logging in or signing up Portugal no Mundo - Belgica mariamelya Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 281 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: June 01, 2010 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Portugal no Mundo(Bélgica) : Portugal no Mundo(Bélgica) Ao longo dos séculos, o povo português tem percorrido o mundo, estabelecendo-se nos lugares mais longínquos. Caravela - Navio português (séc.XV) http://lusotopia.no.sapo.pt/indexOPBelgica.html Bélgica - Portugal : Bélgica - Portugal As primeiras noticias de flamengos em Portugal datam de 1147, quando um grupo, chefiado por Cristiano de Gistel, ajudou o 1° rei de Portugal, D. Afonso Henriques, a conquistar a cidade de Lisboa (1147). A filha do rei, Dona Teresa, casou com Filipe da Alsácia, conde de Flandres. Em virtude deste casamento muitos portugueses instalaram-se em Bruges. No reinado de D. Sancho I muitos flamengos, por sua vez, estabeleceram-se em Portugal. Portugueses e flamengos começam então a desenvolver intensos contactos comerciais. Para a Flandres levam mel, sal, vinho e outros produtos. De Bruges, de Gand, de Ipres, de Tournai trazem-se tecidos, armas, objectos de luxo. Conquista de Lisboa Séculos XV/XVI. : Séculos XV/XVI. A partir do século XV, com os Descobrimentos, os comerciantes portugueses tem agora uma infinidade de novos produtos e conhecimentos para oferecer: o açúcar da ilha da Madeira, as especiarias africanas e orientais, e sobretudo as novidades dos novos mundos que descobriam. Nesta altura a princesa D. Isabel, filha de D. João I (rei de Portugal), casou com Filipe, o Bom, Duque de Borgonha, que era também conde de Flandres, trazendo consigo mais 2 mil portugueses, que desenvolveram uma enorme actividade no domínio do comércio, finanças e artes. Milhares de flamengos estabelecem-se em Portugal, nomeadamente nos Açores e na Madeira. Foi fundada a ordem de cavalaria do “Toison d’Or”, em 1429, por Filipe, o bom, para celebrar o seu casamento com a princesa Isabel de Portugal. Feitoria de Bruges : Feitoria de Bruges Fruto desta presença regular, no inicio do século XV, os portugueses fundam uma feitoria em Bruges. Estas feitorias foram da máxima importância não apenas para a Flandres, mas também para esta região da Europa. A actividade comercial e cultural destas feitorias proporcionava-lhes uma abertura às grandes descobertas que os portugueses faziam em todo o mundo. Feitoria de Antuérpia : Feitoria de Antuérpia Em 1499 a colónia portuguesa deixou Bruges e transferiu-se para Antuérpia. Começa então a época de Ouro de Antuérpia. Entre os ilustres portugueses ligados a esta Feitoria, destaca-se Damião de Goes. Em 1523 foi nomeado escrivão da Feitoria Portuguesa de Antuérpia, instituição que negociava as mercadorias vindas do Oriente. Recorde-se que Damião de Góis está retratado numa pintura na Universidade de Lovaina, pelo facto de ter comandado os estudantes que se opuseram às tropas de Francisco I de França quando estas invadiram Lovaina. Damião de Goes 1502-1574 Vitrais da Catedral de Bruxelas : Vitrais da Catedral de Bruxelas Quem entra na grande catedral de Bruxelas, não pode deixar de notar num enorme vitral com o brasão português, com a cruz da Ordem de Cristo, tendo em baixo retratados D. João III, rei de Portugal, e a sua mulher Dona Catarina de Austria (1542). As capelas onde se encontram foram mandadas construir por Carlos V que se casou com Dona Isabel de Portugal. Portugueses na Belgica : Portugueses na Belgica Era tal o prestígio destes portugueses de Antuérpia que Thomas Moro (c.1478-1535), escolheu para personagem principal da sua célebre obra - UTOPIA (1516) - um velho e sábio marinheiro português radicado nesta cidade: Rafael Hitlodeu. Em resultado destes intensos contactos comerciais, Portugal torna-se num dos principais mercados para os artistas flamengos ao longo de todo o século XV e princípios do XVI. A presença portuguesa na Flandres, sempre muito importante, só começou a diminuir a partir do século XVI, devido ao domínio de Portugal pelos espanhóis (1580-1640). Apesar de tudo, os contactos nunca se perderam ao longos dos séculos. Século XIX : Século XIX A Bélgica participou no século XIX na partilha de África, tendo conseguido para Leopoldo II (1835 - 1909 ), a título de propriedade privada ,o Congo. Por causa desta questão durante décadas, a Bélgica teve um enorme contencioso com Portugal. Leopoldo II (1835 - 1909 ) Século XX : Século XX No inicio do século XX, milhares de portugueses acabaram por perder a vida na Flandres, durante os combates da I Guerra Mundial (1914-1918). Embarque do Corpo Expedicionário Português, no Cais de Santa Apolónia, para a Flandres, "após a entrada de Portugal na guerra" (1917). Tropas portuguesas na Flandres Casa Real de Portugal(Casa de Bragança) : Casa Real de Portugal(Casa de Bragança) Não deixa de ser curioso que o actual rei dos belgas, Alberto II (1934-), tenha sangue da Casa Real de Portugal (Bragança), por via da sua avó, a rainha Isabel da Baviera, cuja mãe era a infanta D. Maria José, filha de D. Miguel I. Maria José de Bragança (Bronnbach, 19 de março de 1857 — Viena, 11 de março de 1943) Mãe de Isabel da Baviera. Isabel da Baviera You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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Caravela - Navio português (séc.XV) http://lusotopia.no.sapo.pt/indexOPBelgica.html Bélgica - Portugal : Bélgica - Portugal As primeiras noticias de flamengos em Portugal datam de 1147, quando um grupo, chefiado por Cristiano de Gistel, ajudou o 1° rei de Portugal, D. Afonso Henriques, a conquistar a cidade de Lisboa (1147). A filha do rei, Dona Teresa, casou com Filipe da Alsácia, conde de Flandres. Em virtude deste casamento muitos portugueses instalaram-se em Bruges. No reinado de D. Sancho I muitos flamengos, por sua vez, estabeleceram-se em Portugal. Portugueses e flamengos começam então a desenvolver intensos contactos comerciais. Para a Flandres levam mel, sal, vinho e outros produtos. De Bruges, de Gand, de Ipres, de Tournai trazem-se tecidos, armas, objectos de luxo. Conquista de Lisboa Séculos XV/XVI. : Séculos XV/XVI. A partir do século XV, com os Descobrimentos, os comerciantes portugueses tem agora uma infinidade de novos produtos e conhecimentos para oferecer: o açúcar da ilha da Madeira, as especiarias africanas e orientais, e sobretudo as novidades dos novos mundos que descobriam. Nesta altura a princesa D. Isabel, filha de D. João I (rei de Portugal), casou com Filipe, o Bom, Duque de Borgonha, que era também conde de Flandres, trazendo consigo mais 2 mil portugueses, que desenvolveram uma enorme actividade no domínio do comércio, finanças e artes. Milhares de flamengos estabelecem-se em Portugal, nomeadamente nos Açores e na Madeira. Foi fundada a ordem de cavalaria do “Toison d’Or”, em 1429, por Filipe, o bom, para celebrar o seu casamento com a princesa Isabel de Portugal. Feitoria de Bruges : Feitoria de Bruges Fruto desta presença regular, no inicio do século XV, os portugueses fundam uma feitoria em Bruges. Estas feitorias foram da máxima importância não apenas para a Flandres, mas também para esta região da Europa. A actividade comercial e cultural destas feitorias proporcionava-lhes uma abertura às grandes descobertas que os portugueses faziam em todo o mundo. Feitoria de Antuérpia : Feitoria de Antuérpia Em 1499 a colónia portuguesa deixou Bruges e transferiu-se para Antuérpia. Começa então a época de Ouro de Antuérpia. Entre os ilustres portugueses ligados a esta Feitoria, destaca-se Damião de Goes. Em 1523 foi nomeado escrivão da Feitoria Portuguesa de Antuérpia, instituição que negociava as mercadorias vindas do Oriente. Recorde-se que Damião de Góis está retratado numa pintura na Universidade de Lovaina, pelo facto de ter comandado os estudantes que se opuseram às tropas de Francisco I de França quando estas invadiram Lovaina. Damião de Goes 1502-1574 Vitrais da Catedral de Bruxelas : Vitrais da Catedral de Bruxelas Quem entra na grande catedral de Bruxelas, não pode deixar de notar num enorme vitral com o brasão português, com a cruz da Ordem de Cristo, tendo em baixo retratados D. João III, rei de Portugal, e a sua mulher Dona Catarina de Austria (1542). As capelas onde se encontram foram mandadas construir por Carlos V que se casou com Dona Isabel de Portugal. Portugueses na Belgica : Portugueses na Belgica Era tal o prestígio destes portugueses de Antuérpia que Thomas Moro (c.1478-1535), escolheu para personagem principal da sua célebre obra - UTOPIA (1516) - um velho e sábio marinheiro português radicado nesta cidade: Rafael Hitlodeu. Em resultado destes intensos contactos comerciais, Portugal torna-se num dos principais mercados para os artistas flamengos ao longo de todo o século XV e princípios do XVI. A presença portuguesa na Flandres, sempre muito importante, só começou a diminuir a partir do século XVI, devido ao domínio de Portugal pelos espanhóis (1580-1640). Apesar de tudo, os contactos nunca se perderam ao longos dos séculos. Século XIX : Século XIX A Bélgica participou no século XIX na partilha de África, tendo conseguido para Leopoldo II (1835 - 1909 ), a título de propriedade privada ,o Congo. Por causa desta questão durante décadas, a Bélgica teve um enorme contencioso com Portugal. Leopoldo II (1835 - 1909 ) Século XX : Século XX No inicio do século XX, milhares de portugueses acabaram por perder a vida na Flandres, durante os combates da I Guerra Mundial (1914-1918). Embarque do Corpo Expedicionário Português, no Cais de Santa Apolónia, para a Flandres, "após a entrada de Portugal na guerra" (1917). Tropas portuguesas na Flandres Casa Real de Portugal(Casa de Bragança) : Casa Real de Portugal(Casa de Bragança) Não deixa de ser curioso que o actual rei dos belgas, Alberto II (1934-), tenha sangue da Casa Real de Portugal (Bragança), por via da sua avó, a rainha Isabel da Baviera, cuja mãe era a infanta D. Maria José, filha de D. Miguel I. Maria José de Bragança (Bronnbach, 19 de março de 1857 — Viena, 11 de março de 1943) Mãe de Isabel da Baviera. Isabel da Baviera