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Added: May 01, 2009 This Presentation is Public 
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Slide 1:Revolução Liberal Portuguesa


Índice: :Índice: Introdução Cronologia Revolução Liberal Antecedentes da revolução O desenrolar da revolução Biografia de D. Miguel Revolta da Maria da Fonte Revolta da Patuleia Conclusão Bibliografia


Introdução: :Introdução: Neste trabalho vamos falar sobre a Revolução Liberal Portuguesa que ocorreu no séc. XIX (1820). Vamos também falar de D. Miguel e para melhor compreensão deste tema vamos colocar algumas imagens.


Cronologia: :Cronologia: 1802- Nascimento de D. Miguel em Queluz; 1806- Bloqueio Continental imposto por Napoleão; 1807- Assinatura do tratado secreto de Fontainebleau; Primeira invasão francesa comandada pelo general Junot; Partida de D. Maria I e toda a família real para o Brasil; O Rio de Janeiro passa a ser a sede do governo português e a capital do reino; 1808- Batalhas da Roliça e Vimeiro entre os exércitos anglo- luso e francês; Convenção de Sintra onde Junot se compromete a sair de Portugal; 1809- Segunda invasão francesa comandada pelo general Soult; Retirada das forças napoleónicas graças à acção das tropas anglo-lusas;


Slide 5:1810- Terceira invasão francesa comandada pelo general Massena; Batalha do Buçaco e das Linhas de Torres que são decisivas na vitória contra os franceses; Nascimento de Alexandre Herculano, escritor; 1816- Morte de D. Maria e aclamação de D. João VI; 1817- Conspiração liberal em Lisboa liderada por Gomes Freire de Andrade; D. Pedro, filho de D. João VI, recebe o título de Príncipe do Brasil; 1818- Casamento de D. Pedro IV de Portugal com D. Maria Leopoldina de Áustria; 1819- Nascimento de D. Maria II de Portugal no Rio de Janeiro;


Slide 6:1820- Revolução liberal no Porto; Instauração do regime constitucional-liberal. 1821- Regresso de D. João VI e a sua corte a Lisboa; D. Pedro continua no Brasil como regente. 1822- Episódio do “Grito do Ipiranga”: D. Pedro proclama a independência do Brasil; Aclamação de D. Pedro como Imperador e Defensor Perpétuo do Brasil; D. João VI jura, em Lisboa, a Constituição Liberal. 1823- Vila-Francada, golpe de estado conduzido por D. Miguel I para pôr fim ao regime liberal. 1824- Segunda tentativa de golpe de estado da autoria de D. Miguel; Este sai do país e fixa-se na Áustria.


Slide 7:1825- Fundação das Escolas Régias de Cirurgia de Lisboa e Porto; Reconhecimento oficial da independência do Brasil, por parte de D. João VI; Nascimento de Camilo Castelo Branco, escritor. 1826- Morte de D. João VI; O Conselho de Regência, presidido pela Infanta D. Isabel Maria, escolhe D. Pedro como sucessor da coroa portuguesa sob o título de D. Pedro IV de Portugal; D. Pedro IV declara a Carta Constitucional; O rei, por ser Imperador do Brasil, abdica do trono a favor da filha, na condição desta vir a casar com o tio, D. Miguel I. 1828- Novo regresso a Portugal de D. Miguel I; As Cortes de Lisboa aclamam D. Miguel rei absoluto.


Slide 8:1830- Revoluções denominadas: “Revoluções de 1830”; 1832- Início da guerra civil que se prolongará por dois anos; Desembarque dos liberais no Mindelo e ocupação do Porto. 1833- Ocupação de Lisboa pelo Duque da Terceira, comandante dos liberais; D. Miguel transfere o governo para Santarém. 1834- Derrota das tropas de D. Miguel nas batalhas de Almoster e Asseiceira; Convenção de Évora-Monte que termina com a guerra entre liberais e absolutistas; Deposição das armas e partida para o exílio de D. Miguel; Morte de D. Pedro IV; Aclamação de D. Maria II de Portugal.


Revolução Liberal :Revolução Liberal Antes da revolução liberal portuguesa ocorreram três invasões francesas em Portugal que destabilizaram o sistema político, económico e social do antigo regime. A crise em Portugal agravou-se com a permanência da corte portuguesa no Brasil, o que fortaleceu as ideias liberais no país, conduzindo à dita revolução e forçando o retorno da corte a Portugal.


Slide 10:Os franceses e ingleses continuaram com o seu desenvolvimento económico e industrial, Portugal viu o seu território transformado em campo de batalha, as cidades constantemente pilhadas pelos exércitos estrangeiros e a indústria estagnada.


Slide 11:O Desenrolar Da Revolução: Esta revolução foi um movimento liberal contra a monarquia portuguesa que trouxe consequências para a história do nosso país. Deu-se a 24 de Agosto de 1820 na cidade do Porto. Os revoltados eram gente do povo, da nobreza, da burguesia e do exército português. Era comandada por uma associação secreta denominada: “Sinédrio”.


Slide 12:A população revoltada exigia: o imediato retorno da Corte para o reino, visto como forma de restaurar a dignidade metropolitana; o estabelecimento, em Portugal, de uma Monarquia constitucional; a restauração da exclusividade de comércio com o Brasil.


Slide 13:A revolta generalizou-se por todo o país. As disputas continuavam. D. Pedro abdicou do trono brasileiro e regressou a Portugal. O antigo regime acabava assim, mas os conflitos internos continuaram por muito tempo e o país só consegui encontrar uma estabilidade por volta de metade do século.


Biografia de D. Miguel :Biografia de D. Miguel D. Miguel I de nome completo: Miguel Maria do Patrocínio João Carlos Francisco de Assis Xavier de Paula Pedro de Alcântara António Rafael Gabriel Joaquim José Gonzado Evaristo de Bragança e Bourbon, nasceu a 26 de Outubro de 1802 no palácio de Queluz, era filho de D. João VI e Carlota. Em 1851 casou com a princesa Adelaide de Loewenstein. Deste casamento resultaram 7 filhos : D. Maria das Neves; D. Miguel; D. Maria Teresa; D. Maria José; D. Aldegundes; D. Maria Ana; D. Maria Antónia.


Slide 15: Foi rei de Portugal entre 1828 e 1834 e reinou durante a Guerra Civil Portuguesa. D. Miguel passou à história como o Absolutista mas os miguelistas atribuíram-lhe o cognome de o Tradicionalista por ter sido aclamado em Cortes, no respeito da Tradição legal portuguesa. Era um homem de ideais católicos e tradicionalistas.


Slide 16:Era pouco popular entre a burguesia, mas era muito popular no povo que caíra na miséria após as guerras liberais pois viam nele um salvador. Em 1820, D. Miguel liderou um movimento militar contra as forças parlamentares de que resultou o restabelecimento do poder régio absoluto. Viveu o resto de sua vida na Alemanha, acabando por morrer, a 14 de Novembro de 1866 em Carlsruhe.


Revoltas Populares: :Revoltas Populares: Maria da Fonte: Maria da Fonte, foi uma revolta popular ocorrida em 1846 contra o governo. Esta resultou das guerras liberais por causa do descontentamento popular por culpa das novas leis de recrutamento militar, por alterações fiscais e pela proibição de realizar enterros dentro de igrejas. Deu-se em Póvoa de Lanhoso e foi-se alargando por todo o país. A causadora foi uma mulher do povo chamada Maria. Estas revoltas provocaram a substituição do governo de Costa Cabral pelo de Pedro de Sousa Holstein. Deu-se uma Emboscada, a 6 de Outubro.


: Póvoa de Lanhoso


Slide 19:O resultado foi uma guerra civil, designada por Patuleia, que terminou com a assinatura da Convenção de Gramido, a 30 de Junho de 1847, após a intervenção da Quádrupla Aliança que enviou tropas militares. Desde 1842 foi instaurado em Portugal um regime, que tinha por líder António Bernardo da Costa Cabral. Numa tentativa de criar as estruturas de um Estado moderno, este promoveu reformas e fez obras de grande envergadura, vendo-se obrigado a tomar medidas de alteração na estrutura fiscal, introduziu a contribuição predial. Contra estas medidas revoltaram-se os estratos mais pobres e menos evoluídos.


Slide 20:Os miguelistas, não convencidos com a derrota, alimentavam o descontentamento popular, sonhando restaurar o absolutismo. Nas zonas rurais mais distantes permaneciam os agentes antiliberais. Apesar da guerra entre liberais e miguelistas ter terminado a 26 de Maio de 1834, com a assinatura da Convenção de Évora-Monte, continuava a dividir os portugueses. Neste contexto surgiram novas exigências fiscais, como, o recenseamento da propriedade e a feitura de matrizes prediais.


Slide 21:Em pouco tempo as revoltas propagaram-se por todo o país, ganhando um carácter político através de juntas revolucionárias que assumiam o poder e recusavam a obediência ao governo. O alarme já estava generalizado em Lisboa, particularmente quando se soube que em Santarém e no Porto, se organizavam juntas revoltosas. Os tumultos multiplicavam-se rapidamente, tomando a forma de uma séria insurreição que se espalhara por grande parte do país.


Slide 22:Esta revolta ficou então conhecida na História de Portugal como a Revolução da Maria da Fonte, ou Revolução do Minho, embora não tivesse sido, no sentido político, uma verdadeira revolução. Foi antes uma revolta popular, o primeiro genuíno movimento de massas dos tempos modernos em Portugal.


Slide 23:Patuleia: (Outubro de 1846 a Junho de 1847) O termo patuleia era utilizado para nomear o povo. Quando a revolta rebentou, utilizava-se para designar os aderentes do movimento popular e as forças que lhe pertenciam. A 10 de Outubro começa a revolta Patuleia no Porto. O duque que fora enviado à cidade como lugar-tenente da rainha, foi logo preso e expulso da cidade.


Slide 24:No dia a seguir, o conde das Antas, assume o comando militar da revolta. A discórdia aumenta e surgem conflitos por todo lado. O governo e a banca tentam armar gente, mas só conseguem 3000 homens. A guerra dividiu novamente o país entre liberais e miguelistas.


Slide 25:“Esta gente ... Chamada à revolta sentia pulsar-lhe nas veias o antigo sangue de nómadas barbarescos, de bandidos históricos, serranos guerreiros: não os minhotos, mas os transmontanos, os beirões, os estremenhos, e toda a população transtagana.” Texto de Oliveira Martins


Slide 26:D. Maria II, pede então a intervenção do estrangeiro ao abrigo da Quádrupla Aliança. Os espanhóis mandam de imediato tropas, mas o governo britânico não aceita que haja uma revolta miguelista. A adesão popular é enorme. Por todo o país se cantava: “Eia avante! Eia avante! Eia avante! Não temer! Pela santa liberdade, Pelejar até morrer!”


Slide 27:Surgiram por todo o país juntas e todas se declaram em protesto contra o governo de Lisboa. A agitação espalha-se por todo o país. A 4 de Novembro, Santarém é ocupado pelas forças revoltosas. E a 7 deste mês, o marechal Saldanha sai de Lisboa com o exército e iniciam-se os tumultos. Dia 15, Sá da Bandeira decide retirar as suas tropas para Valpaços, para atrair as forças do barão do Casal e dá-se a batalha. Para piorar a situação, durante a retirada, o que restava das forças de Sá da Bandeira encontra na Régua um numeroso grupo guerrilheiro. E este ameaça continuar as guerras liberais.


Conclusão :Conclusão Com este trabalho podemos concluir que com a revolução o nosso país sofreu grandes alterações, nomeadamente a nível político, social e económico. Ficamos ainda a conhecer uma das personagens responsável por uma grande parte dos acontecimentos desta época que foi D. Miguel. Esperamos que tenham aprendido alguma coisa com o nosso trabalho e atingir as expectativas pretendidas pelo professor.


Bibliografia :Bibliografia Sites: Textos: http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_da_Maria_da_Fonte http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_4274.html http://pt.wikipedia.org/wiki/Miguel_I_de_Portugal Imagens: http://cache02.stormap.sapo.pt/fotostore02/fotos//00/74/37/12695_000c0k6f.jpg http://www.leme.pt/historia/efemerides/0623/3.jpg http://cache01.stormap.sapo.pt/fotostore02/fotos//c4/64/5c/1310518_MbH6H.jpeg


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Slide 31:Trabalho Elaborado Por: Ana Aleixo nº1 8ºC Ana Reis nº2 8ºC Ana Santos nº3 8ºC Bruna Vinhas nº5 8ºC Catarina Rei nº7 8ºC Daniel Santos nº9 8ºC Emiliana Uvaldo nº11 8ºC Inês Conde nº13 8ºC