logging in or signing up 3- O Alargamento a Leste da Uni�o Europe ludovinabranco Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 509 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: May 30, 2010 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript O Alargamento a Leste da União Europeia : O Alargamento a Leste da União Europeia Geografia A – 2009/2010 O Alargamento a Leste da União Europeia : O Alargamento a Leste da União Europeia A decisão de abrir a União Europeia aos países da Europa Central e Oriental (PECO), só foi possível graças à viragem histórica ocorrida no final da década de 80 e princípio da década de 90 : A queda do muro de Berlim, em 1989; O desmoronamento dos regimes de ideologia comunista; A desintegração da União Soviética em Setembro de 1991. Condições de Adesão : Condições de Adesão Foi em 1993, no Conselho Europeu ( Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da EU) reunido em Copenhaga, que foram definidas as condições de adesão, conhecidas como Critérios de Copenhaga, válidos para todos os países candidatos à adesão, são os seguintes: Critério Político: estes países devem garantir a paz, a democracia, o Estado de Direito, os direitos humanos e o respeito pelas minorias e sua protecção; Critério Económico: existência de uma economia de mercado em funcionamento e competitiva, de forma a responder à pressão da concorrência dentro da EU; Critério Jurídico (adopção do acervo comunitário): capacidade para assumirem as obrigações decorrentes da adesão, incluindo a partilha dos objectivos da união política, económica e monetária. Acervo Comunitário : Acervo Comunitário Acervo comunitário constitui a base comum de direitos e de obrigações que vinculam todos os estados-membros a título da União Europeia. Está em constante evolução e engloba: o teor, os princípios e os objectivos dos Tratados; a legislação adoptada em aplicação dos Tratados e a jurisprudência do Tribunal de Justiça; as declarações e as resoluções adoptadas no quadro da União; Os actos adoptados no âmbito da Política Externa e de Segurança Comum; Os actos aprovados no quadro dos domínios da Justiça e Assuntos Internos; Os acordos internacionais concluídos pela Comunidade e os acordos concluídos entre os estados-membros nos domínios de actividade da União. Apoios Comunitários à Preparação da Adesão : Apoios Comunitários à Preparação da Adesão Para ajudar os países candidatos nos seus preparativos para a adesão à UE, o Conselho Europeu do Luxemburgo, em Dezembro de 1997, definiu, também, uma estratégia de pré-adesão em que se previa: a criação de Parcerias de Adesão que definem as prioridades de cada um dos candidatos nos seus preparativos para a adesão, designadamente a adopção do acervo comunitário, e os meios financeiros disponíveis para o efeito; a definição de novos instrumentos de apoio técnico e financeiro; a criação da Conferência Europeia, por proposta da Comissão Europeia, que reúne todos os chefes de Estado ou de Governo dos Estados-Membros e de todos os países candidatos, para debate de questões nos domínios da Política Externa e de Segurança Comuns e da Justiça e Assuntos externos. Apoios comunitários à preparação da Adesão (Continuação) : Apoios comunitários à preparação da Adesão (Continuação) Em Março de 1999 o Conselho Europeu de Berlim dando continuidade à estratégia de pré-adesão: aumentou as ajudas financeiras de pré-adesão; abriu alguns programas comunitários, em matéria de educação e de investigação, aos Estados candidatos; Criou dois novos instrumentos específicos: o IPEA (Instrumento Estrutural de Pré-adesão) com a finalidade de apoiar os investimentos nos domínios do ambiente e dos transportes; o SAPARD (Programa Especial para a Agricultura e o Desenvolvimento Rural) _ ajuda ao desenvolvimento rural e agrícola; reforçou o programa PHARE (Polónia e Hungria: Assistência para Recuperar a Economia) Aspectos positivos no processo de alargamento para os países aderentes : Aspectos positivos no processo de alargamento para os países aderentes Consolidação de democracias estáveis com instituições democráticas e o aumento do respeito pelas minorias; Reformas económicas permitindo atingir taxas de crescimento mais elevadas face às taxas de crescimento na EU; Melhoria das perspectivas de emprego; Aumento das preocupações e melhoria dos instrumentos para a resolução dos problemas ambientais herdados dos anteriores regimes. Principais vantagens do alargamento para a União Europeia : Principais vantagens do alargamento para a União Europeia Aumento da sua influência nos assuntos mundiais adquirindo um maior peso no mundo dos negócios e uma maior capacidade de acção no âmbito das organizações internacionais e de afirmação nos mercados mundiais; Alargamento do mercado único de cerca de 370 milhões para 490 milhões de consumidores; Promoção do crescimento económico, o que proporcionará novas oportunidades aos trabalhadores e às empresas; Aumento da segurança e da paz no continente – aumento da zona de estabilidade na Europa; Aumento da diversidade, da cultural e do intercâmbio de ideias/conhecimentos; Aumento da qualidade de vida dos cidadãos europeus, devido à promoção e adopção de políticas comunitárias pelos novos Estados-Membros, ao nível do ambiente, da luta contra o crime, as drogas e a imigração ilegal. Portugal e o Alargamento: Consequências : Portugal e o Alargamento: Consequências Os impactes para Portugal do alargamento da EU aos PECO e aos países do Mediterrâneo (Chipre e Malta) acabam por traduzir algumas dificuldades, sobretudo de cariz económico, das quais se destaca: O aumento da concorrência comercial; O desvio de fluxos de investimento; A redução da intensidade dos apoios comunitários; Geograficamente, Portugal tornou-se mais periférico Portugal e o Alargamento: Consequências(Continuação) : Portugal e o Alargamento: Consequências(Continuação) No entanto, o alargamento não deve ser encarado, no nosso País, numa perspectiva negativa e pessimistas, na medida que este também acaba por trazer consequências positivas, que se traduzem em vantagens : maior possibilidade de internacionalização da economia portuguesa, com investimentos nos novos Estados – Membros e cooperação com as empresas desses países; alargamento do potencial mercado consumidor de produtos portugueses; participação no maior mercado comum do mundo, que abre oportunidades a Portugal, tanto na Europa como a nível mundial. Portugal e o Alargamento: Consequências(Continuação) : Portugal e o Alargamento: Consequências(Continuação) Para fazer face aos aspectos menos positivos do alargamento do espaço comunitário, Portugal deve desenvolver algumas iniciativas de forma a reverter o seu carácter periférico no seio da EU: Incentivar empresários com iniciativa e prestar os apoios necessários para a internacionalização; Aproveitar todas as vantagens proporcionadas pelo alargamento; Modernizar e aumentar a competitividade dos sectores produtivos, aumentando a capacidade de produção; Aproveitar a sua experiência nos serviços (banca, seguros), importante para estes países. You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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Premium member Presentation Transcript O Alargamento a Leste da União Europeia : O Alargamento a Leste da União Europeia Geografia A – 2009/2010 O Alargamento a Leste da União Europeia : O Alargamento a Leste da União Europeia A decisão de abrir a União Europeia aos países da Europa Central e Oriental (PECO), só foi possível graças à viragem histórica ocorrida no final da década de 80 e princípio da década de 90 : A queda do muro de Berlim, em 1989; O desmoronamento dos regimes de ideologia comunista; A desintegração da União Soviética em Setembro de 1991. Condições de Adesão : Condições de Adesão Foi em 1993, no Conselho Europeu ( Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da EU) reunido em Copenhaga, que foram definidas as condições de adesão, conhecidas como Critérios de Copenhaga, válidos para todos os países candidatos à adesão, são os seguintes: Critério Político: estes países devem garantir a paz, a democracia, o Estado de Direito, os direitos humanos e o respeito pelas minorias e sua protecção; Critério Económico: existência de uma economia de mercado em funcionamento e competitiva, de forma a responder à pressão da concorrência dentro da EU; Critério Jurídico (adopção do acervo comunitário): capacidade para assumirem as obrigações decorrentes da adesão, incluindo a partilha dos objectivos da união política, económica e monetária. Acervo Comunitário : Acervo Comunitário Acervo comunitário constitui a base comum de direitos e de obrigações que vinculam todos os estados-membros a título da União Europeia. Está em constante evolução e engloba: o teor, os princípios e os objectivos dos Tratados; a legislação adoptada em aplicação dos Tratados e a jurisprudência do Tribunal de Justiça; as declarações e as resoluções adoptadas no quadro da União; Os actos adoptados no âmbito da Política Externa e de Segurança Comum; Os actos aprovados no quadro dos domínios da Justiça e Assuntos Internos; Os acordos internacionais concluídos pela Comunidade e os acordos concluídos entre os estados-membros nos domínios de actividade da União. Apoios Comunitários à Preparação da Adesão : Apoios Comunitários à Preparação da Adesão Para ajudar os países candidatos nos seus preparativos para a adesão à UE, o Conselho Europeu do Luxemburgo, em Dezembro de 1997, definiu, também, uma estratégia de pré-adesão em que se previa: a criação de Parcerias de Adesão que definem as prioridades de cada um dos candidatos nos seus preparativos para a adesão, designadamente a adopção do acervo comunitário, e os meios financeiros disponíveis para o efeito; a definição de novos instrumentos de apoio técnico e financeiro; a criação da Conferência Europeia, por proposta da Comissão Europeia, que reúne todos os chefes de Estado ou de Governo dos Estados-Membros e de todos os países candidatos, para debate de questões nos domínios da Política Externa e de Segurança Comuns e da Justiça e Assuntos externos. Apoios comunitários à preparação da Adesão (Continuação) : Apoios comunitários à preparação da Adesão (Continuação) Em Março de 1999 o Conselho Europeu de Berlim dando continuidade à estratégia de pré-adesão: aumentou as ajudas financeiras de pré-adesão; abriu alguns programas comunitários, em matéria de educação e de investigação, aos Estados candidatos; Criou dois novos instrumentos específicos: o IPEA (Instrumento Estrutural de Pré-adesão) com a finalidade de apoiar os investimentos nos domínios do ambiente e dos transportes; o SAPARD (Programa Especial para a Agricultura e o Desenvolvimento Rural) _ ajuda ao desenvolvimento rural e agrícola; reforçou o programa PHARE (Polónia e Hungria: Assistência para Recuperar a Economia) Aspectos positivos no processo de alargamento para os países aderentes : Aspectos positivos no processo de alargamento para os países aderentes Consolidação de democracias estáveis com instituições democráticas e o aumento do respeito pelas minorias; Reformas económicas permitindo atingir taxas de crescimento mais elevadas face às taxas de crescimento na EU; Melhoria das perspectivas de emprego; Aumento das preocupações e melhoria dos instrumentos para a resolução dos problemas ambientais herdados dos anteriores regimes. Principais vantagens do alargamento para a União Europeia : Principais vantagens do alargamento para a União Europeia Aumento da sua influência nos assuntos mundiais adquirindo um maior peso no mundo dos negócios e uma maior capacidade de acção no âmbito das organizações internacionais e de afirmação nos mercados mundiais; Alargamento do mercado único de cerca de 370 milhões para 490 milhões de consumidores; Promoção do crescimento económico, o que proporcionará novas oportunidades aos trabalhadores e às empresas; Aumento da segurança e da paz no continente – aumento da zona de estabilidade na Europa; Aumento da diversidade, da cultural e do intercâmbio de ideias/conhecimentos; Aumento da qualidade de vida dos cidadãos europeus, devido à promoção e adopção de políticas comunitárias pelos novos Estados-Membros, ao nível do ambiente, da luta contra o crime, as drogas e a imigração ilegal. Portugal e o Alargamento: Consequências : Portugal e o Alargamento: Consequências Os impactes para Portugal do alargamento da EU aos PECO e aos países do Mediterrâneo (Chipre e Malta) acabam por traduzir algumas dificuldades, sobretudo de cariz económico, das quais se destaca: O aumento da concorrência comercial; O desvio de fluxos de investimento; A redução da intensidade dos apoios comunitários; Geograficamente, Portugal tornou-se mais periférico Portugal e o Alargamento: Consequências(Continuação) : Portugal e o Alargamento: Consequências(Continuação) No entanto, o alargamento não deve ser encarado, no nosso País, numa perspectiva negativa e pessimistas, na medida que este também acaba por trazer consequências positivas, que se traduzem em vantagens : maior possibilidade de internacionalização da economia portuguesa, com investimentos nos novos Estados – Membros e cooperação com as empresas desses países; alargamento do potencial mercado consumidor de produtos portugueses; participação no maior mercado comum do mundo, que abre oportunidades a Portugal, tanto na Europa como a nível mundial. Portugal e o Alargamento: Consequências(Continuação) : Portugal e o Alargamento: Consequências(Continuação) Para fazer face aos aspectos menos positivos do alargamento do espaço comunitário, Portugal deve desenvolver algumas iniciativas de forma a reverter o seu carácter periférico no seio da EU: Incentivar empresários com iniciativa e prestar os apoios necessários para a internacionalização; Aproveitar todas as vantagens proporcionadas pelo alargamento; Modernizar e aumentar a competitividade dos sectores produtivos, aumentando a capacidade de produção; Aproveitar a sua experiência nos serviços (banca, seguros), importante para estes países.