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Nossa Língua Portuguesa Portuguesa Profª. Célia Trindade de Araújo e Silva Profª. Célia Trindade de Araújo

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História da língua portuguesa • O latim era a língua falada na região do Lácio (atual Roma). • Os romanos ao conquistarem as regiões vizinhas levaram sua cultura e sua língua – o latim. • Invasão da Península Ibérica – onde se localizam Portugal e Espanha. • Assimilação da língua dos dominadores, dando origem ao português, francês, provençal, romeno, espanhol,etc.

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As língua derivadas do latim são chamadas neolatinas ou românicas. São elas: galego, romeno, francês, espanhol, italiano, português, catalão, provençal, franco-provençal e rético

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Formação da Língua Portuguesa •Português deriva do latim vulgar, e não do latim clássico. • Queda do Império Romano – invasões provocaram o surgimento das variações lingüísticas, dentre elas o galego-português. • Séc. XII – nasce o português como língua (indepen- dente do galego), graças à independência do país e ao seu emprego como língua literária. •Séc. XIV – diferenciação cada vez maior entre o galego e o português.

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Expansão do Português • Com a constituição do Império Romano os romanos espalharam o latim pelo mundo conhecido. • Os portugueses a partir das Grandes Navegações espalharam a língua portuguesa pelas regiões mais distantes. • A língua portuguesa é falada nas seguintes regiões:  Euro pa: Portugal, Ilha da Madeira, Açores. América: Brasil. África: Cabo Verde, Guiné, Angola, Moçambique, Zanzibar, Mombaça. Ásia: Goa, Ceilão, Macau, Java e Cingapura. Oceania: Timor.

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O português no Brasil • Os lusitanos trouxeram a língua portuguesa para o Brasil. Aqui encontraram o idioma indígena – o tupi. • Miscigenação das raças: mulheres índias casaram-se com portugueses. •A partir do séc. XVII, com a chegada de numero- sas famílias lusitanas o idioma indígena foi enfraque-, cendo em relação ao português. Entretanto grande número de palavras tupis permanecem em nosso léxi- co. • O tráfico de negros enriqueceu a nossa língua com muitas palavras e expressões de origem africanas.

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Foram incorporadas ao português do Brasil palavras de outros países da América, de origem indígena. • Todas essas influências restringiram-se apenas ao léxico, não interferiram no modo de falar de nosso povo. • Existem entre o português do Brasil e o de Portugal algumas variações lingüísticas dignas de serem mencionadas. • Leia o texto Unificação lingüística, que clareza! de Millôr Fernandes e verifique essas diferenças

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Unificação lingüística, que clareza! Tem aí meia dúzia de urnigos*, na calada da noite, arquitetando um plano para a “unificação” da língua portuguesa. Escrevi o trecho abaixo em português de Portugal para vocês verem como será fácil essa unificação. Estava a conduzir meu automóvel numa azinhaga com um borracho muito gira ao lado, quando dei com uma bossa na estrada de circunvalação que um bera teve a lata de deixar. Ecapei de me espalhar à justa. Em havendo um bufete à frente convidei a chavala a um copo. Botei o chiante na berma e ornamos ao criado de mesa, uma sande de fiambre em carcaça eu, e ela um miau. O panasqueiro, com jeito de marialva paneleiro, um chalado de pinha, embora nos tratando nas palminhas, trouxe-nos a sande com a carcaça esturrada (e sem caganitas!) e, faltando-lhe o miau,deu-nos um prego duro

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Como talvez vocês não tenham entendido alguma coisa, traduzo em brasileiro, também conhecido como português do Brasil. Eu dirigia meu carro por um caminho de pedras tendo ao lado uma gata espetacular, quando vi um lombo na estrada de contorno que um escroto teve o descaramento de fazer. Por pouco não bati nele. Como havia em frente uma lanchonete, convidei a mina a tomar um drinque. Coloquei o carro no acostamento e pedimos ao garçom sanduíche de presunto com pão de forma eu, e ela sanduíche de lombinho. O gozador, com jeito de don Juan bicha, muito louco, embora nos tratando muito bem, trouxe o sanduíche com o pão queimado (e sem azeitonas!) e, não tendo sanduíche de lombinho, trouxe um de churrasquinho duro. (Millôr Fernandes)

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Um pouco de história da língua portuguesa IMPERIO ROMANO EM 395                   IM Império  Romano em 395

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Latim vulgar e latim clássico Sabemos que a língua portuguesa origina-se no latim; mas que parte do latim? Como se deu essa transformação? Que influências a língua romana sofreu até transformar-se na língua portuguesa? O que origina a língua portuguesa e as demais línguas românicas (espanhol, francês, italiano, romeno, catalão, provençal, reto-romano, dalmático e sardo) é o latim vulgar; mas o que exatamente é esta variação do latim? Como se observam as mudanças que originaram outras línguas? Para responder  a  estas perguntas serão  publicados  quatro artigos.

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A língua latina teve sua origem na região do Lácio ( Itália). Era a língua utilizada pelos romanos e apresentava dois aspectos: o clássico e o vulgar , que foram chamados pelos romanos de sermo urbanus e sermo vulgaris , respectivamente. A variação chamada clássica era destinada aos escritos literários, aos discursos políticos, conforme notamos nas obras de escritores como Cícero, e caracterizava-se pelo apuro gramatical. A língua vulgar (que, em latim, significa povo ) era usada  como  língua familiar e pelas pessoas de pouca instrução da sociedade romana e, com a expansão territorial, por todo o Império Romano. Nesta categoria estavam os marinheiros, soldados, artífices, agricultores, barbeiros, homens livres e escravos sem a instrução das academias. Nesta variante estavam as gírias das várias profissões e os vocábulos incorporados por empréstimos lingüísticos decorrentes das conquistas militares.

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Uma vez que a variação vulgar da língua não era considerada digna das boas letras, os estudiosos de filologia românica buscam informações a seu respeito em outras fontes: trabalhos de gramáticos que a utilizaram para demonstrar as formas equivocadas; obras dos comediógrafos que empregavam as formas do vulgo para representar a fala do povo iletrado; inscrições tumulares; documentos redigidos por copistas descuidados; tábuas execratórias (pequenas placas de chumbo, bronze estanho, mármore ou terracota que continham fórmulas de encantamento e maldição). Outro importante meio para se chegar à forma vulgar do latim eram as “glossas”, listas de palavras que apareciam acompanhadas de formas correspondente no padrão culto.

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