As Aventuras do Menino Nicolau

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As Aventuras do Menino Nicolau:

As Aventuras do Menino Nicolau Prof. Alzira Pereira Ricardo José, n.º 14, 5.º A

Introdução:

Introdução Este é o quinto livro da coleção que conta as aventuras e acontecimentos engraçados no dia-a-dia do Nicolau, um menino como qualquer um de nós. Foi escrito por Goscinny, "pai" de Astérix, e desenhado por Sempé, criador da personagem.

As personagens:

As personagens

Os colegas:

Os colegas

A família:

A família O Papá O Nicolau A Vovó A Mamã

Na escola:

Na escola

As Aventuras:

As Aventuras

O problema do Joaquim:

O problema do Joaquim O Joaquim teve um irmão, o que o deixou muito aborrecido: Foi ignorado pela família, enquanto estavam de volta do bebé; Comeu mal, porque o pai não sabia cozinhar; Talvez tivesse que partilhar o quarto com ele… …mas quando o Clotário disse que o irmão tinha um nome esquisito – Leôncio – o Joaquim deu-lhe um par de bofetadas porque não admitia que ninguém faltasse ao respeito à família …

A carta:

A carta O Nicolau recebeu em casa uma prenda do patrão do Papá ( sr . Moucheboume ), por causa de um favor que ele lhe fez. Para agradecer, o Nicolau teve que lhe escrever uma carta – que o Papá lhe ditou, com muitos gritos e nervos pelo meio. Foi preciso copiar a carta e refazer o envelope várias vezes. Até a Mamã se zangou com eles, por causa do tempo que demoraram. Mas, no dia seguinte, quando o sr . Moucheboume telefonou a agradecer a carta, o Papá “ficou espantado” com a “esperteza” do Nicolau…

O Valor do dinheiro:

O Valor do dinheiro Como prémio pelo bom exercício de História, o Nicolau recebeu do Papá uma nota de 500 escudos para gastar como quisesse. Na escola, não faltaram sugestões dos colegas. Por fim, decidiu-se pela do Alceste : gastar tudo em tabletes de chocolate. Só que, na mercearia, a dona pensou que o Nicolau tinha roubado a nota e mandou devolvê-la… A Mamã resolveu o problema: ficou com a nota e deu-lhe uma de 100. Assim, o Nicolau já pôde comprar o chocolate e partilhá-la com o amigo Alceste .

Fui às compras com o Papá:

Fui às compras com o Papá Após uma discussão com a Mamã, o Papá decidiu ir ao mercado às compras, porque achava que ia poupar dinheiro. O Nicolau também foi. Chegados ao mercado, a falta de experiência e habilidade do Papá resultou em: Ser insultado por uma vendedora de legumes; Quase ser agredido por um vendedor de peixe; Provocou uma discussão; O saco dos tomates que comprou caiu ao chão e o conteúdo foi esmagado; Apanhou uma multa de estacionamento; Bateu com o carro num camião e foi insultado pelo motorista. Por fim, o carro foi para a oficina e eles acabaram por ter de ir almoçar fora (de táxi). A Mamã deu os parabéns ao Papá, porque ele conseguiu mesmo poupar…

As cadeiras:

As cadeiras Um dia, a sala de aula ficou inundada, por causa de um tubo de canalização ter rebentado. A solução foi irem para a lavandaria. No entanto, não havia cadeiras que chegasse. A professora escolheu cinco alunos para irem ao refeitório buscar mais – o que só resultou em tropelias e algazarra. Depois foi preciso alinhar as cadeiras: mais confusão! Até o Diretor lhes foi ralhar pelo barulho que fizeram, antes de anunciar que no dia seguinte já iriam voltar para a sala de aula.

A lanterna:

A lanterna Por ter tido Bom a Ortografia, o Papá deu dinheiro ao Nicolau para comprar uma prenda. Ele decidiu ir comprar uma lanterna que viu numa montra. O resto do dia foi para ele uma verdadeira aventura, porque a lanterna permitia-lhe fazer muitas coisas diferentes. N ão passou sem irritar o Papá nem de choramingar quando a Mamã lhe tirou a lanterna para que fizesse os deveres. Quando se foi deitar, adormeceu enquanto lia um livro à luz da lanterna. De manhã, a lanterna já não tinha pilha. O Nicolau ficou triste e os pais ralharam-lhe, mas depressa a trocou com o Rufus por um apito…

A roleta:

A roleta Uma vez, o Godofredo levou uma roleta para o recreio. À falta de fichas, jogaram com moedas. Nenhum quis aceitar a derrota, fizeram batota e andaram todos à pancada. O Caldo e o sr . Mouchabiére confiscaram o brinquedo e as moedas. O Caldo ralhou-lhes, dizendo que aquele tipo de jogo podia levá-los à prisão. Só no final do dia é que os meninos puderam recuperar o dinheiro e o brinquedo.

A visita da Vovó:

A visita da Vovó O Nicolau ficou muito contente, um dia que a Vovó apareceu de surpresa. Ocupou a poltrona do Papá, leu o jornal dele e ele ainda teve que ir buscar a pesada bagagem à estação. Trouxe uma prenda para o Nicolau, como sempre, e encheu-o de mimos, como repetir a sobremesa várias vezes. O Papá, que tinha dormido no sofá, não pôde arranjar-se como de costume, porque a Vovó ocupou a casa de banho. Durante a noite, o Nicolau passou mal e, na manhã seguinte, a Vovó fez questão que ele ficasse em casa. A Vovó disse, então, que fizessem de conta que ela não estava lá…

A lição de código:

A lição de código Vendo que os meninos não tinham cuidados, o polícia que vigiava o trânsito junto à escola, queixou-se ao director. Então, em vez da matéria que ia dar, a professora deu-lhes uma aula de código, para que aprendessem a atravessar a rua. Como sempre, não faltaram os castigos… No final, foram atravessar a rua, para mostrar que tinham aprendido. Atravessaram com todo o cuidado, a professora ficou muito contente. A seguir, atravessaram a correr para se despedirem…

Uma aula de coisas:

Uma aula de coisas Os alunos tiveram que levar para a aula um objeto, de preferência recordação de alguma viagem e do qual teriam de falar. O Nicolau levou uma concha, o Rufus e o Maixent levaram igual. O Joaquim levou uma faca corta-papel, que o Caldo confiscou por ser um objeto perigoso. O Godofredo levou um relógio de ouro do pai, “perdeu-o” e encontrou-o no forro do casaco. No final, após a confusão e os castigos habituais, foi de certeza uma aula que a professora não iria esquecer.

Um jantar sem cerimónias:

Um jantar sem cerimónias Um dia, o sr. Moucheboume e a mulher foram convidados a ir jantar a casa do Nicolau. Os pais demoraram vários dias nos preparativos. Foram até buscar as louças das ocasiões especiais. Contrataram uma senhora para cozinhar e servir. O Nicolau não teve lugar à mesa.Comeu na cozinha, para não atrapalhar e foi para o quarto. O Papá teve de lhe prometer várias prendas para ele não chorar e se portar bem. Mais tarde, foi cumprimentar os convidados antes de dormir. Foi só um jantar sem cerimónias ...

A tômbola:

A tômbola Um dia, a escola organizou uma tômbola. Os lucros iriam ser aplicados na construção de um terreno para desporto. Os alunos ficaram encarregados de levar e vender os bilhetes. Não os conseguiram vender na rua, por isso levaram-nas para casa. O Papá não quis comprar a caderneta por ser muito caro. O Nicolau só conseguiu vender à vizinha, a sra. Blédurt, depois de uma discussão entre o Papá e o sr. Blédurt. A sra. Blédurt ganhou o prémio, uma motocicleta. Por causa da discussão, não a quis emprestar a ninguém...

O emblema:

O emblema Um dia, o Eudes deu a ideia de fazerem um emblema para os membros do grupo. Acharam todos boa ideia, por isso ele deu-se ao trabalho de desenhar e fazer emblemas para todos. No dia seguinte, levou os emblemas, só que, o dele, era muito maior que os outros. Porque era o chefe, disse ele. Os outros não gostaram, zangaram-se com ele e rasgaram os emblemas.

A mensagem secreta:

A mensagem secreta Durante um exercício de História, o Aniano fez queixa do Godofredo à professora , porque estava a copiar por ele . O Godofredo negou , mas foi suspenso dois dias. Para se vingarem , o s colegas decidiram escrever uma mensagem anónima e ameaçadora ao Aniano, usando recortes de jornal. Mas, na aula seguinte, antes de a entregar , foram apanhados com a mensagem. Como resultado, o Nicolau, o Eudes e o Alceste ficaram de castigo e o Aniano gozou - - os no recreio .

O Jonas:

O Jonas O Eudes tinha um irmão , o Jonas, de quem tinha muito orgulho. Mais do que uma vez, andou à pancada com os colegas porque exagerava nas qualidades do irmão e eles apercebiam-se. Um dia, o Jonas veio de licença a casa e foi esperar o Eudes à escola. Para o Eudes foi uma desilusão, porque descobriu à frente dos colegas que o Jonas era "só" o responsável pela cozinha do quartel e não o herói que ele julgava que era.

O pau de giz:

O pau de giz Certo dia, o Godofredo foi buscar paus de giz para a professora. À saída das aulas, depois de atravessarem várias ruas e virado algumas esquinas, mostrou aos colegas um pau de giz com que tinha ficado. Ficaram todos contentes porque podiam fazer "muitas" coisas com ele. Mas antes de começarem a brincar , um a um, os colegas começaram a ir embora, até ficar só o Godofredo e o Nicolau. E eles mais não fizeram do que partir e esmagar o pau de giz, porque o Godofredo não o quis partilhar e andaram os dois à pancada...

Conclusão:

Conclusão Este livro conta de uma forma bem humorada , as aventuras do dia-a-dia do Nicolau. Não faltam os castigos na escola ou em casa, as birras, os choros, as discussões, as malandrices, a pancadaria entre colegas. Podia ser com qualquer um de nós. A seguir , volta tudo ao normal. A vida continua, passa-se à história seguinte.

Bibliografia:

Bibliografia Goscinny e Sempé (2011), As Aventuras do Menino Nicolau, 6.ª edição, Alfragide, Teorema

Extra – Trailer do filme “O menino Nicolau”.:

Extra – Trailer do filme “O menino Nicolau”.

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FIM

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