BRASIL IMPÉRIO E PERÍODO REGÊNCIAL

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BRASIL IMPÉRIO E PERÍODO REGÊNCIAL:

BRASIL IMPÉRIO E PERÍODO REGÊNCIAL

Período Regencial:

Período Regencial Características Gerais Tipos de Regência O Ato Adicional de 1834 O Golpe da Maioridade Revoltas Curiosidades Anexos Alunas

Características Gerais:

Características Gerais Com o Primeiro Reinado, instaurado logo depois da Independência do Brasil (1822). O Brasil passou por diversas instabilidades políticas. Depois de graves problemas internos, advindos de crises internacionais e de instabilidades políticas no país, o Imperador Pedro I não conseguiu suportar a pressão, e se viu obrigado a abdicar do seu posto como Imperador do Brasil. No dia 7 de abril de 1831, o imperador Dom Pedro I abdicou do trono brasileiro em favor de seu filho, Dom Pedro II, que tinha pouco mais de cinco anos. A abdicação do Imperador provocou um vazio político no país, acirrando a disputa pelo poder entre as duas principais correntes do Império: liberais moderados e liberais conservadores. O grupo dos moderados era formado, principalmente, pelas camadas médias urbanas, enquanto que os conservadores eram HOME

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constituídos pelos representantes da aristocracia rural. Essas duas correntes políticas compunham o chamado Partido Brasileiro, e tinham se aliado em uma tentativa de intimidação a D. Pedro já que estavam insatisfeitos com os rumos absolutistas que o herdeiro do trono português havia tomado. O periodo regencial se inicia em 17 de julho de 1831, cerca de dois meses após a abdicação de Dom Pedro I. Segundo a constituição de 1824, caso um monarca não pudesse assumir, deveria ser formada uma regência composta por três pessoas, a chamada Regência Trina. O que impossibilitava a ascensão de Dom Pedro II ao trono do Brasil com sua idade. Ele tinha apenas 5 anos em 1831.

Tipos de Regência:

Tipos de Regência Regências Unas Regências Trinas HOME

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Regência Una de Feijó Regência Una de Araújo Lima HOME BACK

Regência Una de Feijó:

Regência Una de Feijó Conforme estipulado pelo Ato Adicional, realizou-se, a 7 de abril de 1835, a eleição para o cargo de Regente Único. Feijó venceu por pequena diferença de votos (600). O regente tomou posse no dia 12 de outubro de 1835, enfrentando oposição até dentro do próprio partido e uma grave situação de agitação no país. Notícias das províncias falavam de revoltas nos "sertões" do extremo-norte: a Cabanagem no Grão-Pará; a dos escravos Malês, na Bahia; e no extremo-sul, a Farroupilha. Tentando reverter o quadro político desfavorável, Feijó e seus companheiros criam um novo partido, denominado Progressista. Contra ele logo se ergueu um grupo chamado Regressista. Esse primeiro momento das Regências é caracterizado pela instabilidade política, mas, sobretudo, pelos projetos de liberdade e democracia. A queda de Feijó significou uma vitória dos restauradores, que iniciaram um movimento pelo retorno de D. Pedro I. Os moderados, temendo essa possibilidade, resolveram reagir e conseguiram acabar com a Sociedade Militar, desbaratando o Partido Restaurador. Com a morte de D. Pedro I, em 1834, o Partido Restaurador perdeu sua razão de existir. BACK

Regência Una de Araújo Lima:

Regência Una de Araújo Lima Após a abdicação do regente Feijó, uma nova eleição foi realizada em abril de 1838. Entre os principais concorrentes ao cargo de regente estavam o liberal Antônio Francisco de Paula Holanda Cavalcanti e o fazendeiro pernambucano Araújo Lima. Em um período em que as primeiras revoltas contra o governo explodiam a vitória do conservador Araújo Lima consolidou-se sem maiores problemas. A regência de Araújo Lima representou o retrocesso das conquistas liberais alcançado com a aprovação do Ato Adicional de 1834. Reunidos no chamado Clube da Maioridade, os representantes liberais argumentavam que a chegada de Dom Pedro II ao trono ofereceria condições para que os problemas políticos e as revoltas fossem finalmente contornados. Em julho de 1840, não mais resistindo às pressões liberais, o governo regencial chegou ao seu fim com a coroação do jovem Dom Pedro II. Tal episódio ficou conhecido como o Golpe da Maioridade BACK

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Regência Trina Provisória (1831) Regência Trina Permanente (1831–1835) HOME BACK

Regência Trina Provisória (1831):

Regência Trina Provisória (1831) Como no dia da abdicação de D. Pedro o Parlamento brasileiro encontrava-se em férias, não havia no Rio de Janeiro número suficiente de deputados e senadores que pudesse eleger os três regentes. Os poucos parlamentares que se encontravam na cidade elegeram, em caráter de emergência, no dia 7 de abril de 1831, a chamada Regência Trina Provisória, formada para conter as revoltas que vinham ocorrendo desde que Dom Pedro I abdicou ao trono do Brasil, além de organizar a eleição da Regência Trina Permanente. Essa regência, que governou o país por aproximadamente três meses, era composta pelos senadores Nicolau de Campos Vergueiro e José Joaquim Carneiro de Campos e pelo Brigadeiro Francisco de Lima e Silva. As três grandes correntes políticas do Brasil Imperial estavam assim representadas: os liberais, representados pelo Senador Campos Vergueiro, os conservadores, por Carneiro de Campos, e os militares, pelo General Lima e Silva. A Regência Provisória, por ter entrado no poder em caráter extraordinário e, como o próprio nome pedia, provisório, não fizeram profundas mudanças na sociedade e na instituição. BACK

Regência Trina Permanente (1831–1835):

Regência Trina Permanente ( 1831–1835 ) Uma vez instalada a Assembleia Geral, foi eleita em 17 de junho de 1831 a Regência Trina Permanente, que ficou composta pelos deputados José da Costa Carvalho, João Bráulio Muniz, e novamente pelo Brigadeiro Francisco de Lima e Silva. Tal composição representava, por um lado, uma tentativa de equilíbrio entre as forças do norte e do sul do país; por outro lado, a permanência do general Francisco de Lima e Silva, representava a busca pelo controle da situação e manutenção ordem pública. Característica importante dessa Regência era sua composição por deputados, formada por senadores. A Câmara dos Deputados simbolizava a defesa da liberdade. A grande força política deste período não foram os regentes mas, sim, o Padre Diogo Feijó, Ministro da Justiça, cargo que assumiu sob a condição de que lhe garantissem grande autonomia de ação. Acabou por concentrar os poderes nacionais em suas mãos, até outorgar, em 1834, o Ato Adicional, que mudava a constituição de 1824, criando a Regência Una BACK

O Ato Adicional de 1834 :

O Ato Adicional de 1834 No dia 12 de agosto de 1834, os membros da Câmara dos Deputados estabeleceram um conjunto de mudanças que afetaram diretamente as diretrizes da Constituição de 1824. Nesse dia, o chamado Ato Adicional aprovou uma série de mudanças que refletiam bem o novo cenário político experimentado. Agora, sem a intervenção do poder régio, as tendências políticas presentes, representadas pelas alas liberal e conservadora, tentavam se equilibrar no poder. Os conservadores defendiam os moldes da monarquia constitucional e as suas diretrizes políticas centralizadoras, já os liberais acreditavam que os poderes régios deveriam sofrer limitações e que as províncias deveriam ter maior autonomia. o Ato Adicional seria uma maneira de se firmar um compromisso político que estivesse acima das rixas de cada grupo. Outra importante reforma que o Ato Adicional estipulou foi a extinção da Regência Trina e a escolha de apenas um representante para ocupar o cargo regencial. Com a formação da chamada Regência Una, vários candidatos se dispuseram a ocupar o novo cargo do poder executivo. Organizada por meio de eleições diretas e voto censitário, a escolha do regente, apesar de ser uma manifestação de tendência liberal, foi marcada por fraudes denunciadas em várias regiões do território nacional HOME

O Golpe Da Maioridade:

O Golpe Da Maioridade Em 1839, políticos liberais arquitetaram um movimento defendendo a antecipação da maioridade de Dom Pedro II, que possuía apenas quatorze anos de idade . A intenção dos liberais era a de apoiar a chegada de D. Pedro II ao governo, aproveitando de sua inexperiência para assumir importantes funções políticas. No início de 1840, o político liberal Antônio Carlos de Andrada e Silva criou o chamado Clube da Maioridade. Com o apoio da imprensa, a proposta de antecipação ganhou as ruas da capital e acontecerem algumas manifestações de apoio popular. Para muitos, a imagem jovem e instruída de D. Pedro II representava um tentativa de ordenação política e social . O movimento não sofreu oposição dos conservadores, que poderiam ser facilmente acusados de rejeição ao regime monárquico. Em maio de 1840, um projeto de lei apresentado à Câmara realizou o pedido de antecipação da maioridade de Dom Pedro II. No dia 23 de julho, com expressa concordância do jovem monarca, o fragilizado governo conservador aprovou a medida. Naquele momento, o Segundo Reinado inaugurou uma das mais extensas fases de nossa história política . Com isso, estava dado o golpe da maioridade por parte dos liberais, que retomaram o poder. HOME

Revoltas do Período Regencial :

Revoltas do Período Regencial Cabanagem Balaiada Sabinada Guerra dos Farrapos HOME

Cabanagem :

Cabanagem Características Causas Consequências BACK HOME

Balaiada:

Balaiada Características Causas Consequências BACK HOME

Sabinada:

Sabinada Características Causas Consequências BACK HOME

Guerra dos Farrapos:

Guerra dos Farrapos Características Causas Consequências BACK HOME

Características da Cabanagem :

Características da Cabanagem A Cabanagem (1835-1840) foi a revolta na qual negros e índios se insurgiram contra a elite política e tomaram o poder no Pará (Brasil). Em 6 de janeiro de 1835, liderados por Antônio Vinagre, os rebeldes (tapuios, cabanos, negros e índios) tomaram de assalto o quartel e o palácio do governo de Belém, nomeando Félix Antonio Clemente Malcher presidente do Grão-Pará. A Cabanagem apenas começava. Os cabanos, em menos de um dia,, atacaram e conquistaram a cidade de Belém, assassinando o presidente Lobo de Souza e o Comandante das Armas, e apoderando-se de uma grande quantidade de material bélico. BACK

Causas da Cabanagem :

Causas da Cabanagem Entre as causas da revolta encontram-se a extrema pobreza das populações ribeirinhas e a irrelevância política à qual a província foi relegada após a independência do Brasil. BACK

Consequências da Cabanagem:

Consequências da Cabanagem Os cabanos lutaram até 1840 (internados na selva), até serem literalmente exterminados: nações indígenas foram chacinadas: os murá e os mauê praticamente desapareceram . Calcula-se que de 30 a 40% de uma população estimada de 100 mil habitantes morreu. Em 1833 o Grão-Pará tinha 119.877 habitantes; 32.751 eram índios e 29.977, negros escravos. A maioria mestiça ("cruzamento" de índios, negros e brancos) chegava a 42 mil. A minoria totalizava 15 mil brancos, onde mais da metade eram portugueses. A cabanagem foi a única revolta que efetivamente ocupou o poder de uma província durante certo tempo, com relativa estabilidade. A falta de projeto político consistente, e que tivesse sido assimilado pela massa pobre, os quais eram o alicerce do movimento. Metade da população masculina havia sido morte. Algumas tribos foram extremamente perseguidos e dizimadas. Sua relevância para acelerar o processo de elevação da capitania do São Jose do Rio Negro a condição de província. BACK

Características da Balaiada:

Características da Balaiada Características da Balaiada. Cansada de tanto sofrimento, a multidão do Maranhão queria lutar, de algum modo, contra as injustiças. Lutar contra a miséria, a fome, a escravidão e os maus-tratos. Havia também muita insatisfação política entre a classe média maranhense da cidade, que formava o grupo dos bem-te-vis. Foram os bem-te-vis que iniciaram a revolta contra os grandes fazendeiros conservadores do Maranhão e contaram com a participação explosiva dos sertanejos pobres. Foi um conjunto de lutas dos sertanejos marcadas pelo desejo de vingança social contra os poderosos da região. BACK

Causas da Balaiada:

Causas da Balaiada Causas da Balaiada. A Balaiada nasce da disputa de poder entre eles e pela alta pobreza na região. Os liberais divulgam uma campanha para retirar o total controle das eleições dos prefeitos, das mãos dos conservadores. Com essa campanha, a disputa se torna intensa e envolve muitos escravos e pobres que também tinham interesse em mudar a sua atual situação de pobreza. Nesse momento os ânimos já estavam tensos e não precisou de muito para se iniciar a revolta. BACK

Consequências da Balaiada:

Consequências da Balaiada O combate aos balaios foi duro e violento. A perseguição só terminou em 1841, quando tinham morrido cerca de 12 mil sertanejos e escravos. Os líderes balaios foram mortos em batalha ou capturados. Alguns foram julgados e executados, como Cosme Bento, por enforcamento. Pela sua atuação na Província do Maranhão, Lima e Silva recebeu o título de Barão de Caxias. Pouco após o fim da revolta, também Sousa Martins recebeu um título, o de Visconde da Parnaíba. O governo imperial nomeu o coronel Luís Alves de Lima e Silva como governador da província do Maranhão e Comandante Geral das Forças Militares. O general, que mais tarde seria o Duque de Caxias, atuou no combate aos revoltosos e reconquistou a Vila de Caxias. Após algumas derrotas , o comandante dos balaios , Raimundo Gomes, rendeu-se BACK

Características da Sabinada:

Características da Sabinada Características da Sabinada. Em comparação com outras revoltas provinciais de caráter separatista ocorridas no mesmo período, a Sabinada foi bastante breve pois durou de 1837 a 1838. Outra importante característica: a revolta foi organizada por homens cultos e ficou restrita às camadas médias da população de Salvador. O movimento de revolta não obteve, portanto, o esperado apoio dos proprietários agrários da região (os ricos fazendeiros e senhores de engenho). Por outro lado, as próprias lideranças recusaram-se a mobilizar a população pobre para participarem e apoiarem a revolta temendo, com isso, uma radicalização do movimento, a exemplo do que estava ocorrendo com a Cabanagem no Pará e a Farroupilha no Rio Grande do Sul. BACK

Causas da Sabinada:

Causas da Sabinada Havia um certo descontentamento – não só dos baianos mas de grande parte das províncias – com a excessiva centralização da Regência. Na Bahia esta situação ficava pior pois as autoridades nomeadas para governar a província – representadas pelo governador Francisco de Souza Paraíso – agiam, segundo os revoltosos, de uma forma despótica e repressora. Em 1937 começaram as discussões para a implantação do Ato Adicional, que mudaria muitas coisas na Constituição promulgada por D. Pedro I, assim como mudou a Regência Trina para Regência Una, instituindo o mandato de quatro anos para o regente. Como as discussões do Ato Adicional duraram até 1840, na época abriu-se uma brecha, um vácuo de indecisão política no Império que impulsionou atitudes como a de Francisco Sabino. A fuga de Bento Gonçalves, tramada pelos revoltosos baianos, foi um dos estopins da revolta BACK

Consequências da Sabinada:

Consequências da Sabinada A cidade de Salvador foi cercada e retomada. Muita violência foi usada na repressão. Centenas de casas de revoltosos foram queimadas pelas forças militares do governo. Entre revoltosos e integrantes das forças do governo, ocorreram mais de 2 mil mortes durante a revolta. Mais de 3 mil revoltosos foram presos. Assim, em março de 1838, terminava mais uma rebelião do período regencia . BACK

Características da Guerra Guerra dos Farrapos:

Características da Guerra Guerra dos Farrapos Naquela região tínhamos um setor agropecuário de intensa atividade que abastecia os grandes centros urbanos do Brasil com charque, gado e couro. A elite econômica detentora dessa atividade passou a viver uma situação conflituosa quando o governo central permitiu a redução de impostos para produtos similares vindos da Região do Prata. O governo manteve essa medida alegando que os preços dos produtores sulistas eram considerados abusivos. A insatisfação com a medida do governo central impulsionou a formação de grupos políticos de inspiração republicana e contrários à estrutura política centralizada da época. O conflitou se iniciou quando o estancieiro Bento Gonçalves organizou uma revolta exigindo a renúncia do presidente provincial. A rebelião tomou conta da cidade de Porto Alegre e obrigou os membros da Assembléia Legislativa a nomearem um novo governo para o estado. A partir desse golpe político os chamados “farrapos” começaram a organizar um movimento de inspiração republicana. Depois de consolidarem a nova sede do governo da República Rio-Grandense na cidade de Piratini, os revolucionários foram rumo a Santa Catarina. No ano de 1839, tomaram o outro Estado formando a República Juliana. BACK

Causas da Guerra dos Farrapos:

Causas da Guerra dos Farrapos Entre outras motivações para essa contenda regional podemos apontar questões de ordem política, econômica e ideológica. Como. o descontentamento político com o governo imperial brasileiro. Busca por parte dos liberais por maior autonomia para as províncias. Revolta com os altos impostos cobrados no comércio de couro e charque, importantes produtos da economia do Rio Grande do Sul naquela época. Os farroupilhas eram contrários a entrada (concorrência) do charque e couro de outros países, com preços baratos, que dificultada o comércio destes produtos por parte dos comerciantes sulistas BACK

Consequências da Guerra dos Farrapos:

Consequências da Guerra dos Farrapos Foi assinada a paz em 8 de outubro de 1851, dizendo-se que "não haverá vencidos nem vencedores". Após quase doze anos de guerra o Uruguai estava arruinado. A população se reduzira, abandonando o país. Havia 132000 habitantes, sendo cerca de 34000 em Montevidéu. Acentuou-se a pobreza da população. Os analfabetos eram 80 por cento da população. A criação de gado estava falida. O estado teve que fazer frente a grandes dívidas com o Império Francês, Império do Brasil e o Império Britânico. Havia muitas dívidas privadas com gastos de guerra. A 12 de outubro de 1851 foram assinados os cinco tratados entre o "governo imperial brasileiro" e o da "defesa de Montevidéu": Tratado da Perpétua Aliança: O Uruguai estabeleceu o direito do Brasil intervir em conflitos internos do Uruguai. Tratado de Extradição: O Brasil poderia solicitar a extradição de escravos fugidos e internados no Uruguai, bem como de criminosos. Durante a guerra, tanto blancos como colorados haviam abolido a escravatura para integrar os ex-escravos em suas fileiras militares. Tratado de Comércio e navegação: Ficou permitida a navegação no rio Uruguai e seus afluentes, e isenção de taxas alfandegárias ao Brasil na exportação de charque e gado vivo. Tratado de Socorro: Ficou reconhecida a dívida uruguaia para com o Brasil pelo auxílio na luta contra os blancos . Tratado de Limites: O Uruguai renunciou as suas reivindicações territoriais ao norte do rio Quaraí (rio Cuareim ), reduzindo suas fronteiras de cerca de 176000 quilômetros, e reconhecendo ao Brasil o direito exclusivo de navegação da Lagoa Mirim e do rio Jaguarão, fronteiras naturais entre os dois países. Neste momento os uruguaios perceberam a necessidade da construção de uma identidade verdadeiramente nacional. A personificação da alma autóctone uruguaia foi resgatada na figura de Artigas . Em Buenos Aires, após a entrada triunfal de Urquiza , recepcionado pelos unitaristas Mitre e Sarmiento, houve uma repressão sangrenta aos partidários de Rosas. Rosas asilou-se em um navio de bandeira inglesa no Rio da Prata e viajou para Londres, onde passou a residir, falecendo aos 80 anos. BACK

Curiosidades do Período Regencial :

Curiosidades do Período Regencial Curiosamente, todas as revoltas importantes ocorreram após 1834, talvez indicando que a divisão do poder com as províncias tenha ajudado a alimentar o desejo de mudança. HOME

ANEXOS :

ANEXOS Abdicação Pedro I do Brasil (Cima) A chegada de Dom Pedro II ao trono visava dar fim às instabilidades do período regencial (Ao lado direito) HOME

Alunas ::

Alunas : Ana Júlia Brolio nº04 Caroline Cogo nº10 Giovana Batista nº16 Luiza Campos nº19 Mariana Stocker nº22 HOME

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