Interesse pessoal pelo tema :
Interesse pessoal pela Filosofia como: Exercício propiciador de perspectivas reflexivo-existenciais, morais, históricas, epistemológicas, etc.
Ocasião de desnudamento de ideologias e interesses que, mesmo extrínsecos ao Eu, condicionam (quando não determinam) sua configuração existencial.
Instrumental passível de ser não apenas contemplado, pensado, mas encarnado, vivido, tornado ético, tornado político. Assombro diante da: Homogeneidade das características existenciais, dos interesses imanentes aos sujeitos de nosso tempo (vide eficácia da propaganda).
Força destrutiva de ideias encampadas por maiorias (fanatismo étnico, racial, religioso, esportivo, político, etc).
Passividade com a qual os sujeitos de nosso tempo, entorpecidos pela ideologia, retroalimentam as misérias contemporâneas ao capitalismo arrebatado de nossos dias. Interesse pessoal pelo tema
Objetivos da pesquisa :
Apresentar uma biografia e uma síntese do pensamento dos autores à Universidade.
Pontuar as convergências e divergências entre o contexto e a obra dos autores no que toca à questão da subjetividade.
Refletir, à luz do pesquisado, acerca da pertinência para a contemporaneidade das chaves, conceitos e instrumental filosófico ofertados pelos autores num projeto de constituição autônoma da subjetividade. Objetivos da pesquisa
Breve apresentação dos autores-foco :
Max Stirner (1806 – 1856)
Alemão;
Discípulo de Hegel;
Membro do grupo denominado “Jovens Hegelianos de Esquerda”;
Precursor do anarquismo individualista;
Rechaça os idealismos que circunscrevem e limitam a ação e o existir singular dos indivíduos. Breve apresentação dos autores-foco Michel Onfray (1959 - )
Francês;
Apreciador do pensamento de Nietzsche;
Propositor de um materialismo hedonista;
Contrário ao ideal ascético platônico-cristão, bem como à banalização das questões do corpo e do prazer na contemporaneidade capitalista.
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Da estrutura do Trabalho
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Os Possessos (dialética do espírito) – Max Stirner Grécia Arcaica Ordem inamovível da physis Sofistas (Górgias) Entendimento contra o mundo Sócrates Educação do coração
Nascimento da moral Céticos (Pirro) Negação cética do mundo Jesus Cristo Espírito puro, encorpado
Sem relação com o mundo
Fala transcendente Idade Média Coração e entendimento presos aos dogmas da fé Reforma Protestante (Lutero) Coração cristão, entendimento livre Revolução Francesa Libertação do poder pessoal
Império do Estado, da moral e da lei Comunismo – Socialismo (Marx) Libertação do ter
Império da sociedade, do coletivo, do trabalho Humanismo (Feuerbach) Libertação do interesse materialista
Império do homem abstrato, idealizado, deificado
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O Único – Max Stirner Revolução Francesa Libertação do poder pessoal
Império do Estado, da moral e da lei Comunismo – Socialismo (Marx) Libertação do ter
Império da sociedade, do coletivo, do trabalho Humanismo (Feuerbach) Libertação do interesse materialista
Império do homem abstrato, idealizado, deificado Liberdade Reivindicada
Justificação idealista para a libertação
(cidadão – trabalhador – homem)
Redução da individualidade à ideia justificadora O Único
Afirma sua singularidade;
Refuta idealidades que não dão conta do EU;
Apropria-se de si, interpreta-se em seu todo;
Relaciona-se com os outros na medida da totalidade do ser dos outros. “Só se fordes humanos podereis conviver como homens, tal como só vos podereis entender como patriotas se fordes patrióticos! Pois é, mas eu respondo: Só se fordes únicos podereis relacionar-vos com os outros na qualidade daquilo que sois” (STIRNER, 2004, p. 110)
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Os malditos, os reprovados, os explorados – Michel Onfray