logging in or signing up C�pia de Des T�c 2010 completo paodoce Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: Embed: Flash iPad Copy Does not support media & animations WordPress Embed Customize Embed URL: Copy Thumbnail: Copy The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 995 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: February 27, 2010 This Presentation is Public Favorites: 3 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... By: click19 (29 month(s) ago) http://www.bo-oks.info/brewii/ http://www.bo-oks.info/forex-nuke/ http://www.bo-oks.info/beat-eczema/ Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close Premium member Presentation Transcript Slide 1: DESENHO TÉCNICO Exercício - 1Desenho Técnico - Manutenção de aeronaves : Exercício - 1Desenho Técnico - Manutenção de aeronaves Legenda: Título “Pino corrediço - articulação de 90° ”. Aplicar as margens conforme ABNT. Desenhar uma projeção paralela, ortogonal e em perspectiva axonométrica isométrica do objeto abaixo, definindo a cotagem proporcionalmente. Obs.: Cotagem livre. a) Utilizando uma folha A3 faça: Slide 3: DESENHO TÉCNICO INTRODUÇÃO : INTRODUÇÃO A necessidade que o homem teve de comunicar-se com o seu semelhante levou-o inicialmente a procurar uma linguagem falada e mais tarde a recorrer à expressão escrita. As primeiras tentativas de comunicação por escrito fizeram-se por meio de desenhos, chamados de escritas ideográficas, de que são exemplos os hieróglifos egípcios e a escrita ainda hoje usada na China. Slide 5: O gesto é uma forma não concretizada de desenho HIERÓGLIFOS EGÍPCIOS Slide 6: A palavra "kanji" significa "letra chinesa", ou, num sentido mais amplo, "escrita chinesa". Os ideogramas chineses são aquelas letras complicadas, cheias de traços. Os primeiros deles datam de mais de cinco mil anos a.C. Eram desenhos utilizados primordialmente em rituais supersticiosos. Com o tempo sofreram alterações e seus traços foram simplificados. Criaram-se padrões de escrita. Seu número foi aumentando. Hoje há mais de cinqüenta mil deles. Séculos atrás, não havia escrita no Japão. Em virtude do intercâmbio cultural e comercial com a China, adotaram-se no arquipélago nipônico alguns dos milhares de ideogramas utilizados pela nação vizinha. Atualmente, um japonês adulto sabe em média cerca de dois mil kanjis. A língua chinesa é composta exclusivamente desse tipo de caractere. A japonesa não. CURIOSIDADE Slide 7: A palavra "kanji" significa "letra chinesa", ou, num sentido mais amplo, "escrita chinesa". Desenho Artístico x Desenho Técnico : Desenho Artístico x Desenho Técnico Desenho artístico O Desenho Artístico possibilita ampla liberdade de figuração, transmitindo reações diversas em diferentes pessoas que o observem. O artista desenvolve a própria sensibilidade e o equilíbrio do mundo interior (psíquico) com o exterior (realidade). È fundamental para o arquiteto conceber edifícios, para o engenheiro civil criar obras civis e para o projetista industrial criar máquinas de aspecto agradável. Desenho Artístico x Desenho Técnico : Desenho Técnico Desenho Artístico x Desenho Técnico Desenho técnico é uma linguagem de caráter universal. Devendo um objeto ou um circuito ser representado sempre da mesma maneira, de forma completa e rigorosa. É através de símbolos, convenções e normas disseminados e adotados em todo mundo que torna um desenho técnico, feito dentro das regras, de fácil compreensão por qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo. Nele estão contidas todas as dimensões e informações para se construir, por exemplo, todas as peças de um motor. A utilidade do desenho técnico para o técnico de manutenção de aeronaves se prende na interpretação e análise de projetos, manuais, diretivas técnicas e outras publicações. O conhecimento das técnicas aplicadas em desenhos técnicos são de enorme valia, pois capacita o técnico ao desenvolvimento de projetos e de assessoramento técnico junto ao fabricante. Slide 10: Materiais utilizados para desenvolvimento de desenho técnico ESQUADROS DE 30° e 45° Slide 11: Materiais utilizados para desenvolvimento de desenho técnico RÉGUA MILIMETRADA OU ESCALÍMETRO BORRACHA PARA DESENHO Slide 12: Materiais utilizados para desenvolvimento de desenho técnico COMPASSO LÁPIS PARA DESENHO Slide 13: Escalímetro É uma régua em forma de prisma triangular contendo em cada face duas escalas de redução. É utilizado para se trabalhar com proporção, redução e ampliação do desenho. Escalas normalmente usadas: • Para aumento: 10:1; 5:1; 2:1. • Para redução: 1:2,5; 1:5; 1:20; 1:25; 1:50; 1:75; 1:100; 1:125; etc. Slide 14: Curvas francesas Quando da impossibilidade de traçar linhas curvas com o auxílio do compasso, podemos utilizar as curvas francesas. Esta ferramenta é fabricada em vários tamanhos. Slide 15: Como a dureza da mina grafite é expressa? A argila é um dos componentes responsáveis pela resistência da mina grafite. As partículas de grafite completam o volume e conferem o grau de preto à mina (poder de cobertura). De acordo com a proporção argila/grafite empregada na composição da massa, o lápis ganha características diferentes. É a partir dessa proporção que se define a graduação (dureza) do lápis. Para diferenciar os tipos de graduações, Lothar Faber criou, no século XVIII, uma escala que se tornou um padrão internacional. LÁPIS PARA DESENHO As graduações padrão disponíveis incluem os seguintes tipos: 6H, 5H, 4H, 3H, 2H, H, F, HB, B, 2B, 3B, 4B, 5B e 6B. Quanto maior o número H (referência à palavra inglesa HARD/duro), mais claro e mais duro é o traço. Por outro lado, quanto maior o número B (referência à palavra inglesa BLACK/preto), mais preto e macio será o traço. Também existem as graduações HB (HARD e BLACK), e F (referência à palavra inglesa FINE), que apresenta um traço fino e resistente. Slide 16: Para a escrita em geral, são usadas as graduações semelhantes a 2B, B e HB, mais conhecidas como nº1, nº 2 e 2½, respectivamente. Os lápis muito macios são usados principalmente para escurecer e fazer preenchimentos. Os lápis intermediários são indicados para sombreamentos, enquanto os lápis muito duros são usados principalmente para desenho técnico. Um bom meio-termo para o uso cotidiano são os lápis HB, B e 2B, que apresentam boa resistência, traço escuro e facilidade ao apagar. LÁPIS PARA DESENHO Por "H" entende-se "Hard" - uma mina dura. Por "B" entende-se "Brand" ou "Black" - uma mina macia ou preta. Por "HB" entende-se "Hard/Brand"- uma mina de dureza média. A mesma classificação apresentada acima se aplica às grafites utilizadas em lapiseiras. Slide 17: O lápis comum é cilíndrico. N° 1 (mole) , N°2 (médio) e N° 3 (duro). O lápis de desenho é sextavado, o que permite fixá-los bem entre os dedos e evitar que rolem sobre a prancheta. LÁPIS PARA DESENHO Recomenda-se uma grafite HB, F ou H para traçar rascunhos e traços finos, e uma grafite HB ou B para traços fortes. O tipo de grafite dependerá da preferência pessoal de cada um. Os lápis devem estar sempre apontados, de preferência com estilete. Para lapiseiras, recomenda-se usar grafites de diâmetro 0,5 ou 0,3 mm. Slide 18: PAPEL Dimensões As normas em vigor, editadas pela ABNT adotam a seqüência “A” de folhas, partindo da folha A0 com área de aproximadamente 1,0m2. Cada folha na seqüência possui dimensão igual a metade da folha anterior, por exemplo, a folha A1 possui a metade do tamanho da folha A0, a folha A2 possui a metade do tamanho da folha A1 e assim por diante. A seguir são apresentadas as dimensões de cada uma destas folhas. Slide 19: PAPEL Slide 20: PAPEL Slide 21: PAPEL Margens Segundo as normas em vigor, cada tamanho de folha possui determinadas dimensões para suas margens, conforme tabela a seguir. Obs.: A margem esquerda sempre é maior que as demais pois é nesta margem que as folhas são furadas para fixação nas pastas ou arquivos. VER NORMA NBR 10068 Slide 22: Toda folha com formato acima do A4 possui uma forma recomendada de dobragem conforme a norma da ABNT (NBR 13142 – DOBRAMENTO DE CÓPIA) . Esta forma visa que o desenho seja armazenado em uma pasta, que possa ser consultada com facilidade sem necessidade de retirá-la da pasta, e que a legenda esteja visível com o desenho dobrado, após dobradas ficam com as dimensões similares a folha A4. As ilustrações seguintes mostram a ordem das dobras. Primeiro dobra-se na horizontal (em “sanfona”), depois na vertical (para trás), terminando a dobra com a parte da legenda na frente. A dobra no canto superior esquerdo é para evitar de furar a folha na dobra traseira, possibilitando desdobrar o desenho sem retirar do arquivo. DOBRAGEM Slide 27: LEGENDAS DOS DESENHOS TÉCNICOS Quando se executa um desenho, há geralmente necessidade de fazer constar do próprio desenho certo número de indicações que interessam á sua identificação. Para simplicidade de quem consulta o desenho, as várias indicações referidas devem ser agrupadas sempre de forma análoga, constituindo um conjunto que se designa por LEGENDA DO DESENHO. Slide 28: Dados de uma legenda A legenda deve situar-se no canto inferior direito, nos formatos A3, A2, A1 e A0, ou ao longo da largura da folha de desenho no formato A4. Nos formatos A1 e A0 deve ter (175 mm) no comprimento. E nos formatos A3, A2 e A4 (178mm). Nos desenhos industriais, as legendas variam em função das necessidades internas da empresa. Essas legendas devem conter obrigatoriamente. a) Nome da repartição, firma ou empresa b) Título do desenho c) Escala d) Número do desenho e) Data e assinaturas dos responsáveis pela execução, verificação e aprovação f) Número da peça, quantidade, denominação, material e dimensões em bruto Slide 30: TIPOS DE TRAÇOS Slide 32: ESPESSURAS DOS TRAÇOS Slide 35: Hachuras são linhas ou figuras que representam tipos de materiais em áreas de corte em desenhos técnicos. Devem ser traçadas com traços finos e devem estar inclinadas a 45° em relação às linhas principais de contorno do desenho ou eixos de simetria. HACHURAS Slide 36: TIPOD DE HACHURAS Slide 37: REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE HACHURA PARA: ALUMÍNIO MAGNÉSIO LIGAS DE ALUMÌNIO E MAGNÈSIO Slide 38: EXEMPLO DE USO DE HACHURAS Slide 40: COTAS Cotas são indicações das dimensões dos objetos representados em desenhos técnicos. Estas dimensões podem ser lineares ou angulares e podem ser eventualmente acompanhadas por outros símbolos. As cotas representam sempre as dimensões reais do objeto e não dependem, portanto, da escala em que o desenho está representado. Slide 41: REGRAS GERAIS A distância entre a linha de cota e a linha do desenho deverá ser aproximadamente de 7mm assim como a distância de uma linha de cota e outra. A linha de extensão deverá ultrapassar a linha de cota em aproximadamente 3mm, não devendo tocar o contorno do desenho. A cota deverá situar-se sempre acima da linha de cota, quando esta estiver na horizontal. A linha de cota estando na posição vertical, a cota deverá situar-se à esquerda da mesma. As setas que findam as linhas de cota deverão, obrigatoriamente, tocar as linhas de extensão e possuir um comprimento de aproximadamente de 3mm. Slide 42: 8 3 Slide 43: 5) As cotas maiores deverão ser colocadas por fora das menores, evitando-se o cruzamento das loinhas. 4 2 Slide 44: 6) A cotagem deverá ser feita preferencialmente, fora da vista, não sendo errado, porém, em certos casos, cotar-se internamente. 7) As circunferências são cotadas pelos diâmetros. 20 20 Slide 47: Ponto: Elemento geométrico considerado sem dimensão, apenas com posição. Reta: Linha que estabelece a menor distância entre 2 pontos. Por 1 ponto podem passar infinitas retas. DESENHO GEOMÉTRICO A B Slide 48: Por 2 pontos pode passar apenas 1 reta. Plano: Superfície reta em todos os sentidos. Slide 49: Por 1 reta podem passar infinitos planos. Slide 50: Por uma reta e um ponto passa apenas 1 plano. Slide 51: Por duas retas pode passar apenas 1 plano. Slide 52: Tipos de reta: Slide 54: Traçando retas paralelas Slide 55: Traçando retas perpendiculares Slide 56: Traçando retas perpendiculares Slide 57: Mediatriz A reta (c) encontrada nas figuras anteriores também é chamada de mediatriz. Ela define um ponto médio entre os dois pontos. Caso os pontos definem uma reta, a mediatriz cortará esta reta em seu ponto médio, dividindo-a ao meio. Usando régua e compasso Slide 58: A “borboleta” O cruzamento destes traços do compasso é chamado informalmente de “borboleta”. Usando régua e compasso Slide 59: Usando régua e compasso Traçar uma reta paralela à reta ”r” passando pelo ponto “A” Slide 60: Usando régua e compasso Traçar uma perpendicular e uma paralela à reta “r” passando pelo ponto “A”: Slide 61: Usando régua e compasso Traçar a mediatriz do segmento de reta “AB” Slide 62: Usando régua e compasso Traçar uma perpendicular à reta “a”, no ponto “P” Slide 63: Usando régua e compasso Traçar uma perpendicular no ponto “O” da semi-reta “AO” Slide 64: Usando régua e compasso Dividir um ângulo em 2 partes iguais (Bissetriz). Slide 65: Usando régua e compasso Construir os ângulos de: 30°, 60° e 75°. Slide 66: Usando régua e compasso Construir o ângulo de: 45°. Slide 67: Usando régua, compasso e esquadro Dividir o segmento de reta “AB” em “5” partes iguais. Slide 68: Usando régua e compasso Divisão de um ângulo em 3 partes iguais. Existem duas situações – uma para o ângulo reto (90°) e outra para qualquer ângulo não reto, porém o resultado da divisão é aproximada. 90° Slide 69: Usando régua e compasso Passos: 1- Traçar uma circunferência auxiliar 2- Prolongar os lados do ângulo (pontos “C” e “D”) 3- Traçar a bissetriz “EF” = “OE” (raio da circunferência) 4- Unir “F” à “C” e “D” Os pontos “G” e “H” dividem o ângulo em 3 partes aproximadamente iguais. QUALQUER ÂNGULO Slide 70: DIVISÃO DE UM ÂNGULO EM “N” PARTES IGUAIS Slide 78: Usando régua e compasso Traçar a bissetriz de um ângulo formado pelas retas “r” e “s” e cujo vértice é desconhecido Slide 79: TRIÂNGULOS Quando os triângulos isósceles e escaleno têm um ângulo reto (90°) são chamados de triângulo retângulo. Slide 80: Usando régua e compasso Construir um triângulo conhecendo-se um lado “AB” e os ângulos adjacentes: Ângulo A = 30° Ângulo B = 45° Lado AB = 4cm Slide 81: Usando régua e compasso Construir um triângulo conhecendo-se 2 lados e o ângulo “A” AB = 5 cm AC = 4 cm  = 15° Slide 82: Usando régua e compasso Construir um triângulo conhecendo-se seus três lados: AB = 6 cm BC = 4,5 cm AC = 3,5 cm Slide 83: Usando régua e compasso Construir um triângulo retângulo conhecendo-se sua hipotenusa e um cateto. AC = 4 cm CB = 7 cm Slide 84: Usando régua e compasso Construir um triângulo retângulo conhecendo-se a hipotenusa e um ângulo agudo. BC = 5 cm Ang. B = 22°30’ Slide 85: Usando régua e compasso Construir um triângulo isósceles cuja base mede 4 cm e sua altura 6 cm. Slide 86: São figuras geométricas que tem todos os seus lados do mesmo tamanho. POLÍGONOS REGULARES Triângulo = 3 lados Quadrado = 4 lados Pentágono = 5 lados Hexágono = 6 lados Heptágono = 7 lados Octógono = 8 lados Eneágono = 9 lados Decágono = 10 lados Undecágono = 11 lados Icoságono = 20 lados Slide 87: Usando régua e compasso Triangulo eqüilátero: Slide 88: Usando régua e compasso QUADRADO Slide 89: Usando régua e compasso PENTÁGONO Slide 90: Usando régua e compasso EXÁGONO Slide 91: Usando régua e compasso Circunferência e concordância Achar o centro Slide 92: Usando régua e compasso Circunferência inscrita a um triângulo Slide 93: Usando régua e compasso Circunferência circunscrita a um triângulo Slide 94: Usando régua e compasso Concordância Concordância de duas retas por meio de um arco (por exemplo, com raio de 15mm): Slide 95: Usando régua e compasso Slide 96: Usando régua e compasso Slide 97: Usando régua e compasso Slide 98: Usando compasso OVAL Slide 99: 1° passo: Slide 100: 2° passo: Slide 101: 3° passo: A C B D Slide 102: 4° passo: A C B D Slide 103: 5° passo: A C B D Slide 104: 6° passo: A C B D Slide 105: Usando compasso Slide 109: MÉTODOS DE PROJEÇÕES A teoria projetiva é o fundamento das informações básicas necessárias para a representação da forma. A forma é descrita pelas projeções, isto é, pelo processo de formação de uma imagem mediante raios de visão levados numa direção particular. Na expressão gráfica usam-se dois métodps fundamentais de representação da forma: Vistas ortográficas; e Perspectivas. Slide 110: A palavra perspectiva vem do latim - Perspicere (ver através de). Se você se colocar atrás de uma janela envidraçada e, sem se mover do lugar, riscar no vidro o que está "vendo através da janela", terá feito uma perspectiva; a perspectiva é a representação gráfica que mostra os objetos como eles aparecem a nossa vista, com três dimensões. PERSPECTIVAS Slide 112: PERSPECTIVAS Conceito É o modo de desenhar as coisas, como as vemos, não como são na realidade, mas de uma maneira que um observador possa ter uma visão próxima da realidade. Linha de eixo Slide 113: Classificação da perspectiva LINHA DO HORIZONTE : LINHA DO HORIZONTE PERSPECTIVAS LH LINHA DO HORIZONTE Slide 117: PERSPECTIVAS Slide 119: PERSPECTIVAS Tipos de perspectivas Perspectiva exata ou cônica É a perspectiva que se utiliza do sistema de PROJEÇÕES CÔNICAS Ponto de fuga PF Slide 120: PERSPECTIVAS Slide 121: Perspectiva com 2 pontos de fuga Slide 122: Variação do ponto de fuga em posição central do observador. Slide 123: 1° Passo: Trace uma reta perpendicular à Linha do Horizonte (L.H.). Sobre ela construa a letra L (lembre de estabelecer as proporções). Perspectiva Cônica da Letra L com 1 ponto de fuga Slide 124: 2° Passo: Ligue os vértices da figura até o ponto de fuga (PF1). Trace uma reta paralela ao segmento que une os pontos 1 e 6. Você obterá os pontos 7 e 8. Perspectiva Cônica da Letra L com 1 ponto de fuga Obs.: Na Perspectiva Cônica com 1 ponto de fuga as linhas horizontais mantêm o paralelismo entre si e o mesmo acontece com as linhas verticais. Slide 125: 3° Passo: Para obter o ponto 9 , trace uma reta paralela ao segmento que une 1 e 2, passando pelo ponto 7. Perspectiva Cônica da Letra L com 1 ponto de fuga Slide 126: Perspectiva Cônica da Letra L com 1 ponto de fuga 4° Passo: A etapa a seguir é uma das mais importantes. Cuidado, na perspectiva cônica as linhas são convergentes, portanto para determinar a profundidade correta para finalizar a construção, recomenda - se o raciocínio por blocos. Slide 127: 5° Passo: Pelo ponto 10 obtido, trace uma reta paralela as demais verticais. Perspectiva Cônica da Letra L com 1 ponto de fuga Slide 128: 6° Passo: Pelo ponto 11 obtido, trace uma reta paralela as demais horizontais. Perspectiva Cônica da Letra L com 1 ponto de fuga Slide 129: As figuras que seguem ilustram o detalhamento dos blocos. A letra L pode ser compreendida como a intersecção de um bloco horizontal com um bloco vertical. Este assunto é denominado Interseção de Volumes. Perspectiva Cônica de Interseção de Volumes com 1 ponto de fuga Slide 130: Perspectiva Cônica de Interseção de Volumes com 1 ponto de fuga Observe na figura abaixo os pontos 3 e 12. Slide 131: Perspectiva cavaleira É a perspectiva que se utiliza do sistema de PROJEÇÕES CILÍNDRICAS OBLÍQUAS. Na prática, usamos a perspectiva cavaleira quando queremos representar um objeto de frente, com a face voltada para o observador. 45° Nota: Na perspectiva cavaleira, as arestas a 45° ficam reduzidas a 50%, com ângulo de 30° a redução é de 2/3 do tamanho e com 60° de 1/3 . Slide 133: Perspectiva axonométrica ortogonal É a perspectiva que se utiliza do sistema de PROJEÇÕES CILÍNDRICAS ortogonais. Na prática, usamos a perspectiva axonométrica quando queremos representar um objeto de lado (não de frente). Existem três tipos de perspectivas axonométricas. Perspectiva ISOMÉTRICA; Perspectiva DIMÉTRICA; e Perspectiva TRIMÉTRICA. Slide 134: Esta perspectiva é a que se aproxima mais do real. Ela mostra detalhes de forma semelhantes nas três vistas. Ambos os eixos tem uma inclinação de 30° em relação à linha do horizonte e todas as dimensões representadas são as reais ou proporcionais ao objeto representado. 120° Slide 135: Perspectiva dimétrica Essa projeção ressalta especialmente a vista frontal do objeto. Os eixos são inclinados com 7° e 42 ° e as dimensões horizontais da face formada pelo eixo fugitivo devem ser a metade do tamanho real. You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
C�pia de Des T�c 2010 completo paodoce Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: Embed: Flash iPad Copy Does not support media & animations WordPress Embed Customize Embed URL: Copy Thumbnail: Copy The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 995 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: February 27, 2010 This Presentation is Public Favorites: 3 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... By: click19 (29 month(s) ago) http://www.bo-oks.info/brewii/ http://www.bo-oks.info/forex-nuke/ http://www.bo-oks.info/beat-eczema/ Saving..... Post Reply Close Saving..... Edit Comment Close Premium member Presentation Transcript Slide 1: DESENHO TÉCNICO Exercício - 1Desenho Técnico - Manutenção de aeronaves : Exercício - 1Desenho Técnico - Manutenção de aeronaves Legenda: Título “Pino corrediço - articulação de 90° ”. Aplicar as margens conforme ABNT. Desenhar uma projeção paralela, ortogonal e em perspectiva axonométrica isométrica do objeto abaixo, definindo a cotagem proporcionalmente. Obs.: Cotagem livre. a) Utilizando uma folha A3 faça: Slide 3: DESENHO TÉCNICO INTRODUÇÃO : INTRODUÇÃO A necessidade que o homem teve de comunicar-se com o seu semelhante levou-o inicialmente a procurar uma linguagem falada e mais tarde a recorrer à expressão escrita. As primeiras tentativas de comunicação por escrito fizeram-se por meio de desenhos, chamados de escritas ideográficas, de que são exemplos os hieróglifos egípcios e a escrita ainda hoje usada na China. Slide 5: O gesto é uma forma não concretizada de desenho HIERÓGLIFOS EGÍPCIOS Slide 6: A palavra "kanji" significa "letra chinesa", ou, num sentido mais amplo, "escrita chinesa". Os ideogramas chineses são aquelas letras complicadas, cheias de traços. Os primeiros deles datam de mais de cinco mil anos a.C. Eram desenhos utilizados primordialmente em rituais supersticiosos. Com o tempo sofreram alterações e seus traços foram simplificados. Criaram-se padrões de escrita. Seu número foi aumentando. Hoje há mais de cinqüenta mil deles. Séculos atrás, não havia escrita no Japão. Em virtude do intercâmbio cultural e comercial com a China, adotaram-se no arquipélago nipônico alguns dos milhares de ideogramas utilizados pela nação vizinha. Atualmente, um japonês adulto sabe em média cerca de dois mil kanjis. A língua chinesa é composta exclusivamente desse tipo de caractere. A japonesa não. CURIOSIDADE Slide 7: A palavra "kanji" significa "letra chinesa", ou, num sentido mais amplo, "escrita chinesa". Desenho Artístico x Desenho Técnico : Desenho Artístico x Desenho Técnico Desenho artístico O Desenho Artístico possibilita ampla liberdade de figuração, transmitindo reações diversas em diferentes pessoas que o observem. O artista desenvolve a própria sensibilidade e o equilíbrio do mundo interior (psíquico) com o exterior (realidade). È fundamental para o arquiteto conceber edifícios, para o engenheiro civil criar obras civis e para o projetista industrial criar máquinas de aspecto agradável. Desenho Artístico x Desenho Técnico : Desenho Técnico Desenho Artístico x Desenho Técnico Desenho técnico é uma linguagem de caráter universal. Devendo um objeto ou um circuito ser representado sempre da mesma maneira, de forma completa e rigorosa. É através de símbolos, convenções e normas disseminados e adotados em todo mundo que torna um desenho técnico, feito dentro das regras, de fácil compreensão por qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo. Nele estão contidas todas as dimensões e informações para se construir, por exemplo, todas as peças de um motor. A utilidade do desenho técnico para o técnico de manutenção de aeronaves se prende na interpretação e análise de projetos, manuais, diretivas técnicas e outras publicações. O conhecimento das técnicas aplicadas em desenhos técnicos são de enorme valia, pois capacita o técnico ao desenvolvimento de projetos e de assessoramento técnico junto ao fabricante. Slide 10: Materiais utilizados para desenvolvimento de desenho técnico ESQUADROS DE 30° e 45° Slide 11: Materiais utilizados para desenvolvimento de desenho técnico RÉGUA MILIMETRADA OU ESCALÍMETRO BORRACHA PARA DESENHO Slide 12: Materiais utilizados para desenvolvimento de desenho técnico COMPASSO LÁPIS PARA DESENHO Slide 13: Escalímetro É uma régua em forma de prisma triangular contendo em cada face duas escalas de redução. É utilizado para se trabalhar com proporção, redução e ampliação do desenho. Escalas normalmente usadas: • Para aumento: 10:1; 5:1; 2:1. • Para redução: 1:2,5; 1:5; 1:20; 1:25; 1:50; 1:75; 1:100; 1:125; etc. Slide 14: Curvas francesas Quando da impossibilidade de traçar linhas curvas com o auxílio do compasso, podemos utilizar as curvas francesas. Esta ferramenta é fabricada em vários tamanhos. Slide 15: Como a dureza da mina grafite é expressa? A argila é um dos componentes responsáveis pela resistência da mina grafite. As partículas de grafite completam o volume e conferem o grau de preto à mina (poder de cobertura). De acordo com a proporção argila/grafite empregada na composição da massa, o lápis ganha características diferentes. É a partir dessa proporção que se define a graduação (dureza) do lápis. Para diferenciar os tipos de graduações, Lothar Faber criou, no século XVIII, uma escala que se tornou um padrão internacional. LÁPIS PARA DESENHO As graduações padrão disponíveis incluem os seguintes tipos: 6H, 5H, 4H, 3H, 2H, H, F, HB, B, 2B, 3B, 4B, 5B e 6B. Quanto maior o número H (referência à palavra inglesa HARD/duro), mais claro e mais duro é o traço. Por outro lado, quanto maior o número B (referência à palavra inglesa BLACK/preto), mais preto e macio será o traço. Também existem as graduações HB (HARD e BLACK), e F (referência à palavra inglesa FINE), que apresenta um traço fino e resistente. Slide 16: Para a escrita em geral, são usadas as graduações semelhantes a 2B, B e HB, mais conhecidas como nº1, nº 2 e 2½, respectivamente. Os lápis muito macios são usados principalmente para escurecer e fazer preenchimentos. Os lápis intermediários são indicados para sombreamentos, enquanto os lápis muito duros são usados principalmente para desenho técnico. Um bom meio-termo para o uso cotidiano são os lápis HB, B e 2B, que apresentam boa resistência, traço escuro e facilidade ao apagar. LÁPIS PARA DESENHO Por "H" entende-se "Hard" - uma mina dura. Por "B" entende-se "Brand" ou "Black" - uma mina macia ou preta. Por "HB" entende-se "Hard/Brand"- uma mina de dureza média. A mesma classificação apresentada acima se aplica às grafites utilizadas em lapiseiras. Slide 17: O lápis comum é cilíndrico. N° 1 (mole) , N°2 (médio) e N° 3 (duro). O lápis de desenho é sextavado, o que permite fixá-los bem entre os dedos e evitar que rolem sobre a prancheta. LÁPIS PARA DESENHO Recomenda-se uma grafite HB, F ou H para traçar rascunhos e traços finos, e uma grafite HB ou B para traços fortes. O tipo de grafite dependerá da preferência pessoal de cada um. Os lápis devem estar sempre apontados, de preferência com estilete. Para lapiseiras, recomenda-se usar grafites de diâmetro 0,5 ou 0,3 mm. Slide 18: PAPEL Dimensões As normas em vigor, editadas pela ABNT adotam a seqüência “A” de folhas, partindo da folha A0 com área de aproximadamente 1,0m2. Cada folha na seqüência possui dimensão igual a metade da folha anterior, por exemplo, a folha A1 possui a metade do tamanho da folha A0, a folha A2 possui a metade do tamanho da folha A1 e assim por diante. A seguir são apresentadas as dimensões de cada uma destas folhas. Slide 19: PAPEL Slide 20: PAPEL Slide 21: PAPEL Margens Segundo as normas em vigor, cada tamanho de folha possui determinadas dimensões para suas margens, conforme tabela a seguir. Obs.: A margem esquerda sempre é maior que as demais pois é nesta margem que as folhas são furadas para fixação nas pastas ou arquivos. VER NORMA NBR 10068 Slide 22: Toda folha com formato acima do A4 possui uma forma recomendada de dobragem conforme a norma da ABNT (NBR 13142 – DOBRAMENTO DE CÓPIA) . Esta forma visa que o desenho seja armazenado em uma pasta, que possa ser consultada com facilidade sem necessidade de retirá-la da pasta, e que a legenda esteja visível com o desenho dobrado, após dobradas ficam com as dimensões similares a folha A4. As ilustrações seguintes mostram a ordem das dobras. Primeiro dobra-se na horizontal (em “sanfona”), depois na vertical (para trás), terminando a dobra com a parte da legenda na frente. A dobra no canto superior esquerdo é para evitar de furar a folha na dobra traseira, possibilitando desdobrar o desenho sem retirar do arquivo. DOBRAGEM Slide 27: LEGENDAS DOS DESENHOS TÉCNICOS Quando se executa um desenho, há geralmente necessidade de fazer constar do próprio desenho certo número de indicações que interessam á sua identificação. Para simplicidade de quem consulta o desenho, as várias indicações referidas devem ser agrupadas sempre de forma análoga, constituindo um conjunto que se designa por LEGENDA DO DESENHO. Slide 28: Dados de uma legenda A legenda deve situar-se no canto inferior direito, nos formatos A3, A2, A1 e A0, ou ao longo da largura da folha de desenho no formato A4. Nos formatos A1 e A0 deve ter (175 mm) no comprimento. E nos formatos A3, A2 e A4 (178mm). Nos desenhos industriais, as legendas variam em função das necessidades internas da empresa. Essas legendas devem conter obrigatoriamente. a) Nome da repartição, firma ou empresa b) Título do desenho c) Escala d) Número do desenho e) Data e assinaturas dos responsáveis pela execução, verificação e aprovação f) Número da peça, quantidade, denominação, material e dimensões em bruto Slide 30: TIPOS DE TRAÇOS Slide 32: ESPESSURAS DOS TRAÇOS Slide 35: Hachuras são linhas ou figuras que representam tipos de materiais em áreas de corte em desenhos técnicos. Devem ser traçadas com traços finos e devem estar inclinadas a 45° em relação às linhas principais de contorno do desenho ou eixos de simetria. HACHURAS Slide 36: TIPOD DE HACHURAS Slide 37: REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE HACHURA PARA: ALUMÍNIO MAGNÉSIO LIGAS DE ALUMÌNIO E MAGNÈSIO Slide 38: EXEMPLO DE USO DE HACHURAS Slide 40: COTAS Cotas são indicações das dimensões dos objetos representados em desenhos técnicos. Estas dimensões podem ser lineares ou angulares e podem ser eventualmente acompanhadas por outros símbolos. As cotas representam sempre as dimensões reais do objeto e não dependem, portanto, da escala em que o desenho está representado. Slide 41: REGRAS GERAIS A distância entre a linha de cota e a linha do desenho deverá ser aproximadamente de 7mm assim como a distância de uma linha de cota e outra. A linha de extensão deverá ultrapassar a linha de cota em aproximadamente 3mm, não devendo tocar o contorno do desenho. A cota deverá situar-se sempre acima da linha de cota, quando esta estiver na horizontal. A linha de cota estando na posição vertical, a cota deverá situar-se à esquerda da mesma. As setas que findam as linhas de cota deverão, obrigatoriamente, tocar as linhas de extensão e possuir um comprimento de aproximadamente de 3mm. Slide 42: 8 3 Slide 43: 5) As cotas maiores deverão ser colocadas por fora das menores, evitando-se o cruzamento das loinhas. 4 2 Slide 44: 6) A cotagem deverá ser feita preferencialmente, fora da vista, não sendo errado, porém, em certos casos, cotar-se internamente. 7) As circunferências são cotadas pelos diâmetros. 20 20 Slide 47: Ponto: Elemento geométrico considerado sem dimensão, apenas com posição. Reta: Linha que estabelece a menor distância entre 2 pontos. Por 1 ponto podem passar infinitas retas. DESENHO GEOMÉTRICO A B Slide 48: Por 2 pontos pode passar apenas 1 reta. Plano: Superfície reta em todos os sentidos. Slide 49: Por 1 reta podem passar infinitos planos. Slide 50: Por uma reta e um ponto passa apenas 1 plano. Slide 51: Por duas retas pode passar apenas 1 plano. Slide 52: Tipos de reta: Slide 54: Traçando retas paralelas Slide 55: Traçando retas perpendiculares Slide 56: Traçando retas perpendiculares Slide 57: Mediatriz A reta (c) encontrada nas figuras anteriores também é chamada de mediatriz. Ela define um ponto médio entre os dois pontos. Caso os pontos definem uma reta, a mediatriz cortará esta reta em seu ponto médio, dividindo-a ao meio. Usando régua e compasso Slide 58: A “borboleta” O cruzamento destes traços do compasso é chamado informalmente de “borboleta”. Usando régua e compasso Slide 59: Usando régua e compasso Traçar uma reta paralela à reta ”r” passando pelo ponto “A” Slide 60: Usando régua e compasso Traçar uma perpendicular e uma paralela à reta “r” passando pelo ponto “A”: Slide 61: Usando régua e compasso Traçar a mediatriz do segmento de reta “AB” Slide 62: Usando régua e compasso Traçar uma perpendicular à reta “a”, no ponto “P” Slide 63: Usando régua e compasso Traçar uma perpendicular no ponto “O” da semi-reta “AO” Slide 64: Usando régua e compasso Dividir um ângulo em 2 partes iguais (Bissetriz). Slide 65: Usando régua e compasso Construir os ângulos de: 30°, 60° e 75°. Slide 66: Usando régua e compasso Construir o ângulo de: 45°. Slide 67: Usando régua, compasso e esquadro Dividir o segmento de reta “AB” em “5” partes iguais. Slide 68: Usando régua e compasso Divisão de um ângulo em 3 partes iguais. Existem duas situações – uma para o ângulo reto (90°) e outra para qualquer ângulo não reto, porém o resultado da divisão é aproximada. 90° Slide 69: Usando régua e compasso Passos: 1- Traçar uma circunferência auxiliar 2- Prolongar os lados do ângulo (pontos “C” e “D”) 3- Traçar a bissetriz “EF” = “OE” (raio da circunferência) 4- Unir “F” à “C” e “D” Os pontos “G” e “H” dividem o ângulo em 3 partes aproximadamente iguais. QUALQUER ÂNGULO Slide 70: DIVISÃO DE UM ÂNGULO EM “N” PARTES IGUAIS Slide 78: Usando régua e compasso Traçar a bissetriz de um ângulo formado pelas retas “r” e “s” e cujo vértice é desconhecido Slide 79: TRIÂNGULOS Quando os triângulos isósceles e escaleno têm um ângulo reto (90°) são chamados de triângulo retângulo. Slide 80: Usando régua e compasso Construir um triângulo conhecendo-se um lado “AB” e os ângulos adjacentes: Ângulo A = 30° Ângulo B = 45° Lado AB = 4cm Slide 81: Usando régua e compasso Construir um triângulo conhecendo-se 2 lados e o ângulo “A” AB = 5 cm AC = 4 cm  = 15° Slide 82: Usando régua e compasso Construir um triângulo conhecendo-se seus três lados: AB = 6 cm BC = 4,5 cm AC = 3,5 cm Slide 83: Usando régua e compasso Construir um triângulo retângulo conhecendo-se sua hipotenusa e um cateto. AC = 4 cm CB = 7 cm Slide 84: Usando régua e compasso Construir um triângulo retângulo conhecendo-se a hipotenusa e um ângulo agudo. BC = 5 cm Ang. B = 22°30’ Slide 85: Usando régua e compasso Construir um triângulo isósceles cuja base mede 4 cm e sua altura 6 cm. Slide 86: São figuras geométricas que tem todos os seus lados do mesmo tamanho. POLÍGONOS REGULARES Triângulo = 3 lados Quadrado = 4 lados Pentágono = 5 lados Hexágono = 6 lados Heptágono = 7 lados Octógono = 8 lados Eneágono = 9 lados Decágono = 10 lados Undecágono = 11 lados Icoságono = 20 lados Slide 87: Usando régua e compasso Triangulo eqüilátero: Slide 88: Usando régua e compasso QUADRADO Slide 89: Usando régua e compasso PENTÁGONO Slide 90: Usando régua e compasso EXÁGONO Slide 91: Usando régua e compasso Circunferência e concordância Achar o centro Slide 92: Usando régua e compasso Circunferência inscrita a um triângulo Slide 93: Usando régua e compasso Circunferência circunscrita a um triângulo Slide 94: Usando régua e compasso Concordância Concordância de duas retas por meio de um arco (por exemplo, com raio de 15mm): Slide 95: Usando régua e compasso Slide 96: Usando régua e compasso Slide 97: Usando régua e compasso Slide 98: Usando compasso OVAL Slide 99: 1° passo: Slide 100: 2° passo: Slide 101: 3° passo: A C B D Slide 102: 4° passo: A C B D Slide 103: 5° passo: A C B D Slide 104: 6° passo: A C B D Slide 105: Usando compasso Slide 109: MÉTODOS DE PROJEÇÕES A teoria projetiva é o fundamento das informações básicas necessárias para a representação da forma. A forma é descrita pelas projeções, isto é, pelo processo de formação de uma imagem mediante raios de visão levados numa direção particular. Na expressão gráfica usam-se dois métodps fundamentais de representação da forma: Vistas ortográficas; e Perspectivas. Slide 110: A palavra perspectiva vem do latim - Perspicere (ver através de). Se você se colocar atrás de uma janela envidraçada e, sem se mover do lugar, riscar no vidro o que está "vendo através da janela", terá feito uma perspectiva; a perspectiva é a representação gráfica que mostra os objetos como eles aparecem a nossa vista, com três dimensões. PERSPECTIVAS Slide 112: PERSPECTIVAS Conceito É o modo de desenhar as coisas, como as vemos, não como são na realidade, mas de uma maneira que um observador possa ter uma visão próxima da realidade. Linha de eixo Slide 113: Classificação da perspectiva LINHA DO HORIZONTE : LINHA DO HORIZONTE PERSPECTIVAS LH LINHA DO HORIZONTE Slide 117: PERSPECTIVAS Slide 119: PERSPECTIVAS Tipos de perspectivas Perspectiva exata ou cônica É a perspectiva que se utiliza do sistema de PROJEÇÕES CÔNICAS Ponto de fuga PF Slide 120: PERSPECTIVAS Slide 121: Perspectiva com 2 pontos de fuga Slide 122: Variação do ponto de fuga em posição central do observador. Slide 123: 1° Passo: Trace uma reta perpendicular à Linha do Horizonte (L.H.). Sobre ela construa a letra L (lembre de estabelecer as proporções). Perspectiva Cônica da Letra L com 1 ponto de fuga Slide 124: 2° Passo: Ligue os vértices da figura até o ponto de fuga (PF1). Trace uma reta paralela ao segmento que une os pontos 1 e 6. Você obterá os pontos 7 e 8. Perspectiva Cônica da Letra L com 1 ponto de fuga Obs.: Na Perspectiva Cônica com 1 ponto de fuga as linhas horizontais mantêm o paralelismo entre si e o mesmo acontece com as linhas verticais. Slide 125: 3° Passo: Para obter o ponto 9 , trace uma reta paralela ao segmento que une 1 e 2, passando pelo ponto 7. Perspectiva Cônica da Letra L com 1 ponto de fuga Slide 126: Perspectiva Cônica da Letra L com 1 ponto de fuga 4° Passo: A etapa a seguir é uma das mais importantes. Cuidado, na perspectiva cônica as linhas são convergentes, portanto para determinar a profundidade correta para finalizar a construção, recomenda - se o raciocínio por blocos. Slide 127: 5° Passo: Pelo ponto 10 obtido, trace uma reta paralela as demais verticais. Perspectiva Cônica da Letra L com 1 ponto de fuga Slide 128: 6° Passo: Pelo ponto 11 obtido, trace uma reta paralela as demais horizontais. Perspectiva Cônica da Letra L com 1 ponto de fuga Slide 129: As figuras que seguem ilustram o detalhamento dos blocos. A letra L pode ser compreendida como a intersecção de um bloco horizontal com um bloco vertical. Este assunto é denominado Interseção de Volumes. Perspectiva Cônica de Interseção de Volumes com 1 ponto de fuga Slide 130: Perspectiva Cônica de Interseção de Volumes com 1 ponto de fuga Observe na figura abaixo os pontos 3 e 12. Slide 131: Perspectiva cavaleira É a perspectiva que se utiliza do sistema de PROJEÇÕES CILÍNDRICAS OBLÍQUAS. Na prática, usamos a perspectiva cavaleira quando queremos representar um objeto de frente, com a face voltada para o observador. 45° Nota: Na perspectiva cavaleira, as arestas a 45° ficam reduzidas a 50%, com ângulo de 30° a redução é de 2/3 do tamanho e com 60° de 1/3 . Slide 133: Perspectiva axonométrica ortogonal É a perspectiva que se utiliza do sistema de PROJEÇÕES CILÍNDRICAS ortogonais. Na prática, usamos a perspectiva axonométrica quando queremos representar um objeto de lado (não de frente). Existem três tipos de perspectivas axonométricas. Perspectiva ISOMÉTRICA; Perspectiva DIMÉTRICA; e Perspectiva TRIMÉTRICA. Slide 134: Esta perspectiva é a que se aproxima mais do real. Ela mostra detalhes de forma semelhantes nas três vistas. Ambos os eixos tem uma inclinação de 30° em relação à linha do horizonte e todas as dimensões representadas são as reais ou proporcionais ao objeto representado. 120° Slide 135: Perspectiva dimétrica Essa projeção ressalta especialmente a vista frontal do objeto. Os eixos são inclinados com 7° e 42 ° e as dimensões horizontais da face formada pelo eixo fugitivo devem ser a metade do tamanho real.