logging in or signing up CAPACITAÇÃO 1º BI olyverrabm Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 1402 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (1) Dislike it (0) Added: August 28, 2008 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL COMANDO OPERACIONAL 1º BATALHÃO DE INCÊNDIO AVALIAÇÃO GERAL DO PACIENTE Slide 2: AVALIAÇÃO GERAL DO PACIENTE A avaliação geral do paciente é um conjunto de procedimentos que auxiliam na identificação das possíveis causas das doenças ou traumas, orientando o socorrista a tomar decisões sobre quais procedimentos deverão ser adotados. Portanto, a avaliação deverá ser orientada para identificar e tratar as possíveis lesões (trauma) e/ou doenças (emergência clínica). Slide 3: O processo de avaliação do paciente divide-se em cinco fases: Avaliação da Cena; Avaliação Inicial; Avaliação Dirigida; Avaliação Física Detalhada; e Avaliação Continuada. Slide 4: AVALIAÇÃO DA CENA Ao se deparar com uma emergência, o socorrista deve obter informações ao aproximar-se do local. Antes do contato direto com o paciente. Slide 5: Ao avaliar o cenário o socorrista deverá obter informações por meio da observação dos seguintes aspectos: Verifique a segurança do local procurando identificar riscos potenciais para si, para o paciente ou outros envolvidos; 2. Observe os indícios que podem trazer alguma informação sobre a causa do trauma ou a natureza da doença do paciente; Slide 6: Checar o número de vítimas; 4. Após avaliar a cena, o socorrista deverá adotar medidas de proteção individual, e providenciar o mais rápido possível os recursos necessários ao atendimento. 5. Aplicação de EPI’s Básicos: Luvas, óculos e mascara. Slide 7: Avaliação Inicial Parte da avaliação que tem por finalidade identificar e corrigir de imediato, problemas que ameaçam a vida a curto prazo. Slide 8: Os problemas que ameaçam a vida normalmente estão relacionados com: Vias aéreas: Estão abertas? há comprometimento da coluna cervical? Slide 9: Se as vias aéreas estiverem comprometidas, terão que ser abertas usando métodos manuais: Empurre mandibular/elevação da mandíbula (trauma). Inclinação da cabeça com elevação do queixo (clínico). Slide 10: Respiração: O paciente respira? como se processa esta respiração? Slide 11: Circulação: há pulso palpável? há hemorragia? há sinais de estado de choque. Slide 12: Como Realizar a Avaliação Inicial: Observe visualmente a cena e o paciente, determine a situação (trauma, ou emergência clínica); Avalie o nível de consciência do paciente (AVDI). Se o paciente não está Alerta, estimule-o verbalmente. Se o paciente não responder ao estimulo verbal, realize um estímulo doloroso. Slide 13: Identifique-se como socorrista e solicite autorização para ajudar; Avalie a permeabilidade das vias aéreas e estabilize manualmente a coluna cervical; Se o paciente não responder ao estimulo doloroso, será tratado como paciente inconsciente. Slide 14: Avalie a respiração do paciente (usar a técnica do Ver, Ouvir e Sentir – VOS); 6. Verifique a circulação do paciente (avalie o pulso carotídeo em adultos e crianças, e braquial ou femoral em lactentes) e verifique a presença de hemorragias, sinais de choque e perfusão; Slide 15: Colar Cervical Slide 16: AVALIAÇÃO DIRIGIDA É um processo ordenado para obter informações, identificar lesões ou emergência clínica que, se não tratados, poderão vir a ameaçar a vida do paciente. A avaliação dirigida divide-se em três etapas distintas, são elas: Entrevista; Exame Rápido; Aferição dos sinais vitais. Slide 17: Entrevista: Etapa da avaliação onde o socorrista obtém informações através de perguntas e respostas, sempre que possível obtenha as informações diretamente do paciente. Slide 18: GUIA PARA REALIZAR A ENTREVISTA Nome e idade? O que aconteceu ? Como aconteceu ? A quanto tempo isso aconteceu? Isso já ocorreu antes? Você tem algum problema de saúde? Você tem tomado algum remédio? Você é alérgico a alguma coisa? Slide 19: Sinais Vitais: Etapa da avaliação onde o socorrista realiza a aferição do pulso, respiração, temperatura relativa da pele e pressão arterial do paciente. Pulso: Avalie o pulso do paciente posicionando os dedos indicador e médio sobre o pulso radial, conte os batimentos cardíacos durante um minuto anotando-o. Valores normais: Adulto: 60-100 batimentos por minuto (bpm); Criança: 80-140 bpm; Lactentes: 85-190 bpm. Slide 20: Respiração O valores normais são: Adultos 12 – 20 RPM Criança 20 – 40 RPM Lactentes 40 – 60 RPM Slide 21: Temperatura Avalie a temperatura posicionando o dorso da sua mão sobre a pele do paciente (na testa, no tórax ou no abdômen). O socorrista estima a temperatura relativa da pele pelo tato. Slide 22: Exame Rápido Realizado conforme a queixa principal do paciente. Realize uma inspeção visual e uma apalpação no segmento lesionado de forma ordenada e sistemática, buscando identificar lesões ou problemas clínicos. Slide 23: Avaliação Física Detalhada Etapa da avaliação que visa identificar lesões não evidentes, através da apalpação e observação de todo seguimento corporal do paciente no sentido crânio caudal. O exame completo não precisa ser realizado em todos os pacientes. Em pacientes que sofreram pequenos acidentes ou que possuem emergências médicas evidentes o socorrista deverá realizar o exame rápido. Slide 24: Como realizar a Avaliação Física Detalhada Slide 31: Avaliação continuada A avaliação continuada é realizada enquanto aguarda o Serviço de Emergência, devendo o socorrista reavaliar constantemente os sinais vitais e o aspecto geral do paciente. A reavaliação deverá ser realizada conforme se segue: Inconscientes: Reavaliar a cada 3 (três) minutos; Consciente: reavaliar a cada 15 (quinze) minutos. You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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Premium member Presentation Transcript Slide 1: CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL COMANDO OPERACIONAL 1º BATALHÃO DE INCÊNDIO AVALIAÇÃO GERAL DO PACIENTE Slide 2: AVALIAÇÃO GERAL DO PACIENTE A avaliação geral do paciente é um conjunto de procedimentos que auxiliam na identificação das possíveis causas das doenças ou traumas, orientando o socorrista a tomar decisões sobre quais procedimentos deverão ser adotados. Portanto, a avaliação deverá ser orientada para identificar e tratar as possíveis lesões (trauma) e/ou doenças (emergência clínica). Slide 3: O processo de avaliação do paciente divide-se em cinco fases: Avaliação da Cena; Avaliação Inicial; Avaliação Dirigida; Avaliação Física Detalhada; e Avaliação Continuada. Slide 4: AVALIAÇÃO DA CENA Ao se deparar com uma emergência, o socorrista deve obter informações ao aproximar-se do local. Antes do contato direto com o paciente. Slide 5: Ao avaliar o cenário o socorrista deverá obter informações por meio da observação dos seguintes aspectos: Verifique a segurança do local procurando identificar riscos potenciais para si, para o paciente ou outros envolvidos; 2. Observe os indícios que podem trazer alguma informação sobre a causa do trauma ou a natureza da doença do paciente; Slide 6: Checar o número de vítimas; 4. Após avaliar a cena, o socorrista deverá adotar medidas de proteção individual, e providenciar o mais rápido possível os recursos necessários ao atendimento. 5. Aplicação de EPI’s Básicos: Luvas, óculos e mascara. Slide 7: Avaliação Inicial Parte da avaliação que tem por finalidade identificar e corrigir de imediato, problemas que ameaçam a vida a curto prazo. Slide 8: Os problemas que ameaçam a vida normalmente estão relacionados com: Vias aéreas: Estão abertas? há comprometimento da coluna cervical? Slide 9: Se as vias aéreas estiverem comprometidas, terão que ser abertas usando métodos manuais: Empurre mandibular/elevação da mandíbula (trauma). Inclinação da cabeça com elevação do queixo (clínico). Slide 10: Respiração: O paciente respira? como se processa esta respiração? Slide 11: Circulação: há pulso palpável? há hemorragia? há sinais de estado de choque. Slide 12: Como Realizar a Avaliação Inicial: Observe visualmente a cena e o paciente, determine a situação (trauma, ou emergência clínica); Avalie o nível de consciência do paciente (AVDI). Se o paciente não está Alerta, estimule-o verbalmente. Se o paciente não responder ao estimulo verbal, realize um estímulo doloroso. Slide 13: Identifique-se como socorrista e solicite autorização para ajudar; Avalie a permeabilidade das vias aéreas e estabilize manualmente a coluna cervical; Se o paciente não responder ao estimulo doloroso, será tratado como paciente inconsciente. Slide 14: Avalie a respiração do paciente (usar a técnica do Ver, Ouvir e Sentir – VOS); 6. Verifique a circulação do paciente (avalie o pulso carotídeo em adultos e crianças, e braquial ou femoral em lactentes) e verifique a presença de hemorragias, sinais de choque e perfusão; Slide 15: Colar Cervical Slide 16: AVALIAÇÃO DIRIGIDA É um processo ordenado para obter informações, identificar lesões ou emergência clínica que, se não tratados, poderão vir a ameaçar a vida do paciente. A avaliação dirigida divide-se em três etapas distintas, são elas: Entrevista; Exame Rápido; Aferição dos sinais vitais. Slide 17: Entrevista: Etapa da avaliação onde o socorrista obtém informações através de perguntas e respostas, sempre que possível obtenha as informações diretamente do paciente. Slide 18: GUIA PARA REALIZAR A ENTREVISTA Nome e idade? O que aconteceu ? Como aconteceu ? A quanto tempo isso aconteceu? Isso já ocorreu antes? Você tem algum problema de saúde? Você tem tomado algum remédio? Você é alérgico a alguma coisa? Slide 19: Sinais Vitais: Etapa da avaliação onde o socorrista realiza a aferição do pulso, respiração, temperatura relativa da pele e pressão arterial do paciente. Pulso: Avalie o pulso do paciente posicionando os dedos indicador e médio sobre o pulso radial, conte os batimentos cardíacos durante um minuto anotando-o. Valores normais: Adulto: 60-100 batimentos por minuto (bpm); Criança: 80-140 bpm; Lactentes: 85-190 bpm. Slide 20: Respiração O valores normais são: Adultos 12 – 20 RPM Criança 20 – 40 RPM Lactentes 40 – 60 RPM Slide 21: Temperatura Avalie a temperatura posicionando o dorso da sua mão sobre a pele do paciente (na testa, no tórax ou no abdômen). O socorrista estima a temperatura relativa da pele pelo tato. Slide 22: Exame Rápido Realizado conforme a queixa principal do paciente. Realize uma inspeção visual e uma apalpação no segmento lesionado de forma ordenada e sistemática, buscando identificar lesões ou problemas clínicos. Slide 23: Avaliação Física Detalhada Etapa da avaliação que visa identificar lesões não evidentes, através da apalpação e observação de todo seguimento corporal do paciente no sentido crânio caudal. O exame completo não precisa ser realizado em todos os pacientes. Em pacientes que sofreram pequenos acidentes ou que possuem emergências médicas evidentes o socorrista deverá realizar o exame rápido. Slide 24: Como realizar a Avaliação Física Detalhada Slide 31: Avaliação continuada A avaliação continuada é realizada enquanto aguarda o Serviço de Emergência, devendo o socorrista reavaliar constantemente os sinais vitais e o aspecto geral do paciente. A reavaliação deverá ser realizada conforme se segue: Inconscientes: Reavaliar a cada 3 (três) minutos; Consciente: reavaliar a cada 15 (quinze) minutos.