Cova da Piedade

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COVA DA PIEDADE Um Pouco de História da Cova da Piedade...

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Esta terra, uma das 5 paróquias da cidade de Almada, nasceu à sombra duma Ermida, sede da Irmandade de Nossa Senhora da Piedade.

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O topónimo Cova da Piedade ainda não existia nesta época.

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Remontando-se a um Recolhimento existente no local da actual Capela e destinado a “crianças pobres e órfãos”, começaria esta por ter como Padroeiro S. Simão, imagem encontrada no local chamado S. Simão das Barrocas, como ainda hoje se diz; mas na verdade, havia de ser Nossa Senhora da Piedade a tornar-se Padroeira desta terra, desde 1 de Julho de 1616.

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Destruída a referida Capela com o terramoto de Lisboa, em 1755, outra surgiria em 1762, como se lê na verga do portal, à entrada da Igreja.

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A igreja foi reconstruída em 1762 e, por estar na confluência das vias de acesso a Almada, a Cacilhas e a Corroios, terá dinamizado o crescimento do aglomerado urbano, então denominado Cova, pela situação morfológica de vale, e da Piedade, pela devoção mariana que os habitantes escolheram.

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A posição geográfica, as condições climatéricas e ambientais, a fertilidade das terras e a proximidade ao rio, foram factores determinantes na fixação das populações primitivas.

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Os primeiros vestígios da presença do homem na região, remontam ao Paleolítico (cerca de 30 mil anos a.C.) sendo a zona da Ramalha aquela onde se recolheram maior número de instrumentos de pedra lascada, em silex e quartezito.

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A paisagem rural predominava, com a produção do vinho e do trigo nas vertentes viradas para sul, e o regadio nas áreas baixas e húmidas, cujos excedentes eram escoados para os mercados da capital pelo cais de Cacilhas.

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A Freguesia da Cova da Piedade encontra-se voltada para a bacia vestibular do Rio Tejo e a maioria dos seus terrenos são constituídos por depósitos miocénicos (entre 15 e 9 milhões de anos) e aluviões modernos.

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Na Idade Média, tendo em conta que uma parte do território da actual freguesia se situava em terrenos alagadiços à volta de um esteiro do Tejo, o lugar era constituído por pequenos aglomerados dispersos nas áreas mais elevadas.

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Ao longo das diferentes épocas há uma profunda ligação do piedense ao rio, ao campo e, posteriormente, à indústria a ao associativismo

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A Cova da Piedade é uma das terras privilegiadas que muito tem contribuído para a história da arqueologia industrial, implementação do movimento operário e do associativismo popular e da luta pela liberdade, democracia e direitos humanos

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Fruto desse contexto migratório e das ideias liberais do séc. XIX e XX, as fábricas da cortiça seriam um alfobre dos “ventos liberais e republicanos” que aqui assentariam arraiais;

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Lembremo-nos que foi nesta terra que a 23 de Julho de 1833 se travou a batalha de Miguelistas e Liberais, com a vitória destes.

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Até aos anos 30/40 do século XX, a Cova da Piedade apresentava uma feição eminentemente industrial, vertente reforçada em 1938 com a instalação do Arsenal da Marinha, no Alfeite.

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Com o surgimento da Revolução Industrial nos finais do séc. XIX e XX, a Cova da Piedade tornar-se-ía um importante Centro corticeiro com gentes vindas do Algarve e do Alentejo, assim como de pequenos estaleiros navais.

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A 7 de Fevereiro de 1928, a Cova da Piedade adquire autonomia administrativa com a elevação à categoria de Freguesia, através do decreto Lei n.º 15004.

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Enquanto isso, a pressão demográfica intensifica-se a partir dos anos 60, com a construção da ponte sobre o Tejo, em 1966 e da Lisnave, em 1967, arrastando consigo novas necessidades, tanto em matéria de transportes e urbanismo, quer no que respeita aos espaços de convívio social, educação e saúde.

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MONTAGEM Ezequiel Matias Música: Summer Place - Andy Williams

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