO ALTAMIRA PA RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 775 695 694 IGARAPÉ-MIRI PA LÁBREA AM MUANÁ PA RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 17 26 28 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 1.634.771 562.648 191 185.946 74.559 149 1.677.424 277.881 504 75.172 19.112 293 365 261 40 3.573.678 934.461 282 EVOLUÇÃO DA FROTA 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 500.000 0 1.000.000 1.500.000 2.000.000 2.500.000 3.000.000 3.500.000 4.000.000 EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS 149 167 164 168 171 174 173 188 181 220 219 233 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 1.973 2.260 2.258 2.367 2.512 2.260 2.650 2.850 2.774 3.495 3.524 3.794 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. FONTE: DATASUS 2001-2012. 377 351 342 351 351 391 384 803 850 950 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 4.988 4.735 4.716 4.941 5.157 5.876 5.898 6.316 9.088 12.736 13.678 15.501 592 417 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. FONTE: DATASUS 2001-2012.. 32 12 21 35 2013 0 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 6 8 74 0 2012 12 - LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO TOTAL Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 64

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65 Região Nordeste DADOS GERAIS Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 - 1.794 53.907.144 R 555.325.328 R 10.380 06590 32.536 R 4.643.476.63978 1º 2º 3º 1º 2º 3º PRESIDENTE DUTRA MA BARBALHA CE SOBRAL CE RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 2370 1944 1087 BARREIRAS BA XIQUE-XIQUE BA CANTENDE PE RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 07 22 26 137 156 149 158 168 167 176 177 182 228 232 251 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 6.603 7.644 7.352 7.858 8.586 8.618 9.204 9.394 9.768 12.090 12.409 13.522 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 6.070.557 2.538.970 139 574.399 273.519 110 5.113.626 838.085 510 179.733 49.900 260 1.413 928 52 11.939.728 3.701.402 223 639 600 569 587 616 674 574 425 633 798 838 896 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 33.921 42.372 44.831 48.284 FONTE: DATASUS 2001-2012. 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 500.000 0 4.000.000 6.000.000 8.000.000 10.000.000 12.000.000 14.000.000 30.867 29.277 31.409 34.796 29.934 22.573 28.060 29.284 POSIÇÃO RANKING REGIONAL 05º 04º 04º 04º VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 43 23 10 22 2013 2 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 3 6 29 62 0 2012 3 26 21 48 2 43 4 18 32 3 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. FONTE: DATASUS 2001-2012. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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66 EVOLUÇÃO DE FERIDOS Região Sudeste DADOS GERAIS Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 - 1.668 81.565.983 R 2.295.690.428 R 28.350 07530 57.564 R 6.034.510.46519 1º 2º 3º 1º 2º 3º MIRACATU SP CURVELO MG SILVA JARDIM RJ RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 984 867 843 LAGOA SANTA MG SÃO JOÃO DE MERITI RJ FERRAZ DE VASCONCELOS SP RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 18 22 23 180 175 182 187 185 190 189 193 179 199 202 198 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 13.215 13.047 13.754 14.276 14.516 15.138 15.275 15.478 14.472 15.993 16.374 16.133 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 27.829.678 14.422.775 93 1.755.471 1.040.602 69 7.974.147 2.115.780 277 701.071 303.939 131 16.657 7.569 120 38.277.024 17.890.665 114 787 733 691 709 752 733 779 642 735 843 932 905 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 59.445 67.734 75.471 73.846 FONTE: DATASUS 2001-2012. 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 0 5.000.000 10.000.000 15.000.000 20.000.000 25.000.000 30.000.000 35.000.000 40.000.000 45.000.000 57.817 54.156 59.010 58.336 62.784 51.475 52.079 54.539 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 01º 02º 01º 03º 4 34 31 28 3 58 4 11 25 2 8 12 31 48 1 2012 28 24 27 17 2013 4 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. FONTE: DATASUS 2001-2012. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: CNT 2013.. FONTE: DATASUS 2012.. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 66 LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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67 EVOLUÇÃO DE ÓBITOS Região Centro-Oeste DADOS GERAIS Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 - 467 14.423.952 R 369.410.741 R 27.830 07530 9.344 R 1.590.006.45305 1º 2º 3º 1º 2º 3º DIAMANTINO MT ÁGUA BOA MT NOVA MUTUM MG RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 1213 872 844 ANASTÁCIO MS VALPARAÍSO DE GOIÁS GO NOVO GAMA GO RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 42 50 51 262 299 282 305 288 267 275 293 296 319 312 318 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 3.114 3.624 3.474 3.819 3.755 3.547 3.717 4.011 4.119 4.489 4.442 4.587 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 4.280.808 1.820.937 135 334.056 173.884 92 2.067.821 469.334 341 253.301 68.937 267 1.440 820 76 6.937.426 2.533.912 174 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 0 2.000.000 3.000.000 4.000.000 5.000.000 6.000.000 7.000.000 1.000.000 8.000.000 728 792 874 803 830 822 781 705 987 1094 1114 1169 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 13.719 15.373 15.862 16.866 FONTE: DATASUS 2001-2012.. 8.655 10.771 10.058 10.901 10.553 9.649 9.582 9.582 POSIÇÃO RANKING REGIONAL 02º 03º 03º 02º 6 35 18 37 4 33 6 17 41 3 37 23 7 31 2013 2 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. FONTE: DATASUS 2001-2012. 0 10 72 12 2012 6 TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012.

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68 229 247 249 267 257 252 255 258 252 275 270 276 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 5.818 6.362 6.477 7.038 6.926 6.885 7.061 7.094 6.983 7.539 7.449 7.653 EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS Região Sul DADOS GERAIS Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 - 1.191 27.731.644 R 672.048.938 R 24.383 07560 18.513 R 2.496.002.04715 1º 2º 3º 1º 2º 3º PIRAÍ DO SUL PR CAMPINA GRANDE PR CAMPO MOURÃO PR RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 1224 990 930 FRAIBURGO SC ALVORADA RS PINHAIS PR RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 29 35 42 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 10.801.065 5.213.008 107 860.262 512.078 68 3.247.844 910.221 257 483.595 212.463 128 16.507 4.460 270 15.409.273 6.852.230 125 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 4.000.000 0 8.000.000 10.000.000 12.000.000 14.000.000 16.000.000 18.000.000 6.000.000 2.000.000 POSIÇÃO RANKING REGIONAL 03º 01º 02º 01º 6 31 22 37 4 40 8 16 32 4 5 22 30 42 1 2012 31 14 41 11 2013 3 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 540 604 590 585 557 511 450 432 589 714 749 829 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 16.314 19.549 20.658 22.990 15.382 15.016 13.942 12.443 11.891 15.350 15.533 13.738 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 68 LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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69 564 571 416 329 491 550 607 665 1006 1153 1298 1119 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 695 846 869 849 202 349 378 427 452 250 335 324 Acre DADOS GERAIS Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 RIO BRANCO 22 758.786 R 8.794.362 R 11.783 06630 423 R 62.929.16524 1º 2º 3º 1º 2º 3º BRASILÉIA AC RIO BRANCO AC SENADOR GUIOMARD AC RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 270 256 194 TARAUACÁ AC CRUZEIRO DO SUL AC SENA MADUREIRA AC RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 82 125 152 11 46 27 15 1 174 187 166 138 140 125 158 174 192 219 218 208 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 100 110 100 85 94 86 111 118 133 161 163 158 16 31 0 53 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 83.605 27.253 207 7.510 3.209 134 94.913 15.902 497 2.372 634 274 9 5 80 188.409 47.003 301 8 11 15 66 0 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 60.000 0 100.000 120.000 140.000 160.000 180.000 200.000 80.000 20.000 2012 2013 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 18º 21º 16º 18º Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 50 3 16 30 1 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 20113. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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70 EVOLUÇÃO DE FERIDOS Alagoas DADOS GERAIS Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 MACEIÓ 102 3.165.472 R 28.540.304 R 9.079 06310 1.904 R 265.551.66166 1º 2º 3º 1º 2º 3º ARAPIRACA AL JUNQUEIRO AL SANTANA DO IPANEMA AL RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 903 538 418 SÃO LUÍS DO QUITUNDE AL MATA GRANDE AL FEIRA GRANDE AL RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 30 41 47 193 203 178 192 194 188 215 189 211 251 273 266 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 552 586 520 565 584 574 662 591 665 783 858 843 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 308.619 131.580 135 30.461 14.894 105 201.725 33.211 507 15.127 4.997 203 34 28 21 555.966 184.710 201 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 0 100.000 200.000 300.000 400.000 500.000 600.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 25º 27º 13º 25º 2 47 43 7 1 45 6 0 5 44 2012 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 11 7 40 42 2013 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 0 559 622 628 674 811 737 669 300 503 535 587 703 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 1.586 1.669 1.845 2.224 2.445 2.248 2.063 938 1.833 1.797 1.598 1.986 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 70 14 1 7 8 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 70 LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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71 Amapá DADOS GERAIS Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 MACAPÁ 16 698.602 R 8.968.032 R 13.105 07080 205 R 54.432.31880 1º 2º 3º 1º 2º 3º MACAPÁ AP SANTANA AP LARANJAL DO JARI AP RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 245 77 72 OIAPOQUE AP LARANJAL DO JARI AP SANTANA AP RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 46 72 77 225 236 217 212 185 195 156 158 180 208 225 177 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 112 122 116 117 110 120 99 97 113 139 154 124 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 78.751 23.249 239 4.975 2.215 125 56.221 7.340 666 1.476 313 372 9 0 - 141.432 33.117 327 0 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 0 60.000 80.000 100.000 120.000 140.000 160.000 40.000 20.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 15º 12º 27º 23º 9 23 41 27 0 90 0 2 4 4 21 9 31 39 2012 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 14 7 17 62 2013 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 0 780 695 520 470 518 767 627 473 739 893 827 1191 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 463 598 566 832 308 472 399 290 278 359 389 260 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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72 Amazonas DADOS GERAIS R 181.805.22083 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 MANAUS 62 3.590.985 R 64.555.404 R 18.244 06740 1.493 1º 2º 3º 1º 2º 3º PRESIDENTE FIGUEIREDO AM IRANDUBA AM CAREIRO AM RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 419 310 179 LÁBREA AM AUTAZES AM NOVA OLINDA DO NORTE AM RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 26 30 31 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 396.710 150.497 164 32.122 13.418 139 201.719 33.636 500 13.181 5.682 132 127 128 -1 643.859 203.361 217 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 100.000 0 200.000 300.000 400.000 500.000 600.000 700.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 12º 18º 25º 24º 91 102 103 114 119 127 103 110 105 129 142 128 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 263 302 312 354 385 420 350 369 357 448 504 458 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 317 908 198 167 127 132 125 374 411 503 692 680 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 424 1.249 1.394 1.754 2.447 2.441 438 410 518 599 911 920 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 25 10 29 36 2013 0 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 2 16 45 35 2 52 18 23 2 5 7 1 20 72 0 2012 TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 72 LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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73 Bahia DADOS GERAIS R 945.707.50523 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 SALVADOR 417 14.175.341 R 159.868.615 R 11.340 06600 7.430 1º 2º 3º 1º 2º 3º ITABERABA BA SANTO ANTONIO DE JESUS BA CORRENTINA BA RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 741 569 541 BARREIRAS BA XIQUE-XIQUE BA IAÇU BA RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 07 22 39 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 1.623.164 656.483 147 168.395 73.466 129 1.033.292 138.524 646 52.131 13.058 299 286 225 27 2.877.268 882.048 226 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 500.000 0 1.000.000 1.500.000 2.000.000 2.500.000 3.000.000 3.500.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 21º 22º 20º 22º 91 100 97 97 129 125 139 123 129 189 194 209 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 1.205 1.338 1.308 1.314 1.780 1.745 1.953 1.791 1.886 2.647 2.730 2.969 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 438 337 368 312 349 348 277 377 521 520 577 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 5.792 4.486 5.838 4.991 4.316 4.863 4.905 4.014 5.525 7.302 7.325 8.176 434 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 2 46 24 6 22 2013 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 2 47 27 22 2 31 2 8 58 1 0 16 14 66 2012 4 TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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74 Ceará DADOS GERAIS R 922.120.36645 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 FORTALEZA 184 8.606.005 R 87.982.450 R 10.314 06820 4.974 1º 2º 3º 1º 2º 3º BARBALHA CE SOBRAL CE MORRINHOS CE RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 1944 1087 805 GRANJA CE PACATUBA CE MARACANAÚ CE RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 57 93 108 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 1.001.634 442.548 126 84.866 43.303 96 1.048.571 204.952 412 30.765 8.933 244 283 141 101 2.166.119 699.877 209 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 500.000 0 1.000.000 1.500.000 2.000.000 2.500.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 23º 17º 14º 16º 180 198 203 214 217 207 207 208 187 260 263 289 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 1.359 1.515 1.573 1.683 1.754 1.697 1.724 1.755 1.598 2.198 2.243 2.485 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 672 745 1128 1245 1427 1111 662 894 1168 1288 1294 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 5.073 5.703 7.950 8.872 10.079 11.729 9.260 5.596 7.640 9.870 10.988 11.132 1025 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 2 20 50 27 1 43 7 29 18 3 4 40 53 1 2012 2 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 51 7 30 10 2013 2 TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 74 LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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75 Distrito Federal DADOS GERAIS CAPITAL Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 BRASILIA 1 2.648.532 R 164.482.129 R 63.020 08240 1.885 R 209.498.12185 1º 2º 3º 1º 2º 3º BRASÍLIA DF ---------- ---------- RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 209 ---- ---- BRASÍLIA DF ---------- ---------- RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 209 ---- ---- 262 277 310 259 258 237 255 239 221 248 244 208 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 549 594 678 579 601 566 620 610 577 638 637 552 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 1.202.608 575.863 109 37.382 24.054 55 160.032 34.793 360 20.262 10.013 102 687 399 72 1.420.971 645.122 120 934 656 827 1029 925 905 688 863 973 1141 1237 991 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 0 60.000 80.000 100.000 120.000 140.000 160.000 40.000 20.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 01º 01º 04º 04º 24 7 28 40 1 1 45 2 3 49 20 28 1 5 46 2012 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 2.536 2.933 3.228 2.626 2.157 2.158 1.675 2.208 1.811 1.407 1.958 2.298 10 49 38 2013 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 0 3 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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76 526 614 578 559 798 636 624 464 546 912 1123 1138 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 1.661 1.880 1.844 2.719 2.204 2.198 1.604 1.905 3.206 3.983 4.071 1.965 268 295 262 264 256 281 308 316 286 339 326 331 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 845 944 853 871 873 974 1.085 1.092 997 1.192 1.158 1.184 Espírito Santo DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º ANCHIETA ES SÃO MATEUS ES CACHOEIRA DE ITAPEMIRIM ES RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 650 635 567 VILA VELHA ES CARIACICA ES MARATAÍZES PA RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 85 96 115 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 914.319 384.244 138 96.293 50.675 90 430.419 99.551 332 38.883 14.170 174 2.061 307 571 1.481.975 548.947 170 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 200.000 0 400.000 600.000 800.000 1.000.000 1.200.000 1.400.000 1.600.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 04º 07º 12º 11º R 401.813.62325 VITÓRIA 78 3.578.067 R 97.693.458 R 27.542 0.7400 2.162 CAPITAL Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 2 40 20 40 2 41 2 12 44 1 1 6 44 41 2012 8 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 41 3 1 21 2013 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 34 TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 76 LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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77 729 845 1047 1056 1127 997 1009 824 1149 1165 1127 1368 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 3.730 5.714 5.894 4.819 6.810 6.993 6.850 8.423 Goiás DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º CRISTALINA GO SANTA HELENA DE GOIÁS GO IPAMERI GO RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 722 653 639 VALPARAÍSO DE GOIÁS GO NOVO GAMA GO PALMEIRAS DE GOIÁS GO RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 50 51 83 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 1.734.038 703.624 146 142.624 75.241 90 914.821 223.198 310 137.673 30.783 347 352 210 68 2.959.508 1.033.056 184 262 294 272 300 276 250 256 281 289 323 305 333 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 1.341 1.531 1.445 1.619 1.552 1.430 1.494 1.640 1.715 1.942 1.854 2.047 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 500.000 0 1.000.000 1.500.000 2.000.000 2.500.000 3.000.000 3.500.000 4.404 5.554 5.707 6.336 R 736.849.15817 GOIÂNIA 246 6.154.996 R 111.268.553 R 18.299 0.7350 4.541 CAPITAL Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 11º 08º 03º 06º 5 35 21 36 3 35 4 31 7 23 8 4 9 79 0 2012 26 39 8 26 1 2013 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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78 1856 2001 88 116 115 127 147 130 157 176 172 195 225 252 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 507 671 675 757 900 806 985 1.110 1.095 1.280 1.497 1.694 Maranhão DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º PRESIDENTE DUTRA MA IMPERATRIZ MA PARAIBANO MA RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 2370 812 538 ICATU MA ALDEIAS ALTAS MA CARUTAPERA GO RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 39 40 44 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 404.061 131432 207 43.282 17.500 147 623.357 76.204 718 8.868 1.911 364 87 48 81 1.079.655 227.095 375 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 0 200.000 400.000 600.000 800.000 1.000.000 1.200.000 R 659.090.27900 SÃO LUIZ 217 6.714.314 R 52.187.204 R 7.853 0.6390 3.707 CAPITAL Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 26º 26º 18º 27º 5 54 20 19 2 40 5 16 37 2 1 59 39 0 2012 1 1910 964 1064 1182 1101 847 597 1230 1150 1003 1279 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 6.811 5.305 3.764 7.829 7.561 6.666 8.590 11.084 5.663 6.323 7.213 10.634 13 45 19 21 2 2013 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 78 LEITOS POR 100 MIL/HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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79 Mato Grosso 770 807 799 480 561 719 798 776 979 1180 1128 1120 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 1.972 2.118 1.294 1.573 2.055 2.322 2.294 2.939 3.580 3.470 3.489 2.103 282 336 283 342 308 303 312 355 372 370 356 375 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 721 875 751 923 864 866 908 1.051 1.118 1.123 1.094 1.168 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º DIAMANTINO MT ÁGUA BOA MT NOVA MUTUM MG RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 1213 872 844 COLZINA MT MIRASSOL D’OESTEMT VILA RICA MT RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 104 117 135 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 670.071 241.703 177 89.126 39.967 123 613.078 123.451 397 57.332 16.011 258 105 46 128 1.429.712 421.178 239 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 200.000 0 400.000 600.000 800.000 1.000.000 1.200.000 1.400.000 1.600.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 07º 11º 22º 08º R 380.338.80508 CUIABÁ 141 3.115.336 R 71.417.805 R 23.218 0.7250 1.570 CAPITAL Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 5 34 13 42 6 50 5 20 22 3 0 5 82 2012 7 6 38 12 11 38 2013 1 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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80 Mato Grosso do Sul 471 779 594 345 329 424 284 140 607 762 934 929 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 995 1.288 759 744 974 662 328 1.434 1.867 2.314 2.328 1.668 238 292 277 317 326 298 298 304 300 321 346 327 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 503 624 600 698 738 685 695 710 709 786 857 820 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º DOURADOS MS IVINHEMA MS APARECIDA DO TABOADO MS RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 618 579 567 ANASTÁCIO MS NAVIRAÍ MS LADÁRIO MS RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 42 104 148 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 674.091 299.747 125 64.924 34.622 88 379.890 87.892 332 38.034 12.130 214 296 165 79 1.157.235 434.556 166 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 200.000 0 400.000 600.000 800.000 1.000.000 1.200.000 1.400.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 09º 10º 19º 07º R 263.320.36795 CAMPO GRANDE 79 2.505.088 R 49.242.254 R 19.875 0.7290 1.348 CAPITAL Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 10 33 12 39 6 51 8 15 21 5 2 11 12 62 2012 13 32 3 28 35 2013 2 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 80 LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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81 Minas Gerais 731 719 698 669 721 727 722 569 697 808 886 941 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 13.246 12.947 13.876 14.167 14.238 11.286 13.958 15.835 17.475 18.692 13.193 153 160 167 187 187 197 201 206 202 232 244 234 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2.779 2.928 3.104 3.500 3.592 3.838 3.957 4.092 4.045 4.538 4.808 4.654 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º CURVELO MG ITAOBIM MG MANHUAÇU MG RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 867 811 773 LAGOA SANTA MG CAETÉ MG MINAS NOVAS MG RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 18 24 32 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 5.462.135 2.549.349 114 437.360 240.125 82 2.216.678 557.409 298 176.199 67.810 160 2.820 1.678 68 8.295.192 3.416.371 143 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 1.000.000 0 3.000.000 4.000.000 5.000.000 6.000.000 7.000.000 8.000.000 9.000.000 2.000.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 10º 09º 17º 10º R 1.661.325.62489 BELO HORIZONTE 853 19.855.332 R 386.155.622 R 19.573 0.7310 10.972 CAPITAL Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 1 13 27 50 9 2012 4 20 48 24 4 37 5 12 43 3 12.551 38 12 11 38 25 5 26 2013 6 38 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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82 Pará 288 295 335 374 366 331 330 327 428 502 593 766 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 1.829 2.203 2.553 2.351 2.390 2.394 3.179 3.806 4.561 5.968 1.905 117 133 135 132 143 146 151 156 140 187 184 213 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 744 858 885 883 1.000 1.035 1094 1.145 1.040 1.421 1.415 1.656 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º REDENÇÃO PA ALTAMIRA PA ANANINDEUA PA RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 775 694 637 IGUARAPÉ-MIRI PA MUANÁ PA BREVES PA RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 17 28 32 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 544.963 204.427 167 71.158 27.800 156 626.326 75.535 729 23.266 6.056 284 115 82 40 1.265.828 313.900 303 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 200.000 0 400.000 600.000 800.000 1.000.000 1.200.000 1.400.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 20º 24º 26º 26º R 570.341.51330 BELÉM 144 7.792.561 R 88.370.610 R 11.494 0.6460 2.970 CAPITAL Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 3 15 43 36 3 60 6 15 16 3 1 6 81 2012 8 4 2.503 38 12 11 38 0 5 34 2012 38 23 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 82 LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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83 Paraíba 799 528 646 541 440 774 614 745 1132 1431 1389 1148 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2.770 2.274 2.806 2.240 2.787 4.262 5.389 5.268 4.379 1.846 127 191 154 185 184 198 200 219 215 224 214 261 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 439 668 541 655 661 717 729 819 810 842 810 994 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º CAMPINA GRANDE PB CONDE PB SOUSA PB RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 621 451 361 BAYEUX PB SÃO BENTO PB RIO TINTO PB RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 60 63 85 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 454.744 189.953 139 35.287 19.200 84 381.391 61.294 522 7.376 2.249 228 62 70 -11 878.860 272.766 222 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 100.000 0 400.000 500.000 600.000 700.000 800.000 900.000 1.000.000 200.000 300.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 24º 23º 08º 21º R 366.601.19344 JOÃO PESSOA 223 3.815.171 R 35.443.832 R 9.349 0.6580 2.467 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 3 56 17 22 2 64 1 3 14 18 0 17 73 2012 7 3 1.918 1.581 39 35 9 15 2013 2 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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84 Paraná 493 441 410 425 498 421 358 421 592 735 839 1012 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 4.776 4.066 5.110 4.377 3.759 4.455 6.325 7.673 8.823 10.709 4.318 257 267 282 312 293 285 304 303 293 329 320 343 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2.492 2.617 2.791 3.120 3.010 2.962 3.194 3.209 3.131 3.437 3.365 3.628 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º PIRAÍ DO SUL PR CAMPINA GRANDE DO SUL PR CAMPO MOURÃO PR RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 1224 990 930 PINHAIS PR COLOMBO PR PIRAQUARA PR RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 42 60 73 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 4.181.831 1.954.720 114 360.673 207.199 74 1.216.513 317.308 283 192.933 77.449 149 2.288 860 166 5.954.238 2.557.536 133 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 1.000.000 0 2.000.000 3.000.000 4.000.000 5.000.000 6.000.000 7.000.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 08º 05º 06º 02º R 1.177.485.28753 CURITIBA 399 10.577.755 R 239.366.010 R 22.770 07490 7.315 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 4.259 37 5 31 4 23 40 9 15 33 3 1 7 2012 20 27 45 38 12 11 38 3 22 2013 41 22 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 12 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 84 LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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85 Pernambuco 79 72 60 126 135 38 12 113 282 467 607 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2.479 4.143 5.419 56 999 106 328 1.148 1.062 458 488 579 634 166 184 171 172 169 169 167 177 200 226 224 232 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 1.327 1.490 1.398 1.413 1.421 1.435 1.432 1.550 1.765 1.984 1.989 2.068 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º PARNAMIRIM PE TRINDADE PE OURICURI PE RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 1028 636 611 CATENDE PE CUSTÓDIA PE GAMELEIRA PE RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 26 29 35 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 1.214.466 570.363 113 118.586 58.982 101 832.732 154.303 440 36.611 10.314 255 330 193 71 2.202.725 794.155 177 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 500.000 0 1.000.000 1.500.000 2.000.000 2.500.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 19º 19º 02º 19º R 650.316.17735 RECIFE 185 8.931.028 R 104.393.980 R 11.776 06730 6.958 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 23 3 49 2 23 48 5 17 26 4 1 3 2012 26 3 67 38 12 11 38 1 2013 15 37 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 21 26 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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86 Piauí 640 460 494 740 762 898 965 1131 1498 1498 1353 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 4.670 4.705 4.278 781 3.557 3.012 2.752 2.315 2.225 2.303 1.444 1.332 1.840 152 184 184 198 214 256 256 267 289 338 347 383 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 436 534 538 584 643 777 785 834 909 1.054 1.091 1.209 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º VALENÇA DO PIAUÍ PI PICOS PI TERESINA PI RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 736 689 572 COCAL PI MIGUEL ALVES PI JOSÉ DE FREITAS PI RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 37 184 186 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 295.606 110.218 168 28.578 13.525 111 431.535 60.256 616 5.015 1.176 326 45 36 25 760.779 185.211 311 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 100.000 0 200.000 300.000 400.000 500.000 600.000 700.000 800.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 27º 25º 10º 20º R 413.983.15249 TERESINA 224 3.160.748 R 24.606.833 R 7.836 06460 1.927 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 16 5 64 1 14 42 10 35 13 0 38 12 11 38 1 2013 27 39 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 9 24 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 2012 8 1 90 1 0 TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 86 LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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87 EVOLUÇÃO DE ÓBITOS 1090 720 584 611 600 640 500 533 684 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 601 659 621 2001 2002 Rio de Janeiro DADOS GERAIS AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 4.122.182 2.246.291 84 216.397 130.261 66 819.308 174.412 370 54.049 25.049 116 1.503 1.096 -4 5.212.996 2.577.109 102 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 0 1.00.000.000 2.00.000.000 3.00.000.000 4.00.000.000 5.00.000.000 6.00.000.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 03º 04º 01º 14º R 1.051.374.13308 RIO DE JANEIRO 92 16.231.365 R 462.376.208 R 28.696 07610 14.641 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 1º 2º 3º 1º 2º 3º SILVA JARDIM RJ MANGARATIBA RJ VASSOURAS RJ RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 843 838 660 SÃO JOÃO DE MERITI RJ NILÓPOLIS RJ ITATIAIA RJ RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 22 32 34 2.714 2.809 2.809 2.901 2.918 3.058 2.666 2.579 2.305 2.844 2.770 186 191 189 193 190 197 169 162 144 178 172 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 15.868 10.604 8.691 9.333 9.394 10.076 9.338 7.933 8.539 9.614 10.611 11.107 3.039 187 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 38 12 11 38 3 27 39 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 9 24 22 10 34 31 2013 8 90 1 48 34 5 12 2012 3 21 4 47 25 70 2 8 17 3 TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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88 56 2 26 1 15 32 3 26 39 0 Rio Grande do Norte 694 643 620 569 592 685 681 527 629 942 991 918 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 1.954 1.792 1.777 1.637 1.973 2.983 3.169 2.963 1.833 2.086 2.099 148 138 149 151 161 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 421 422 398 437 454 490 478 468 501 655 601 610 150 155 151 160 207 188 189 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º MOSSORÓ RN JOÃO CÂMARA RN PAU DOS FERROS RN RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 435 428 426 SÃO GONÇALO DO AMARANTE RN NOVA CRUZ RN SÃO MIGUEL RN RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 44 56 91 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 483.546 184.234 162 37.030 18.321 102 355.980 70.902 402 11.442 3.057 274 151 106 42 888.149 276.620 221 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 0 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 22º 16º 11º 15º R 233.370.27025 NATAL 167 3.228.198 R 36.103.202 R 11.287 06840 1.960 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 1.664 6 2 2012 12 0 80 38 12 11 38 8 2 2013 40 32 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 18 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 500.000 600.000 700.000 800.000 900.000 1.000.000 400.000 200.000 300.000 100.000 TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 88 LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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89 Rio Grande do Sul 646 712 764 724 565 602 460 320 380 532 508 485 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 6.661 8.027 6.131 3.478 4.144 5.691 5.449 5.228 7.410 6.604 5.093 200 192 198 188 179 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 1.771 2.083 2.014 2.097 2.037 1.966 1.941 2.037 2.012 2.241 2.074 2.108 172 175 188 184 210 193 196 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º SOLEDADE RS TRÊS DE MAIO RS TRÊS PASSOS RS RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 798 592 587 ALVORADA RS SÃO SEPÉ PR ESTÂNCIA VELHA PR RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 35 42 46 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 3.944.875 2.086.262 89 296.804 188.171 58 1.080.882 338.088 220 181.850 91.584 99 10.157 2.040 398 5.514.568 2.706.145 104 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 0 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 06º 06º 07º 05º R 653.888.25166 PORTO ALEGRE 497 10.770.603 R 263.633.398 R 24.563 07460 7.129 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 7.681 28 5 38 5 24 50 4 1 3 2012 40 30 26 38 12 11 38 2 5 2013 44 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 40 9 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 400.000 500.000 600.000 100.000 200.000 300.000 TOTAL 5 28 13 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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90 Rondônia 916 631 1020 1035 721 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 1.290 1.010 1.044 1.077 2.126 3.607 3.064 3.291 881 1.593 1.645 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º PORTO VELHO RO CACOAL RO ROLIM DE MOURA RO RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 608 580 547 NOVA MAMORÉ RO ESPIGÃO D´OESTE RO GUAJARÁ-MIRIM RO RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 126 137 166 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 264.145 80.491 228 35.833 15.911 125 383.754 90.158 326 16.285 4.148 293 48 11 336 700.065 190.719 265 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 100.000 0 150.000 200.000 250.000 300.000 350.000 400.000 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 13º 15º 24º 09º R 258.141.81992 PORTO VELHO 52 1.590.011 R 27.839.144 R 17.659 06900 707 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 934 46 5 32 4 13 25 8 38 27 2 0 4 2012 7 5 84 322 254 271 259 275 290 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 301 364 395 384 422 453 377 481 506 609 600 673 214 237 336 390 381 423 694 680 615 1414 2309 1944 2070 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 38 12 11 38 7 2013 16 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 54 23 0 TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 90 LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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91 Roraima 599 856 826 1303 1140 1334 1216 1228 1834 2175 1710 2468 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 202 295 446 538 505 507 773 980 787 1.159 297 383 406 235 228 266 265 342 296 301 317 291 317 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 129 141 84 84 104 107 142 122 127 143 134 149 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º RORAINÓPOLIS RR BOA VISTA RR - RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 592 317 - BOA VISTA RR RORAINÓPOLIS RR - RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 317 592 - AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 70.211 22.507 212 5.328 2.348 127 75.252 16.482 357 1.441 373 286 7 27 -74 152.239 41.737 267 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 0 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 14º 13º 23º 13º R 70.255.43039 BOA VISTA 15 469.524 R 6.951.190 R 15.106 0.7070 215 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 479 0 2012 62 10 21 7 400.000 500.000 600.000 700.000 800.000 38 12 11 38 20 19 2013 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 38 0 23 100.000 200.000 300.000 60 0 15 15 10 21 8 37 28 6 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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92 Santa Catarina 422 688 581 605 643 497 594 654 955 990 1011 1105 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2.301 3.257 3.775 2.961 3.591 3.958 5.845 6.185 6.386 7.053 3.805 285 301 298 320 320 328 318 305 301 298 318 300 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 1.555 1.662 1.672 1.821 1.879 1.957 1.926 1.848 1.840 1.861 2.010 1.917 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º JOAÇABA SC CAMPOS NOVOS SC RIO DO SUL SC RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 692 690 670 FRIBURGO SC FORQUILHINHA SC HERVAL D’ OESTE SC RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 29 43 47 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 2.674.359 1.172.026 128 202.785 116.708 74 950.449 254.825 273 108.812 43.430 151 4.062 1.560 160 3.940.467 1.588.549 148 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 0 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 05º 03º 09º 01º R 664.628.50795 FLORIANÓPOLIS 295 6.383.286 R 169.049.530 R 26.761 07740 4.069 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 3.442 36 7 35 4 18 31 8 20 35 6 0 2012 48 9 39 4 2.500.000 3.000.000 3.500.000 4.000.000 4.500.000 38 12 11 38 33 23 2013 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 15 6 23 1.000.000 1.000.000 1.500.000 2.000.000 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 92 LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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93 São Paulo 719 754 738 775 816 795 871 747 847 947 1044 954 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 27.042 28.561 33.021 32.627 36.272 30.652 35.043 39.079 43.402 39.976 28.777 183 167 181 178 176 177 182 188 172 180 184 173 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 6.877 6.366 6.988 7.004 7.133 7.268 7.567 7.715 7.125 7.419 7.638 7.256 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º MIRACATU SP JALES SP TAQUARITUBA SP RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 984 615 582 FERRAZ DE VASCONCELOS SP VINHEDO SP SÃO PEDRO SP RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 23 30 31 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 17.331.035 9.242.891 88 1.005.421 619.541 62 4.507.742 1.284.408 251 431.940 196.910 119 10.723 4.488 139 23.286.861 11.348.238 105 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 0 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 02º 02º 05º 03º R 2.919.997.08397 SÃO PAULO 645 41.901.219 R 1.349.465.140 R 32.449 07830 29.789 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 30.428 26 5 31 3 35 65 4 13 17 1 38 12 11 38 57 12 2013 2 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 4 25 1 2012 52 11 27 9 5.000.000 10.000.000 15.000.000 20.000.000 25.000.000 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB.. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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94 Sergipe 315 338 415 400 361 395 483 360 272 217 345 532 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 572 778 711 790 982 719 550 449 722 1.123 624 196 228 214 236 198 188 224 238 267 313 282 308 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 357 420 401 450 389 377 456 476 539 647 590 650 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º ESTÂNCIA SE ARACAJÚ SE CANINDÉ DE SÃO FRANCISCO SE RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 460 427 427 ITABAIANINHA SE SÃO CRISTOVÃO SE NOSSA SENHORA DO SOCORRO SE RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 127 148 151 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 284.717 121.897 134 27.914 14.298 95 205.043 38.439 433 12.398 4.205 195 135 81 67 530.207 178.920 196 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 0 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 17º 20º 15º 17º R 186.736.03391 ARACAJÚ 75 2.110.867 R 26.192.200 R 12.536 06650 1.209 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 762 16 3 64 3 14 29 3 16 50 2 1 0 2012 3 1 95 38 12 11 38 40 27 2013 2 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 21 10 100.000 200.000 300.000 400.000 500.000 600.000 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. TOTAL 2012 2001 ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. FONTE: CNT 2013. FONTE: DATASUS 2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS 94 LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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95 Tocantins 29 39 66 36 51 80 79 271 354 828 917 678 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 34 81 67 106 108 347 458 1.145 1.284 961 47 273 301 298 367 304 299 351 405 385 415 395 406 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 324 363 366 460 397 399 477 518 498 574 554 576 DADOS GERAIS 1º 2º 3º 1º 2º 3º COLINA DO TOCANTINS TO GURUPI TO GUARAÍ TO RANKING DAS 3 PIORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 695 675 591 PARAISO DO TOCANTINS TO TOCANTINÓPOLIS TO ARAGUATINS TO RANKING DAS 3 MELHORES CIDADES - TAXA DE ÓBITOS POR 100 MIL HAB. 109 133 218 262 AUTOMÓVEL CAMINHÃO E ONIBUS MOTOCICLETA VEÍCULO NÃO MOTORIZADO OUTROS TOTAL FROTA 2012 FROTA 2001 VARIAÇÃO 196.386 54.224 29.020 9.658 200 239.239 38.828 516 17.151 1.906 800 50 8 525 481.846 104.624 361 POSIÇÃO RANKING NACIONAL 16º 14º 21º 12º R 164.437.08260 PALMAS 139 1.417.694 R 18.059.159 R 12.891 06990 723 Capital Nº municípios 2012 População 2012 PIB em milhares de reais 2011 PIB per capita 2011 IDH 2010 Nº leitos hospitalares 2012 Gasto com óbitos e feridos 2012 49 39 4 41 3 13 18 9 30 38 5 0 7 2012 28 10 55 32 Ótimo Bom Ruim Péssimo Regular 17 2013 15 1 35 VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. VALOR ABSOLUTO TAXA POR 100 MIL HAB. 2001 2003 2005 2007 2009 2011 2012 0 100.000 200.000 300.000 400.000 500.000 600.000 TOTAL ÓBITOS POR TIPO DE USUÁRIO EVOLUÇÃO DA FROTA EVOLUÇÃO DE ÓBITOS EVOLUÇÃO DE FERIDOS CONDIÇÃO DAS RODOVIAS FEDERAIS E ESTADUAIS FERIDOS POR TIPO DE USUÁRIO Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes. Taxa por 100 mil hab. consideradas apenas cidades com mais de 20 mil habitantes.. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: CNT 2013.. FONTE: DATASUS 2012.. FONTE: DATASUS 2001-2012. FONTE: DENATRAN 2001-2012. OUTROS LEITOS/100 MIL HAB. FROTA / POP. PIB per capita IDH

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96 O presente estudo retrata a situação das diversas variáveis que se relacionam diretamente com a dinâmica da segurança viária no Brasil. Dessa forma buscaram-se relacionar informações geográficas e socioeconômicas como população IDH PIB e frota de veículos com os dados históricos de número de óbitos e feridos no Brasil. A partir das análises foi possível perceber realidades bastante díspares entre as regiões do país razão pela qual o estudo fez um recorte para cada estado do Brasil. Dessa consideração tornou-se viável inferir fenômenos acerca do comportamento da segurança viária nacional. Para que se tornassem possíveis essas análises foram buscadas informações de livre acesso para qualquer usuário da Internet. O procedimento de tratamento de dados feito no trabalho é descrito a seguir particularmente em cada caso. Os dados foram retirados das Estimativas de População do IBGE constados diretamente do site do mesmo instituto. Para isso foi considerada a divisão mais atualizada de municípios do país contando com 5.570 cidades. 96

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97 As informações acerca do IDH levaram em consideração o último censo realizado no país 2010 e são referentes ao IDH-M de cada Unidade da Federação e dos municípios. O dado é disponibilizado pelo Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. Os dados referentes ao PIB e PIB per capita da federação dos estados e dos municípios foram buscados diretamente da base de dados do IBGE disponibilizada pelo site do mesmo instituto. As informações são atualizadas anualmente sendo que o presente estudo considera os dados mais recentes de 2011. As informações de frota de veículos foram extraídas dos anuários de frotas que constam do portal de estatísticas do DENATRAN RENAEST. Destes foram considerados índices como Frota Ano a Frota total do mês de dezembro de cada ano. Buscando integrar as informações acerca do Perfil da Vítima com a Frota de Veículos foi feita uma adaptação à clássica classificação do instituto. A nova classificação segue a seguinte estrutura de divisão:

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98 Os veículos classificados como BONDE foram desconsiderados na classificação desse estudo. O número de leitos hospitalares é fornecido pelo Ministério da Saúde/SAS - SIH/SUS – E.22 Distribuição de leitos hospitalares segundo esfera administrativa e tipo de prestador – CNES/MS. Para análise desse estudo foram ponderados como conteúdo os Leitos SUS e como tipo de leito foram considerados leitos cirúrgicos e outras especialidades descartamos então os leitos clínicos obstétricos pediátricos e hospital- dia. Para análise do estado das rodovias foram utilizadas duas fontes de dados. A primeira SNV-DNIT 2013 foi usada a fim de identificar o percentual de vias totais estaduais e municipais e principalmente o percentual de vias pavimentadas. A segunda Relatório Gerencial da Pesquisa CNT de Rodovias 2013 foi disposta a fim de classificar a qualidade das vias estaduais e federais pavimentadas. Classificação do DENATRAN Classificação desse relatório Automóvel Automóvel Caminhonete Camioneta Utilitário Caminhão Caminhão e Ônibus Caminhão Trator Microônibus Ônibus Chassi Plataforma Motocicleta Motocicleta Motoneta Ciclomotor Quadriciclo Triciclo Reboque Veículo não-motorizado Semi-reboque Side-car Outros Outros Trator Esteira Trator Rodas 98 Tabela 4

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99 O número de óbitos foi obtido a partir da base de dados SIM do Datasus online considerando as Declarações de Óbitos. Após a obtenção das bases foram consideradas as causas do tipo V-XXX lista no Anexo 1 segundo a classificação internacional de doenças CID-10. A partir dessa base de dados foi possível identificar o número de óbitos para cada município e consolidar o valor por estados. A taxa de óbitos foi calculada tomando-se o número de casos multiplicando por 100 mil e dividindo pelo número de habitantes do respectivo ano segundo estimativas de população do IBGE. O número de feridos foi obtido a partir da base de dados SIH/SUS do Datasus considerando-se as AIH Reduzidas e as causas do tipo V-XX especificadas no Anexo 2 segundo a classificação internacional de doenças CID-10. A partir dessa base de dados foi possível identificar o número de feridos para cada município e consolidar o valor por estados. A taxa de feridos foi calculada tomando-se o número de casos multiplicando por 100 mil e dividindo pelo número de habitantes do respectivo ano segundo estimativas de população IBGE. O perfil das vítimas de óbitos foi extraído a partir da mesma base de dados do número de óbitos novamente considerando do tipo de óbito V-XXX especificado no Anexo 1. O perfil das vítimas foi retirado da mesma base de onde se extraiu o número de feridos considerando-se as causas de V-XX seguindo o Anexo 2. A partir do código da base foi possível obter a categoria do acidente de trânsito. A interpretação do texto dessa categoria possibilitou classificar o acidente em seis diferentes dimensões pedestre automóvel motocicleta caminhão ou ônibus bicicleta e outros veículos. Dessa forma foi possível quantificar os casos ocorridos para cada região e utilizar os valores relativos de cada local. Os dados apresentados desconsideram os casos classificados em outros veículos. O perfil das vítimas levou em consideração apenas o ano de 2012 do Datasus. A classificação das cidades foi feita levando-se em conta o indicador óbitos por 100 mil habitantes de cada cidade. Para isso tomou-se o número de óbitos ocorridos no ano de 2012 em cada município multiplicou-se por 100 mil e dividiu-se pela respectiva população segundo estimativa de populações IBGE de 2012.

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100 Além disso foram desconsideradas cidades com população inferior a 20 mil habitantes. Para cada estado foi feito um ranking com esses indicadores. O presente estudo levou em consideração as três piores e as três melhores cidades de cada estado. O valor foi calculado a partir da estimativa feita pelo IPEA/ANTP Impactos Sociais e Econômicos dos Acidentes de Trânsito nas Aglomerações Urbanas Brasileiras que considera o custo médio decorrido de acidentes de trânsito. O valor considerado foi de R 109.70900 e R 14.23300 para cada óbito e ferido respectivamente. Como esses dados foram cotados em 2001 eles foram corrigidos pelo IPCA anual acumulado para que se fosse possível correlacionar com os valores de 2012. O histórico dos dados da base de feridos apresenta algumas inconsistências nas informações sugerindo que a coleta de dados tem oportunidade de melhoria. Dessa forma as análises dos dados devem levar em conta essa deficiência. 100

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101 ANEXO 1 – Lista de CID-10 de Categorias e Subcategorias considerados para o relatório de óbitos. V010 V011 V019 V020 V021 V029 V030 V031 V039 V040 V041 V049 V050 V051 V059 V060 V061 V069 V090 V091 V092 V093 V099 V100 V101 V102 V103 V104 V105 V109 V110 V111 V112 V113 V114 V115 V119 V120 V121 V122 V123 V124 V125 V129 V130 V131 V132 V133 V134 V135 V139 V140 V141 V142 V143 V144 V145 V149 V150 V151 V152 V153 V154 V155 V159 V160 V161 V162 V163 V164 V165 V169 V170 V171 V172 V173 V174 V175 V179 V180 V181 V182 V183 V184 V185 V189 V190 V191 V192 V193 V194 V195 V196 V198 V199 V200 V201 V202 V203 V204 V205 V209 V210 V211 V212 V213 V214 V215 V219 V220 V221 V222 V223 V224 V225 V229 V230 V231 V232 V233 V234 V235 V239 V240 V241 V242 V243 V244 V245 V249 V250 V251 V252 V253 V254 V255 V259 V260 V261 V262 V263 V264 V265 V269 V270 V271 V272 V273 V274 V275 V279 V280 V281 V282 V283 V284 V285 V289 V290 V291 V292 V293 V294 V295 V296 V298 V299 V300 V301 V302 V303 V304 V305 V306 V307 V309 V310 V311 V312 V313 V314 V315 V316 V317 V319 V320 V321 V322 V323 V324 V325 V326 V327 V329 V330 V331 V332 V333 V334 V335 V336 V337 V339 V340 V341 V342 V343 V344 V345 V346 V347 V349 V350 V351 V352 V353 V354 V355 V356 V357 V359 V360 V361 V362 V363 V364 V365 V366 V367 V369 V370 V371 V372 V373 V374 V375 V376 V377 V379 V380 V381 V382 V383 V384 V385 V386 V387 V389 V390 V391 V392 V393 V394 V395 V396 V398 V399 V400 V401 V402 V403 V404 V405 V406 V407 V409 V410 V411 V412 V413 V414 V415 V416 V417 V419 V420 V421 V422 V423 V424 V425 V426 V427 V429 V430 V431 V432 V433 V434 V435 V436 V437 V439 V440 V441 V442 V443 V444 V445 V446 V447 V449 V450 V451 V452 V453 V454 V455 V456 V457 V459 V460 V461 V462 V463 V464 V465 V466 V467 V469 V470 V471 V472 V473 V474 V475 V476 V477 V479 V480 V481 V482 V483 V484 V485 V486 V487 V489 V490 V491 V492

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102 V493 V494 V495 V496 V498 V499 V500 V501 V502 V503 V504 V505 V506 V507 V509 V510 V511 V512 V513 V514 V515 V516 V517 V519 V520 V521 V522 V523 V524 V525 V526 V527 V529 V530 V531 V532 V533 V534 V535 V536 V537 V539 V540 V541 V542 V543 V544 V545 V546 V547 V549 V550 V551 V552 V553 V554 V555 V556 V557 V559 V560 V561 V562 V563 V564 V565 V566 V567 V569 V570 V571 V572 V573 V574 V575 V576 V577 V579 V580 V581 V582 V583 V584 V585 V586 V587 V589 V590 V591 V592 V593 V594 V595 V596 V598 V599 V600 V601 V602 V603 V604 V605 V606 V607 V609 V610 V611 V612 V613 V614 V615 V616 V617 V619 V620 V621 V622 V623 V624 V625 V626 V627 V629 V630 V631 V632 V633 V634 V635 V636 V637 V639 V640 V641 V642 V643 V644 V645 V646 V647 V649 V650 V651 V652 V653 V654 V655 V656 V657 V659 V660 V661 V662 V663 V664 V665 V666 V667 V669 V670 V671 V672 V673 V674 V675 V676 V677 V679 V680 V681 V682 V683 V684 V685 V686 V687 V689 V690 V691 V692 V693 V694 V695 V696 V698 V699 V700 V701 V702 V703 V704 V705 V706 V707 V709 V710 V711 V712 V713 V714 V715 V716 V717 V719 V720 V721 V722 V723 V724 V725 V726 V727 V729 V730 V731 V732 V733 V734 V735 V736 V737 V739 V740 V741 V742 V743 V744 V745 V746 V747 V749 V750 V751 V752 V753 V754 V755 V756 V757 V759 V760 V761 V762 V763 V764 V765 V766 V767 V769 V770 V771 V772 V773 V774 V775 V776 V777 V779 V780 V781 V782 V783 V784 V785 V786 V787 V789 V790 V791 V792 V793 V794 V795 V796 V798 V799 V800 V801 V802 V803 V804 V805 V810 V811 V820 V821 V830 V831 V832 V833 V835 V836 V837 V839 V840 V841 V842 V843 V845 V846 V847 V849 V850 V851 V852 V853 V855 V856 V857 V859 V860 V861 V862 V863 V865 V866 V867 V869 V870 V871 V872 V873 V874 V875 V876 V877 V878 V879 V880 V881 V882 V883 V884 V885 V886 V887 V888 V889 V890 V891 V892 V893 V899 V980 V990 102

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103 ANEXO 2 – Lista de CID-10 de Categorias e Subcategorias considerados para o relatório de óbitos. V01 V02 V03 V04 V05 V06 V09 V10 V11 V12 V13 V14 V15 V16 V17 V18 V19 V20 V21 V22 V23 V24 V25 V26 V27 V28 V29 V30 V31 V32 V33 V34 V35 V36 V37 V38 V39 V40 V41 V42 V43 V44 V45 V46 V47 V48 V49 V50 V51 V52 V53 V54 V55 V56 V57 V58 V59 V60 V61 V62 V63 V64 V65 V66 V67 V68 V69 V70 V71 V72 V73 V74 V75 V76 V77 V78 V79 V82 V83 V84 V85 V86 V87 V88 V89 V98 V99

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Todos os números do "Retrato da Segurança Viária no Brasil - 2014" podem também ser acessados pelo

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