07._29-10-2010_-_Patologia_benigna_do_ovario

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PATOLOGIA BENIGNA DO OVÁRIO:

PATOLOGIA BENIGNA DO OVÁRIO M. Lurdes Silva

OVÁRIO Massas não tumorais:

OVÁRIO Massas não tumorais Quistos funcionais do ovário Quisto folicular Quisto do corpo amarelo Cura espontânea (3 a 6 meses) Ovário poliquístico

OVÁRIO Tumores benignos:

OVÁRIO Tumores benignos Quisto seroso simples Cistadenoma seroso Cistadenoma mucoso Quisto endometrióide Quisto dermóide Células germinativas

TUMORES BENIGNOS DO OVÁRIO Sintomatologia:

TUMORES BENIGNOS DO OVÁRIO Sintomatologia Dor Muitos são assintomáticos Sintomas por compressão de orgãos vizinhos Alterações menstruais Tumores funcionantes Amenorreia Hemorragia uterina disfuncional Puberdade precoce Sintomas derivados de complicações

TUMORES BENIGNOS DO OVÁRIO Complicações:

TUMORES BENIGNOS DO OVÁRIO Complicações Torsão Tumores pediculados Quisto dermóide Rotura (peritonite ?) Traumatismo Iatrogénico Hemorragia (intra ou extra-quística) Infecção (DIP)

TUMORES BENIGNOS DO OVÁRIO Diagnóstico:

TUMORES BENIGNOS DO OVÁRIO Diagnóstico História clínica Observação Geral Ginecológica Palpação bimanual (características da massa) Ecografia transvaginal Fluxometria Marcadores tumorais CA 125;  -HCG;  -fetoproteína

TUMORES BENIGNOS DO OVÁRIO Diagnóstico:

TUMORES BENIGNOS DO OVÁRIO Diagnóstico Tomografia axial computorizada (TAC) Ressonância magnética Melhor caracterização do tumor

TUMORES BENIGNOS DO OVÁRIO Diagnóstico Diferencial:

TUMORES BENIGNOS DO OVÁRIO Diagnóstico Diferencial Gravidez Gravidez ectópica Rim pélvico Fibromioma SS pediculado Outras massas anexiais Endometrioma (quisto de chocolate) Hidrossalpinge Tumor da trompa

TUMORES BENIGNOS DO OVÁRIO Terapêutica:

TUMORES BENIGNOS DO OVÁRIO Terapêutica Cirurgia Observação intra-operatória Bilateralidade (pior prognóstico) Aspiração Quistectomia Ooforectomia Prudência e atitude expectante Até 5 cm Jovens e idade fértil

OVÁRIOS POLIQUÍSTICOS:

OVÁRIOS POLIQUÍSTICOS DISOVULAÇÃO ANOVULAÇÃO CRÓNICA

OVÁRIOS POLIQUÍSTICOS:

OVÁRIOS POLIQUÍSTICOS Perda de estimulação de FSH Persistente secreção de estrogénios Anormal metabolismo dos estrogénios Perda de estimulação de LH Concentração de androgénios nos folículos

ANOVULAÇÃO CRÓNICA:

ANOVULAÇÃO CRÓNICA CONSEQUÊNCIAS CLÍNICAS : Infertilidade Perturbações menstruais Irregularidades, Amenorreia, Hemor. disfuncionais Hirsutismo Risco de cancro do endométrio e da mama Risco de doença cárdiovascular Risco de diabetes mellitus

ANOVULAÇÃO CRÓNICA RISCO DE CANCRO DO ENDOMÉTRIO:

ANOVULAÇÃO CRÓNICA RISCO DE CANCRO DO ENDOMÉTRIO ECOGRAFIA VAGINAL HISTEROSCOPIA BIÓPSIA DO ENDOMÉTRIO Duração da exposição estrogénica sem oposição progestagénica

OVÁRIOS POLIQUÍSTICOS TERAPÊUTICA:

OVÁRIOS POLIQUÍSTICOS TERAPÊUTICA COM DESEJO DE GRAVIDEZ: Indução da ovulação Maior risco de aborto espontâneo (os elevados níveis de LH condicionam um ambiente desfavorável para o oocito)

OVÁRIOS POLIQUÍSTICOS TERAPÊUTICA:

OVÁRIOS POLIQUÍSTICOS TERAPÊUTICA SEM DESEJO DE GRAVIDEZ: Acetato de medroxiprogesterona (10 mg/dia – 10 dias por mês) ou ACO de baixa dosagem PREVENÇÃO DA HIPERPLASIA E ATIPIA ENDOMETRIAIS

AMENORREIAS A SUA SOLUÇÃO PODE SER MULTIDISCIPLINAR :

AMENORREIAS A SUA SOLUÇÃO PODE SER MULTIDISCIPLINAR Ginecologia Endocrinologia Medicina Interna Neurocirurgia Psiquiatria