logging in or signing up RCP therockim Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 1612 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (2) Dislike it (0) Added: February 06, 2010 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript SUPORTE BÁSICO DE VIDABLS (Basic Life Suport) : Definição: 1 - São as medidas iniciais e imediatas aplicadas a uma vítima fora do ambiente hospitalar, executadas por pes-soa(s) treinada(s) para realizar a manutenção dos sinais vitais e evitar o agravamento das lesões. 2 – São os cuidados que têm como objetivo identificar ur- gências clínicas e/ou traumáticas e manter a viabilidade dos órgãos vitais até a chegada do serviço de urgência ou atendimento avançado (médico). SUPORTE BÁSICO DE VIDABLS (Basic Life Suport) SUPORTE BÁSICO DE VIDA : SUPORTE BÁSICO DE VIDA PROTOCOLO: 1 - EPI e AVALIAÇÃO DA CENA 2 - AVDI 3 - ABCD A – air – vias aéreas (controle da coluna cervical) B – breathe – boa ventilação (respiração) C – circulation – circulação D - desfibrilação AVALIAÇÃO DA CENA : AVALIAÇÃO DA CENA Objetivos 1.Autoproteção 2.Perigos no local 3.Número de vítimas 4.Necessidade de auxílio e tipo de apoio 5.Mecanismo de lesão Slide 4: BIOPROTEÇÃO Ao aproximar-se da vítima,quem estiver socorrendo deve ter em mente a própria segurança incluindo, sempre, a sua bio-proteção, USANDO SEMPRE OS EPI’s. BIOPROTEÇÃO : BIOPROTEÇÃO CUIDADO!!! SECREÇÕES CONTAMINANTES SANGUE VÔMITO SALIVA TUBERCULOSE MENINGITE SIDA DOENÇAS DE PELE HEPATITE MONONUCLEOSE HERPES VARICELA..... AVDI : AVDI A – acordado, alerta V – responde a estímulos verbais D – responde a estímulos dolorosos I – vítima inconsciente Slide 7: A B C – D ABORDAGEM DA VÍTIMA A – abertura de vias aéreas B – boa ventilação? C – circulação? D – desfibrilação? Slide 8: A.B.C.D Técnicas de Abertura de Vias Aéreas 1 - Caso clínico: Manobra de inclinação da cabeça e elevação do queixo; 2 - Caso de trauma: Manobra de empurre mandibular, com imobilização da colu- na cervical. A.B.C.D : B – Boa Ventilação? Ver (movimentos respiratórios) Ouvir (ruídos da respiração) Sentir (ar quente saindo das narinas) Obs: Nas vítimas de trauma,com suspeita de lesão da coluna, a imobilização da coluna cervical é Feita juntamente com a verifica- ção das vias aéreas. OUVIR V E R S E N T I R A.B.C.D Respiração Normal? Slide 10: A.B.C.D Técnicas para Ventilação Artificial 1 – Método boca-máscara; 2 – Método boca-a-boca; 3 – Método boca-a-nariz (crianças e lactentes); 4 – Método boca-estoma; Acessórios para Reanimação: 1 - Cânula de Guedel ou Berman; 2 – Reanimador manual (ambu*). Slide 11: A.B.C.D. Após correção vias aéreas: fazer 02 respirações de resgate; checar expansão torácica; manobra de Sellick; checar pulso arterial (carotídeo) - presente: manter ventilação; - ausente: RCP Slide 12: RELAÇÃO COMPRESSÃO:VENTILAÇÃO 30:2 5 CICLOS EM 2 MINUTOS, PARA ADULTOS E CRIANÇAS MAIORES DE 28 DIAS: 3:1 3 a 5 cm Slide 13: TÉCNICA PARA CRIANÇAS MAIORES TÉCNICA PARA CRIANÇAS MENORES RELAÇÃO 3:1 20 CICLOS Slide 14: Relação Compressões Torácicas X Ventilação Via aérea permanente, não obedece relação, deve-se procurar manter 100 ou mais compressões e 8 a 10 ventilações/ min. OBS: Com 2 socorristas, pode-se usar a relação 15:2 e 05 ciclos para crianças > 28 dias até 08 anos CRIANÇAS A PARTIR DE 28 DIAS E ADULTOS: 30:2 CRIANÇA ABAIXO DE 28 DIAS: 3:1 Slide 15: 1 - o que aconteceu? 2 - quantas vítimas? 3 – EPI? 4 - cena segura? 5 - ver nível de consciência 6 - desobstruir V.A. 6 - ver se ventila normalmente 8 - ventilar 2 vezes 9 - ver se tem circulação 10 - compressão torácica 11 – desfibrilação??? Slide 16: Protocolo Universal de Reanimação do Adulto Inconsciente Consciente Tratar como indicado Pedir auxílio Posicionar o paciente em decúbito dorsal Abrir vias aéreas Slide 17: Abrir vias aéreas Respiração eficaz presente Administrar O2 Monitorizar Respiração ausente ou ineficaz Ventilar 2 vezes utilizando O2 suplementar Pulso carotídeo e sinais de circulação Slide 18: Presentes Ausentes Ventilar 1 vez a cada 5 segundos com O2 suplementar Efetuar RCP até a chegada do desfibrilador externo automático (DEA) Outros ritmos Continuar RCP Fibrilação Ventricular Iniciar protocolo de FV (DEA) Pulsos carotídeos e sinais de circulação You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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