BRASIL - Col�nia

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UNIDADE I : 

UNIDADE I Do Achamento à Montagem do Sistema Administrativo da Colônia

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O Achamento do Brasil 22 / Abril / 1500  “Descobrimento do Brasil” Achamento casual ou proposital? Bula Intercoetera 1493 X Tratado de Tordesilhas 1494 Experiência dos navegadores portugueses Duarte Pacheco 1498 A experiencia de Cabral Saída do Brasil Carta de Caminha

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CARACTERÍSTICAS GERAIS DO PERÍODO COLONIAL Colônia de exploração para atender o mercado europeu. Monocultura. Agroexportação. Latifúndio. Escravismo. Pacto Colonial (monopólio de comércio da metrópole sobre a colônia). Plantation

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COLÔNIA METRÓPOLE MONOPÓLIO Comercio de manufaturas Preços Altos Envio de matéria-prima Custo Baixo

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2 - O PERÍODO PRÉ-COLONIAL (1500 – 1530): BRA em 2º plano: comércio com as Índias + ausência de metais preciosos. Pau-Brasil Fabricação de tintura para tecidos. Exploração nômade e predatória. Escambo com índios. Incursões estrangeiras (ESP e FRA). Expedições guarda-costas (fracasso). O PAU BRASIL

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ÁREAS DE EXPLORAÇÃO DO PAU BRASIL

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Colonização: Medo de perder as terras para invasores. Decadência do comércio com as Índias. Esperança de encontrar metais preciosos.

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Administração Colonial Capitanias Hereditárias (Descentralização Política) Motivos: Sem gastos para Portugal Experiência Rápida Colonização Documentos: Carta de Doação Foral

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Fracasso no Sistema de Capitanias Hereditárias: Desinteresse Perigo Falta de Comunicação Falta de Recursos Únicos Sucessos: PERNAMBUCO e SÃO VICENTE

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Os Governos Gerais: Correção de erros das Capitanias . Centralização Administrativa. Cargos auxiliares: Ouvidor-mor (justiça), Provedor-mor (tesouro – cobrança de impostos), Capitão-mor (defesa). Tomé de Souza (1549 – 1553): Salvador (capital), doação de sesmarias, criação de engenhos, criação do primeiro bispado do Brasil, vinda de jesuítas;. Duarte da Costa (1553 – 1558): atritos entre colonos e jesuítas, bispo e governador, atritos com índios, invasão de franceses ao RJ;

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Mem de Sá (1558 – 1572): restabelecimento da paz interna e expulsão de franceses do RJ. As Câmaras Municipais: Instâncias de poder local. Homens bons (homens brancos e ricos proprietários de terra).

UNIDADE II : 

UNIDADE II Da Economia Açucareira ao Domineo Holandes

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1 - O CICLO DO AÇÚCAR Séc. XVI e XVII (auge). Litoral do Nordeste (BA e PE). Solo e clima favoráveis. Experiência de cultivo (Açores, Cabo Verde e Madeira). Mercado consumidor. Alto valor na Europa. Participação de capital holandês: financiamento da produção, transporte, refino e distribuição na Europa.

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A PRODUÇÃO AÇUCAREIRA NO BRASIL

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Engenhos (unidade produtiva básica): Casa Grande (residência do senhor de engenho e família). Senzala (ambiente insalubre destinado aos escravos). Capela- Ritos religiosos Fabrica- Moenda e Casa de Purgar Lavoura – De Cana - De Subsistencia CASA GRANDE SENZALA

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Outros produtos: Suporte para a lavoura canavieira. GADO (exploração do interior, couro, tração, carne, leite, pecuária extensiva, trabalho livre). FUMO (troca por escravos na África). DROGAS DO SERTÃO: produtos extraídos da floresta amazônica com relativo valor na Europa, tais como anil, guaraná, salsa, corantes, e sobretudo o cacau.

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A ECONOMIA COLONIAL NO SÉCULO XVII

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Trabalho escravo: ÍNDIOS: mais utilizados até aproximadamente 1560, utilizados em lavouras menos desenvolvidas ou mais pobres. NEGRO Escravo  propriedade Formas de Obtenção: Caça Escambo “Guerras Justas”

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Transporte dos Escravos Navios Tumbeiros 1521-1851  ± 5 Milhões de Escravos Resistência: Fuga Suicídio Quilombos...

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TRÁFICO DE ESCRAVOS: UM NEGÓCIO LUCRATIVO

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UNIÃO IBÉRICA E INVASÕES HOLANDESAS União Ibérica (1580 – 1640): Período em que POR e ESP foram governados pelos mesmos reis. POR foi dominada pela ESP. D. Sebastião (POR) morre em 1578 sem deixar sucessores. D. Henrique, seu tio já idoso assume o trono e falece em 1580, também sem sucessores. Felipe II, rei da ESP invade o país e impõe governo conjunto. Possessões portuguesas passam a ser da ESP. D. SEBASTIÃO FELIPE II

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A UNIÃO IBÉRICA

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Acordo com nobreza portuguesa determina manutenção de órgãos administrativos portugueses nas colônias, Tratado de Tordesilhas começa a ser ultrapassado. Inimigos da ESP na Europa invadem o BRA em represália ao governo espanhol. HOL, um dos inimigos da ESP é impedida de fazer comércio em qualquer possessão espanhola. Comércio do açúcar no BRA que tinha participação holandesa é atingido. Holandeses invadem o BRA tentando romper o bloqueio espanhol ao comércio de açúcar.

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As invasões holandesas (1624 – 1654): 1624 – Invasão da BA (fracasso). Criação da Companhia das Índias Ocidentais – empresa holandesa responsável por viabilizar recursos para invadir novamente o Brasil. 1630 – 1654 – Invasão de PE (maior centro mundial de produção açucareira).

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Maurício de Nassau – governante holandês responsável pelo controle de PE e estabelecer um clima amistoso com os brasileiros. Modernização e urbanização. Embelezamento de cidades (com a vinda de artistas holandeses). Financiamento para donos de engenho. Liberdade de culto. Demitido em 1644 pela CIA. das Índias Ocidentais. MAURÍCIO DE NASSAU

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Insurreição Pernambucana (1645 – 54): movimento luso-brasileiro que expulsou os holandeses do BRA. Conseqüência da expulsão dos holandeses: início da crise do ciclo do açúcar pois os holandeses ao saírem do BRA instalam-se nas Antilhas (América Central), produzindo lá um açúcar mais barato e de melhor qualidade que o nosso. AS ANTILHAS

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