logging in or signing up Cão como Nós - Manuel Alegre - Português therockim Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 1867 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: December 11, 2008 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: Aluno: Fábio Machuqueiro Professora : Josete Perdigão Disciplina: Português – Módulo 1: Textos Autobigráficos MANUEL ALEGRE “Não era um cão como os outros. Era um cão rebelde, caprichoso, desobediente, mas um de nós, o nosso cão, ou mais que o nosso cão, um cão que não queria ser cão e era cão como nós.” (Manuel Alegre) cão como nós Slide 2: Biografia Manuel Alegre nasceu a 12 de Maio de 1936 em Águeda. Estudou na faculdade de direito em coimbra. Cumpriu o serviço militar na guerra colonial em Angola Foi preso pela polícia política (PIDE) por se revoltar contra a guerra. Exilou-se no norte de África, em Argel, onde desenvolveu actividades contra o regime de Salazar. Em 1974 regressou definitivamente a Portugal. Dedica-se à politica sendo deputado do partido socialista e vice presidente da Assembleia da Républica. Slide 3: Bibliografia Manuel Alegre é autor de variadas obras entre as quais se destacam as seguintes: Poesia: TRINTA ANOS DE POESIA ; ALENTEJO E NINGUÉM ; CHE ; SENHORA DAS TEMPESTADES; PICO ; ROUXINOL DO MUNDO; OBRA POÉTICA ; LIVRO DO PORTUGUÊS ERRANTE Prosa: JORNADA DE ÁFRICA ; O HOMEM DO PAÍS AZUL ; ALMA ; CONTRA A CORRENTE ; A TERCEIRA ROSA ; ARTE DE MAREAR ; CÃO COMO NÓS ; RAFAEL. Slide 4: Caracteristicas literárias Módo literário: Narrativo e Poético Tema: Afecto/Amizade/Saudade Registo de lingua: Linguagem familiar Vocabulário: Fácil e comum Uso predominante: Denotação (Apesar de alguma conotação) Vocabulário: Fácil e Comum Tipo de frases: Subordinadas Slide 5: Parte mais interessante A relação de afectos que predomina na obra. Os pequenos excertos que nos indicam a saudade do dono pelo seu cão. O desenrolar da relação entre o autor e o seu cão. O poema final dedicado ao cão que não queria ser cão, queria antes ser como nós. Slide 6: “Uma vez foi atrás de uma cadela saída e obrigou-me a correr(…)Apetecia-me matá-lo, mas a dona da cadela, quando o finalmente agarrei(…)começou a elogiar aquele grande sacana.(…)Apeteceu-me dizer-lhe tal cadela tal dona, mas tive de engolir em seco e ainda por cima agradecer. Com ele a olhar para mim, de língua de fora, ia jurar que a sorrir.” (Alegre, Manuel; Cão como nós, 2002, Dom Quixote) Excertos Slide 7: Excertos “Não eram, como se vê, relações simples. O Cão introduziu na família novos sentimentos, alianças subtis, divisões por vezes inesperadas, tensões nem sempre resolvidas. E conseguiu fazer de mim, durante muito tempo, o mau da fita.” “(Sei que andas por aí, oiço os teus passos em certas noites, quando me esqueço e fecho as portas começas a raspar devagarinho, às vezes rosnas, posso mesmo jurar que já te ouvi a uivar, cá em casa dizem que é o vento, eu sei que és tu, os cães também regressam, sei muito bem que andas por aí.)” (Alegre, Manuel; Cão como nós, 2002, Dom Quixote) Slide 8: “Como nós eras altivofiel mas como nósdesobediente.Gostavas de estar conosco a sósmas não cativoe sempre presente-ausentecomo nós.Cão que não queriasser cãoe não lambiasa mãoe não respondiasà voz.CãoComo nós.” (Manuel Alegre) Poema You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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