logging in or signing up O BOM PROFESSOR rolim_marcus Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 429 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: September 16, 2010 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: Educadores contam como aprenderam com seus erros Slide 2: Professores têm a competência de verificar habilidades, testar a compreensão de conteúdos e ajudar cada estudante a reconhecer (e superar) os erros. Fingir que nada ocorreu não é a melhor saída. Ao contrário: se ficar evidente que alguma atividade não deu certo em razão de uma falha pessoal, a autocrítica é fundamental para melhorar a atuação profissional. Slide 3: O ideal é que essa reflexão seja vivenciada de forma madura, sem culpa ou rigor excessivos e complacência extremada. Medo ou vergonha são outros sentimentos que não cabem nessa hora. Afinal - não machuca repetir essa obviedade - todo mundo erra. Slide 4: Alguns tropeços podem parecer familiares: falar demais e alongar a parte expositiva, despejar conteúdo sem levar em conta o ritmo dos jovens e seu universo cultural, desconsiderar as necessidades de alunos com deficiência e negar o próprio papel ao levar em conta somente os interesses das crianças ou dos jovens. Slide 5: A lista de falhas é diversa e devemos analisar o que falhou, por que e como isso ocorreu. Muitas vezes, basta o distanciamento temporal do deslize para percebê-lo. Em outras ocasiões, são as conversas com os colegas que nos trazem o alerta e em muitos casos, o estudo e a leitura são importantes aliados para a reflexão. Slide 6: "Todos nós erramos algumas vezes, ou seja, pensamos ou agimos de um modo que um dia terá, talvez, que ser revisto", afirma Lino de Macedo. Essa revisão de idéias, pensamentos e ações exige uma visão relativista do erro - isso significa ter em mente que o que não funciona em uma determinada classe, num determinado momento, pode muitas vezes dar certo em outro contexto. Slide 7: Eu falava demais e escutava pouco.” Lino de Macedo Professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). Lecionou nas séries iniciais do Ensino Fundamental. “Eu tinha uma ânsia de explicar os temas, de expô-los pela fala. Acho que diversos educadores passam por isso. Muitos professores, e eu sou um deles, defendem que o aluno precisa ter um papel ativo, que faça atividades, que questione e participe do processo de ensino e aprendizagem. Mas, contraditoriamente, tomamos grande parte da aula para nós, deixando pouco espaço para a turma - eu, até hoje, preciso seguir atento em relação a isso. Slide 8: Aí mora um problema: como exigir que as crianças sejam ativas se a única coisa que elas podem fazer enquanto falamos é escutar? Gerir a participação delas é difícil: requer tempo, experiência e domínio da sala de aula. O processo de construção de conhecimento é baseado em muita análise e reflexão. É necessário, sobretudo, ouvir os alunos com uma escuta ativa, com interesse verdadeiro sobre o que eles querem comunicar. Algo que ainda sigo aprendendo." Slide 9: "Eu não soube apresentar o conteúdo para os jovens.” Mário Sérgio Cortella Docente do Departamento de Fundamentos da Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Lecionou Filosofia no Ensino Médio. Comecei o curso com um passeio por A República, de Platão (428/427-348/347 a.C.). Minha idéia era questionar o sentido da existência. Mas fiz isso sem levar a uma reflexão sobre o desespero platônico nem discutir os problemas envolvidos no livro. Logo percebi minha falha. Por mais que aqueles 30 adolescentes na minha frente fossem comportados, o desinteresse ficou evidente. Slide 10: DEPOIMENTOS: BOM PROFESSOR Slide 11: “O bom professor” explica bem. Tem gente que sabe, mas não sabe explicar! Esse” pode até ser “doutor”, mas não é professor. (Servente de escola pública) Slide 12: O “Bom professor” é aquele que não “dá” aula. Ele constrói a aula com o aluno. (Professor de escola pública) Slide 13: Sabe... tem professor que dá aula depois do recreio e a turma fica “enrolando”, andando devagar, “jogando conversa fora”... só pra ficar mais no recreio. “Agora”... com esse professor, não. Acho que é o jeito de passar a matéria... parece que a gente está vendo o que ele está falando. (Aluno de escola particular) Slide 14: A professora sempre elogia a gente... muito poucos professores elogiam. Eles sabem dizer que a gente está errado, mas nunca elogiam. Tem aluno que gosta de ir à aula dessa professora só para ouvir elogio. Por isso, também, ninguém quer fazer nada errado e todos prestam atenção e fazem os deveres. (Aluno de escola pública) Slide 15: A turma toda trabalha bem na aula do professor... ele ajuda a gente a aprender o que ele está ensinando. Ele fala das coisas que estão acontecendo... coisas que a gente faz. Acho importante, também que ele não corre com a matéria... dá tempo de copiar, de passar sem pressa no caderno. Daí a gente trabalha em grupo, faz o resumo no caderno e ele corrige. Ele faz tudo isso, mas faz como amigo... é um amigo de verdade. Ele respeita a gente, elogia o que a gente faz de bom e tem calma quando a gente erra. Bom professor é isso aí... (Aluno de escola pública) Slide 16: O conteúdo do professor é muito importante, mas... isso não basta. É preciso ter facilidade de explicar, de partir daquilo que o aluno vive, que o aluno conhece, e também partir dos fatos de hoje. É preciso usar várias maneiras de ensinar, afinal, ensina-se para vários alunos e não para um só. É dessa forma que os bons professores procuram agir. (Professor de escola particular) Slide 17: FAÇA UMA AUTOANÁLISE E PERGUNTE-SE O QUE O ALUNO IDEALIZA DE UM BOM PROFESSOR ? You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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Ao contrário: se ficar evidente que alguma atividade não deu certo em razão de uma falha pessoal, a autocrítica é fundamental para melhorar a atuação profissional. Slide 3: O ideal é que essa reflexão seja vivenciada de forma madura, sem culpa ou rigor excessivos e complacência extremada. Medo ou vergonha são outros sentimentos que não cabem nessa hora. Afinal - não machuca repetir essa obviedade - todo mundo erra. Slide 4: Alguns tropeços podem parecer familiares: falar demais e alongar a parte expositiva, despejar conteúdo sem levar em conta o ritmo dos jovens e seu universo cultural, desconsiderar as necessidades de alunos com deficiência e negar o próprio papel ao levar em conta somente os interesses das crianças ou dos jovens. Slide 5: A lista de falhas é diversa e devemos analisar o que falhou, por que e como isso ocorreu. Muitas vezes, basta o distanciamento temporal do deslize para percebê-lo. Em outras ocasiões, são as conversas com os colegas que nos trazem o alerta e em muitos casos, o estudo e a leitura são importantes aliados para a reflexão. Slide 6: "Todos nós erramos algumas vezes, ou seja, pensamos ou agimos de um modo que um dia terá, talvez, que ser revisto", afirma Lino de Macedo. Essa revisão de idéias, pensamentos e ações exige uma visão relativista do erro - isso significa ter em mente que o que não funciona em uma determinada classe, num determinado momento, pode muitas vezes dar certo em outro contexto. Slide 7: Eu falava demais e escutava pouco.” Lino de Macedo Professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). Lecionou nas séries iniciais do Ensino Fundamental. “Eu tinha uma ânsia de explicar os temas, de expô-los pela fala. Acho que diversos educadores passam por isso. Muitos professores, e eu sou um deles, defendem que o aluno precisa ter um papel ativo, que faça atividades, que questione e participe do processo de ensino e aprendizagem. Mas, contraditoriamente, tomamos grande parte da aula para nós, deixando pouco espaço para a turma - eu, até hoje, preciso seguir atento em relação a isso. Slide 8: Aí mora um problema: como exigir que as crianças sejam ativas se a única coisa que elas podem fazer enquanto falamos é escutar? Gerir a participação delas é difícil: requer tempo, experiência e domínio da sala de aula. O processo de construção de conhecimento é baseado em muita análise e reflexão. É necessário, sobretudo, ouvir os alunos com uma escuta ativa, com interesse verdadeiro sobre o que eles querem comunicar. Algo que ainda sigo aprendendo." Slide 9: "Eu não soube apresentar o conteúdo para os jovens.” Mário Sérgio Cortella Docente do Departamento de Fundamentos da Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Lecionou Filosofia no Ensino Médio. Comecei o curso com um passeio por A República, de Platão (428/427-348/347 a.C.). Minha idéia era questionar o sentido da existência. Mas fiz isso sem levar a uma reflexão sobre o desespero platônico nem discutir os problemas envolvidos no livro. Logo percebi minha falha. Por mais que aqueles 30 adolescentes na minha frente fossem comportados, o desinteresse ficou evidente. Slide 10: DEPOIMENTOS: BOM PROFESSOR Slide 11: “O bom professor” explica bem. Tem gente que sabe, mas não sabe explicar! Esse” pode até ser “doutor”, mas não é professor. (Servente de escola pública) Slide 12: O “Bom professor” é aquele que não “dá” aula. Ele constrói a aula com o aluno. (Professor de escola pública) Slide 13: Sabe... tem professor que dá aula depois do recreio e a turma fica “enrolando”, andando devagar, “jogando conversa fora”... só pra ficar mais no recreio. “Agora”... com esse professor, não. Acho que é o jeito de passar a matéria... parece que a gente está vendo o que ele está falando. (Aluno de escola particular) Slide 14: A professora sempre elogia a gente... muito poucos professores elogiam. Eles sabem dizer que a gente está errado, mas nunca elogiam. Tem aluno que gosta de ir à aula dessa professora só para ouvir elogio. Por isso, também, ninguém quer fazer nada errado e todos prestam atenção e fazem os deveres. (Aluno de escola pública) Slide 15: A turma toda trabalha bem na aula do professor... ele ajuda a gente a aprender o que ele está ensinando. Ele fala das coisas que estão acontecendo... coisas que a gente faz. Acho importante, também que ele não corre com a matéria... dá tempo de copiar, de passar sem pressa no caderno. Daí a gente trabalha em grupo, faz o resumo no caderno e ele corrige. Ele faz tudo isso, mas faz como amigo... é um amigo de verdade. Ele respeita a gente, elogia o que a gente faz de bom e tem calma quando a gente erra. Bom professor é isso aí... (Aluno de escola pública) Slide 16: O conteúdo do professor é muito importante, mas... isso não basta. É preciso ter facilidade de explicar, de partir daquilo que o aluno vive, que o aluno conhece, e também partir dos fatos de hoje. É preciso usar várias maneiras de ensinar, afinal, ensina-se para vários alunos e não para um só. É dessa forma que os bons professores procuram agir. (Professor de escola particular) Slide 17: FAÇA UMA AUTOANÁLISE E PERGUNTE-SE O QUE O ALUNO IDEALIZA DE UM BOM PROFESSOR ?