Aula3_04-08-11_Anae_Lát

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HOMEOSTASE:

HOMEOSTASE

Organismo como sistema:

Organismo como sistema

Organismo como sistema:

Organismo como sistema

Organismo como Sistema:

Organismo como Sistema

Slide 5:

ATP

Slide 6:

ATP ADP

Slide 7:

SISTEMAS ENERGÉTICOS Glicose ou glicogênio Sistema anaeróbio lático Ácido pirúvico Ácido lático ATP PFK Glicose-6-fosfato 3 ATP

Slide 8:

SISTEMAS ENERGÉTICOS Qual o produto final da via glicolítica  Por que o ácido lático é formado  Qual a sua importância 

Slide 9:

SISTEMAS ENERGÉTICOS Quais são os exercícios que utilizam o sistema anaeróbio lático  Quais são as características desse sistema energético  Quais são as características de um treinamento para melhorar a capacidade e a potência anaeróbia lática 

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO:

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO Glicólise anaeróbia ou Sistema Anaeróbio lático. Os esforços de intensidade elevada com uma duração entre 30s e 1min por ex: disciplinas de resistência de velocidade, tais como uma corrida de 400m, ou uma prova de nado de 100m livres - apelam a um sistema energético claramente distinto, caracterizado por uma grande produção e acumulação de ácido láctico. Por este motivo, as modalidades que envolvem este tipo de esforços são habitualmente apelidados de lácticas, dado que a produção de energia no músculo resulta do desdobramento rápido dos hidratos de carbono (HC) armazenados, sob a forma de glicogênio, em ácido láctico, um processo anaeróbio que decorre no citosol das fibras esqueléticas e que se designa por glicólise.

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO:

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO Os Carboidratos provenientes da alimentação são convertidos em glicose e armazenados nos vários tecidos sob a forma de glicogênio. Existem dois grandes reservatórios de glicogênio, um no fígado e outro no músculo esquelético. O fígado representa o maior reservatório, em termos relativos, e o músculo o maior reservatório, em termos absolutos. Citosol = Citoplasma e restantes organelas celulares, com a exceção das mitocôndrias e os componentes do retículo endoplasmático.

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO:

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO Este processo, consideravelmente mais complexo do que o relativo ao primeiro sistema energético, requer um conjunto de 12 reações enzimáticas para degradar o glicogênio a ácido láctico. Deste modo, é possível converter rapidamente uma molécula de glicose em 2 de ácido láctico, formando paralelamente 2 ATP, sem necessidade de utilizar O2.

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO:

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO Este sistema energético permite formar rapidamente uma molécula de ATP por cada molécula de ácido láctico, ou seja, estes compostos são produzidos numa relação de 1:1. Por este motivo, um corredor de 400m deve procurar desenvolver o mais possível no processo de treino tanto a capacidade para formar ácido láctico, como a de correr a velocidades elevadas tolerando acidoses musculares extremas, uma vez que o pH muscular pode descer de 7.1 para 6.5 no final de um sprint prolongado. De fato, as maiores concentrações sanguíneas de lactato observadas em atletas de elite, tem sido precisamente descritas em especialistas de 400-800m, que atingem freqüentemente lactatemias na ordem das 22-23mmol/l.

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO:

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO pH = -log[H+] Em termos laboratoriais uma solução considera-se neutra quando apresenta um pH=7.0, alcalina quando o valor é superior e ácida no caso de ser inferior. O pH habitual do sangue é de 7.4 e no interior do músculo em repouso de 7.1 Lactatemia é a concentração sanguínea de lactato. O ácido láctico formado durante o exercício de alta intensidade tende a dissociar-se rapidamente, libertando H+ e o íon lactato que, posteriormente, se liga a cátions como o sódio ou o potássio, formando sais do respectivo ácido (lactato de sódio ou lactato de potássio). Por este motivo, o que habitualmente doseamos no sangue é lactato e não ácido láctico.

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO:

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO A razão porque estes atletas procuram aumentar a sua potência láctica está relacionada com a maior produção de energia daí resultante, uma vez que quanto mais ácido láctico formarem, naturalmente, maior formação de ATP conseguem assegurar por esta via. Assim, a produção de ácido láctico acaba por ser um mal menor e inevitável quando se recorre a este sistema energético, razão pela qual procuram desenvolver paralelamente no treino aquilo que, habitualmente, se designa por “tolerância láctica”.

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO:

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO A glicólise é, por definição, a degradação anaeróbia (decorre no citosol) da molécula de glicose até ácido pirúvico ou ácido láctico e é um processo muito ativo no músculo esquelético, razão pela qual é freqüentemente designado por tecido glicolítico. Em particular, os músculos dos velocistas apresentam uma grande atividade glicolítica, pelo fato de possuírem uma elevada percentagem de fibras tipo II (fibras de contração rápida) com elevadas concentrações deste tipo de enzimas. Com efeito, a glicólise é a principal fonte energética nas fibras tipo II durante o exercício intenso.

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO:

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO Como exemplo: durante uma corrida de 400m cerca de 40% da energia produzida é resultante da glicólise. No entanto, as quantidades significativas de ácido láctico que se vão acumulando no músculo durante este tipo de exercício, provocam uma acidose intensa (libertação de H+) que conduz a uma fadiga progressiva. A fadiga é um processo multifatorial que envolve questões relacionadas com a depleção dos sistemas energéticos, a acumulação de produtos do catabolismo, o atingimento do sistema nervoso e a falência do mecanismo contráctil de fibra esquelética.

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO:

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO Em termos simples, pode definir-se fadiga como a incapacidade funcional de manter uma determinada intensidade de exercício. Este último fenômeno resulta de alterações do ambiente físico-químico dentro da fibra, nomeadamente da diminuição do pH, o que acaba por bloquear progressivamente os próprios processos de formação de ATP na fibra esquelética.

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO:

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO Na glicólise cada molécula de glicose forma anaerobicamente 2 moléculas de ácido láctico e apenas 2 ATP. Apesar de este processo parecer, aparentemente, pouco eficiente (a degradação total - aeróbia e anaeróbia - da molécula de glicose produz 36 a 38 ATP), é na realidade extremamente eficaz porque o músculo tem uma enorme capacidade de degradar glicose rapidamente e de produzir grandes quantidades de ATP durante curtos períodos de tempo. Claro que este processo conduz, inevitavelmente, à formação e acumulação de ácido láctico.

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO:

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO O sistema ácido lático proporciona uma fonte rápida de energia, a glicose. Ele é a primeira fonte para sustentar exercícios de alta intensidade . O principal fator limitante na capacidade do sistema não é a depleção de energia mas o acúmulo de lactato no sangue. A maior capacidade de resistência ao ácido lático de um indivíduo é determinado pela habilidade de tolerar esse ácido. A principal fonte de energia desse sistema é o carboidrato.

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO:

FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO

Slide 22:

SISTEMAS ENERGÉTICOS ÁCIDO LÁTICO - C 3 H 6 0 3 LACTATO - C 3 H 5 0 3 - H + RAPIDAMENTE E COMPLETAMENTE DISSOCIADO

Slide 23:

SISTEMAS ENERGÉTICOS Sistema anaeróbio lático Piruvato + NADH + H +  Lactato + NAD + LDH NAD + glicólise Gliceraldeído-3-fosfato  1,3-difosfoglicerato

Slide 26:

SISTEMAS ENERGÉTICOS Enzimas reguladoras Sistema anaeróbio lático Glicogênio fosforilase Hexoquinase Fosfofrutoquinase Piruvatoquinase Lactato desidrogenase