logging in or signing up Hipermédia jmata Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 89 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: May 29, 2009 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: Hi pe r tex to Concepção de Materiais Multimédia Actividade 1 T2 G2 Slide 2: Hipertexto O que é o Hipertexto? Sistema baseado em texto não sequencial. Conjunto de nós interligados, numa estrutura linear de texto. Os nós podem ser palavras, textos, páginas, documentos complexos que podem ser, eles próprios, hipertextos. Blocos de textos relacionados por ligações que permitem aos leitores diferentes caminhos Facilidade de navegação Slide 3: Hipertexto UM POUCO DE HISTÓRIA… Dispositivo imaginado por Vannevar Bush em 1945; Inspira-se no processo reticular que suporta o mecanismo da inteligência; Pretende mecanizar o ordenamento e a selecção por associação, paralelo ao princípio da indexação clássica; Estabelece ligações independentes de qualquer ligação hierárquica entre uma determinada informação e qualquer outra. MEMEX (MEMory IndEX) Slide 4: Hipertexto Requisitos e tecnologia Constituição de uma reserva documental multimédia (sons, imagens e textos). Ecrã de TV e altifalantes para aceder à informação. Miniaturização da documentação. Periféricos de armazenamento de informação. Microfilme, banda magnética. Slide 5: Hipertexto Vannevar Bush (1890-1974) Vannevar Bush, engenheiro, inventor, professor universitário, escritor e administrador pensava na temática de máquinas com capacidade para gerir informação e representar o conhecimento. Nos anos trinta, concebeu uma calculadora analógica ultra-rápida que desempenhou um papel importante no financiamento do Eniac. Durante a Segunda Guerra Mundial, Bush foi um dos responsáveis principais pela coordenação do esforço de investigação e desenvolvimento tecnológico que suportou a vitória aliada. Com o fim da Guerra à vista, o cientista regressou à ideia da sua máquina, que entretanto tinha ganho um nome, MEMEX (MEMory IndEX) . Augmentation System : Hipertexto Augmentation System Primeiro sistema HIPERTEXTO, criado por Douglas Engelbart (1968); Informação organizada em arquivos; Movimentação entre arquivos por selecção no ecrã ou digitação de nomes. Slide 7: Hipertexto Theodore Nelson Nasceu em 1937. Filósofo e sociólogo ameri-cano, começa a interessar-se pela informática. Inventa, no início dos anos 60, o termo hipertexto para exprimir a ideia de escrita/leitura não linear de um sistema infor-mático. Idealiza o software XANADU. Slide 8: Hipertexto XANADU O Xanadu foi idealizado por Theodore Nelson, como uma rede acessivel em tempo real, contendo todo o acervo documental mundial. O Xanadu poderia ser utilizada por milhões de pessoas e permitiria escrever, interligar, interagir, comentar os textos, filmes e registos sonoros disponíveis. Apesar de já terem sido elaborados e consultados milhares de hipertextos, existem 3 razões que impedem que os sonhos de Vannevar Bush e Ted Nelson se tornem realidade: ainda não sabemos programar bases de dados para além de uma certa ordem de grandeza; a indexação, a digitalização e a formatação uniforme da informação implica a utilização de meios informáticos aperfei-çoados, a reunião de numerosas competências e, sobretudo, muito tempo, o que se revelaria extremamente dispendioso; a constituição de hipertextos gigantes implica um trabalho minucioso de organização, de repartição, de encenação, de acompanhamento e de orientação do utilizador, que teria de ser realizado em função de públicos muito diversos. Slide 9: Hipertexto Aspen Movie Map Primeiro sistema HIPERMÉDIA (1978); Guide (1982) Aplicativo de leitura de documentos (estrutura em árvore); Multimedia Toolbook (anos 90) Software de autoria para construção de conteúdos interactivos Baseia-se na metáfora do livro, com páginas que contêm objectos que podem estar interligados com outras páginas ou produzir outras acções; Macromedia Director(anos 90) PROGRAMA ADEQUADO PARA: Aplicações de animação; Aplicações multimédia sincronizadas; e actualmente… Integração/controlo dos elementos multimédia em CD-ROM. Slide 10: Hipertexto E quanto ao ensino? Graças à sua dimensão reticular ou não linear, o hipertexto favorece uma atitude exploratória ou mesmo lúdica face ao material a assimilar. Tendo em conta o papel fundamental do envolvimento pessoal do aluno na aprendizagem este é um dos instrumentos bem adaptados a uma pedagogia activa. Características do Hipertexto ou da multimédia interactiva You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
Hipermédia jmata Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 89 Category: Education License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: May 29, 2009 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Slide 1: Hi pe r tex to Concepção de Materiais Multimédia Actividade 1 T2 G2 Slide 2: Hipertexto O que é o Hipertexto? Sistema baseado em texto não sequencial. Conjunto de nós interligados, numa estrutura linear de texto. Os nós podem ser palavras, textos, páginas, documentos complexos que podem ser, eles próprios, hipertextos. Blocos de textos relacionados por ligações que permitem aos leitores diferentes caminhos Facilidade de navegação Slide 3: Hipertexto UM POUCO DE HISTÓRIA… Dispositivo imaginado por Vannevar Bush em 1945; Inspira-se no processo reticular que suporta o mecanismo da inteligência; Pretende mecanizar o ordenamento e a selecção por associação, paralelo ao princípio da indexação clássica; Estabelece ligações independentes de qualquer ligação hierárquica entre uma determinada informação e qualquer outra. MEMEX (MEMory IndEX) Slide 4: Hipertexto Requisitos e tecnologia Constituição de uma reserva documental multimédia (sons, imagens e textos). Ecrã de TV e altifalantes para aceder à informação. Miniaturização da documentação. Periféricos de armazenamento de informação. Microfilme, banda magnética. Slide 5: Hipertexto Vannevar Bush (1890-1974) Vannevar Bush, engenheiro, inventor, professor universitário, escritor e administrador pensava na temática de máquinas com capacidade para gerir informação e representar o conhecimento. Nos anos trinta, concebeu uma calculadora analógica ultra-rápida que desempenhou um papel importante no financiamento do Eniac. Durante a Segunda Guerra Mundial, Bush foi um dos responsáveis principais pela coordenação do esforço de investigação e desenvolvimento tecnológico que suportou a vitória aliada. Com o fim da Guerra à vista, o cientista regressou à ideia da sua máquina, que entretanto tinha ganho um nome, MEMEX (MEMory IndEX) . Augmentation System : Hipertexto Augmentation System Primeiro sistema HIPERTEXTO, criado por Douglas Engelbart (1968); Informação organizada em arquivos; Movimentação entre arquivos por selecção no ecrã ou digitação de nomes. Slide 7: Hipertexto Theodore Nelson Nasceu em 1937. Filósofo e sociólogo ameri-cano, começa a interessar-se pela informática. Inventa, no início dos anos 60, o termo hipertexto para exprimir a ideia de escrita/leitura não linear de um sistema infor-mático. Idealiza o software XANADU. Slide 8: Hipertexto XANADU O Xanadu foi idealizado por Theodore Nelson, como uma rede acessivel em tempo real, contendo todo o acervo documental mundial. O Xanadu poderia ser utilizada por milhões de pessoas e permitiria escrever, interligar, interagir, comentar os textos, filmes e registos sonoros disponíveis. Apesar de já terem sido elaborados e consultados milhares de hipertextos, existem 3 razões que impedem que os sonhos de Vannevar Bush e Ted Nelson se tornem realidade: ainda não sabemos programar bases de dados para além de uma certa ordem de grandeza; a indexação, a digitalização e a formatação uniforme da informação implica a utilização de meios informáticos aperfei-çoados, a reunião de numerosas competências e, sobretudo, muito tempo, o que se revelaria extremamente dispendioso; a constituição de hipertextos gigantes implica um trabalho minucioso de organização, de repartição, de encenação, de acompanhamento e de orientação do utilizador, que teria de ser realizado em função de públicos muito diversos. Slide 9: Hipertexto Aspen Movie Map Primeiro sistema HIPERMÉDIA (1978); Guide (1982) Aplicativo de leitura de documentos (estrutura em árvore); Multimedia Toolbook (anos 90) Software de autoria para construção de conteúdos interactivos Baseia-se na metáfora do livro, com páginas que contêm objectos que podem estar interligados com outras páginas ou produzir outras acções; Macromedia Director(anos 90) PROGRAMA ADEQUADO PARA: Aplicações de animação; Aplicações multimédia sincronizadas; e actualmente… Integração/controlo dos elementos multimédia em CD-ROM. Slide 10: Hipertexto E quanto ao ensino? Graças à sua dimensão reticular ou não linear, o hipertexto favorece uma atitude exploratória ou mesmo lúdica face ao material a assimilar. Tendo em conta o papel fundamental do envolvimento pessoal do aluno na aprendizagem este é um dos instrumentos bem adaptados a uma pedagogia activa. Características do Hipertexto ou da multimédia interactiva