logging in or signing up CEP_AULA 2_3_EDUC_TICs_Lucimeri_06_04. lucimeri1000 Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 76 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: April 26, 2011 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript CENTRO DE ESTUDOS DE PESSOAL E FORTE DUQUE DE CAXIAS : CENTRO DE ESTUDOS DE PESSOAL E FORTE DUQUE DE CAXIAS CURSO DE COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Profª . Lucimeri Ricas Dias, Msc . Email: lucimeri_ricas@yahoo.com.br AULA 2 e 33. Letramento digital e inclusão social na cibercultura. : 3. Letramento digital e inclusão social na cibercultura . a. Investigar os limites e as possibilidades da denominada ID (inclusão digital) como via de inclusão social em tempos de cibercultura .Letramento digital Túnel do Tempo: A Mídia Clássica: Letramento digital Túnel do Tempo: A Mídia Clássica A mídia clássica é inaugurada com a prensa de Gutenberg e teve seu apogeu entre a segunda metade do século XIX e a primeira do século XX com o jornal, fotografia, cinema, rádio e televisão. Ela contenta-se com fixar, reproduzir e transmitir a mensagem buscando o maior alcance e a melhor difusão.Tempos “modernos”...: Tempos “modernos”... A mídia online faz melhor a difusão da mensagem e vai além disso: a mensagem pode ser manipulada, modificada à vontade “graças a um controle total de sua microestrutura [bit por bit]". Imagem, som e texto não têm materialidade fixa . Podem ser manipulados dependendo unicamente da opção crítica do usuário ao lidar com o mouse, tela tátil, joystick, teclado etc. ( Lévy , 1999)Você conhece o “Rafinha”?: Você conhece o “ Rafinha ”? http://www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvgDo textual ao hipertextual: Do textual ao hipertextual intertextualidade: conexões com outros sites ou documentos; intratextualidade: conexões com no mesmo documento; multivocalidade : agregar multiplicidade de pontos de vistas; navegabilidade: ambiente simples e de fácil acesso e transparência nas informações; mixagem: integração de várias linguagens: sons, texto, imagens dinâmicas e estáticas, gráficos, mapas; multimídia: integração de vários suportes midiáticos. (SANTOS, 2003: 225).Mas o que é hipertexto?: Mas o que é hipertexto? Hipertexto ,segundo Lévy (1999) é: “um texto móvel, caleidoscópico, que apresenta suas facetas, gira, dobra-se e desdobra-se à vontade frente ao leitor”. O hipertexto – é escrito e é lido de forma multilinear, multi-seqüencial , acionando-se links ou nós que vão trazendo telas numa multiplicidade de possibilidades, sem que haja uma ordem predefinida.Perspectiva do hipertexto: Perspectiva do hipertexto O professor constrói uma rede (não uma rota) e define um conjunto de territórios a explorar; Ele não oferece uma história a ouvir, mas um conjunto intrincado ( labirinto ) de territórios abertos à navegação e dispostos a interferências, a modificações; Ele oferece múltiplas informações (em imagens, sons, textos etc.) sabendo que estas potencializam consideravelmente ações que resultam em conhecimento; Estimula cada aluno a contribuir com novas informações e a criar e oferecer mais e melhores percursos , participando como co-autor do processo.Perspectiva da interatividade: Perspectiva da interatividade O professor pode deixar de ser um transmissor de saberes para converter-se em : formulador de problemas; provocador de interrogações; coordenador de equipes de trabalho; sistematizador de experiências; memória viva de uma educação que em lugar de prender-se à transmissão, valoriza e possibilita o diálogo e a colaboração.Fundamentos da interatividade: Fundamentos da interatividade São três basicamente: participação-intervenção: participar não é apenas responder "sim" ou "não" ou escolher uma opção dada, significa modificar a mensagem; bidirecionalidade-hibridação : a comunicação é produção conjunta da emissão e da recepção, é co-criação, os dois pólos codificam e decodificam; permutabilidade-potencialidade: a comunicação supõe múltiplas redes articulatórias de conexões e liberdade de trocas, associações e significações.A aquisição do conhecimento: A aquisição do conhecimento Pressupõe a compreensão de todas as dimensões da realidade . E isso requer, além da conexão, o desenvolvimento de competências relacionadas a habilidades de ler, compreender, interpretar, relacionar, analisar, sintetizar e aplicar, entre outras; ou seja, acessar o objeto de todos os pontos de vista , por todos os caminhos, integrando-os da forma mais rica possível (MORAN, 1994 apud AMARAL et al. 2009).“Os homens criam as ferramentas e estas recriam os homens.”: “Os homens criam as ferramentas e estas recriam os homens.” Como já preconizava McLuhan (1964) : Embora as ferramentas tecnológicas influenciem nossas idéias e comportamentos, não são capazes , por si só, de criar consciência, consolidar aprendizagens e melhorar as relações humanas , apesar de seu alto grau de sofisticação.Estar online não significa estar incluído na cibercultura: Estar online não significa estar incluído na cibercultura Internet na escola e na universidade não significa necessariamente inserção crítica das novas gerações e dos professores na cibercultura ; A aula continua sendo uma palestra para a absorção linear, passiva e individual , enquanto o professor permanece como o responsável pela produção e transmissão dos conhecimentos; O ambiente de aprendizagem não estimula a fazer do hipertexto e da interatividade atitudes de inclusão cidadã na cibercultura . A participação dos jovens na rede é distinta das salas de aulas. Vejamos...Slide 14: FONTE:Slide 15: FONTE:Refexões:: Refexões : Que mudanças pode o processo de letramento digital contemporâneo provocar na construção do conhecimento na escola, na leitura/escrita que se realiza no espaço escolar? De que forma essa escrita teclada e essa leitura/escrita hipertextual , não linear, circular, pode questionar a educação, a formação docente? “ Internetês ” : Como reagir diante do que alguns vêem como uma nova ameaça? Negá-la não adianta mais; refutá-la não resolverá o problema; voltar às costas para ela é desperdiçar uma grande oportunidade, afinal, em que outro momento nos últimos anos se falou tanto em língua portuguesa?Artigos sobre “Internetês”: Artigos sobre “ Internetês ” Revista Nova Escola: “A língua é viva” . Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/lingua-viva-423717.shtml . Acesso em abril de 2011. Revista Língua Portuguesa Uol : “A revolução do internetês ”. Disponível em: http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp? codigo =11061 . Acesso em abril de 2011. Revista Língua Portuguesa Uol : “O internetês na escola ” . Disponível em: http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp? codigo =11685 . Acesso em abril de 2011. Canal do Educador: “ Internetês ”. Disponível em: “http://educador.brasilescola.com/trabalho-docente/internetes.htm . Acesso em abril de 2011.Você já conhece o Rafinha, mas agora, você sabe quem é o “Zé”? : Você já conhece o Rafinha , mas agora, você sabe quem é o “Zé”? Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=S2M6NNeBiiA . Acesso em abril de 2011Exclusão digital: Exclusão digital É um problema complexo, decorrente de fatores socioeconômicos e de desigualdades regionais , que aumentam a distância entre plugados e desplugados . É difícil imaginar algum tipo de transformação para um regime mais justo, sem promover políticas (étnicas, de gênero, de regiões) que façam comunicar os diferentes , corrijam as desigualdades (surgidas dessas diferenças e das outras distribuições desiguais dos recursos) e conectem as sociedades com a informação , com os repositórios culturais , de saúde e bem-estar globalmente expandidos .Inclusão digital – cada vez mais no centro da inclusão social : Inclusão digital – cada vez mais no centro da inclusão social A exclusão só acaba no momento que o usuário aprende que o computador é um meio de acesso à educação , ao trabalho, ao contato e troca com a sua comunidade, ao pensamento crítico e ao exercício pleno de sua cidadania; O fim aqui não é disponibilizar tecnologia , mas sim a integração perfeita de indivíduos na sociedade ; Incluir os usuários na mídia digital é também gerar renda . Inclusão digital é construção de conhecimento, apropriar-se do instrumento para incluir-se socialmente.Para incluir digitalmente e socialmente:: Para incluir digitalmente e socialmente: Propiciar acesso gratuito e universal à informação é fazer justiça social; A Educação deve ser o fator-chave no processo de transformação social ; Capacitar educadores e gestares na apropriação das tecnologias de forma adequada: com base no pensamento crítico, autônomo e criativo ; Desenvolver novas competências numa escola mais atuante, aberta para o mundo, que propicie aos educadores um ambiente onde possam exercitar sua criatividade, ampliar sua capacidade de resolver problemas e trabalhar em equipe , entre outros, preparando-se para conviver com as incertezas ; Ampliar serviços universais para a cidadania através de portais eletrônicos governamentais ( e-gov ); Desenvolver conteúdos locais trazendo linguagem, temas e discussões dos problemas regionais ; Verificar programas de Inclusão Digital que atuam no município e buscar políticas públicas disponíveis e viáveis para cada região.Reflexões:: Reflexões: O que se espera do uso das novas tecnologias na Educação ? O que se espera do professor ? Como formar professores em vista dessas necessidades? Essas mesmas perguntas podem ser refeitas, e continuar fazendo sentido, se trocarmos a palavra "Educação" pela palavra " Sociedade" e a palavra "professor" pela palavra "cidadão".Escola/Sociedade +Professor/Cidadão: Escola/Sociedade +Professor/Cidadão Na opinião de Lévy (1999) isso requer uma política voluntarista da parte dos poderes públicos , de coletividades locais , de associações de cidadãos e de grupos de empresários visando colocar o ciberespaço a serviço do desenvolvimento de regiões desfavorecidas explorando o máximo seu potencial de inteligência coletiva: valorização das competências locais , organização das complementaridades entre recursos e projetos, trocas de saberes e de experiências, redes de ajuda mútua, maior participação nas decisões políticas, abertura planetária para diversas formas de especialidades e de parcerias etc.Sociedade da Informação no Brasil - Livro Verde Livro Verde: Sociedade da Informação no Brasil - Livro Verde Livro Verde Visando a inserção do Brasil na Sociedade da Informação, é lançado oficialmente em dezembro de 2000 o Livro Verde , elaborado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT). Ele apresenta uma espécie de plano diretor, com análises e diretrizes para a implantação de ações objetivando o desenvolvimento social com inclusão digital. Disponível em: http://www.mct.gov.br/index. php / content / view /18937. html Acesso em abril de 2011. Portal de Inclusão Digital. Disponível em: http://inclusao.ibict.br/ . Acesso em abril de 2011.Devemos pensar em outros excluídos...: Devemos pensar em outros excluídos... Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social" (ATA VII - Comitê de Ajudas Técnicas - CAT). Portal Nacional de Tecnologia Assistiva. Disponível em: http://www.assistiva.org.br/ . Acesso em abril de 2011. Softwares de Tecnologia Assistiva para Download. Disponível em: http://www.assistiva.org.br/softwares . Acesso em abril de 2011. Bengala Legal. Disponível em: : http://www.bengalalegal.com/tecnol-a.php . Acesso em abril de 2011.Slide 26: trabalho colaborativo ambientes colaborativos pedagogia da cooperação aprendizagem colaborativaSlide 27: "Nada posso lhe dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada posso lhe dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível seu próprio mundo e isso é tudo" ( Herman Hesse) You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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Letramento digital e inclusão social na cibercultura. : 3. Letramento digital e inclusão social na cibercultura . a. Investigar os limites e as possibilidades da denominada ID (inclusão digital) como via de inclusão social em tempos de cibercultura .Letramento digital Túnel do Tempo: A Mídia Clássica: Letramento digital Túnel do Tempo: A Mídia Clássica A mídia clássica é inaugurada com a prensa de Gutenberg e teve seu apogeu entre a segunda metade do século XIX e a primeira do século XX com o jornal, fotografia, cinema, rádio e televisão. Ela contenta-se com fixar, reproduzir e transmitir a mensagem buscando o maior alcance e a melhor difusão.Tempos “modernos”...: Tempos “modernos”... A mídia online faz melhor a difusão da mensagem e vai além disso: a mensagem pode ser manipulada, modificada à vontade “graças a um controle total de sua microestrutura [bit por bit]". Imagem, som e texto não têm materialidade fixa . Podem ser manipulados dependendo unicamente da opção crítica do usuário ao lidar com o mouse, tela tátil, joystick, teclado etc. ( Lévy , 1999)Você conhece o “Rafinha”?: Você conhece o “ Rafinha ”? http://www.youtube.com/watch?v=UI2m5knVrvgDo textual ao hipertextual: Do textual ao hipertextual intertextualidade: conexões com outros sites ou documentos; intratextualidade: conexões com no mesmo documento; multivocalidade : agregar multiplicidade de pontos de vistas; navegabilidade: ambiente simples e de fácil acesso e transparência nas informações; mixagem: integração de várias linguagens: sons, texto, imagens dinâmicas e estáticas, gráficos, mapas; multimídia: integração de vários suportes midiáticos. (SANTOS, 2003: 225).Mas o que é hipertexto?: Mas o que é hipertexto? Hipertexto ,segundo Lévy (1999) é: “um texto móvel, caleidoscópico, que apresenta suas facetas, gira, dobra-se e desdobra-se à vontade frente ao leitor”. O hipertexto – é escrito e é lido de forma multilinear, multi-seqüencial , acionando-se links ou nós que vão trazendo telas numa multiplicidade de possibilidades, sem que haja uma ordem predefinida.Perspectiva do hipertexto: Perspectiva do hipertexto O professor constrói uma rede (não uma rota) e define um conjunto de territórios a explorar; Ele não oferece uma história a ouvir, mas um conjunto intrincado ( labirinto ) de territórios abertos à navegação e dispostos a interferências, a modificações; Ele oferece múltiplas informações (em imagens, sons, textos etc.) sabendo que estas potencializam consideravelmente ações que resultam em conhecimento; Estimula cada aluno a contribuir com novas informações e a criar e oferecer mais e melhores percursos , participando como co-autor do processo.Perspectiva da interatividade: Perspectiva da interatividade O professor pode deixar de ser um transmissor de saberes para converter-se em : formulador de problemas; provocador de interrogações; coordenador de equipes de trabalho; sistematizador de experiências; memória viva de uma educação que em lugar de prender-se à transmissão, valoriza e possibilita o diálogo e a colaboração.Fundamentos da interatividade: Fundamentos da interatividade São três basicamente: participação-intervenção: participar não é apenas responder "sim" ou "não" ou escolher uma opção dada, significa modificar a mensagem; bidirecionalidade-hibridação : a comunicação é produção conjunta da emissão e da recepção, é co-criação, os dois pólos codificam e decodificam; permutabilidade-potencialidade: a comunicação supõe múltiplas redes articulatórias de conexões e liberdade de trocas, associações e significações.A aquisição do conhecimento: A aquisição do conhecimento Pressupõe a compreensão de todas as dimensões da realidade . E isso requer, além da conexão, o desenvolvimento de competências relacionadas a habilidades de ler, compreender, interpretar, relacionar, analisar, sintetizar e aplicar, entre outras; ou seja, acessar o objeto de todos os pontos de vista , por todos os caminhos, integrando-os da forma mais rica possível (MORAN, 1994 apud AMARAL et al. 2009).“Os homens criam as ferramentas e estas recriam os homens.”: “Os homens criam as ferramentas e estas recriam os homens.” Como já preconizava McLuhan (1964) : Embora as ferramentas tecnológicas influenciem nossas idéias e comportamentos, não são capazes , por si só, de criar consciência, consolidar aprendizagens e melhorar as relações humanas , apesar de seu alto grau de sofisticação.Estar online não significa estar incluído na cibercultura: Estar online não significa estar incluído na cibercultura Internet na escola e na universidade não significa necessariamente inserção crítica das novas gerações e dos professores na cibercultura ; A aula continua sendo uma palestra para a absorção linear, passiva e individual , enquanto o professor permanece como o responsável pela produção e transmissão dos conhecimentos; O ambiente de aprendizagem não estimula a fazer do hipertexto e da interatividade atitudes de inclusão cidadã na cibercultura . A participação dos jovens na rede é distinta das salas de aulas. Vejamos...Slide 14: FONTE:Slide 15: FONTE:Refexões:: Refexões : Que mudanças pode o processo de letramento digital contemporâneo provocar na construção do conhecimento na escola, na leitura/escrita que se realiza no espaço escolar? De que forma essa escrita teclada e essa leitura/escrita hipertextual , não linear, circular, pode questionar a educação, a formação docente? “ Internetês ” : Como reagir diante do que alguns vêem como uma nova ameaça? Negá-la não adianta mais; refutá-la não resolverá o problema; voltar às costas para ela é desperdiçar uma grande oportunidade, afinal, em que outro momento nos últimos anos se falou tanto em língua portuguesa?Artigos sobre “Internetês”: Artigos sobre “ Internetês ” Revista Nova Escola: “A língua é viva” . Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/lingua-viva-423717.shtml . Acesso em abril de 2011. Revista Língua Portuguesa Uol : “A revolução do internetês ”. Disponível em: http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp? codigo =11061 . Acesso em abril de 2011. Revista Língua Portuguesa Uol : “O internetês na escola ” . Disponível em: http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp? codigo =11685 . Acesso em abril de 2011. Canal do Educador: “ Internetês ”. Disponível em: “http://educador.brasilescola.com/trabalho-docente/internetes.htm . Acesso em abril de 2011.Você já conhece o Rafinha, mas agora, você sabe quem é o “Zé”? : Você já conhece o Rafinha , mas agora, você sabe quem é o “Zé”? Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=S2M6NNeBiiA . Acesso em abril de 2011Exclusão digital: Exclusão digital É um problema complexo, decorrente de fatores socioeconômicos e de desigualdades regionais , que aumentam a distância entre plugados e desplugados . É difícil imaginar algum tipo de transformação para um regime mais justo, sem promover políticas (étnicas, de gênero, de regiões) que façam comunicar os diferentes , corrijam as desigualdades (surgidas dessas diferenças e das outras distribuições desiguais dos recursos) e conectem as sociedades com a informação , com os repositórios culturais , de saúde e bem-estar globalmente expandidos .Inclusão digital – cada vez mais no centro da inclusão social : Inclusão digital – cada vez mais no centro da inclusão social A exclusão só acaba no momento que o usuário aprende que o computador é um meio de acesso à educação , ao trabalho, ao contato e troca com a sua comunidade, ao pensamento crítico e ao exercício pleno de sua cidadania; O fim aqui não é disponibilizar tecnologia , mas sim a integração perfeita de indivíduos na sociedade ; Incluir os usuários na mídia digital é também gerar renda . Inclusão digital é construção de conhecimento, apropriar-se do instrumento para incluir-se socialmente.Para incluir digitalmente e socialmente:: Para incluir digitalmente e socialmente: Propiciar acesso gratuito e universal à informação é fazer justiça social; A Educação deve ser o fator-chave no processo de transformação social ; Capacitar educadores e gestares na apropriação das tecnologias de forma adequada: com base no pensamento crítico, autônomo e criativo ; Desenvolver novas competências numa escola mais atuante, aberta para o mundo, que propicie aos educadores um ambiente onde possam exercitar sua criatividade, ampliar sua capacidade de resolver problemas e trabalhar em equipe , entre outros, preparando-se para conviver com as incertezas ; Ampliar serviços universais para a cidadania através de portais eletrônicos governamentais ( e-gov ); Desenvolver conteúdos locais trazendo linguagem, temas e discussões dos problemas regionais ; Verificar programas de Inclusão Digital que atuam no município e buscar políticas públicas disponíveis e viáveis para cada região.Reflexões:: Reflexões: O que se espera do uso das novas tecnologias na Educação ? O que se espera do professor ? Como formar professores em vista dessas necessidades? Essas mesmas perguntas podem ser refeitas, e continuar fazendo sentido, se trocarmos a palavra "Educação" pela palavra " Sociedade" e a palavra "professor" pela palavra "cidadão".Escola/Sociedade +Professor/Cidadão: Escola/Sociedade +Professor/Cidadão Na opinião de Lévy (1999) isso requer uma política voluntarista da parte dos poderes públicos , de coletividades locais , de associações de cidadãos e de grupos de empresários visando colocar o ciberespaço a serviço do desenvolvimento de regiões desfavorecidas explorando o máximo seu potencial de inteligência coletiva: valorização das competências locais , organização das complementaridades entre recursos e projetos, trocas de saberes e de experiências, redes de ajuda mútua, maior participação nas decisões políticas, abertura planetária para diversas formas de especialidades e de parcerias etc.Sociedade da Informação no Brasil - Livro Verde Livro Verde: Sociedade da Informação no Brasil - Livro Verde Livro Verde Visando a inserção do Brasil na Sociedade da Informação, é lançado oficialmente em dezembro de 2000 o Livro Verde , elaborado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT). Ele apresenta uma espécie de plano diretor, com análises e diretrizes para a implantação de ações objetivando o desenvolvimento social com inclusão digital. Disponível em: http://www.mct.gov.br/index. php / content / view /18937. html Acesso em abril de 2011. Portal de Inclusão Digital. Disponível em: http://inclusao.ibict.br/ . Acesso em abril de 2011.Devemos pensar em outros excluídos...: Devemos pensar em outros excluídos... Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social" (ATA VII - Comitê de Ajudas Técnicas - CAT). Portal Nacional de Tecnologia Assistiva. Disponível em: http://www.assistiva.org.br/ . Acesso em abril de 2011. Softwares de Tecnologia Assistiva para Download. Disponível em: http://www.assistiva.org.br/softwares . Acesso em abril de 2011. Bengala Legal. Disponível em: : http://www.bengalalegal.com/tecnol-a.php . Acesso em abril de 2011.Slide 26: trabalho colaborativo ambientes colaborativos pedagogia da cooperação aprendizagem colaborativaSlide 27: "Nada posso lhe dar que já não exista em você mesmo. Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma. Nada posso lhe dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível seu próprio mundo e isso é tudo" ( Herman Hesse)