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Dayse Faro

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By: nikolauneto1 (25 month(s) ago)

como baixa?

Presentation Transcript

A razão: inata ou adquirida? : 

A razão: inata ou adquirida? Immanuel Kant

Durante séculos,a filosofia ofereceu duas respostas a essas perguntas. : 

Durante séculos,a filosofia ofereceu duas respostas a essas perguntas. INATISMO_ afirma que,ao nascermos,trazemos em nossa inteligência não só os princípios racionais mas também algumas ideias inatas. EMPIRISMO_ ao contrário, afirma que a razão,com seus princípios, seus procedimentos e suas ideias,é adquirida por nós pela experiência.

Inatismo- Segundo eles, para serem desenvolvidos os conhecimentos devem apenas ser lembrados.Quando uma criança faz um desenho ela traz à tona rudimentos que,segundo os inatistas,ela já possui em sua mente.Essa ideia aproxima do conceito de déjà-vu*, a ilusão que temos de já ter visto,ou de já ter vivido em algum lugar no qual nunca estivemos.*Déjà-vu: reação psicológica/ Já visto antes. : 

Inatismo- Segundo eles, para serem desenvolvidos os conhecimentos devem apenas ser lembrados.Quando uma criança faz um desenho ela traz à tona rudimentos que,segundo os inatistas,ela já possui em sua mente.Essa ideia aproxima do conceito de déjà-vu*, a ilusão que temos de já ter visto,ou de já ter vivido em algum lugar no qual nunca estivemos.*Déjà-vu: reação psicológica/ Já visto antes.

A Ética de Kant : 

1. A ética é um sistema de regras absolutas; 2. O valor moral das ações provém das intenções com que são praticadas; 3. As regras morais devem ser respeitadas independentemente das consequências; 4. As regras morais são leis que a razão estabelece para todos os seres racionais. A Ética de Kant

Ações e Intenções : 

. Segundo Kant, ajudar um amigo só tem valor moral se isso tiver sido feito em nome do dever. Ações e Intenções

Moral e Razão : 

1. As obrigações morais não são impostas por Deus nem resultam dos nossos sentimentos. 2. Os deveres morais são leis que a razão estabelece de modo idêntico para todos os seres racionais. 3. Kant pensava que só somos realmente livres se formos nós próprios a definir as leis a que o nosso comportamento deverá obedecer. 4. A moral baseia-se na razão e, nessa medida, pode ser conhecida a priori*, sem qualquer contribuição da experiência. Moral e Razão

*priori-é uma expressão filosófica que designa uma etapa para se chegar ao conhecimento, que consiste no pensamento dedutivo. : 

*priori-é uma expressão filosófica que designa uma etapa para se chegar ao conhecimento, que consiste no pensamento dedutivo. Kant defende que para agirmos moralmente temos de respeitar de forma incondicional um conjunto de algumas regras morais (deveres ditados pela nossa razão). Para Kant, essas regras morais são absolutas, são para serem respeitadas de forma incondicional, em todas as situações do nosso cotidiano. Uma dessas regras é o nosso “dever de não mentir”. Para Kant, não devemos mentir em toda e qualquer situação. Mas quererei eu que este princípio de ação se aplique universalmente a todos os casos possíveis de ação? Vamos ver um caso em que é preferível mentir a dizer a verdade, ou seja, em que é moralmente mais correto mentir a dizer a verdade, sendo o caso de termos de mentir com vista a salvarmos a vida de uma pessoa (lembre-se de que Kant admitira violação ou desobediência a estas regras morais).

Slide 8: 

Imagine que vai na rua e de repente vê um rapaz a correr aflito na sua direção, entrando, logo de seguida, numa casa abandonada que se encontrava ao seu lado. Poucos segundos depois, quando retomava o seu percurso, avista um homem com uma pistola na mão que lhe pergunta de relance se viu algum rapaz a correr, percebendo de imediato, naquele momento, que o homem teria a intenção de disparar contra o rapaz e, provavelmente, de matá-lo. O que diz ao homem? Tem duas possibilidades de ação. Uma das possibilidades é dizer a verdade ao homem, dizendo-lhe que o rapaz se encontra mesmo ali ao vosso lado, no interior da casa abandonada, sabendo que as consequencias do que afirmou poderão eventualmente resultar na morte do rapaz. A outra das possibilidades é mentir, dizendo ao homem que o rapaz seguiu em frente. Mentir? Mas isso Kant não o permitiria.

Slide 9: 

De acordo com uma das formulações do imperativo categórico de Kant, como irias querer que todas as pessoas agissem quando confrontadas com essa situação: 1 – Que mentissem e não pusessem em causa a vida de um jovem 2 – Que dissessem a verdade e pusessem em causa a vida de um jovem. Vamos colocar as duas na balança da decisão ética.

É claro que Kant iria afirmar que, dizendo a verdade ou pura e simplesmente mentindo, as consequências são imprevisíveis. Portanto, o melhor é sempre dizermos a verdade, aquilo que a nossa razão nos ordena. Mas isto é absurdo, porque um caso como este põe em causa a vida de uma pessoa .Este exemplo revela que nem sempre é moralmente correto termos de respeitar de forma incondicional as regras morais da nossa consciência racional. Logo, concluímos que as regras morais não são absolutas (imperativo categórico). : 

É claro que Kant iria afirmar que, dizendo a verdade ou pura e simplesmente mentindo, as consequências são imprevisíveis. Portanto, o melhor é sempre dizermos a verdade, aquilo que a nossa razão nos ordena. Mas isto é absurdo, porque um caso como este põe em causa a vida de uma pessoa .Este exemplo revela que nem sempre é moralmente correto termos de respeitar de forma incondicional as regras morais da nossa consciência racional. Logo, concluímos que as regras morais não são absolutas (imperativo categórico).

Slide 11: 

“Faça aos outros o que você quer que eles façam a você”. Esse princípio nem sempre irá se aplicar no mundo jornalístico, já que ajudar o maior número de pessoas é a real intenção de um jornalista. O importante é saber diferenciar o que é bom e o que é ruim para ser publicado, procurando sempre seguir seus princípios, fazendo uma análise imparcial sobre os fatos e se baseando em situações verídicas.