logging in or signing up Escola da Idade Média à Mídia marinhos Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINTLite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: Embed: Flash iPad Dynamic Copy Does not support media & animations Automatically changes to Flash or non-Flash embed WordPress Embed Customize Embed URL: Copy Thumbnail: Copy The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 2842 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (2) Added: February 28, 2008 This Presentation is Public Favorites: 3 Presentation Description Apresentação do prof Simão Pedro Marinho, na disciplina Informática e Educação, do curso de Ciências Biológicas da PUC Minas Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: Escola, da Idade Média à Idade Mídia: revendo paradigmas Slide 2: Aula na disciplina Informática no Ensino de Ciências e Biologia Curso de Ciências Biológicas Professor Dr. Simão Pedro P. Marinho Programa de Pós-graduação em Educação Fevereiro de 2008 Slide 3: Escola na sociedade medieval Slide 4: Artes liberais Trivium Gramática Retórica Dialética Quadrivium Aritmética Geometria Música Astronomia Slide 5: Escola na sociedade pré-industrial Slide 6: Mayflower (1620) famílias protestantes 10 acres/família provisão para o inverno escola do pastor para ler a bíblia Colonização da América do Norte financiada pelo dízimo sem ligação com outras escolas sem autoridade central. Slide 7: Escola e sociedade industrialSéculo XIX Slide 8: Massachusetts - século XIX indústrias em pleno desenvolvimento demanda de mão-de-obra imigração irlandesa novo sistema escolar Capitalismo na América do Norte centralizado organização definida Financiamento público tempo integral toda criança na escola. Slide 9: Reforma progressista Crianças em horário integral Pais no trabalho Impede transmissão de valores e habilidades Assiduidade e pontualidade na escola Assiduidade e pontualidade no trabalho Carteiras enfileiradas Postos de trabalho / linha de montagem Obediência ao professor Obediência ao chefe Executa individualmente tarefa prescrita Executa tarefa prescrita na linha de montagem ESCOLA FÁBRICA Slide 10: Reforma progressista Nota individual pela quantidade/qualidade tarefa cumprida Salário individual pela quantidade/qualidade tarefa cumprida Classes por idade, situações similares promoção às classes seguintes por tempo, mérito e habilidades adquiridas Grupos de trabalho por função, situações similares promoção às categorias seguintes por tempo, mérito e habilidades adquiridas Escola como organização hierarquizada, com gestão profissional, definição de objetivos e tarefas, padrões de comportamento e performance Fábrica é organização hierarquizada, com gestão profissional, definição de objetivos e tarefas, padrões de comportamento e performance ESCOLA FÁBRICA Slide 11: Escola e sociedade industrial Século XX Slide 12: F. Taylor - Principles of scientific management (1911) duas categorias de empregados [1] os que pensam Capitalismo na América do Norte [2] os que executam determinam melhor forma de trabalho organizam treinamentos supervisionam os que executam hierarquia de funções executam o prescrito buscam produtividade máxima. Slide 13: Henry Ford - linha de montagem trabalhador num posto na linha executa tarefa mínima treinamento elementar facilmente substituível. Capitalismo na América do Norte SOCIEDADE DE MASSA: SOCIEDADE DE MASSA Slide 17: MASSAS Resultam de concentração quantitativa Nunca definem um sentido para si mesmas São receptáculos de informação e sentido Crescem por incorporação indistinta de elementos “novos” ou “originais” que são imediatamente massificados Não têm história, pois devoram a mudança qualitativa Tendem a comportamento de rebanho/horda Impera o princípio da indiferenciação Acumulam e aglutinam. Slide 21: Escola e sociedade pós-industrial SOCIEDADE DE REDES: SOCIEDADE DE REDES Slide 23: REDES Sugerem vínculos qualitativos Ocupam espaços, dão sentido a eles Produzem informação e sentido Crescem por integração. São seletivas e dependem de ações individuais Exigem interatividade/interação Oscilam ao sabor de alianças estratégicas situadas no tempo e no espaço. O indivíduo não é pólo oposto a um coletivo “sufocante” mas um elemento constitutivo. Impera o princípio da diferenciação. Slide 24: Capacidades básicas exigidas ao trabalhador no novo cenário econômico Comission on Achieving Necessary Skills U.S. Department of Labor Employment & Training Administration Slide 25: capacidade de selecionar dados capacidade de lidar estrategicamente com informações capacidade analítica para interpretar informações flexibilidade intelectual para o domínio de situações variáveis competência para comunicação social. Slide 26: SOCIEDADE DO CONHECIMENTO está a exigir profissionais que sejam capazes de: Pensar e criar Participar ativamente Trabalhar em grupo Aprender a aprender Ter consciências de seus potenciais cognitivo afetivo e social. Slide 32: PARALISIA PARADIGMÁTICA Ted McCain, Ian Jukes Slide 35: Todos pensam, criam melhores alternativas Trabalho em equipe Flexibilidade de horários [mas exige produtividade e pontualidade nas tarefas] Interação com colegas, clientes etc., inclusive em ambientes virtuais Honorários e outros rendimentos pela quantidade e qualidade da produção Estrutura menos hierarquizada [downsizing] Distribuição de competências Fontes ampliadas de informação Busca do aperfeiçoamento constante Tele-trabalho. ? ESCOLA FÁBRICA [enxuta] Slide 38: Alerta de Seymour Papert Slide 39: SABER PROFESSOR ALUNO TRIÂNGULO PEDAGÓGICO DE HOUSSAYE Slide 40: SABER PROFESSOR ALUNO Ênfase na transmissão Ênfase no ensino Slide 41: SABER PROFESSOR ALUNO Valorização de processos relacionais/formativos Ênfase na socialização Slide 42: SABER PROFESSOR ALUNO Ênfase na aprendizagem Slide 43: SABER PROFESSOR ALUNO ESTRUTURAÇÃO DO PÓLO SABER SEGUNDO LUIS NOT (apud ALTET, 1998) Slide 44: SABER PROFESSOR ALUNO HETERO-ESTRUTURAÇÃO Slide 45: SABER PROFESSOR ALUNO AUTO-ESTRUTURAÇÃO Slide 46: SABER PROFESSOR ALUNO INTER-ESTRUTURAÇÃO You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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Slide 7: Escola e sociedade industrialSéculo XIX Slide 8: Massachusetts - século XIX indústrias em pleno desenvolvimento demanda de mão-de-obra imigração irlandesa novo sistema escolar Capitalismo na América do Norte centralizado organização definida Financiamento público tempo integral toda criança na escola. Slide 9: Reforma progressista Crianças em horário integral Pais no trabalho Impede transmissão de valores e habilidades Assiduidade e pontualidade na escola Assiduidade e pontualidade no trabalho Carteiras enfileiradas Postos de trabalho / linha de montagem Obediência ao professor Obediência ao chefe Executa individualmente tarefa prescrita Executa tarefa prescrita na linha de montagem ESCOLA FÁBRICA Slide 10: Reforma progressista Nota individual pela quantidade/qualidade tarefa cumprida Salário individual pela quantidade/qualidade tarefa cumprida Classes por idade, situações similares promoção às classes seguintes por tempo, mérito e habilidades adquiridas Grupos de trabalho por função, situações similares promoção às categorias seguintes por tempo, mérito e habilidades adquiridas Escola como organização hierarquizada, com gestão profissional, definição de objetivos e tarefas, padrões de comportamento e performance Fábrica é organização hierarquizada, com gestão profissional, definição de objetivos e tarefas, padrões de comportamento e performance ESCOLA FÁBRICA Slide 11: Escola e sociedade industrial Século XX Slide 12: F. Taylor - Principles of scientific management (1911) duas categorias de empregados [1] os que pensam Capitalismo na América do Norte [2] os que executam determinam melhor forma de trabalho organizam treinamentos supervisionam os que executam hierarquia de funções executam o prescrito buscam produtividade máxima. Slide 13: Henry Ford - linha de montagem trabalhador num posto na linha executa tarefa mínima treinamento elementar facilmente substituível. Capitalismo na América do Norte SOCIEDADE DE MASSA: SOCIEDADE DE MASSA Slide 17: MASSAS Resultam de concentração quantitativa Nunca definem um sentido para si mesmas São receptáculos de informação e sentido Crescem por incorporação indistinta de elementos “novos” ou “originais” que são imediatamente massificados Não têm história, pois devoram a mudança qualitativa Tendem a comportamento de rebanho/horda Impera o princípio da indiferenciação Acumulam e aglutinam. Slide 21: Escola e sociedade pós-industrial SOCIEDADE DE REDES: SOCIEDADE DE REDES Slide 23: REDES Sugerem vínculos qualitativos Ocupam espaços, dão sentido a eles Produzem informação e sentido Crescem por integração. São seletivas e dependem de ações individuais Exigem interatividade/interação Oscilam ao sabor de alianças estratégicas situadas no tempo e no espaço. O indivíduo não é pólo oposto a um coletivo “sufocante” mas um elemento constitutivo. Impera o princípio da diferenciação. Slide 24: Capacidades básicas exigidas ao trabalhador no novo cenário econômico Comission on Achieving Necessary Skills U.S. Department of Labor Employment & Training Administration Slide 25: capacidade de selecionar dados capacidade de lidar estrategicamente com informações capacidade analítica para interpretar informações flexibilidade intelectual para o domínio de situações variáveis competência para comunicação social. Slide 26: SOCIEDADE DO CONHECIMENTO está a exigir profissionais que sejam capazes de: Pensar e criar Participar ativamente Trabalhar em grupo Aprender a aprender Ter consciências de seus potenciais cognitivo afetivo e social. Slide 32: PARALISIA PARADIGMÁTICA Ted McCain, Ian Jukes Slide 35: Todos pensam, criam melhores alternativas Trabalho em equipe Flexibilidade de horários [mas exige produtividade e pontualidade nas tarefas] Interação com colegas, clientes etc., inclusive em ambientes virtuais Honorários e outros rendimentos pela quantidade e qualidade da produção Estrutura menos hierarquizada [downsizing] Distribuição de competências Fontes ampliadas de informação Busca do aperfeiçoamento constante Tele-trabalho. ? ESCOLA FÁBRICA [enxuta] Slide 38: Alerta de Seymour Papert Slide 39: SABER PROFESSOR ALUNO TRIÂNGULO PEDAGÓGICO DE HOUSSAYE Slide 40: SABER PROFESSOR ALUNO Ênfase na transmissão Ênfase no ensino Slide 41: SABER PROFESSOR ALUNO Valorização de processos relacionais/formativos Ênfase na socialização Slide 42: SABER PROFESSOR ALUNO Ênfase na aprendizagem Slide 43: SABER PROFESSOR ALUNO ESTRUTURAÇÃO DO PÓLO SABER SEGUNDO LUIS NOT (apud ALTET, 1998) Slide 44: SABER PROFESSOR ALUNO HETERO-ESTRUTURAÇÃO Slide 45: SABER PROFESSOR ALUNO AUTO-ESTRUTURAÇÃO Slide 46: SABER PROFESSOR ALUNO INTER-ESTRUTURAÇÃO