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muitio bom

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Essa apresentação é muito boa, pois ilustra bem como o olho humano funciona relacionando como a televisão aproveita essa funcionalidade para criar a imagem de forma apropriada.

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Added: December 28, 2007 This Presentation is Public 
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TV DIGITAL: TV DIGITAL


SEMINÁRIO: FUNDAMENTAÇÃO PARA A TV DIGITAL SEMINÁRIO Ricardo Zelenovsky www.ene.unb.br/~zele zele@unb.br


Curriculum Resumido: Ricardo Zelenovsky Curriculum Resumido Graduação: Engenharia Eletrônico, 1984 (IME) Mestrado: Arquitetura de Computadores, 1988 (IME) Doutorado: Processamento de Sinais, 2001 (PUC-RJ)


Objetivos: Entender o funcionamento da TV analógica; Compreender o processo de digitalização de sinais; Explicar a base para os compactadores de dados; Entender a base da TV Digital; Avaliar os padrões de TV Digital. Objetivos


Sumário: 1. A fotografia e o cinema 2. Adaptação do cinema para a TV 3. Funcionamento de um aparelho de TV 4. A TV a cores 5. Tecnologia para aparelhos (mostradores) de TV 6. Digitalização de sinais analógicos 7. Conceituação de compactação de dados 8. A TV digital e os diversos padrões Sumário


A Visão Humana: A Visão Humana Para trabalhamos com um sistema que transmite imagens para o olho humano, precisamos entender como o olho humano percebe as imagens. DESAFIOS: PRETO E BRANCO MOVIMENTO


A Visão Humana: Preto e Branco: A Visão Humana: Preto e Branco Interpretamos muito bem variações da luz branca. Temos conforto com a nuanças de cinza. Forma simples de apresentar imagens.


A Visão Humana: Preto e Branco: A Visão Humana: Preto e Branco Fotos antigas gravam apenas nuanças da luz. A cor é totalmente ignorada.


A Visão Humana: Preto e Branco: A Visão Humana: Preto e Branco É o que se chama LUMINÂNCIA.


A Visão Humana e Fotografia: A Visão Humana e Fotografia Usam um sal de prata sensível à luz. O sal escurecia com a quantidade de luz recebida. Gerava “imagem negativa”: muita luz  preto pouca luz  branco


A Visão Humana e Fotografia: A Visão Humana e Fotografia Machado de Assis “Imagem negativa” implicava numa segunda exposição para assim gerar a “imagem positivo”


A Visão Humana: Movimento: A Visão Humana: Movimento O olho humano é “lento”. Não percebe alterações rápidas. Gera sensação de continuidade. Chamado de PERSISTÊNCIA DA VISÃO. 2 imagens por segundo T = 0,5 seg Freqüência = 2 Hz


A Visão Humana: Movimento: A Visão Humana: Movimento O olho humano é “lento”. Não percebe alterações rápidas. Gera sensação de continuidade. Chamado de PERSISTÊNCIA DA VISÃO. 3,3 imagens por segundo T = 0,3 seg Freqüência = 3 Hz


A Visão Humana: Movimento: A Visão Humana: Movimento O olho humano é “lento”. Não percebe alterações rápidas. Gera sensação de continuidade. Chamado de PERSISTÊNCIA DA VISÃO. 5 imagens por segundo T = 0,2 seg Freqüência = 5 Hz


A Visão Humana: Movimento: A Visão Humana: Movimento O olho humano é “lento”. Não percebe alterações rápidas. Gera sensação de continuidade. Chamado de PERSISTÊNCIA DA VISÃO. 10 imagens por segundo T = 0,1 seg Freqüência = 10 Hz


A Visão Humana: Movimento: A Visão Humana: Movimento Com mais do que 16 imagens por segundo temos a SENSAÇÃO DE MOVIMENTO Nosso olho não mais percebe as descontinuidades. Freqüência acima de 16 Hz.


A Visão Humana: Movimento: A Visão Humana: Movimento Chegamos ao CINEMA! Dar a ilusão de movimento ao apresentar fotos seqüenciais. Foi adotado a taxa de 24 fotos por segundo. Freqüência = 24 Hz Ainda existe o problema da CINTILAÇÃO.


A Visão Humana: Movimento: A Visão Humana: Movimento Na Projeção: apagar a imagem para trocar a foto. Alternância entre claro e escuro. Uma luz piscante parece estar acesa se piscar mais que 30 vezes por segundo. Olho humano é mais sensível a variações de claro e escuro. Percebia-se a troca das fotos: CINTILAÇÃO. Era preciso freqüência > 30 Hz.


A Visão Humana: Cinema: A Visão Humana: Cinema SOLUÇÃO: Cada foto é exposta duas vezes. Freqüência da fotos: 24 Hz. FOTO 1 FOTO 2 FOTO 3 FOTO 4 FOTO 5 Freqüência da cintilação: 48 Hz.


O Cinema e a TV Analógica: O Cinema e a TV Analógica Para a TV era preciso uma solução parecida. Rede elétrica: América 60 Hz e Europa 50 Hz. América: Freq. quadros = 30 Hz e Freq. cintilação = 60 Hz. Europa: Freq. quadros = 25 Hz e Freq. cintilação = 50 Hz.


Formato do Cinema: Formato do Cinema Na época o tamanho usual para foto era: 4 x 3. 4 unidades 3 unidades


Formato Cinema e TV Analógica: Formato Cinema e TV Analógica Tamanho dos tubos de imagem definido pela diagonal. A TV foi baseada neste formato: 4 x 3  Razão 1,3. 16” 20,8” 12” 15,6” 20” 26” A=192 A=324 Ganho de área = 69%


Cinema: surge o Cinemascope: Cinema: surge o Cinemascope 1953: THE ROBE “O Manto Sagrado”. CINEMASCOPE: formato 2,55 x 1. TV 1,3 x 1 Cinemascope 2,55 x 1


Cinema: Novos Formatos: Cinema: Novos Formatos Surge uma grande quantidade de formatos: (o termo técnico é Relação de Aspecto) Tradicional: 1,33 x 1; Cinemascope: 2,55 x 1; Panavision: 2,40 x 1; Ultra Panavision: 2,76 x 1; Super Panavision: 2,20 x 1; Vista Vision: 1,85 x 1; Technirama: 2,35 x 1; HDTV: 1,78 x 1 Muitos outros.


TV Wide Screen: TV Wide Screen TV de alta definição usa a proporção 16 x 9 (1,78 x 1). Chamado de Wide Screen. 4 x 3 (1,33 x 1) 16 x 9 (1,78 x 1)


TV Wide Screen 16 x 9: TV Wide Screen 16 x 9 A razão para o formato 16 x 9 é a compatibilidade com o 4 x 3. 4 x 3


Mistura de Formatos: Mistura de Formatos Diversos formatos levam ao surgimento das chamadas “faixas pretas”. 4 x 3 (1,33 x 1) 16 x 9 (1,78 x 1)


Mistura de Formatos: Mistura de Formatos 4 x 3 (1,33 x 1) 16 x 9 (1,78 x 1) Adaptação depende do original e do meio de exibição.


Mistura de Formatos: Mistura de Formatos 4 x 3 (1,33 x 1) 16 x 9 (1,78 x 1) Um “jeitinho” muito usado é o “Strech” (estiramento).


Quantos Detalhes usar na TV?: Quantos Detalhes usar na TV? Era preciso definir a qualidade da imagem. Vamos falar em quantidade de detalhes. Exemplos: filme 16 mm  125 mil filme 32 mm  500 mil. Muitos detalhes (100 KB) Poucos detalhes (10 KB)


Quantos Detalhes? Como Transmiti-los?: Quantos Detalhes? Como Transmiti-los? Maior quantidade de detalhes  canais “mais largos”. Canais “mais largos”  menor quantidade de emissoras. A imagem é “lida” da esquerda para direita e de cima para baixo. Tal qual fazemos com um livro. Para a TV era preciso capturar e transmitir os detalhes em seqüência. A solução foi “quebrar” a imagem em linhas. A câmara de TV faz a “leitura” e o aparelho de TV reconstrói a imagem (semelhante à original).


Quantidade de Detalhes: Quantidade de Detalhes Razões técnicas levaram a limitar a “largura da imagem” perto de 4 Mega Hz. 426 detalhes 320 detalhes 320 x 426 = 136.320 Acima do 16 mm.


“Leitura” da Imagem: “Leitura” da Imagem Esquerda  direita e de cima  baixo. Definido um total de 525 linhas.


Como Apresentar a Imagem?: Como Apresentar a Imagem? Era preciso apresentar as imagens tomando como base os 60 Hz da rede elétrica. Entretanto: 320 x 426 x 60 Hz = 8,2 MHz ! Ultrapassa o desejado ! E com metade dos 60 Hz ? 320 x 426 x 30 Hz = 4,1 MHz ! (atendido) Haverá problemas de cintilação ! Solução: apresentar “meia imagem” de cada vez. Linhas ímpares e depois as linhas pares.


Entrelaçamento de Linhas: Entrelaçamento de Linhas Total de 525 linhas Quadro Ímpar Quadro Par Imagem = Quadro Ímpar + Quadro Par Freqüência de quadros = 60 Hz  cintilação Freqüência de imagens = 30 Hz  movimento


Exposição de Quadros na TV: Exposição de Quadros na TV SOLUÇÃO: Cada quadro é exposto duas vezes. Freqüência de imagens: 30 Hz. QI Imag 2 Imag 3 Imag 4 Imag 5 Freqüência dos quadros: 60 Hz. QP QI QP QI QP QI QP QI QP Imag 1


Exposição de Quadros na TV Européia: Exposição de Quadros na TV Européia Freqüência de imagens: 25 Hz. QI Imag 2 Imag 3 Imag 4 Imag 5 Freqüência dos quadros: 50 Hz. QP QI QP QI QP QI QP QI QP Imag 1 Há mais tempo para cada imagem, por isso são usadas 625 linhas.


O Tubo de Imagens: O Tubo de Imagens Canhão dispara elétrons contra uma tela de fósforo. Desenho de: Guido Stolfi (EPUSP)


O Tubo de Imagens: O Tubo de Imagens O “tiro do canhão” é controlado eletronicamente de forma a varrer a toda a tela de TV.


A Câmara de TV: A Câmara de TV A imagem é formada numa superfície fotossensível. O canhão eletrônico varre essa superfície com elétrons. A corrente na saída é proporcional à quantidade de luz em cada “ponto” da imagem. Superfície fotossensível Canhão Feixe Corrente = Saída Lente Objeto


A Banda de um canal padrão: A Banda de um canal padrão 0 1 2 3 4 5 6 MHz Portadora Imagem 1,25 MHz Portadora Som 5,75 MHz Largura = 6 MHz


Distribuição dos Canais VHF: Distribuição dos Canais VHF Canais Baixos 2  54 a 60 3  60 a 66 4  66 a 72 5  76 a 82 6  82 a 88 Canais Altos 7  174 a 180 8  180 a 186 9  186 a 192 10  192 a 198 11  198 a 204 12  204 a 210 13  210 a 216 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Estações de FM, etc


A Visão Humana: CORES: A Visão Humana: CORES Como introduzir as cores na TV? Será necessário decompor em cores básicas. Quais são as cores básicas? The Dark Side of the Moon


Combinação de Cores: Combinação de Cores Combinação subtrativa: usa pigmentos sobre fundo branco. + = + = Pigmento subtrai todas as cores exceto a que reflete.


Combinação Aditiva de Cores: Combinação Aditiva de Cores Combinação aditiva: três cores básicas: R G B vermelho (R), verde (G) e azul (B). Demo Cor


TV a Cores: TV a Cores É usado o mesmo princípio, porém repetido para cada cor básica. O tubo de imagem possui três canhões, sendo R G B. São três câmaras em uma só, uma para cada cor primária.


TV a Cores: TV a Cores O cor é dada pelo tipo de fósforo usado para cobrir a tela. Para garantir o correto alinhamento do feixe eletrônico são usadas máscaras ou grades.


Adição da Portadora de Cor: Adição da Portadora de Cor 0 1 2 3 4 5 6 MHz Portadora Imagem 1,25 MHz Portadora Som 5,75 MHz Largura = 6 MHz Portadora Cor 4,83 MHz NTSC 3,58 MHz 3,575611 MHz PAL-M


Padrões de TV a Cores: Padrões de TV a Cores Preto e Branco: Padrão M = 525 linhas Padrão N = 625 linhas Colorido: Americano = NTSC (RCA) – 525 linhas Alemão = PAL (Telefunken) – 625 linhas Francês = SECAN (Thomson) – 625 linhas Brasileiro = PAL/M – 525 linhas NTSC = National Television System(s) Committee ou “Never The Same Color” PAL = Phase Alternating Lines SECAN =Séquentiel Couleur avec Mémoire


TV a Cores no Mundo: TV a Cores no Mundo Wikipedia


60 Hz versus 50 Hz: 60 Hz versus 50 Hz 50 Hz 66% 60 Hz 34% Fonte: Guido Stolfi (EPUSP)


Universo de 60 Hz: Universo de 60 Hz NTSC PAL-M Brasil NTSC/Japão Fonte: Guido Stolfi (EPUSP)


Universo de 50 Hz: Universo de 50 Hz Fonte: Guido Stolfi (EPUSP)


Proporção de TVs (não atualizado): Proporção de TVs (não atualizado)


Os Tipos de Televisores?: Os Tipos de Televisores? Existem diversos tipos no mercado: CRT ou Tubos de Raios Catódicos = tradicional; LCD Cristal líquido; Plasma; SED (Surface-conduction Electron-emitter Display); LED orgânico.


TV a Cores (antigo RCA): TV a Cores (antigo RCA) Máscara de sombra serve para garantir o correto alinhamento dos feixes eletrônicos sobre a tríade de pontos. Desenho de: Guido Stolfi (EPUSP)


TV a Cores – Trinitron (Sony): TV a Cores – Trinitron (Sony) Simplicidade dos canhões em linha Eliminou a complicada fase de convergência dos feixes. Menor área morta  maior brilho. Máscara Tela Canhões em Linha Desenho de: Guido Stolfi (EPUSP)


TV LCD: TV LCD LCD = Liquid Crystal Display ou Mostrador de Cristal Líquido. Luz é uma onda que vibra em diversas direções. Existem materiais que orientam essas vibrações. Luz não polarizada Polarizador Horizontal Luz polarizada (horizontal)


TV LCD: TV LCD O cristal líquido, quando excitado por uma tensão é capaz de variar a direção da polarização. Luz não polarizada Polarizador Vertical Luz polarizada (Vertical)


TV LCD: TV LCD Se a luz já está polarizada, com um segundo polarizador é possível bloqueá-la totalmente. Polarização Horizontal Polarizador Vertical Nada passa


TV LCD: TV LCD É usada uma matriz de LCD, aplica-se sinal elétrico para controlar a direção de polarização de cada elemento da matriz. Polarização Vertical Matriz De LCD Imagem Gerada


TV LCD: TV LCD Luz polarizada em V tem a polarização alterada ao passar pela matriz LCD. Após o polarizador H temos luz na faixa de 0% a 100%. As máscaras coloridas geram as diversas cores. Vertical Matriz LCD Máscaras Horizontal Luz V H


TV LCD: TV LCD Desenho de: Guido Stolfi (EPUSP)


Vantagens/Desvantagens da TV LCD: Vantagens/Desvantagens da TV LCD Delgada pois não precisa do canhão eletrônico; Baixo consumo de energia 100% plano; Tamanho até 40 polegadas (?conferir?); Não trabalham com qualquer resolução; Problemas com o ângulo de visão; Latência grande (rastro ou borrões); Menor brilho que o CRT; Existem diversas tecnologias, vamos resumir: Matriz passiva – baratos e imagem razoável. Matriz ativa ou TFT – caros e melhor imagem.


Problema da Persistência: Problema da Persistência “Rastro ou Borrão”


Mostrador LCD: Mostrador LCD Comparação de tamanho.


TV de Plasma: TV de Plasma Técnica mais recente que o LCD. Consegue ser fina e apresentar uma imagem com a mesma qualidade e brilho do CRT. Trabalha com descarga elétrica numa mistura de gases (xeon e neon). Usa-se fósforo para dar a cor. Pode atingir grandes dimensões. Usado para mostradores > 40 polegadas. Simplificando, é como se milhares de lâmpadas coloridas fosses acesas.


TV de Plasma: TV de Plasma Linhas Colunas Cada par linha/coluna permite acender um elemento.


TV de Plasma: TV de Plasma Desenho de: Guido Stolfi (EPUSP)


TV Plasma de 103 polegadas: TV Plasma de 103 polegadas


TV SED: TV SED SED = Surface-conduction Electron-emitter Display ou Tela emissora de elétrons de condução de superfície. Protótipos apresentados em 2006; Plano e menor consumo que LCD e Plasma; Tamanho grande e pequena espessura; Alta brilho, bom ângulo de visão; Fabricação semelhante ao CRT Funcionamento semelhante ao CRT. São caras!


TV SED: TV SED How StufWorks


TV SED: TV SED Desenho de: Guido Stolfi (EPUSP)


TV SED: TV SED How StufWorks


TV SED de 55 polegadas: TV SED de 55 polegadas


TV OLED: TV OLED LED dispositivo emissor de luz com semicondutor. Organic LED = emprega material orgânico. Trabalha com baixa tensão. Camadas de compostos orgânicos ou polímeros: Camada condutora e Camada emissora PMOLED = Matriz passiva e AMOLED = Matriz ativa.


TV OLED: TV OLED


Vantagens/Desvantagens TV OLED: Vantagens/Desvantagens TV OLED Baixo peso e consumo; Talvez com espessura de uma folha de papel; Há promessa de ser flexível; Pode ser fabricado com técnicas de impressão; Excelente ângulo de visão; Baixa vida útil, (?perto de 5 mil horas?).


TV AMOLED – Sansung 40 polegadas: TV AMOLED – Sansung 40 polegadas


TV Sansung AMOLED: TV Sansung AMOLED Espessura = 12 mm


TV Sansung AMOLED: TV Sansung AMOLED Espessura = 12 mm


Até Vamos com as TVs Delgadas?: Até Vamos com as TVs Delgadas? Podemos entregar na terça, se ninguém estiver em casa, enfiamos por debaixo da porta.


Distância de Observação: Distância de Observação


Diversas Qualidades de Imagem: Diversas Qualidades de Imagem HD480 = 854 x 480 HD720 = 1280 x 720 HD1080 = 1920 x 1080


Problema do Entrelaçamento: Problema do Entrelaçamento Progressive Scan (não entrelaçado) imagem completa por vez. Interlaced (entrelaçada) apresentação de ½ imagem por vez.


Analógico  Digital: Analógico  Digital Até agora, era tudo ANALÓGICO. O que é um sinal analógico? Vide figura! tempo amplitude Vamos olhar esse sinal em momentos específicos. Grade temporal igualmente espaçada! Amostramos o sinal em momentos específicos. Intersecção com a grade temporal. Abandonamos o sinal original e ficamos com o SINAL EM TEMPO DISCRETO.


Quantização: Quantização tempo amplitude 4 Sinal digital = 0 1 2 2 1 2 3 4 3 3 2 3 3 1 1 2 3 3 3 2 3 1 0 0


Reconstrução do Sinal: Reconstrução do Sinal tempo amplitude Sinal digital = 0 1 2 2 1 2 3 4 3 3 2 3 3 1 1 2 3 3 3 2 3 1 0 0


Comparando os Dois Sinais: Comparando os Dois Sinais tempo amplitude Sinal digital = 0 1 2 2 1 2 3 4 3 3 2 3 3 1 1 2 3 3 3 2 3 1 0 0


Sinal Digital: Sinal Digital Sinal digital = 0 1 2 2 1 2 3 4 3 3 2 3 3 1 1 2 3 3 3 2 3 1 0 0 Conhecendo a taxa de amostragem e o sinal digital, consigo recompor o sinal analógico. Causam imprecisão (erros): - taxa de amostragem e - níveis de quantização. Para diminuir a imprecisão é preciso: - amostrar em intervalos menores e - mais níveis de quantização. Aumento da “quantidade de números”.


Exemplos de Sinais Digitais: Exemplos de Sinais Digitais Telefonia: 8.000 amostras por segundo (8 ksps) quantizado em 8 bits (256 níveis) CD de áudio: 44 ksps e 16 bits (65.536 níveis) Teorema da amostragem: é preciso amostrar acima do dobro da maior freqüência que se deseja capturar. Escutamos na faixa de 20 Hz a 20 kHz. Fidelidade total  amostrar acima de 40 kHz


Codificação Binária: Codificação Binária Sinal digital = 0 1 2 2 1 2 3 4 3 3 2 3 3 1 1 2 3 3 3 2 3 1 0 0 0 = 0000 1 = 0001 2 = 0010 3 = 0011 4 = 0100 4 = 1100 3 = 1101 2 = 1110 1 = 1110 Codificação binária 24 x 4 bits = 96 bits.


Noção de Compactação: Noção de Compactação No Freq 0 1 2 3 4 4 3 2 1 3 4 4 3 0 1 5 2 1 Sinal digital = 0 1 2 2 1 2 3 4 3 3 2 3 3 1 1 2 3 3 3 2 3 1 0 0 Estatística do sinal: Bits T. Bits Original 96 bits 4/5 do original (80%) Total 77 bits


(Modulação) “Codificação” Delta: (Modulação) “Codificação” Delta Sinal digital = 0 1 2 2 1 2 3 4 3 3 2 3 3 1 1 2 3 3 3 2 3 1 0 0 Sinal Cod = 0 1 1 0 1 3 1 1 1 0 1 1 0 2 2 1 1 0 0 1 1 2 1 0 No Freq Bits T. Bits Original 96 bits 3/4 do original (75%) Total 71 bits


Como Digitalizar uma Imagem?: Como Digitalizar uma Imagem? Se for PRETO & BRANCO, dividir em pequenas partes e quantificar os níveis de cinza. Cada “parte” será um pixel.


Como Digitalizar uma Imagem?: Como Digitalizar uma Imagem? Se for colorida, dividir em pequenas partes. Quantificar a quantidade de componentes R, G e B em cada uma dessas partes. Cada “parte” será um pixel colorido. Notar que se usa mais três vezes mais “bits”.


Um Sistema Digital: Um Sistema Digital Conversor AD Codifi- cador Compac- tador Conversor DA Decodi- ficador Descom- pactador Sinal Analógico Sinal Reconstruído Modula e transmite Grava em CD ou DVD B I T S


Por que Digital ?: Por que Digital ? O sistema digital é mais imune ao ruído (é 0 ou 1). Permite uma quantidade ilimitada de cópias. Simples de armazenar, transportar e reproduzir. Facilidade para compactação. Podem ser cifrados com facilidade. Não há envelhecimento. Não há variações na reprodução.


Compactadores: Compactadores Compactador  eliminar as redundâncias Existem duas classes de compactadores: Sem perdas e Com perdas. Compactador sem perdas: Usado quando não se pode perder informação. A descompactação restaura o original. Exemplos: ZIP, RAR, etc. Compactador com perdas: Quando se tolera perdas de informação. Descompactação não restaura o original. Exemplos: JPEG, MP3, MPEG, etc.


Por quê Compactador com Perdas?: Por quê Compactador com Perdas? Muitas vezes o “pacote digital” tem mais informações que a necessária (redundância). Isso é comum quando envolve o ser humano. Ao ouvirmos música nosso ouvido não responde da mesma forma para os diversos instrumentos. Em uma foto, muitas vezes existem mais detalhes do que aqueles que nossos olhos vêem. Em um filme, a quantidade de detalhes pode ser bastante reduzida.


Exemplo: MP3: Exemplo: MP3 MP3 = Mpeg1 Audio Layer 3. Baseado num complexo modelo psico-acústico. Audição humana capta de 20 Hz a 20 kHz. Grande sensibilidade na faixa de 2 kHz a 4 kHz. Dar prioridade à faixa onde temos alta sensibilidade e reduzir a qualidade segundo a sensibilidade de nosso ouvido. Taxas de compressão de 12 vezes (regulável). Vejamos 2 minutos de música, 44 ksps e 16 bits (CD): 44.000 x 120 seg x 2 bytes = 10,5 Mega Bytes. Com mp3 podemos reduzir a 0,8 Mega Bytes.


Compactadores de Imagem: Compactadores de Imagem Reduz o tamanho do “arquivo” de acordo com a aplicação do usuário. JPEG 90% (22 KB)


Compactação para Vídeo - Redundâncias: Compactação para Vídeo - Redundâncias Pixels vizinhos são semelhantes Redundância Espacial Pixels semelhantes estão em quadros diferentes Redundância Temporal Alguns elementos são irrelavantes para o olho humano Redundância Psicovisual


Tratamento do Movimento: Tratamento do Movimento Em imagens em movimento, uma solução é transmitir apenas o que é alterado.


Predição de Movimento: Predição de Movimento É possível construir um preditor de movimento. Com base nos quadros anteriores, ele prevê o movimento nos próximos quadros. É claro que ele não acerta sempre, assim é necessário transmitir o erro de predição. É preciso lembrar que a compactação de vídeo pode gastar bastante tempo, porém a reprodução precisa ser rápida.


Vetores de Movimento: Vetores de Movimento


Um Compactador com Predição de Movimento: Um Compactador com Predição de Movimento Detector de Movimento Preditor de Movimento C o p a c t a d o r Erro de Predição Vetores de Movimento - + Imagem Predita


Chegamos na TV Digital: Chegamos na TV Digital Amostragem Quantização Compressão de Dados Formatação de Dados Transmissão Digital


Modelo ITU para a TV Digital: Modelo ITU para a TV Digital 010010 Codifi cação Codifi cação Vídeo Áudio Dados bits bits Mul ti ple xa dor bits Codificação de Canal e Modulação bits ITU = International Telecommunication Union Terrestre, Cabo, Satélite, etc.


Padrões de TV Digital: Padrões de TV Digital Americano: ATSC (Advanced TV Systems Committee) Europeu: DVB-T (Digital Broadcasting Terrestrial) Japonês: ISDB (Integrated Services Digital Broadcasting Terr.)


ATSC: Sistema Americano: ATSC: Sistema Americano 010010 MPEG-2 Vídeo Dolby AC-3 Vídeo Áudio Dados bits bits MP EG -2 Sis te mas bits Modulação 8-VSB bits MPEG = Moving Pictures Expert Group MPEG-2 Sistemas VSB Vestigial Side Band


DVB-T: Sistema Europeu: DVB-T: Sistema Europeu 010010 MPEG-2 Vídeo Vídeo Áudio Dados bits bits MP EG Sis te mas bits Modulação COFDM bits MPEG = Moving Pictures Expert Group MPEG Sistemas COFDM Coded Orthogonal Freqency Division MPEG-2 Áudio


ISDB: Sistema Japonês: ISDB: Sistema Japonês 010010 MPEG-2 Vídeo Vídeo Áudio Dados bits bits MP EG -2 Sis te mas bits Modulação COFDM bits MPEG = Moving Pictures Expert Group MPEG-2 Sistemas COFDM Coded Orthogonal Freqency Division MPEG-2 AAC


O Mundo e TV Digital: O Mundo e TV Digital


Promessa da TV Digital: Promessa da TV Digital


Bibliografia: Bibliografia Introdução à TV e ao Sistema PAL-M, Senatori; Televisão Básica: Princípios e Reparação, Grob Discrete Time Signal Processing, Oppenheim & Schafer POLi-USP: PTC2547 - Princípios de Televisão Digital TV Digital e HDTV, PSI-222, EPUSP, Guido Stolfi http://www.google.com.br/search?sourceid= navclient&ie=UTF-8&rlz=1T4GGLJ_enBR 227BR227&q=puc%2drio+0116380 http://br.geocities.com/saladefisica http://www.universiabrasil.net (Renato Marques)


FIM: FUNDAMENTAÇÃO PARA A TV DIGITAL FIM Ricardo Zelenovsky www.ene.unb.br/~zele zele@unb.br


Fim da Exposição: Fim da Exposição FIM


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