PROJEÇÕES CARTOGRÁFICAS

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AS VÁRIAS PROJEÇÕES PASSO A PASSO

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Projeções Cartográficas : 

Projeções Cartográficas

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Para representar uma figura, não sendo esta plana, enfrentamos uma dificuldade natural que é a impossibilidade de manter a área representada sem alteração alguma. Seria como esticar a casca de uma laranja em quadro plano e reto sem rasgar a casca. A projeções cartográficas são tentativas de minimizar estas alterações na representação em mapa do planeta Terra.

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Tal como em todas as projeções cilíndricas, os meridianos e paralelos são representados por segmentos de reta perpendiculares entre si, e os meridianos são eqüidistantes. Essa geometria faz com que a superfície da Terra seja deformada na direção leste-oeste, tanto mais quanto maior for a latitude.

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Na projeção de Mercator, o espaçamento entre paralelos adjacentes aumenta com a latitude, de modo a que aquela deformação (na direção leste-oeste) seja acompanhada por idêntica deformação na direção norte-sul, como conseqüência, a escala da projeção aumente também com a latitude, tornando-se infinita nos pólos , o que impede a sua representação . Tratando-se de uma projeção conforme, a escala não varia com a direção e os ângulos são conservados em torno de todos os pontos.

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A PROJEÇÃO DE MILLER PERMITE A REPRESENTAÇÃO DOS PÓLOS

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A PROJEÇÃO DE PETERS CONSERVA A ÁREA REAL MAS DISTORCE OS ÂNGULOS é um tipo de projeção cartográfica dita cilíndrica e equivalente. As retas perpendiculares aos paralelos e as linhas meridianas têm intervalos menores, o que resulta numa reprodução fiel das áreas dos continentes à custa de uma maior deformação do formato dos mesmos. Esta projeção surgiu em 1973, e suscitou debates acalorados entre os cartógrafos, devido às implicações políticas de suas características. A projeção de Gall-Peters é dita "terceiro-mundista", por dar um realce maior às nações que historicamente compõem a parte mais pobre do mundo.

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Projeção de Mollweide é um tipo de representação cartográfica elaborada em 1805 por um cartógrafo Alemão chamado Karl Mollweide, e foi criada para corrigir as diversas distorções da projeção de Mercator. Nesta projeção os paralelos são linhas retas e os meridianos, linhas curvas. A área é proporcional à da esfera terrestre, tendo forma elíptica e achatamento dos pólos norte e sul. As zonas centrais apresentam grande exatidão, tanto em área como em configuração, mas as extremidades ainda apresentam algumas distorções. Na maioria dos Atlas atuais os mapas-múndi seguem a projeção de Mollweide.

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PROJEÇÃO ORTOGRAFICA COM A CAPITAL AMERICANA CENTRALIZADA

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Projeção cônica é um tipo de projeção cartográfica em que a superfície da Terra é representada sobre um cone imaginário, que está em contato com a esfera em determinado paralelo. Na projeção cônica, as deformações são pequenas próximo ao paralelo de contato, mas tendem a aumentar à medida que as zonas representadas estão mais distantes.

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EXEMPLO DE MAPA DE PROJEÇÃO CILINDRICA

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EXEMPLO DE MAPA DE PROJEÇÃO CÔNICA

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Projeção cônica é um tipo de projeção cartográfica em que a superfície da Terra é representada sobre um cone imaginário, que está em contato com a esfera em determinado paralelo. Na projeção cônica, as deformações são pequenas próximo ao paralelo de contato, mas tendem a aumentar à medida que as zonas representadas estão mais distantes.

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CÔNICA

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Em Cartografia Náutica, o principal uso da projeção estereográfica é para a construção de cartas das regiões polares.

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O Sistema Universal Transverso de Mercator (UTM) é baseado na projeção cilíndrica transversa proposta nos EUA em 1950 com o objetivo de abranger todas as longitudes. As duas principais diferenças entre a projeção de Mercator e o sistema UTM é que, no primeiro, o cilindro é paralelo ao eixo de rotação da Terra esférica, enquanto que, no segundo, o cilindro é perpendicular ao eixo de rotação da Terra elipsoidal. O sistema UTM resulta na composição de 60 fusos distintos que representam a superfície da Terra. Cada fuso tem a amplitude de 6º de longitude. 6X60=180 Em latitudes o sistema é limitado pelos paralelos 84º N e 80º S, onde as deformações ainda não são significativas. Para latitudes maiores, é utilizada a projeção Estereográfica Polar Universal (sigla em inglês UPS, de Universal Polar Stereographic). Em muitos aparelhos receptores de sinal do Sistema de Posicionamento Global consta a opção de coordenadas UTM/UPS.

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Sistema de Posicionamento Global Com o GPS é possível estabelecer a posição praticamente exata, com margem de erro mínima de 1 metro, de qualquer ponto do planeta a qualquer momento. Alguns receptores super-acurados conseguem chegar, depois de alguns dias, a uma precisão de até 10 mm utilizando-se de técnicas de processamento específicas! Os “usuários não-autorizados”, civis, recebem dados com precisão de 15 a 100 metros.

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O GPS, basicamente, funciona com uma constelação de 24 satélites (NAVSTAR) que orbitam a terra duas vezes por dia, emitindo sinais de rádio a uma dada freqüência para receptores localizados na terra, que podem ser até portáteis. Assim, 24 horas por dia, há sempre pelo menos quatro satélites "visíveis" para cada aparelho receptor: três deles ajudam a dar a localização exata e um calibra o relógio do receptor. O sistema é baseado na sincronia entre aparelho e satélite - e estes últimos carregam relógios atômicos ultra-precisos eles precisam acertar o relógio simples do receptor o tempo todo. www.ibge.gov.br/ibgeteen/atlasescolar/apresentacoes/tecnicas.swf