logging in or signing up LOGÍSTICA DE TRANSPORTES - INTRODUÇÃO - AULA 1 E 2 rolim_marcus Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 1574 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: February 14, 2011 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Transporte e Distribuição : Transporte e Distribuição História dos Transportes : História dos Transportes Transporte em sentido geral é a ação ou o efeito de levar pessoas ou bens de um lugar a outro. O sistema de transportes é vital para o comércio interno e externo, a fixação dos custos de bens e serviços, a composição dos preços, a regularização dos mercados. Os marcos mais importantes da operação econômica das diversas modalidades de transporte são: •Invenção da Máquina a Vapor; •Início do Transporte Ferroviário; •Início do Transporte Dutoviário; •Início da utilização comercial do Automóvel; •Início da Aviação Comercial. Slide 3: Até a década de 1950, a economia brasileira se fundava na exportação de produtos primários, e com isso o sistema de transportes limitou-se aos transportes fluvial e ferroviário. Com a aceleração do processo industrial na segunda metade do século XX, a política concentrou os recursos no setor rodoviário, com prejuízo para as ferrovias, especialmente na área da indústria pesada e extração mineral. Como resultado, o setor rodoviário,o mais caro depois do aéreo,movimentava no final do século mais de sessenta por cento das cargas. ORIGENS : ORIGENS O intuito de criar uma rede de transportes ligando todo o país nasceu com as democracias desenvolvimentistas, em especial de Getulio Vargas e Juscelino Kubitscheck . Naquela época, o símbolo da modernidade e do avanço em termos de transporte era o automóvel. Isso provocou uma especial atenção dos citadosgovernantes na construção de estradas. Desde então, o Brasil tem sua malha viária baseada no transporte rodoviário. Slide 5: Transporte rodoviário As primeiras rodovias brasileiras datam do século XIX, mas a ampliação da malha rodoviária ocorreu no governo Vargas, com a criação do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER) em 1937. Em 1973 passou a vigorar o Plano Nacional de Viação, que modificou e definiu o sistema rodoviário federal. Slide 6: As dificuldades econômicas do país a partir do final da década de 1970 causaram uma progressiva degradação da rede rodoviária. A construção de novas estradas foi praticamente paralisada ou se manteve apenas setorialmente e em ritmo muito lento e a manutenção deixou de obedecer a requisitos elementares. Este é o principal meio de transporte no Brasil tanto em relação ao transporte de cargas quanto o de pessoas, embora não seja o mais indicado para todos os finsdevido a seu custo e poluição ambiental. Slide 8: Transporte Ferroviário Primeiras iniciativas nacionais, relativas à construção de ferrovias remontam ao ano de 1828, quando o Governo Imperial autorizou por Carta de Lei a construção e exploração de estradas em geral. O propósito era a interligação das diversas regiões do País. É importante destacar que, até a chegada das ferrovias no Brasil, o transporte terrestre de mercadorias se processava no lombo dos burros em estradas carroçáveis. É conveniente salientar que em São Paulo, as estradas de ferro foram decorrência natural das exportações agrícolas. Slide 9: As rodovias tem sofrido um processo de desestatização devido a dificuldade do governo em manter as ferrovias brasileiras e explorá-las devidamente. Dentre as ferrovias citadas, salienta-se a implantação da Paranaguá – Curitiba, que se constituiu um marco de excelência da engenharia ferroviária brasileira, considerado, à época, por muitos técnicos europeus, como irrealizável. A sua construção durou menos de 5 anos, apesar das dificuldades enfrentadas nos seus 110 km de extensão. Slide 10: RODOVIA PARANAGUÁ-CURITIBA Densidade de Infra Estrutura Ferroviária: Brasil x EUA(Fonte: CNT/Coppead, 2002) : Densidade de Infra Estrutura Ferroviária: Brasil x EUA(Fonte: CNT/Coppead, 2002) Slide 13: Transporte hidroviário As hidrovias, uma alternativa sempre lembrada dadas as condições privilegiadas da rede fluvial nacional, pouco se desenvolveram. A navegação fluvial nunca foi bem aproveitada para o transporte de cargas. Em 1994, a malha hidroviária participava com apenas 1% do transporte de cargas. Entre os fatos de maior repercussão no transporte marítimo no século XX destacam-se: a substituição do carvão pelo petróleo como combustível. Falta de abertura de canais e interligação com outros modais. Slide 14: O litoral é de 9.198 km e possui uma rede hidroviária enorme e ainda não explorada adequadamente para o transporte marítimo. O modal aquaviário é fundamental para promover e integrar o país interna e externamente. Afinal,são oito bacias com 48 mil km de rios navegáveis, reunindo, pelo menos, 16 hidrovias e 20 portos fluviais. O transporte marítimo tem grande importância na exportação de alimentos, minérios e madeira por seu alto volume de transporte. PORTO DE SANTOS – MAIOR PORTO BRASILEIRO : PORTO DE SANTOS – MAIOR PORTO BRASILEIRO Slide 17: O Porto de Paranaguá, segundo maior do país. Grande exportação de soja Slide 18: Transporte aéreo A aviação iniciou-se no Brasil com um vôo de Edmond Plauchut, a 22 de Outubro de 1911. O aviador que fora mecânico de Santos Dumont em Paris, decolou da praça Mauá, voou sobre a avenida Central e caiu no mar, de uma altura de 80 metros, ao chegar à Ilha do Governador. Era então bem grande o entusiasmo pela aviação. A extensão do país e a precariedade de outros meios de transporte fizeram com que a aviação comercial tivesse uma expansão excepcional no Brasil. Em 1960, o país tinha a maior rede comercial do mundo em volume de tráfego depois dos Estados Unidos. Iniciou-se a aviação comercial brasileira em 1927. A crise e o estímulo do governo federal às fusões de empresas reduziram esse número para apenas quatro grandes empresas comerciais. O transporte aéreo tem importância pelo fato do Brasil ser um país extenso, há vôos que podem durar mais de 4 horas ao se viajar para cidades distantes. Slide 19: A Globalização de mercados impôs, a todos os players , que busquem adequar-se aos parâmetros internacionais deeficiência e produtividade, pois, do contrário, estarão alijados do processo de desenvolvimento. O Cenário Brasileiro : O Cenário Brasileiro O transporte no Brasil sempre foi visto como obra de engenharia. O Governo Federal deixou de cumprir seu papel de provedor e mantenedor da infra-estrutura básica para o transporte ecirculação de bens e pessoas, tanto no âmbito doméstico quanto no internacional. Investimentos no setor de Transportes : Investimentos no setor de Transportes Pela União: Década de 80 0,7% do PIB Década de 90 0,2% do PIB Período 2000-04 0,18% do PIB (Fonte: CNI) Slide 22: Resultados: elevação dos custos de distribuição e a perda de competitividade das empresas; inibição à necessária revisão da matriz de transportes; comprometimento da manutenção da malha de rodovias existente - 60% da carga nacional é transportada por rodovias; Ineficiência no transporte de tipos de cargas e percursos que deveriam ser feitos através do modal ferroviário ou aquaviário; A sobrecarga nas rodovias nacionais contribuiu para o seu péssimo estado geral de conservação – a pouco tempo atrás 80% das rodovias federais sob gestão estatal encontravam-se em estado deficiente, ruim ou péssimo. Deficiência na Gestão e Estrutura dosTransportes : Deficiência na Gestão e Estrutura dosTransportes Durante anos o Modelo de intervenção do Estado foi inadequado. Havia a necessidade de uma nova organização aparelhada para assumir estudos, planejamento e acompanhamento: *da logística dos transportes; *da intermodalidade; *da melhor gestão dos recursos públicos e das diretrizes para a realização dos investimentos privados. Existia uma superposição de funções entre os diversos órgãos públicos do setor. Slide 25: O Resultado da falta de investimentos e da deficiência da gestão da estrutura dos transportes gerou a preocupante situação: desvantagem competitiva do País em relação a seus concorrentes no mercado internacional. AÇÕES URGENTES E IMEDIATAS : AÇÕES URGENTES E IMEDIATAS Para a superação do déficit nos setores de transportes,portos, saneamento básico e energia são requeridosinvestimentos da ordem de R$ 40 bi/ano, a curto prazo. Fica evidente a necessidade do aumento do investimento privado. Todas as situações favoráveis a um boom de investimentos estão presentes tecnologia, investidores, recursos mobilizáveis. Slide 27: Aperfeiçoar a legislação das ferrovias sobre o direito de passagem/tráfego mútuo e resolver o problema das invasões nas faixas de domínio. As regulamentações sobre o direito de passagem e o tráfego mútuo precisam ser aperfeiçoadas, especialmente no acesso ferroviário ao Porto de Santos. Outro ponto crítico é a invasão das faixas de domínio nos acessos ferroviários, especialmente nos portos do Rio de Janeiro e de Santos. A retirada e conseqüente liberação do tráfego ferroviário melhoraria a velocidade comercial das composições. RECOMENDAÇÕES : RECOMENDAÇÕES Aumentar a competição no Transporte de cabotagem de cargas; Reduzir as limitações hoje existentes ao afretamento de embarcações estrangeiras por parte das empresas brasileiras de navegação de cabotagem. De acordo com a ordenação do transporte aquaviário, lei 9.432 de 1997 Art. 9º O afretamento de embarcação estrangeira por viagem ou por tempo, para operar na navegação interior de percurso nacional ou no transporte de mercadorias na navegação de cabotagem ou nas navegações de apoio portuário e marítimo, bem como a casco nu (contrato de utilização do navio) na navegação de apoio portuário, depende de autorização do órgão competente e só poderá ocorrer nos seguintes casos: No Brasil, a oferta dos serviços no transporte marítimo de cabotagem de mercadorias é baixa. O espaço ofertado pelos navios é insuficiente para atender a demanda. Slide 30: Eleger a Multimodalidade como o grande norte a ser perseguido em termos de políticas e de investimento público. Logística doméstica ou internacional - não pode ser praticada sem que o ambiente Multimodal exista, seja do ponto de vista legal, seja na sua própria infra-estrutura. A Multimodalidade – é a resposta concreta para equacionar o problema do alto custo logístico. Slide 31: “Portos Secos” Implantação de “Portos Secos aparelhados para cumprir seu papel de elo de ligação entre as zonas industriais/comerciais e portos e aeroportos. Os “Portos Secos” devem ser instalados, necessariamente, em local servido por dois ou mais modais de transportes, produzindo um fluxo de transportes econômico, racional,preservando as condições ambientais e de qualidade de vida das comunidades da região. Slide 33: O setor de transportes é elo entre a produção e o consumo e também entre as pessoas e as suas necessidades de locomoção em busca do atendimento de seus desejos sociais. No Brasil, representa mais de 6,4% do PIB, patamar atingido devido à atuação de mais de 40 mil empresas transportadoras, 2,5 milhões de trabalhadores e mais de 300 mil transportadores autônomos. Mesmo sendo indubitável a sua importância para a economia do país, o setor de transporte enfrenta graves problemas, que oneram o preço dos produtos brasileiros no mercado interno e externo, impactam o desenvolvimento econômico e social do país e agravam o risco de se ter um transporte incapaz de acompanhar o crescimento da demanda por qualidade. Slide 34: Alguns sintomas presentes: •Frota rodoviária com idade média de cerca de 17,5 anos;•Locomotivas com idade média de 25 anos;•Estradas com condições péssima, ruim ou deficiente em 59,1% dos casos;•Baixa disponibilidade de infra-estrutura ferroviária;•Baixíssima disponibilidade de terminais multimodais;•Hidrovias sendo ainda pouco utilizadas para o escoamento de safra agrícola. A disponibilidade de infra-estrutura de transporte no país é incompatível com sua grandeza e riqueza, constituindo-se em grave problema para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Slide 35: 38,8% da extensão das rodovias pesquisadas se encontram com o pavimento em estado deficiente, ruim ou péssimo; 40% da extensão não estão sinalizados de forma adequada; 22 % não possuem acostamento e 18% têm placas cobertas pelo mato. Slide 36: A má qualidade da infra-estrutura rodoviária existente, contribui não só para o aumento do custo Brasil, mas também geram impactos sociais importantes, como os advindos do elevado número de acidentes nas estradas brasileiras. Fundamentos de Transporte : Fundamentos de Transporte O transporte é um dos elementos mais visíveis das operações logísticas. Bowersox & Closs(2001). Para a maioria das empresas o transporte é geralmente o elemento mais importante nos custos logísticos. Ambiente caracterizado por: •Extremo dinamismo;•Máxima disponibilidade;•Flutuação da demanda;•Competitividade;•Globalização Slide 39: Em logística deve-se projetar e especificar: As maneiras pelas as quais produção e demanda devem ser compatibilizadas; Como suas diferenças geográficas devem ser transpostas. Objetivo Fazer com que bens ou serviço corretos cheguem no instante e lugar exatos e na condição desejada. PLANEJAMENTO ESPACIAL : PLANEJAMENTO ESPACIAL Qual é o principal problema a ser tratado? Localização: Fluxos que vão passar em cada armazém; Tempo de repor os estoques nos depósitos; Tempo de entrega. PLANEJAMENTO TEMPORAL : PLANEJAMENTO TEMPORAL “ É abordado uma grande preocupação no tempo de entrega dos pedidos.” • Avaliar métodos alternativos de transportes; • Determinar o melhor plano para gerenciar estoques; • Especificar os meios apropriados de transmissão e processamento de pedidos. PRINCÍPIOS PARA UM BOM PLANEJAMENTO : PRINCÍPIOS PARA UM BOM PLANEJAMENTO DIFERENCIAR A DISTRIBUIÇÃO O nível de serviço não precisa ser o mesmo para todos os produtos Estratégias • Uso da curva ABC; • O canal de distribuição dos produto deverá seguir alguns critérios: Localização Rotatividade dos produtos Alternativas de Canais Slide 43: Estratégias compostas “ Uma estratégia composta tem custos menores que uma estratégia simples ou pura.” Fatores que influenciam: Volume, peso, tamanho de lote, Volume de venda, nível de serviço, urgência Economia de escala e redução de custos Consolidação: “ Criar grandes carregamentos a partir de vários outros pequenos.” Slide 44: QUER SABER QUEM SÃO OS MESTRES EM LOGÍSTICA? : QUER SABER QUEM SÃO OS MESTRES EM LOGÍSTICA? You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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O sistema de transportes é vital para o comércio interno e externo, a fixação dos custos de bens e serviços, a composição dos preços, a regularização dos mercados. Os marcos mais importantes da operação econômica das diversas modalidades de transporte são: •Invenção da Máquina a Vapor; •Início do Transporte Ferroviário; •Início do Transporte Dutoviário; •Início da utilização comercial do Automóvel; •Início da Aviação Comercial. Slide 3: Até a década de 1950, a economia brasileira se fundava na exportação de produtos primários, e com isso o sistema de transportes limitou-se aos transportes fluvial e ferroviário. Com a aceleração do processo industrial na segunda metade do século XX, a política concentrou os recursos no setor rodoviário, com prejuízo para as ferrovias, especialmente na área da indústria pesada e extração mineral. Como resultado, o setor rodoviário,o mais caro depois do aéreo,movimentava no final do século mais de sessenta por cento das cargas. ORIGENS : ORIGENS O intuito de criar uma rede de transportes ligando todo o país nasceu com as democracias desenvolvimentistas, em especial de Getulio Vargas e Juscelino Kubitscheck . Naquela época, o símbolo da modernidade e do avanço em termos de transporte era o automóvel. Isso provocou uma especial atenção dos citadosgovernantes na construção de estradas. Desde então, o Brasil tem sua malha viária baseada no transporte rodoviário. Slide 5: Transporte rodoviário As primeiras rodovias brasileiras datam do século XIX, mas a ampliação da malha rodoviária ocorreu no governo Vargas, com a criação do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER) em 1937. Em 1973 passou a vigorar o Plano Nacional de Viação, que modificou e definiu o sistema rodoviário federal. Slide 6: As dificuldades econômicas do país a partir do final da década de 1970 causaram uma progressiva degradação da rede rodoviária. A construção de novas estradas foi praticamente paralisada ou se manteve apenas setorialmente e em ritmo muito lento e a manutenção deixou de obedecer a requisitos elementares. Este é o principal meio de transporte no Brasil tanto em relação ao transporte de cargas quanto o de pessoas, embora não seja o mais indicado para todos os finsdevido a seu custo e poluição ambiental. Slide 8: Transporte Ferroviário Primeiras iniciativas nacionais, relativas à construção de ferrovias remontam ao ano de 1828, quando o Governo Imperial autorizou por Carta de Lei a construção e exploração de estradas em geral. O propósito era a interligação das diversas regiões do País. É importante destacar que, até a chegada das ferrovias no Brasil, o transporte terrestre de mercadorias se processava no lombo dos burros em estradas carroçáveis. É conveniente salientar que em São Paulo, as estradas de ferro foram decorrência natural das exportações agrícolas. Slide 9: As rodovias tem sofrido um processo de desestatização devido a dificuldade do governo em manter as ferrovias brasileiras e explorá-las devidamente. Dentre as ferrovias citadas, salienta-se a implantação da Paranaguá – Curitiba, que se constituiu um marco de excelência da engenharia ferroviária brasileira, considerado, à época, por muitos técnicos europeus, como irrealizável. A sua construção durou menos de 5 anos, apesar das dificuldades enfrentadas nos seus 110 km de extensão. Slide 10: RODOVIA PARANAGUÁ-CURITIBA Densidade de Infra Estrutura Ferroviária: Brasil x EUA(Fonte: CNT/Coppead, 2002) : Densidade de Infra Estrutura Ferroviária: Brasil x EUA(Fonte: CNT/Coppead, 2002) Slide 13: Transporte hidroviário As hidrovias, uma alternativa sempre lembrada dadas as condições privilegiadas da rede fluvial nacional, pouco se desenvolveram. A navegação fluvial nunca foi bem aproveitada para o transporte de cargas. Em 1994, a malha hidroviária participava com apenas 1% do transporte de cargas. Entre os fatos de maior repercussão no transporte marítimo no século XX destacam-se: a substituição do carvão pelo petróleo como combustível. Falta de abertura de canais e interligação com outros modais. Slide 14: O litoral é de 9.198 km e possui uma rede hidroviária enorme e ainda não explorada adequadamente para o transporte marítimo. O modal aquaviário é fundamental para promover e integrar o país interna e externamente. Afinal,são oito bacias com 48 mil km de rios navegáveis, reunindo, pelo menos, 16 hidrovias e 20 portos fluviais. O transporte marítimo tem grande importância na exportação de alimentos, minérios e madeira por seu alto volume de transporte. PORTO DE SANTOS – MAIOR PORTO BRASILEIRO : PORTO DE SANTOS – MAIOR PORTO BRASILEIRO Slide 17: O Porto de Paranaguá, segundo maior do país. Grande exportação de soja Slide 18: Transporte aéreo A aviação iniciou-se no Brasil com um vôo de Edmond Plauchut, a 22 de Outubro de 1911. O aviador que fora mecânico de Santos Dumont em Paris, decolou da praça Mauá, voou sobre a avenida Central e caiu no mar, de uma altura de 80 metros, ao chegar à Ilha do Governador. Era então bem grande o entusiasmo pela aviação. A extensão do país e a precariedade de outros meios de transporte fizeram com que a aviação comercial tivesse uma expansão excepcional no Brasil. Em 1960, o país tinha a maior rede comercial do mundo em volume de tráfego depois dos Estados Unidos. Iniciou-se a aviação comercial brasileira em 1927. A crise e o estímulo do governo federal às fusões de empresas reduziram esse número para apenas quatro grandes empresas comerciais. O transporte aéreo tem importância pelo fato do Brasil ser um país extenso, há vôos que podem durar mais de 4 horas ao se viajar para cidades distantes. Slide 19: A Globalização de mercados impôs, a todos os players , que busquem adequar-se aos parâmetros internacionais deeficiência e produtividade, pois, do contrário, estarão alijados do processo de desenvolvimento. O Cenário Brasileiro : O Cenário Brasileiro O transporte no Brasil sempre foi visto como obra de engenharia. O Governo Federal deixou de cumprir seu papel de provedor e mantenedor da infra-estrutura básica para o transporte ecirculação de bens e pessoas, tanto no âmbito doméstico quanto no internacional. Investimentos no setor de Transportes : Investimentos no setor de Transportes Pela União: Década de 80 0,7% do PIB Década de 90 0,2% do PIB Período 2000-04 0,18% do PIB (Fonte: CNI) Slide 22: Resultados: elevação dos custos de distribuição e a perda de competitividade das empresas; inibição à necessária revisão da matriz de transportes; comprometimento da manutenção da malha de rodovias existente - 60% da carga nacional é transportada por rodovias; Ineficiência no transporte de tipos de cargas e percursos que deveriam ser feitos através do modal ferroviário ou aquaviário; A sobrecarga nas rodovias nacionais contribuiu para o seu péssimo estado geral de conservação – a pouco tempo atrás 80% das rodovias federais sob gestão estatal encontravam-se em estado deficiente, ruim ou péssimo. Deficiência na Gestão e Estrutura dosTransportes : Deficiência na Gestão e Estrutura dosTransportes Durante anos o Modelo de intervenção do Estado foi inadequado. Havia a necessidade de uma nova organização aparelhada para assumir estudos, planejamento e acompanhamento: *da logística dos transportes; *da intermodalidade; *da melhor gestão dos recursos públicos e das diretrizes para a realização dos investimentos privados. Existia uma superposição de funções entre os diversos órgãos públicos do setor. Slide 25: O Resultado da falta de investimentos e da deficiência da gestão da estrutura dos transportes gerou a preocupante situação: desvantagem competitiva do País em relação a seus concorrentes no mercado internacional. AÇÕES URGENTES E IMEDIATAS : AÇÕES URGENTES E IMEDIATAS Para a superação do déficit nos setores de transportes,portos, saneamento básico e energia são requeridosinvestimentos da ordem de R$ 40 bi/ano, a curto prazo. Fica evidente a necessidade do aumento do investimento privado. Todas as situações favoráveis a um boom de investimentos estão presentes tecnologia, investidores, recursos mobilizáveis. Slide 27: Aperfeiçoar a legislação das ferrovias sobre o direito de passagem/tráfego mútuo e resolver o problema das invasões nas faixas de domínio. As regulamentações sobre o direito de passagem e o tráfego mútuo precisam ser aperfeiçoadas, especialmente no acesso ferroviário ao Porto de Santos. Outro ponto crítico é a invasão das faixas de domínio nos acessos ferroviários, especialmente nos portos do Rio de Janeiro e de Santos. A retirada e conseqüente liberação do tráfego ferroviário melhoraria a velocidade comercial das composições. RECOMENDAÇÕES : RECOMENDAÇÕES Aumentar a competição no Transporte de cabotagem de cargas; Reduzir as limitações hoje existentes ao afretamento de embarcações estrangeiras por parte das empresas brasileiras de navegação de cabotagem. De acordo com a ordenação do transporte aquaviário, lei 9.432 de 1997 Art. 9º O afretamento de embarcação estrangeira por viagem ou por tempo, para operar na navegação interior de percurso nacional ou no transporte de mercadorias na navegação de cabotagem ou nas navegações de apoio portuário e marítimo, bem como a casco nu (contrato de utilização do navio) na navegação de apoio portuário, depende de autorização do órgão competente e só poderá ocorrer nos seguintes casos: No Brasil, a oferta dos serviços no transporte marítimo de cabotagem de mercadorias é baixa. O espaço ofertado pelos navios é insuficiente para atender a demanda. Slide 30: Eleger a Multimodalidade como o grande norte a ser perseguido em termos de políticas e de investimento público. Logística doméstica ou internacional - não pode ser praticada sem que o ambiente Multimodal exista, seja do ponto de vista legal, seja na sua própria infra-estrutura. A Multimodalidade – é a resposta concreta para equacionar o problema do alto custo logístico. Slide 31: “Portos Secos” Implantação de “Portos Secos aparelhados para cumprir seu papel de elo de ligação entre as zonas industriais/comerciais e portos e aeroportos. Os “Portos Secos” devem ser instalados, necessariamente, em local servido por dois ou mais modais de transportes, produzindo um fluxo de transportes econômico, racional,preservando as condições ambientais e de qualidade de vida das comunidades da região. Slide 33: O setor de transportes é elo entre a produção e o consumo e também entre as pessoas e as suas necessidades de locomoção em busca do atendimento de seus desejos sociais. No Brasil, representa mais de 6,4% do PIB, patamar atingido devido à atuação de mais de 40 mil empresas transportadoras, 2,5 milhões de trabalhadores e mais de 300 mil transportadores autônomos. Mesmo sendo indubitável a sua importância para a economia do país, o setor de transporte enfrenta graves problemas, que oneram o preço dos produtos brasileiros no mercado interno e externo, impactam o desenvolvimento econômico e social do país e agravam o risco de se ter um transporte incapaz de acompanhar o crescimento da demanda por qualidade. Slide 34: Alguns sintomas presentes: •Frota rodoviária com idade média de cerca de 17,5 anos;•Locomotivas com idade média de 25 anos;•Estradas com condições péssima, ruim ou deficiente em 59,1% dos casos;•Baixa disponibilidade de infra-estrutura ferroviária;•Baixíssima disponibilidade de terminais multimodais;•Hidrovias sendo ainda pouco utilizadas para o escoamento de safra agrícola. A disponibilidade de infra-estrutura de transporte no país é incompatível com sua grandeza e riqueza, constituindo-se em grave problema para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Slide 35: 38,8% da extensão das rodovias pesquisadas se encontram com o pavimento em estado deficiente, ruim ou péssimo; 40% da extensão não estão sinalizados de forma adequada; 22 % não possuem acostamento e 18% têm placas cobertas pelo mato. Slide 36: A má qualidade da infra-estrutura rodoviária existente, contribui não só para o aumento do custo Brasil, mas também geram impactos sociais importantes, como os advindos do elevado número de acidentes nas estradas brasileiras. Fundamentos de Transporte : Fundamentos de Transporte O transporte é um dos elementos mais visíveis das operações logísticas. Bowersox & Closs(2001). Para a maioria das empresas o transporte é geralmente o elemento mais importante nos custos logísticos. Ambiente caracterizado por: •Extremo dinamismo;•Máxima disponibilidade;•Flutuação da demanda;•Competitividade;•Globalização Slide 39: Em logística deve-se projetar e especificar: As maneiras pelas as quais produção e demanda devem ser compatibilizadas; Como suas diferenças geográficas devem ser transpostas. Objetivo Fazer com que bens ou serviço corretos cheguem no instante e lugar exatos e na condição desejada. PLANEJAMENTO ESPACIAL : PLANEJAMENTO ESPACIAL Qual é o principal problema a ser tratado? Localização: Fluxos que vão passar em cada armazém; Tempo de repor os estoques nos depósitos; Tempo de entrega. PLANEJAMENTO TEMPORAL : PLANEJAMENTO TEMPORAL “ É abordado uma grande preocupação no tempo de entrega dos pedidos.” • Avaliar métodos alternativos de transportes; • Determinar o melhor plano para gerenciar estoques; • Especificar os meios apropriados de transmissão e processamento de pedidos. PRINCÍPIOS PARA UM BOM PLANEJAMENTO : PRINCÍPIOS PARA UM BOM PLANEJAMENTO DIFERENCIAR A DISTRIBUIÇÃO O nível de serviço não precisa ser o mesmo para todos os produtos Estratégias • Uso da curva ABC; • O canal de distribuição dos produto deverá seguir alguns critérios: Localização Rotatividade dos produtos Alternativas de Canais Slide 43: Estratégias compostas “ Uma estratégia composta tem custos menores que uma estratégia simples ou pura.” Fatores que influenciam: Volume, peso, tamanho de lote, Volume de venda, nível de serviço, urgência Economia de escala e redução de custos Consolidação: “ Criar grandes carregamentos a partir de vários outros pequenos.” Slide 44: QUER SABER QUEM SÃO OS MESTRES EM LOGÍSTICA? : QUER SABER QUEM SÃO OS MESTRES EM LOGÍSTICA?