TRABALHO EM GRUPO -2010

Views:
 
Category: Education
     
 

Presentation Description

No description available.

Comments

Presentation Transcript

Tarefas para a aprendizagem na Educação Superior : 

Tarefas para a aprendizagem na Educação Superior Seminário de Docência Superior Ms.Julio Cardozo Anita Cristina Gonçalves da Rocha Darcy da Silva Dias Helena Dias Ferreira Inês Cristina Medeiros Silva Rosane Antunes Jorge

Tarefas para a aprendizagem na Educação Superior : 

Tarefas para a aprendizagem na Educação Superior Muito além das técnicas e recursos didáticos A identidade docente do professor é determinante na seleção, desenvolvimento e avaliação das estratégias.

Tarefas para a aprendizagem na Educação Superior : 

Tarefas para a aprendizagem na Educação Superior O objeto de trabalho docente não está restrito a um conteúdo (ao domínio deste). Trata-se de um processo que envolve diferentes elementos (entre eles professor e aluno) na construção de saberes. Os saberes envolvidos no exercício da docência são plurais: disciplinares, curriculares, profissionais e experienciais. (TARDIFF,2003)

Estratégias de ensino-aprendizagem : 

Estratégias de ensino-aprendizagem O processo de ensino-aprendizagem lida, diretamente, com processos mentais e operações de pensamento - Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem.

Estratégias de ensino-aprendizagem : 

Estratégias de ensino-aprendizagem A participação em ações colegiadas faz evoluir rapidamente as questões relativas às estratégias. Os processos de formação docente que ocorrem nas IES são decisivos para a reconstrução da cultura docente. “A arte de aplicar ou explorar os meios e condições favoráveis e disponíveis, visando à efetivação do ensino. “As estratégias se articulam em torno de técnicas de ensino, as quais podem ser compreendidas como o conjunto de processo de uma arte, maneira, jeito ou habilidade de executar ou fazer algo.” (ANASTASIOU, 2004)

Estratégias de ensino-aprendizagem : 

Estratégias de ensino-aprendizagem As estratégias visam à consecução de objetivos, portanto, há que se ter clareza sobre onde se pretende chegar. Caso contrário, qualquer caminho serve... O conhecimento sobre si mesmo, sobre o aluno/turma e sobre a lógica do conteúdo são fatores determinantes na seleção das estratégias. Lidar com as necessidades e demandas (internas e externas) por diferentes estratégias implica em mudar o hábitos de trabalho docente na Educação Superior. As diferentes estratégias utilizadas conduzem à evolução da aprendizagem: significação, problematização, criticidade, práxis, continuidade e ruptura, historicidade e totalidade. (VASCONCELLOS, 1995)

Estratégias de ensino-aprendizagem : 

Estratégias de ensino-aprendizagem Não há estratégia infalível, nem estratégia aplicável em qualquer contexto. Explicitar e compactuar: objetivos, normas, formas de ação, papéis, responsabilidades e resultados esperados.

Estratégias de ensino-aprendizagem : 

Estratégias de ensino-aprendizagem Características da Aprendizagem no Ensino Universitário (MASETTO, 2003) Aquisição e domínio de conhecimentos, métodos e formas técnicas de maneira crítica. Iniciativa para buscar informações, relacioná-las, discutir aplicação em situações reais e contextualizá-las. Progressiva autonomia. Integração de ensino com pesquisa, para a construção da autonomia do aluno e na prática docente do professor.

Estratégias de ensino-aprendizagem : 

Estratégias de ensino-aprendizagem A aprendizagem precisa ser significativa para o aprendiz, o que exige: Partir do universo do aprendiz. Uso de estratégias adequadas, motivação e despertar interesse. Incentivo à pergunta. Contato com situações práticas, concretas. Que o aprendiz tome este processo como seu.

Estratégias de ensino-aprendizagem : 

Estratégias de ensino-aprendizagem Extrapolar os limites da sala de aula. Aprender a aprender é fundamental. É a capacidade de o aprendiz refletir sobre sua experiência de aprendizagem, identificar os procedimentos necesários para aprender, melhores opções, potencialidades e limitações.

Estratégias de ensino-aprendizagem : 

Estratégias de ensino-aprendizagem Aula expositiva dialogada Estudo de Texto Portfólio Tempestade cerebral Mapa conceitual Estudo dirigido Lista de discussão por meios informatizados

Estratégias de ensino-aprendizagem : 

Estratégias de ensino-aprendizagem Soluçâo de problemas Grupo de verbalização e grupo de observação (GV/GO) Fórum Oficina (laboratório/workshop) Estudo do meio Ensino com pesquisa

O Plano de Trabalho : 

O Plano de Trabalho Iniciar deixando claro que o sucesso da disciplina depende de um trabalho de equipe. Criar oportunidades para integração entre os membros do grupo.

O Plano de Trabalho : 

O Plano de Trabalho Utilização de técnicas para aproximar o grupo e para fazer levantamento sobre idéias que o grupo possua sobre a disciplina; as questões que ela aborda; os conhecimentos prévios do grupo… Os encontros seguintes devem partir do que for estabelecido, tratado, neste encontro inicial.

As Leituras : 

As Leituras Que estratégias usar para mostrar ao aluno o quão importante é a leitura indicada? Cuidado com o tamanho do texto. Possibilitar a leitura no tempo previsto. Pertinência e atualização do texto. Cada solicitação de leitura deve ser acompanhada de uma atividade diferente. Respeitar o aluno que leu.

A Aula Expositiva : 

A Aula Expositiva Usá-la quando ela for adequada aos objetivos. Ela cabe, por exemplo: iniciar um assunto, despertar interesses, apresentar panorama do que será estudado/investigado, como síntese de estudos feitos. Duração 30 a 40 min. e utilizando recursos diversos. Buscar informações e trabalhar com elas é muito mais importante que ouvir informações já organizadas.

As Técnicas de Dinâmica de Grupo : 

As Técnicas de Dinâmica de Grupo Seminário: Pequenos grupos realizam pesquisa orientada pelo professor que ocorre paralelamente às atividades da disciplina (aulas). Mesa redonda, coordenada pelo professor, sobre um novo tema, relacionado aos temas pesquisados. Cada grupo contribui para a construção coletiva de um novo conhecimento

As Técnicas de Dinâmica de Grupo : 

As Técnicas de Dinâmica de Grupo Painel Integrado: Atividades em grupos com temas diversos. Tempo para executar a tarefa (estudo, pesquisa, leitura…) apresentar um relatório, conclusão, socializar a tarefa e relatório. Finalizar com comentários, conclusões, relações, reflexões..

As Técnicas de Dinâmica de Grupo : 

As Técnicas de Dinâmica de Grupo Formulação de Questões: Solicitar a elaboração de algumas perguntas que julgue interessantes, inteligentes, sobre texto, informação, assunto.. Cada grupo encaminha suas perguntas a outro grupo. Depois de respondidas, são submetidas a um segundo grupo que as analisa e complementa. Este procedimento pode ser repetido duas ou três vezes O grupo inicial pondera as colocações dos demais grupos sobre suas respostas.

A Mídia Eletrônica : 

A Mídia Eletrônica Chat: Funciona como uma técnica de Brainstorming. Aquece um posterior estudo e aprofundamento de temas. Lista de Discussão: Possibilita manifestação de grupos de pessoas sobre um tema que esteja sendo estudado. Correio Eletrônico: Troca de informações, comunicação anterior ao momento da aula, viabiliza atendimento e orientação.

As Situações Reais de Atuação : 

As Situações Reais de Atuação Usar estes espaços para dinamizar as aulas, motivar os alunos a se dedicarem a seus estudos na busca de uma profissão competente e co-responsável pela sociedade, ainda atualizar currículos. Traz um sentimento de “aprender de verdade, fazer parte do universo profissional para valer!”.

Competências Esperadas : 

Competências Esperadas Capacidade Critica Argumentaçao Abertura Mental Tolerância à ambiguidade Manejo de informação Agilidade de Investigação TIC Números ( Interpretação de dados num.)

Competências Esperadas : 

Competências Esperadas Convencionais ( capacidade de cumprir metas) Apresentação Reflexão Independencia Capacidade deTrabalhar com problemas (resolver)

Competências Esperadas : 

Competências Esperadas Organização de trabalho Relações Interpessoais Trabalho em grupo

Slide 25: 

Ser explícito com respeito a cultura de aprendizagem

Slide 26: 

História de aprendizagem: No minímo 12 anos de escolaridade. Regras da nova rotina academica – o que deve-se aprender e o que os professores fazem para que ocorra o aprendizado. Regras questionadas pelos academicos: – oposição as prática universitárias.

Slide 27: 

Avaliação torna-se um tema central, um assunto que é necessário explicar. Quatro itens importantes ressaltar: Por que há tanta ênfase na avaliação formativa. Avaliar todos os resultados do aprendizado. Atenção maior ao que escaparia em outra forma de avaliação. Pode se avaliar de forma somativa e formativa.

Slide 28: 

Porque os estudantes devem assumir que participam de avaliações por pares e fazer auto-avaliações. Feedback detalhado. Critérios de avaliação conhecidos, compreendidos e utilizados. Feedback proveniente de outros estudantes, que tem a informação como quem a recebeu, podendo beneficiar dela.

Slide 29: 

Alguns alunos podem achar difícil perceber que a ênfase na avaliação formativa é acompanhada por uma mudança no papel do tutor. Somente os professores não são juizes autorizados do rendimento na avaliação. Estimula a todos aproveitar plenamente as possibilidades de aprendizagem. Avaliar a si mesmo e ao companheiro.

Slide 30: 

Não demonstra negligencia do professor em cumprimento ao seu dever, é uma conduta necessária para que o aprendizado se produza tal como se pretende.

Slide 31: 

Avaliação do local de formação não vai exercer as suas funções a menos que os estudantes e professores levem a sério. Feedback – participação em diálogos, seminários, etc. Alunos darem provas das relações com os critérios de avaliação X desenvolvimento do conteúdo.

Slide 32: 

As prática de Avaliaç!ao de baixo risco também podem modificar o aprendizado no nível de sujeito é levado em conta estes sete pontos: Facilitar tarefas suficientes. Os estudantes realizan essas tarefas. Há critérios ou indicadores de rendimentos. Os alunos e os conselheiros conhecem e entendem os indicadores de rendimento.

Slide 33: 

As tarefas são adequadas para (se ajustar a) os alunos. Estabelecimento de feedback que: Tem uma finalidade. Está relacionada com indicadores de rendimento. É útil para a formação. Compreender. É oportuna. É adequada.

Slide 34: 

O feedback é recebido e tem retorno. A avaliação a cargo de companheiros se traduz em comentários, não em qualificação. E o professor intervém com feedback. Assim os estudantes prestam mais atenção ao feedback, aprendendo a trabalhar uma cultura de aprendizagem–avaliação formativa.

Sugestões: : 

Sugestões: Para uma aula ruim... (LOWMAN, 2004)

Slide 36: 

“Diga-me como você avalia e eu direi como seu aluno aprende.”

Slide 37: 

Comece sem introduzir o conteúdo ou de acordo com seus próprios interesses. Simplesmente, como deseja expor Não faça referências ao contexto mais amplo do tópico específico em consideração Não reconheça os interesses ou os conhecimentos e experiências prévias dos estudantes. Preocupe-se com o contexto histórico de um tópico, negligenciando o tema central do curso/disciplina. Para uma aula ruim...

Slide 38: 

Seja tão específico e sofisticado no que diz que os estudantes terão que memorizar palavra por palavra, e não conseguirão definir os termos de maneira significativa Justifique suas conclusões na base da tradição ou da autoridade. Use termos misteriosos e não faça nenhuma tentativa de defini-los, desconsidere o fato de que os alunos podem não saber do que você está falando Para uma aula ruim...

Slide 39: 

Olhe raramente para seu público Fale em voz monótona, mostrando pouco ênfase ou entusiasmo Mostre pouca atenção ao tempo que está passando e insista em apresentar os pontos na ordem exata que você planejou Demonstre saber que os estudantes estão confusos ou impacientes, mas, então, não mude nada do que vinha fazendo. Para uma aula ruim...

Sugestões : 

Sugestões Para aulas boas...

Slide 41: 

Comece cada aula despertando o interesse dos alunos, expressando expectativas positivas e compartilhando objetivos Siga um esquema preparado, mas inclua a improvisação e espontaneidade Quebre a monotonia alternando seus métodos de apresentação Ajuste a matéria que você apresenta ao tempo disponível Busque formas concisas de apresentar e ilustrar o conteúdo. Expresse os conceitos de forma simples e defina termos técnicos

Slide 42: 

Use uma ampla gama de vozes, expressões, gestos, movimentos..mas seja você mesmo Dê, regularmente, oportunidade para que os estudantes possam respirar e fazer perguntas Termine cada aula com uma conclusão que vincule ontem, hoje e amanhã Observe seus estudantes durante as aulas. suas reações e modifique sua abordagem, sempre que necessario. Lembre-se que são pessoas, em primeiro lugar, e estudantes e professores …

Referências Bibliográficas: : 

Referências Bibliográficas: ANASTASIOU, Léa das Graças e ALVES, Leonir Pessate (orgs).Processos de Ensinagem na Universidade. Pressupostos para estratégias de trabalho em aula. Joinville: Editora UNIVILLE. 2004. LOWAMAN, Joseph.Dominando as técnicas de ensino. São Paulo: Atlas. 2004. MASETTO, Marcos T. Docência universitária: repensando a aula. In: TEODORO, António e VASCONCELOS, Maria Lúcia (orgs). Ensinar e aprender no ensino superior: Por uma epistemologia da curiosidade na formação universitária.São Paulo: Cortez, 2003. KNIGHT,Peter T. El profesorado de Educación Superior. Formación para la excelencia. Espanã: Narcea. 2006 RIOS, Mônica Piccione Gomes. A avaliação formativa como procedimento de qualificação docente. Revista E-Curriculum, São Paulo, v. 1, n. 1, dez. - jul. 2005-2006. Disponívelem:.http://www.pucsp.br/ecurriculum/artigos_v_1_n_1_dez_2005/ensaiomonicartigo .pdf acesso em: 13/01/2010. TONELLO, Denise Maria Milan. Avaliação formativa: o que observar, o que avaliar, para que avaliar?.Disponível em: http://www.moderna.com.br/moderna/ projetopitangua/docs/orientacoes_avaliacao_formativa.pdf acesso em: 13/01/2010.

Slide 44: 

Questões para reflexão Como envolver os alunos em torno do plano de trabalho, motivando-os para as atividades e objetivos da disciplina? O que você entende por Estratégias de Ensino-aprendizagem e quais as suas utilidades no Ensino Superior? * Quais competências você acredita ter sido desenvolvidas no decorrer da sua graduação? Questões para reflexão Estabeleça as vantagens e desvantagens do trabalho em grupo na Educação Superior? Quais as contribuições do feedback para a avaliação formativa no Ensino Superior? * Quais competências você acredita ter sido desenvolvidas no decorrer da sua graduação?

authorStream Live Help