logging in or signing up toxicologia ambiental - plantas toxicas professorfpv Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 222 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: September 14, 2011 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description Toxicologia Ambiental - Plantas toxicas da amazônia Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: 1 Plantas Tóxicas da Amazônia Prof. Ms. Francisco Pedro VieiraSlide 2: 2 Policourea Marcgravii - Familia Rubiaceae Conhecida pelo nomes cafezinho café bravo erva café erva de rato roxa roxinhaSlide 3: 3Slide 4: 4Slide 5: 5 É uma planta tóxica de distribuição geográfica mais ampla no Brasil, é encontrada em toda as regiões, menos na região Sul e no Sertão Nordestino. Caracteristica da PlantaSlide 6: 6 É uma dicotiledônea, só é encontrada em solo firme onde nunca chega água, cresce especialmente em beiras de matas, em capoeiras e ainda em pastos recém formados, em lugares antes ocupados por matos ou capoeiras.Slide 7: 7 Arbusto de até 4 metros de altura, caule lenhoso, nodoso e quebradiço. Folhas compostas, opostas, oblongo-lanceoladas, quando jovem as vezes arroxeadas no dorso. Tanto o caule quanto as folhas exalam nítido odor de silicilato de metila. Inflorescência em panículasSlide 8: 8 Ocorre sobre tudo em bovinos e com menor freqüência em búfalo. Para bovino a dose letal das folhas frescas é algo em torno de 0,6g/kg. Caracteristica da IntoxicaçãoSlide 9: 9 Nos bovinos inicia-se poucas horas após ingestão da dose letal. A evolução da intoxicação geralmente é superaguda que ocorre a morte subta. As vezes pode ser confundido com o sintoma da raiva por desequilíbrio dos animais da parte posteriores. Sintoma da IntoxicaçãoPalicourea Marcgravii em brotação na beira da mata: 10 Palicourea Marcgravii e m brotação na beira da mata Palicourea Marcgravii em floraçãoSlide 11: 11 Inflorescência de Palicourea Marcgravii Ramo de Palicourea Marcgravii com frutos imaturosSlide 12: 12 Brotação de Palicourea marcgravii após a primeira queimada do capim Intoxicação experimental por Palicourea marcgravii em bovino.Slide 13: 13 Intoxicação experimental por Palicourea marcgravii em bovino. “Fase dramática” da “morte súbita”. Degeneração hidrópico-vacuolar das células epiteliais dos túbulos uriníferos contornados distais do rim, em bovino.Slide 14: 14 A profilaxia da intoxicação consiste em cercar as matas e capoeiras onde existe a planta, ou erradicá-la dos locais onde o gado tem acesso. Ter cuidado com pastos recém-formados em região de mata ou capoeira, ispecionando-os e arrancando a “erva de rato” e/ou combatendo com herbicida antes de colocar os animais. ProfilaxiaSlide 15: 15 Família Euphorbiaceae (mamoma, carapateira) Ricinus communisSlide 16: 16Slide 17: 17 Caracteristica da Planta Arbusto de lugares abertos, solos férteis. Ocorre em todo o Brasil sobe forma espontânea, chega de 4-5m de altura, é anual ou perene, com duração de poucos anos, folhas simples. Inflorescência em panícula.Slide 18: 18 Intoxicação Pela Folha As folhas é tóxica para bovinos e ovinos. A dose letal é de 20g/kg das folhas frescas sem o talo. Quase sempre causa a morte do bovino. Há casos em que 10 g/kg já provocam sintoma graves de intoxicações. OBS: As folhas dessecadas perdem parcialmente a toxidez. Os sintomas aparecem rapidamente de 5 a 6h após o inicio da ingestão da planta.Slide 19: 19 Os animais anda desequilibrados, necessidade de se deitar após curta marcha. SintomaSlide 20: 20 Tem sido observada em bovinos, ovinos, eqüinos, suínos e galinhas. Há casos de intoxicação em caprinos, coelhos, patos e gansos. A dose letal varia muito entre diversas espécies animais. Inclusive depende da idade do animal. Para bovino a dose é 2g/kg. Para bezerros é 0,5g/kg. Para suínos 1,4g/kg. Para ovinos 1,5g/kg. Para eqüinos 0,1g/kg. Intoxicação Pela SementeSlide 21: 21 Anorexia, diarréia que pode ser sanguinolenta, fraqueza, apatia e morte. SintomaSlide 22: 22 Tratamento da Intoxicação Consiste na aplicação por via oral de mucilagens e de tanino e, por via parenteral, de glicose. O tratamento mais eficiente é aplicação de soro.Slide 23: 23 Pelas semente, deve ser feita evitando-se a contaminação dos alimentos pelas sementes ou pela torta de mamona. ProfilaxiaSlide 24: 24 Conhecida como mandioca brava. Manihot sp - EuphorbiaceaeSlide 25: 25Slide 26: 26Slide 27: 27 Arbusto anual, ocorre em todo o Brasil, bianual em algumas regiões brasileiras. CaracteristicaSlide 28: 28 Evitar que animais ingiram grandes quantidades dessas plantas em prazos curtos. Para alimentação do rebanho com as partes tuberosas da mandioca, que sejam quebrada e deixadas em ambiente ventilado para volatilização do ácido cianídrico. ProfilaxiaSlide 29: 29 5g/kg das folhas e dos brotos frescos. Intoxicação Sintoma Tremores muscular e andar desequilibrado.Slide 30: 30 Policourea Marcgravii - Familia Rubiaceae Conhecida pelo nomes cafezinho café bravo erva café erva de rato roxa roxinhaSlide 31: 31Slide 32: 32Slide 33: 33 Mais conhecida como samambaia ou samambaia do campo Pteridium Aquilinum - PolypodiaceaeSlide 34: 34Slide 35: 35 Brotos de Pteridium aquilinum em campo queimado. A brotação da planta é rápida e vigorosa devido aos rizomas bem desenvolvidos.Slide 36: 36 Face dorsal da folha de Pteridium aquilinum, com soros que são aglomerados de esporângios contendo os esporosSlide 37: 37 Planta invasora, ocorre em todo solo ácido, pouco conhecida no Brasil como planta tóxica, causa grandes prejuízos econômicos ao pecuarista, é uma planta cosmopolita, ocorre em todo solo ácido, arenoso é encontrada em capoeiras, matas ciliares, roçados abandonados, campos e campinas perturbadas e velhas e em pastagens. Ela é toda tóxica, sendo a brotação ou rebrota a parte mais tóxica, a planta dessecada (feno) também é tóxica. CaracteristicasSlide 38: 38 É tóxica para bovinos, ovinos, eqüinos e suínos. Ingerindo 10g/kg durante 3 semanas, ocorre a intoxicação aguda. IntoxicaçãoSlide 39: 39 Febre alta, hemorragias na pele e nas mucosas visíveis. O animal sangra prolongadamente por qualquer ferida até mesmo por picadas de insetos SintomasSlide 40: 40 São recomendados transfusão de sangue e antibióticos. Tem-se conseguido experimentalmente salvas bovinos intoxicados com aplicação de estimulantes da medula óssea. Tratamento da IntoxicaçãoSlide 41: 41 Evitar a ingestão da planta pelos animais, erradicação das plantas nas pastagens mediante calagem. Uso de herbicidas, só que antieconômico. ProfilaxiaÚlceras nas narinas de bovino na intoxicação natural aguda por Pteridium aquilinum: 42 Úlceras nas narinas de bovino na intoxicação natural aguda por Pteridium aquilinumAumento do tempo de coagulação sanguínea em bovino afetado pela intoxicação natural aguda por Pteridium aquilinum: 43 Aumento do tempo de coagulação sanguínea em bovino afetado pela intoxicação natural aguda por Pteridium aquilinumBexiga de bovino contendo urina sanguinolenta, com formações nodulares na mucosa. Caso natural de hemarúria enzoótica: 44 Bexiga de bovino contendo urina sanguinolenta, com formações nodulares na mucosa. Caso natural de hemarúria enzoóticaRarefação do tecido hematopoético na medula óssea de costela de bovino que morreu de intoxicação natural aguda por Pteridium aquilinum: 45 Rarefação do tecido hematopoético na medula óssea de costela de bovino que morreu de intoxicação natural aguda por Pteridium aquilinumMedula óssea de costela de bovino sadio, para fins de comparação: 46 Medula óssea de costela de bovino sadio, para fins de comparaçãoSlide 47: 47 Mais conhecida como braquiaria do brejo Brachiaria radicans GramineaeSlide 48: 48 Pastagem de Brachiaria radicansSlide 49: 49 Originaria da África Oriental, é uma gramínea perene, foi plantada principalmente no estado de SP, mas depois se disseminou para quase todos os outros estados, inclusive a Amazônia. CaracteristicasSlide 50: 50 Tem sido observada principalmente quando a pastagem está verde e viçosa. Os sintomas tem aparecido após poucos dias de permanência dos animais em pastagens. É grande o numero de animais que adoecem quando mantido em pastagens, porém, o dos que morrem no surto é relativamente baixo, pois o criador remove o animal intoxicado para outras pastagens, sendo a recuperação relativamente rápida. IntoxicaçãoSlide 51: 51 Consiste em não manter os bovinos em pastagens formadas, sobre tudo quando verde e viçosas. ProfilaxiaSlide 52: 52 Pasto de Brachiaria decumbenshouve um surto de fotossensibilização em bezerros Brachiaria decumbens - GramineaeSlide 53: 53 É uma gramínea perene, ocorre em todas as regiões brasileiras, principalmente em solos encharcados. CaracteristicasSlide 54: 54 A intoxicação aparece em animais mantidos em pastagem, em sistema de pastejo intensivo. Não se sabe a quantidade necessária da foragem que precisa ser ingerida para provocar a intoxicação, mas provavelmente a ocorrência de casos é dependente do teor de saponinas da pastagem. Os animais afetados procuram a sombra, tornam-se apáticos ou inquietos, tem diminuição de apetite e emagrecem. IntoxicaçãoSlide 55: 55 Após a exposição ao sol, aparecem lesões cutâneas de fotossensibilização. Bovinos com quadro agudo pode morrer entre 4 e 5 dias após o inicio dos sintomas. A necropsia de bovinos e ovinos mantidas em pastagem da brachiaria, foram observadas lesões cutâneas de fotodermatite. IntoxicaçãoSlide 56: 56 Consistem em retirar os animais com surto de intoxicação e colocá-los em outras pastagens, onde os animais encontrem sombras; administrar a glicose e medicar as lesões da pele, na fase aguda, com ante inflamatórios e em seguida com pomadas que contenha substancias que aceleram a cura (vitamina A e óxido de zinco), antibióticos e repelentes. ProfilaxiaSlide 57: 57 Lesões acentuadas de fotossensibilização em bovino que adoeceu em pastagem de Brachiaria decumbensSlide 58: 58 Uma visão mais aproximada das lesões do bovino da figura anteriorSlide 59: 59 Ovelha com edema acentuado da cabeça na fase aguda de fotossensibilizaçãoSlide 60: 60 Ovelha com lesões crônicas de fotossensibilização. Esses casos são freqüentemente diagnosticados como de “sarna”Slide 61: 61 Colangite granulomatosa com presença de cristais nos ductos biliares, em bovino mantido em pastagem de Brachiaria decumbensSlide 62: 62 Foco de macrófagos espumosos no fígado de búfala mantida em pastagem de Brachiaria humidicolaSlide 63: 63 Coutoubea ramosa - Gentianaceae Conhecida pelo nome popular de tinguiSlide 64: 64 Caracteristicas Planta herbácea, de várzea, dicotiledônea inflorescência composta, experimentalmente tóxica para bovinos. Causa lesões no rúmen. Intoxicação Sob condições normais, ou seja fora de laboratório não se sabe casos intoxicações desta planta.Slide 65: 65 Profilaxia Não existe forma de tratamento especifico em relação a esta planta. You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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Premium member Presentation Transcript Slide 1: 1 Plantas Tóxicas da Amazônia Prof. Ms. Francisco Pedro VieiraSlide 2: 2 Policourea Marcgravii - Familia Rubiaceae Conhecida pelo nomes cafezinho café bravo erva café erva de rato roxa roxinhaSlide 3: 3Slide 4: 4Slide 5: 5 É uma planta tóxica de distribuição geográfica mais ampla no Brasil, é encontrada em toda as regiões, menos na região Sul e no Sertão Nordestino. Caracteristica da PlantaSlide 6: 6 É uma dicotiledônea, só é encontrada em solo firme onde nunca chega água, cresce especialmente em beiras de matas, em capoeiras e ainda em pastos recém formados, em lugares antes ocupados por matos ou capoeiras.Slide 7: 7 Arbusto de até 4 metros de altura, caule lenhoso, nodoso e quebradiço. Folhas compostas, opostas, oblongo-lanceoladas, quando jovem as vezes arroxeadas no dorso. Tanto o caule quanto as folhas exalam nítido odor de silicilato de metila. Inflorescência em panículasSlide 8: 8 Ocorre sobre tudo em bovinos e com menor freqüência em búfalo. Para bovino a dose letal das folhas frescas é algo em torno de 0,6g/kg. Caracteristica da IntoxicaçãoSlide 9: 9 Nos bovinos inicia-se poucas horas após ingestão da dose letal. A evolução da intoxicação geralmente é superaguda que ocorre a morte subta. As vezes pode ser confundido com o sintoma da raiva por desequilíbrio dos animais da parte posteriores. Sintoma da IntoxicaçãoPalicourea Marcgravii em brotação na beira da mata: 10 Palicourea Marcgravii e m brotação na beira da mata Palicourea Marcgravii em floraçãoSlide 11: 11 Inflorescência de Palicourea Marcgravii Ramo de Palicourea Marcgravii com frutos imaturosSlide 12: 12 Brotação de Palicourea marcgravii após a primeira queimada do capim Intoxicação experimental por Palicourea marcgravii em bovino.Slide 13: 13 Intoxicação experimental por Palicourea marcgravii em bovino. “Fase dramática” da “morte súbita”. Degeneração hidrópico-vacuolar das células epiteliais dos túbulos uriníferos contornados distais do rim, em bovino.Slide 14: 14 A profilaxia da intoxicação consiste em cercar as matas e capoeiras onde existe a planta, ou erradicá-la dos locais onde o gado tem acesso. Ter cuidado com pastos recém-formados em região de mata ou capoeira, ispecionando-os e arrancando a “erva de rato” e/ou combatendo com herbicida antes de colocar os animais. ProfilaxiaSlide 15: 15 Família Euphorbiaceae (mamoma, carapateira) Ricinus communisSlide 16: 16Slide 17: 17 Caracteristica da Planta Arbusto de lugares abertos, solos férteis. Ocorre em todo o Brasil sobe forma espontânea, chega de 4-5m de altura, é anual ou perene, com duração de poucos anos, folhas simples. Inflorescência em panícula.Slide 18: 18 Intoxicação Pela Folha As folhas é tóxica para bovinos e ovinos. A dose letal é de 20g/kg das folhas frescas sem o talo. Quase sempre causa a morte do bovino. Há casos em que 10 g/kg já provocam sintoma graves de intoxicações. OBS: As folhas dessecadas perdem parcialmente a toxidez. Os sintomas aparecem rapidamente de 5 a 6h após o inicio da ingestão da planta.Slide 19: 19 Os animais anda desequilibrados, necessidade de se deitar após curta marcha. SintomaSlide 20: 20 Tem sido observada em bovinos, ovinos, eqüinos, suínos e galinhas. Há casos de intoxicação em caprinos, coelhos, patos e gansos. A dose letal varia muito entre diversas espécies animais. Inclusive depende da idade do animal. Para bovino a dose é 2g/kg. Para bezerros é 0,5g/kg. Para suínos 1,4g/kg. Para ovinos 1,5g/kg. Para eqüinos 0,1g/kg. Intoxicação Pela SementeSlide 21: 21 Anorexia, diarréia que pode ser sanguinolenta, fraqueza, apatia e morte. SintomaSlide 22: 22 Tratamento da Intoxicação Consiste na aplicação por via oral de mucilagens e de tanino e, por via parenteral, de glicose. O tratamento mais eficiente é aplicação de soro.Slide 23: 23 Pelas semente, deve ser feita evitando-se a contaminação dos alimentos pelas sementes ou pela torta de mamona. ProfilaxiaSlide 24: 24 Conhecida como mandioca brava. Manihot sp - EuphorbiaceaeSlide 25: 25Slide 26: 26Slide 27: 27 Arbusto anual, ocorre em todo o Brasil, bianual em algumas regiões brasileiras. CaracteristicaSlide 28: 28 Evitar que animais ingiram grandes quantidades dessas plantas em prazos curtos. Para alimentação do rebanho com as partes tuberosas da mandioca, que sejam quebrada e deixadas em ambiente ventilado para volatilização do ácido cianídrico. ProfilaxiaSlide 29: 29 5g/kg das folhas e dos brotos frescos. Intoxicação Sintoma Tremores muscular e andar desequilibrado.Slide 30: 30 Policourea Marcgravii - Familia Rubiaceae Conhecida pelo nomes cafezinho café bravo erva café erva de rato roxa roxinhaSlide 31: 31Slide 32: 32Slide 33: 33 Mais conhecida como samambaia ou samambaia do campo Pteridium Aquilinum - PolypodiaceaeSlide 34: 34Slide 35: 35 Brotos de Pteridium aquilinum em campo queimado. A brotação da planta é rápida e vigorosa devido aos rizomas bem desenvolvidos.Slide 36: 36 Face dorsal da folha de Pteridium aquilinum, com soros que são aglomerados de esporângios contendo os esporosSlide 37: 37 Planta invasora, ocorre em todo solo ácido, pouco conhecida no Brasil como planta tóxica, causa grandes prejuízos econômicos ao pecuarista, é uma planta cosmopolita, ocorre em todo solo ácido, arenoso é encontrada em capoeiras, matas ciliares, roçados abandonados, campos e campinas perturbadas e velhas e em pastagens. Ela é toda tóxica, sendo a brotação ou rebrota a parte mais tóxica, a planta dessecada (feno) também é tóxica. CaracteristicasSlide 38: 38 É tóxica para bovinos, ovinos, eqüinos e suínos. Ingerindo 10g/kg durante 3 semanas, ocorre a intoxicação aguda. IntoxicaçãoSlide 39: 39 Febre alta, hemorragias na pele e nas mucosas visíveis. O animal sangra prolongadamente por qualquer ferida até mesmo por picadas de insetos SintomasSlide 40: 40 São recomendados transfusão de sangue e antibióticos. Tem-se conseguido experimentalmente salvas bovinos intoxicados com aplicação de estimulantes da medula óssea. Tratamento da IntoxicaçãoSlide 41: 41 Evitar a ingestão da planta pelos animais, erradicação das plantas nas pastagens mediante calagem. Uso de herbicidas, só que antieconômico. ProfilaxiaÚlceras nas narinas de bovino na intoxicação natural aguda por Pteridium aquilinum: 42 Úlceras nas narinas de bovino na intoxicação natural aguda por Pteridium aquilinumAumento do tempo de coagulação sanguínea em bovino afetado pela intoxicação natural aguda por Pteridium aquilinum: 43 Aumento do tempo de coagulação sanguínea em bovino afetado pela intoxicação natural aguda por Pteridium aquilinumBexiga de bovino contendo urina sanguinolenta, com formações nodulares na mucosa. Caso natural de hemarúria enzoótica: 44 Bexiga de bovino contendo urina sanguinolenta, com formações nodulares na mucosa. Caso natural de hemarúria enzoóticaRarefação do tecido hematopoético na medula óssea de costela de bovino que morreu de intoxicação natural aguda por Pteridium aquilinum: 45 Rarefação do tecido hematopoético na medula óssea de costela de bovino que morreu de intoxicação natural aguda por Pteridium aquilinumMedula óssea de costela de bovino sadio, para fins de comparação: 46 Medula óssea de costela de bovino sadio, para fins de comparaçãoSlide 47: 47 Mais conhecida como braquiaria do brejo Brachiaria radicans GramineaeSlide 48: 48 Pastagem de Brachiaria radicansSlide 49: 49 Originaria da África Oriental, é uma gramínea perene, foi plantada principalmente no estado de SP, mas depois se disseminou para quase todos os outros estados, inclusive a Amazônia. CaracteristicasSlide 50: 50 Tem sido observada principalmente quando a pastagem está verde e viçosa. Os sintomas tem aparecido após poucos dias de permanência dos animais em pastagens. É grande o numero de animais que adoecem quando mantido em pastagens, porém, o dos que morrem no surto é relativamente baixo, pois o criador remove o animal intoxicado para outras pastagens, sendo a recuperação relativamente rápida. IntoxicaçãoSlide 51: 51 Consiste em não manter os bovinos em pastagens formadas, sobre tudo quando verde e viçosas. ProfilaxiaSlide 52: 52 Pasto de Brachiaria decumbenshouve um surto de fotossensibilização em bezerros Brachiaria decumbens - GramineaeSlide 53: 53 É uma gramínea perene, ocorre em todas as regiões brasileiras, principalmente em solos encharcados. CaracteristicasSlide 54: 54 A intoxicação aparece em animais mantidos em pastagem, em sistema de pastejo intensivo. Não se sabe a quantidade necessária da foragem que precisa ser ingerida para provocar a intoxicação, mas provavelmente a ocorrência de casos é dependente do teor de saponinas da pastagem. Os animais afetados procuram a sombra, tornam-se apáticos ou inquietos, tem diminuição de apetite e emagrecem. IntoxicaçãoSlide 55: 55 Após a exposição ao sol, aparecem lesões cutâneas de fotossensibilização. Bovinos com quadro agudo pode morrer entre 4 e 5 dias após o inicio dos sintomas. A necropsia de bovinos e ovinos mantidas em pastagem da brachiaria, foram observadas lesões cutâneas de fotodermatite. IntoxicaçãoSlide 56: 56 Consistem em retirar os animais com surto de intoxicação e colocá-los em outras pastagens, onde os animais encontrem sombras; administrar a glicose e medicar as lesões da pele, na fase aguda, com ante inflamatórios e em seguida com pomadas que contenha substancias que aceleram a cura (vitamina A e óxido de zinco), antibióticos e repelentes. ProfilaxiaSlide 57: 57 Lesões acentuadas de fotossensibilização em bovino que adoeceu em pastagem de Brachiaria decumbensSlide 58: 58 Uma visão mais aproximada das lesões do bovino da figura anteriorSlide 59: 59 Ovelha com edema acentuado da cabeça na fase aguda de fotossensibilizaçãoSlide 60: 60 Ovelha com lesões crônicas de fotossensibilização. Esses casos são freqüentemente diagnosticados como de “sarna”Slide 61: 61 Colangite granulomatosa com presença de cristais nos ductos biliares, em bovino mantido em pastagem de Brachiaria decumbensSlide 62: 62 Foco de macrófagos espumosos no fígado de búfala mantida em pastagem de Brachiaria humidicolaSlide 63: 63 Coutoubea ramosa - Gentianaceae Conhecida pelo nome popular de tinguiSlide 64: 64 Caracteristicas Planta herbácea, de várzea, dicotiledônea inflorescência composta, experimentalmente tóxica para bovinos. Causa lesões no rúmen. Intoxicação Sob condições normais, ou seja fora de laboratório não se sabe casos intoxicações desta planta.Slide 65: 65 Profilaxia Não existe forma de tratamento especifico em relação a esta planta.