logging in or signing up FEANI - EUR-ACE and ENGCARD Projects seigokanportugal Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 123 Category: Science & Tech.. License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: March 04, 2010 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description The EUR-ACE and ENGCARD projects from FEANI, the Federation of National Engineering Associations on Europe. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: A FEANI OS PROJECTOS EUR-ACE E ENGCARD João Duarte Silva - ESTS / IPSetúbal Slide 2: Conteúdo da apresentação A FEANI O Projecto EUR-ACE e o ENAEE O Projecto ENGCARD Slide 3: FEANI (www.feani.org) 1 Constituída em 1951, no Luxemburgo, por 7 países: Austria, Belgium, Switzerland, Germany, France, Italy, Luxembourg 29 países 80 Associações Nacionais de Engenharia 2 milhões de engenheiros Slide 4: FEANI (www.feani.org) 2 ÍNDEX de cursos Título de EURING e Registo European Commission, WFEO, UNESCO Objectivos: Afirmar a identidade profissional dos engenheiros Europeus. Falar a uma só voz pelos engenheiros Europeus, respeitando a sua diversidade. Slide 5: Projecto Slide 6: Concretização do Espaço Europeu de Ensino Superior até 2010 (Processo de Bolonha), dentro da qual os cidadãos podem escolher de entre um leque alargado de cursos superiores de qualidade comprovada e beneficiar de um processo de reconhecimento simples. Objectivos: sociedade Europeia do conhecimento, caracterizada por grande mobilidade e formação ao longo da vida. Promoção da comparabilidade e compatibilidade de graus: Dois ciclos, ECTS, adopção de um sistema de graus facilmente compreendidos e comparáveis, Suplemento ao Diploma Promoção da dimensão Europeia do ensino superior Reconhecimento de graus na Europa Cooperação transnacional no domínio da garantia da qualidade : ENQA, EUR-ACE, FEANI Mercado Europeu comum Objectivos: liberdade de movimento dos trabalhadores, direito de estabelecimento profissional e liberdade de serviços. Declaração de Lisboa: tornar a Europa na mais competitiva e dinâmica economia baseada no conhecimento. Directiva Europeia de Reconhecimento de Qualificações Profissionais (2005/36): Objectivo: Criar um sistema de reconhecimento de qualificações transparente, seguro e rápido, para favorecer a livre mobilidade nas profissões reguladas. Paris (1998) Bologna (1999) Prague (2001) Berlin (2003) Bergen (2005) Contexto internacional do Projecto EUR-ACE Slide 7: Contexto para o desenvolvimento de sistemas de acreditação 1. As instituições possuem a capacidade formal de oferecer cursos superiores, dada pelo Estado. Devido à diversidade de escolas e cursos, o reconhecimento público e transnacional da sua qualidade não é adequado (muitas vezes não o é sequer dentro do próprio país). Nalguns países, o grau académico constitui o único reconhecimento para a entrada no mercado de trabalho, enquanto que noutros países outros pré-requisitos são necessários. 3. Os sistemas nacionais de garantia de qualidade e/ou acreditação variam muito de país para país e não há sistemas mútuos de reconhecimento. 4. Existe uma oferta muito grande e diversificada de cursos superiores. Slide 8: A acreditação inclui uma verificação periódica da conformidade com critérios estabelecidos e aceites para a educação em engenharia. O processo de acreditação inclui a análise dos dados fornecidos pela instituição e uma visita à Escola que oferece esse curso de engenharia. É essencialmente um processo conduzido por pares, independentes e apropriadamente formados, quer de instituições de ensino superior, quer da profissão. Características dos sistemas de acreditação (1) Slide 9: O processo de acreditação deve ser da responsabilidade de entidades nacionais, devidamente constituídas para esse efeito. Os critérios estabelecidos devem visar fundamentalmente as competências que o diplomado adquire com o curso e não apenas o processo formativo. Os critérios estabelecidos devem ser compatíveis com padrões europeus. Características dos sistemas de acreditação (2) Slide 10: Vantagens da acreditação de um curso de engenharia Garante que o curso forma graduados com as competências mínimas para o exercício da profissão. Facilita a mobilidade dos profissionais. Facilita a mobilidade de estudantes. Pode facilitar o reconhecimento profissional pelas autoridades nacionais competentes, se for conduzida de acordo com padrões europeus. Slide 11: Parceiros FEANI SEFI, CESAER, EUROCADRES, EHQEEI, TREE ASIIN, OE, EI, CoPi, UAICR, RAEE, EC UK, CTI Aprovado pela Comissão Europeia, iniciado em Setembro 04 e concluído em Novembro 05. Slide 12: Objectivos Criar e implementar o enquadramento Europeu de acreditação de cursos de engenharia, como processo de melhoria da qualidade da educação em engenharia, facilitador do reconhecimento de qualificações e promotor da mobilidade de profissionais. Estabelecer o enquadramento para os critérios de acreditação de cursos de engenharia. Elaborar as directrizes para os procedimentos de acreditação. Slide 13: Competências a adquirir num curso acreditado Diferenciando entre 1º e 2º ciclos 1. Conhecimento e compreensão 2. Capacidade de análise em engenharia 3. Projecto de engenharia 4. Pesquisa 5. Prática de engenharia 6. Competências transversais Slide 14: 1. Conhecimento e compreensão Princípios científicos (matemáticos, físicos, químicos, …) fundamentais específicos do ramo de engenharia. Sistematização da compreensão dos aspectos e conceitos fundamentais do ramo de engenharia. Conhecimento de alguns dos aspectos mais avançados do ramo de engenharia. Consciencialização do contexto multidisciplinar da engenharia. Slide 15: 2. Capacidade de análise em engenharia Identificar, formular e resolver problemas de engenharia. Analisar produtos, processos e métodos. Seleccionar e aplicar os métodos analíticos ou de modelação relevantes. Aplicar métodos inovadores na resolução de problemas. Slide 16: 3. Projecto de engenharia Desenvolver e realizar projectos. Compreender e saber aplicar metodologias de projecto. Ter criatividade para desenvolver novas ideias e métodos. Slide 17: 4. Pesquisa Literatura, bases de dados, normas, regulamentos, ... Delinear e conduzir experimentação adequada, interpretando os resultados e tirando as respectivas conclusões. Estudar a aplicação de tecnologias emergentes no seu ramo de engenharia. Slide 18: 5. Prática de engenharia Seleccionar e usar os equipamentos, ferramentas e métodos adequados. Combinar teoria e prática na resolução de problemas de engenharia. Compreender em profundidade as limitações das técnicas e métodos utilizáveis. Ter conhecimento das implicações não técnicas do exercício da engenharia. Slide 19: 6. Competências transversais Saber trabalhar individualmente ou em grupo. Utilizar diversos métodos para comunicar com a comunidade da engenharia ou com a sociedade em geral, em contexto nacional ou internacional. Ter consciência dos aspectos relacionados com a protecção da saúde, segurança, legislação, impacto ambiental, ... Estar familiarizado com a gestão de projectos e técnicas negociais. Reconhecer a necessidade de formação ao longo da vida e de a definir independentemente. Comprometer-se a seguir um código de ética profissional. Slide 20: Resultados “EUR-ACE Framework Standards for the Accreditation of Engineering Programmes including Template for the Publication of Results” “Commentary on EUR-ACE Framework Standards for the Accreditation of Engineering Programmes” www.feani.org Slide 21: Consequências Estabelecimento do ENAEE (European Network for Accreditation of Engineering Education) em 8 de Fevereiro de 2006, por 14 associações. O ENAEE obrigou-se à implementação das propostas do Projecto EUR-ACE, estabelecendo o sistema EUR-ACE de acreditação de cursos de engenharia. Foi já nomeado o “Label Committee”, cuja missão é a implementação deste sistema de acreditação. FEANI, EC UK, CTI, ASIIN, OE, CoPI, UAICR, SEFI, EI, RAEE, UNIFI, IDA, BTA, EUROCADRES. Em 2007 serão atribuídos os primeiros títulos EUR-ACE a cursos de engenharia. Slide 22: Projecto European Engineering Professional Card Slide 23: Parceiros No âmbito do Ano Europeu da Mobilidade de Trabalhadores (2006), a FEANI em colaboração com o EUROCADRES, propôs o Projecto ENGCARD, “The European Engineering Professional Card”. O projecto foi aprovado pela Comissão Europeia devido às suas características inovadoras que podem facilitar a mobilidade dos profissionais de engenharia e à possibilidade de ser alargado a outras profissões. O projecto iniciou-se em Setembro de 2006. Slide 24: Objectivos Reconhecimento requer confiança, confiança requer transparência. Projecto de um passaporte de qualificações profissionais que facilite a mobilidade dos engenheiros Europeus, reduzindo os obstáculos que se colocam normalmente ao reconhecimento dessas qualificações. Slide 25: Conteúdo Respeito pela legislação e regulamentação nacional dos diferentes países membros. Apresentação das qualificações profissionais de forma estandardizada num cartão com um chip. Estudo de viabilidade para investigar e validar o valor acrescentado do European Engineer Professional Card, tendo em consideração a opinião dos engenheiros, dos empregadores, das administrações públicas nacionais e das organizações profissionais. Slide 26: Resumo Empregadores Facilidade de recrutamento de um engenheiro qualificado e com o perfil adequado para a função. Engenheiros Europeus Reconhecimento fácil, rápido e justo das suas qualificações profissionais. MOBILIDADE Geográfica Ocupacional Permanente Temporária Administrações Nacionais Facilidade do procedimento de reconhecimento, com vista a garantir a qualidade, a segurança, a saúde pública e a protecção do consumidor. Qualificações profissionais 3 a 6 anos de educação superior diferentes perfis de formação + de 30 especialidades + de 10000 cursos Regulação profissional regulada parcialmente regulada não regulada European Engineering Professional Card Slide 27: Directiva sobre Reconhecimento de Qualificações Profissionais (Dir. 2005/36) Directiva sobre Serviços no Mercado Interno (Dir. 2006/123) EQF - Sistema Europeu de Qualificações para a Formação ao Longo da Vida Documentos a ter em consideração EUROPASS – Sistema Europeu para a transparência de qualificações e competências. EUR-ACE, critérios e procedimentos. Slide 28: Obrigado pela vossa atenção. Estou à vossa disposição para responder a perguntas. You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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Objectivos: sociedade Europeia do conhecimento, caracterizada por grande mobilidade e formação ao longo da vida. Promoção da comparabilidade e compatibilidade de graus: Dois ciclos, ECTS, adopção de um sistema de graus facilmente compreendidos e comparáveis, Suplemento ao Diploma Promoção da dimensão Europeia do ensino superior Reconhecimento de graus na Europa Cooperação transnacional no domínio da garantia da qualidade : ENQA, EUR-ACE, FEANI Mercado Europeu comum Objectivos: liberdade de movimento dos trabalhadores, direito de estabelecimento profissional e liberdade de serviços. Declaração de Lisboa: tornar a Europa na mais competitiva e dinâmica economia baseada no conhecimento. Directiva Europeia de Reconhecimento de Qualificações Profissionais (2005/36): Objectivo: Criar um sistema de reconhecimento de qualificações transparente, seguro e rápido, para favorecer a livre mobilidade nas profissões reguladas. Paris (1998) Bologna (1999) Prague (2001) Berlin (2003) Bergen (2005) Contexto internacional do Projecto EUR-ACE Slide 7: Contexto para o desenvolvimento de sistemas de acreditação 1. As instituições possuem a capacidade formal de oferecer cursos superiores, dada pelo Estado. Devido à diversidade de escolas e cursos, o reconhecimento público e transnacional da sua qualidade não é adequado (muitas vezes não o é sequer dentro do próprio país). Nalguns países, o grau académico constitui o único reconhecimento para a entrada no mercado de trabalho, enquanto que noutros países outros pré-requisitos são necessários. 3. Os sistemas nacionais de garantia de qualidade e/ou acreditação variam muito de país para país e não há sistemas mútuos de reconhecimento. 4. Existe uma oferta muito grande e diversificada de cursos superiores. Slide 8: A acreditação inclui uma verificação periódica da conformidade com critérios estabelecidos e aceites para a educação em engenharia. O processo de acreditação inclui a análise dos dados fornecidos pela instituição e uma visita à Escola que oferece esse curso de engenharia. É essencialmente um processo conduzido por pares, independentes e apropriadamente formados, quer de instituições de ensino superior, quer da profissão. Características dos sistemas de acreditação (1) Slide 9: O processo de acreditação deve ser da responsabilidade de entidades nacionais, devidamente constituídas para esse efeito. Os critérios estabelecidos devem visar fundamentalmente as competências que o diplomado adquire com o curso e não apenas o processo formativo. Os critérios estabelecidos devem ser compatíveis com padrões europeus. Características dos sistemas de acreditação (2) Slide 10: Vantagens da acreditação de um curso de engenharia Garante que o curso forma graduados com as competências mínimas para o exercício da profissão. Facilita a mobilidade dos profissionais. Facilita a mobilidade de estudantes. Pode facilitar o reconhecimento profissional pelas autoridades nacionais competentes, se for conduzida de acordo com padrões europeus. Slide 11: Parceiros FEANI SEFI, CESAER, EUROCADRES, EHQEEI, TREE ASIIN, OE, EI, CoPi, UAICR, RAEE, EC UK, CTI Aprovado pela Comissão Europeia, iniciado em Setembro 04 e concluído em Novembro 05. Slide 12: Objectivos Criar e implementar o enquadramento Europeu de acreditação de cursos de engenharia, como processo de melhoria da qualidade da educação em engenharia, facilitador do reconhecimento de qualificações e promotor da mobilidade de profissionais. Estabelecer o enquadramento para os critérios de acreditação de cursos de engenharia. Elaborar as directrizes para os procedimentos de acreditação. Slide 13: Competências a adquirir num curso acreditado Diferenciando entre 1º e 2º ciclos 1. Conhecimento e compreensão 2. Capacidade de análise em engenharia 3. Projecto de engenharia 4. Pesquisa 5. Prática de engenharia 6. Competências transversais Slide 14: 1. Conhecimento e compreensão Princípios científicos (matemáticos, físicos, químicos, …) fundamentais específicos do ramo de engenharia. Sistematização da compreensão dos aspectos e conceitos fundamentais do ramo de engenharia. Conhecimento de alguns dos aspectos mais avançados do ramo de engenharia. Consciencialização do contexto multidisciplinar da engenharia. Slide 15: 2. Capacidade de análise em engenharia Identificar, formular e resolver problemas de engenharia. Analisar produtos, processos e métodos. Seleccionar e aplicar os métodos analíticos ou de modelação relevantes. Aplicar métodos inovadores na resolução de problemas. Slide 16: 3. Projecto de engenharia Desenvolver e realizar projectos. Compreender e saber aplicar metodologias de projecto. Ter criatividade para desenvolver novas ideias e métodos. Slide 17: 4. Pesquisa Literatura, bases de dados, normas, regulamentos, ... Delinear e conduzir experimentação adequada, interpretando os resultados e tirando as respectivas conclusões. Estudar a aplicação de tecnologias emergentes no seu ramo de engenharia. Slide 18: 5. Prática de engenharia Seleccionar e usar os equipamentos, ferramentas e métodos adequados. Combinar teoria e prática na resolução de problemas de engenharia. Compreender em profundidade as limitações das técnicas e métodos utilizáveis. Ter conhecimento das implicações não técnicas do exercício da engenharia. Slide 19: 6. Competências transversais Saber trabalhar individualmente ou em grupo. Utilizar diversos métodos para comunicar com a comunidade da engenharia ou com a sociedade em geral, em contexto nacional ou internacional. Ter consciência dos aspectos relacionados com a protecção da saúde, segurança, legislação, impacto ambiental, ... Estar familiarizado com a gestão de projectos e técnicas negociais. Reconhecer a necessidade de formação ao longo da vida e de a definir independentemente. Comprometer-se a seguir um código de ética profissional. Slide 20: Resultados “EUR-ACE Framework Standards for the Accreditation of Engineering Programmes including Template for the Publication of Results” “Commentary on EUR-ACE Framework Standards for the Accreditation of Engineering Programmes” www.feani.org Slide 21: Consequências Estabelecimento do ENAEE (European Network for Accreditation of Engineering Education) em 8 de Fevereiro de 2006, por 14 associações. O ENAEE obrigou-se à implementação das propostas do Projecto EUR-ACE, estabelecendo o sistema EUR-ACE de acreditação de cursos de engenharia. Foi já nomeado o “Label Committee”, cuja missão é a implementação deste sistema de acreditação. FEANI, EC UK, CTI, ASIIN, OE, CoPI, UAICR, SEFI, EI, RAEE, UNIFI, IDA, BTA, EUROCADRES. Em 2007 serão atribuídos os primeiros títulos EUR-ACE a cursos de engenharia. Slide 22: Projecto European Engineering Professional Card Slide 23: Parceiros No âmbito do Ano Europeu da Mobilidade de Trabalhadores (2006), a FEANI em colaboração com o EUROCADRES, propôs o Projecto ENGCARD, “The European Engineering Professional Card”. O projecto foi aprovado pela Comissão Europeia devido às suas características inovadoras que podem facilitar a mobilidade dos profissionais de engenharia e à possibilidade de ser alargado a outras profissões. O projecto iniciou-se em Setembro de 2006. Slide 24: Objectivos Reconhecimento requer confiança, confiança requer transparência. Projecto de um passaporte de qualificações profissionais que facilite a mobilidade dos engenheiros Europeus, reduzindo os obstáculos que se colocam normalmente ao reconhecimento dessas qualificações. Slide 25: Conteúdo Respeito pela legislação e regulamentação nacional dos diferentes países membros. Apresentação das qualificações profissionais de forma estandardizada num cartão com um chip. Estudo de viabilidade para investigar e validar o valor acrescentado do European Engineer Professional Card, tendo em consideração a opinião dos engenheiros, dos empregadores, das administrações públicas nacionais e das organizações profissionais. Slide 26: Resumo Empregadores Facilidade de recrutamento de um engenheiro qualificado e com o perfil adequado para a função. Engenheiros Europeus Reconhecimento fácil, rápido e justo das suas qualificações profissionais. MOBILIDADE Geográfica Ocupacional Permanente Temporária Administrações Nacionais Facilidade do procedimento de reconhecimento, com vista a garantir a qualidade, a segurança, a saúde pública e a protecção do consumidor. Qualificações profissionais 3 a 6 anos de educação superior diferentes perfis de formação + de 30 especialidades + de 10000 cursos Regulação profissional regulada parcialmente regulada não regulada European Engineering Professional Card Slide 27: Directiva sobre Reconhecimento de Qualificações Profissionais (Dir. 2005/36) Directiva sobre Serviços no Mercado Interno (Dir. 2006/123) EQF - Sistema Europeu de Qualificações para a Formação ao Longo da Vida Documentos a ter em consideração EUROPASS – Sistema Europeu para a transparência de qualificações e competências. EUR-ACE, critérios e procedimentos. Slide 28: Obrigado pela vossa atenção. Estou à vossa disposição para responder a perguntas.