REGENCIAS NO BRASIL

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Brasil Império – O Período Regencial:

Brasil Império – O Período Regencial (1831-1840)

MENU:

MENU Características gerais do período Os três tipos de regência O ato adicional de 1834 As regências unas de Feijó e Araújo Lima O golpe da maioridade As revoltas do período regencial

1 - Características gerais do período:

1 - Características gerais do período O Período regencial foi o tempo entre a abdicação de D. Pedro I e o golpe da Maioridade. Estendendo-se de 1831 a 1840, o governo regencial abriu espaço para diferentes correntes políticas. Os liberais, divididos entre moderados e exaltados, tinham posições políticas diversas que iam desde a manutenção das estruturas monárquicas até a formulação de um novo governo republicano. De outro lado, os restauradores – funcionários públicos, militares conservadores e comerciantes portugueses – acreditavam que a estabilidade deveria ser reavida com o retorno de Dom Pedro I. O período regencial foi uma época extremamente agitada e caracterizou-se por muitas crises politicas e varias revoltas armadas tanto no Rio de Janeiro quanto nas províncias e esse processo de lutas foi muito importante para o Brasil, pois permitiu a aristocracia rural a derrotar os demais grupos socioeconômicos e controlar de vez o País

Os três tipos de regência:

Os três tipos de regência

3 - O Ato Adicional de 1834:

3 - O Ato Adicional de 1834 Com a intenção de iniciar uma abertura politica , o governo introduziu uma serie de reformas com intuito de apaziguar e unir as diversas facções em que a classe dominante estava dividida, e uma delas foi o ato adicional. O ato adicional foi uma reforma na constituição de 1824, onde foram introduzidas mudanças como: Descentralização do poder, dando maior autonomia politica , administrativa e financeira as províncias ; Criação de uma Assembleia Legislativa em cada província, formada por deputados eleitos ; Abolição do Conselho de Estado, mantendo o Poder Moderador ; Regência Trina trocada por Regência Una, eleita pelos eleitores de província . Com o Ato Adicional, foi alcançado o máximo avanço liberal, representando a maior concessão politica feita pelos moderadores durante a Regência

4 - As Regências Unas de Feijó e Araújo Lima :

4 - As Regências Unas de Feijó e Araújo Lima A regência de Feijó A Regência de Araújo Lima

A regência de Feijó :

A regência de Feijó Diogo Feijó, ex-ministro da justiça, foi eleito em abril de 1835. Não tinha apoio dos demais líderes políticos nem o apoio parlamentar. Devido a esses fatores, Feijó foi incapaz de solucionar a crise financeira que atingia o governo e derrotar as duas rebeliões que então ocorriam. A Câmara dos Deputados, sob a direção de Bernardo Vasconcelos, paralisou os trabalhos dos parlamentares, impedindo assim a ação administrativa do governo. Feijó renunciou em 1887, por sua situação ter se tornado insustentável, sendo substituído provisoriamente pelo líder conservador Araújo Lima.

A Regência de Araújo Lima :

A Regência de Araújo Lima Araújo Lima assumiu o cargo de regente em setembro de 1837, posição confirmada pelas eleições realizadas em abril de 1838. Durante o seu governo, o Partido Regressista mostrou o que significava a expressão regresso: tratou de reformular o Ato Adicional e o Código Criminal, que representava as duas principais vitórias obtidas pelos liberais nos primeiros anos regenciais. Apresentou-se então à Câmara a Lei de Interpretação do Ato Adicional, cujo resultado prático foi transferir ao governo central o controle de todo o sistema jurídico e policial. Em seguida, ‘’reformou-se’’ o Código Criminal, reduzindo drasticamente a autoridade dos juízes de paz (eleitos pelos eleitores de paróquia), cujos poderes foram transferidos aos chefes de polícia provincial, aos delegados de polícia e aos juízes municipais, nomeados pelo governo central. Esses dois projetos, após vagarosa tramitação pela Assembleia Geral, acabaram aprovados, em 1840 4 1841, desaparecendo assim o pouco de democracia e participação popular que havia no Império.

5 - O Golpe da Maioridade:

5 - O Golpe da Maioridade O golpe da maioridade foi realizado pelos progressistas quando perceberam que não conseguiriam derrotar os regressistas nem em uma eleição e nem em uma revolta armada, então os progressistas resolveram antecipar a colocação de D. Pedro II no poder . Este golpe foi um grande trunfo, pois os regressistas não tinham como lutar contra o plano maiorista, por dois motivos : A subida do imperador ao trono representaria a consolidação da monarquia e consequentemente o regresso conservador. E como o príncipe teria poderes muito amplos quando assumisse o poder, mesmo que alguns anos depois, não seria muito inteligente se opor a ele Quando os conservadores perceberam que tinham caído na armadilha, já era tarde demais, porque o movimento maiorista já tinha tomado uma dimensão muito grande, já tendo empolgado uma opinião publica e no dia 22 de julho uma comissão de senadores e deputados solicitou que o imperador assumisse o trono, o qual concordou na mesma hora. Dois dias depois Araújo Lima e seus ministros se demitiram e o imperador nomeou seu primeiro ministério, formado obviamente por liberalistas.

6 - As revoltas do Período Regencial :

6 - As revoltas do Período Regencial A Cabanagem A Farroupilha A Sabinada A Balaiada

A Cabanagem:

A Cabanagem A Cabanagem ocorreu no Grão-Pará entre 1835 e 1840, foi uma revolta de caráter popular ocasionada por diversos fatores, como: a miséria da maioria da população, a falta de laços afetivos entre a região e o resto do Brasil e o costume do governo central de impor presidentes de província estranhos à região. Os cabanos chegaram a ocupar duas vezes a capital da província, Belém, e a controlar o governo provincial. Na primeira vez em que ocuparam Belém, os cabanos permaneceram no governo entre seus líderes, os rebeldes não conseguiram resistir aos ataques legalistas, e a cidade acabou reocupada pelas forças governamentais. Mas os cabanos, que controlavam o interior, contra-atacaram e, duas semanas depois, reconquistaram a capital da província, instalando novo governo rebelde, que se manteve no poder entre agosto de 1835 e abril de 1836. Entre 1836 e 1840, quando os cabanos foram definitivamente vencidos, o movimento revolucionário refugiou-se no interior amazônico e manteve-se atuante por meio da guerra de guerrilha, resistindo às ordens do governo legalista da capital, mas sem conseguir voltar ao poder.

A Revolução Farroupilha:

A Revolução Farroupilha A Revolução Farroupilha ocorreu no Rio Grande do Sul entre 18435 e 1845, foi a mais longa revolução da História do Brasil, tendo durado dez anos. Destacam-se entre suas principais causas a situação precária da economia gaúcha, os excessivos impostos cobrados pelo governo regencial, o desejo de maior autonomia locar por parte dos rio-grandenses e a falta de habilidade dos presidentes de província, impostos pela Regência ao Rio Grande do Sul. Liderada por grandes estancieiros, a revolta iniciou-se em 1835; já no ano seguinte, os farroupilhas proclamaram a República Rio-Grandense e, em 1839, a República Juliana, em Santa Catarina. Apesar de sofrerem várias derrotas e precisarem abandonar Santa Catarina, os farroupilhas ainda dominavam grande parte do Rio Grande do Sul, quando, em fins de 1842, Luís Alves de Lima e Silva foi nomeado presidente da província e seu comandante de Armas. Lima e Silva, por meio de militares e por negociações e anistias conseguiram encerrar a Revolução Farroupilha em 1845, sendo os principais chefes revoltosos mantidos em seus postos militares.

Sabinada:

Sabinada A Sabinada ocorreu na Bahia entre 1837 e 1838, foi a revolta de menor expressão popular entre as rebeliões regenciais. Liderada por elementos da camada média urbana, com representantes da oligarquia rural e do setor militar, teve como chefe o médico Francisco Sabino da Rocha Vieira. Os revoltosos ocuparam Salvador e proclamaram uma república provisória, que deveria durar até D. Pedro II completar 18 anos, em 1844. Iniciada em novembro de 1837, terminou em março do ano seguinte, quando as tropas legalistas entraram em salvador, matando e ferindo centenas de rebeldes.

A Balaiada:

A Balaiada A Balaiada ocorreu no sertão maranhense entre 1838 e 1841, foi uma revolta de caráter popular e sertanejo, chefiada pelo vaqueiro Raimundo Gomes Vieira, por Manuel dos Anjos Ferreira e por um ex-escravo chamado Cosme. Os rebeldes ocuparam a vila de Caxias, aí estabelecendo seu quartel-general. A elite local tratou de aproveitar a situação. Os liberais, que estavam na oposição, apoiaram inicialmente a revolta, visando enfraquecer os conservadores, que controlava o governo da província. No entanto, com a chegada das tropas legalistas, comandadas pelo coronel Luís Alves de Lima e Silva, uniram-se todos contra os balaios, sendo a vila de Caxias ocupada pelas forças do governo. No interior, alguns pequenos grupos de rebeldes continuaram lutando, mas foram dizimados pela ação conjunta de tropas do governo e de capangas dos grandes fazendeiros.

Colegio Alfa e Omega – Segundo Ano:

Colegio Alfa e Omega – Segundo Ano Alunas : Ana Carolina C. Geroldi, 03 Anna Luiza Schauff Mendes, 06 Camila Maisa Lopes, 07 Maiara Rocha Serpeloni , 21 Maise Rocha Serpeloni , 22

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