As Comunidades de Prática de Professores

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Apresentação do artigo "As Comunidades de Prática de Professores: O Desenvolvimento Profissional dos Professores em CoP's online - contributos para a Gestão Curricular". da UC de Educação a Distância do Programa Doutoral de Multimédia em Educação - Universidade de Aveiro

Comments

By: angelamariana (78 month(s) ago)

Como posso fazer o download?

By: angelamariana (78 month(s) ago)

Gostei imenso!

By: maurolcarr (79 month(s) ago)

Por favor, gostaria de fazer o download desta apresentação. obrigado Mauro

Presentation Transcript

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EaD Programa Doutoral em Multimédia em Educação Grupo G_CoP Unidade Curricular de EaD Unidade Curricular Universidade de Aveiro As Comunidades de Prática de Professores O Desenvolvimento Profissional dos Professores em CoP's online contributos para a Gestão Curricular José Alberto Rodrigues | José Manuel Pinheiro | Sandra Sequeira 2 de Janeiro de 2009

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Índice 01. Introdução | Resumo EaD As Comunidades de Prática de Professores O Desenvolvimento Profissional dos Professores em CoP's online contributos para a Gestão Curricular 03. Enquadramento Conceptual 04. As CoP e o DPP 05. Conclusões 02. Metodologia

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01 Introdução | Resumo

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C o m p a n y P r o f I l e

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02 Metodologia

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C o m p a n y P r o f I l e Emerald Eric EDITLib Web of Knowledge b-On sinBAD repositorium Google Scholar Desenvolvimento Profissional Desenvolvimento Profissional Contínuo Gestão Curricular endnote Google docs Autores de referência Revistas mais citadas Conferências de impacto Projectos

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03 Enquadramento Conceptual

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C o m p a n y P r o f I l e Comunidades de Prática – o que são?... “Communities of practice are groups of people who share a concern or a passion for something they do and learn how to do it better as they interact regularly.” Etienne Wenger em http://www.ewenger.com/theory/index.htm As CoP são estruturas dinâmicas e à semelhança de organismos vivos, nascem, crescem e extinguem-se. (Wenger et al., 2002)

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C o m p a n y P r o f I l e CoPs – origem… …perdem-se no tempo… …como contexto estratégico, são uma expressão nova de uma estrutura muito antiga que promove a colaboração e a aprendizagem. Saint-Onge et al (2003) …o conceito de CoP data de 1980 O'Brien et al (2004) Jean Lave e Etienne Wenger cunham o conceito de Comunidade de Prática - CoP. Lave, J., & Wenger, E. (1991)

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C o m p a n y P r o f I l e CoPs – onde?… … estão em toda a parte e estamos envolvidos nelas: no trabalho na escola em casa … Lave et al (1991), Wenger (1998), Foulger (2005) e Buysse et al (2003), …podem evoluir para interacções cada vez mais fortes e solidárias em torno de interesses …resultando aprendizagens…

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C o m p a n y P r o f I l e CoPs – como? Conceptualização… Do ponto de vista de Wenger (1998), a característica mais importante das CoP é a capacidade e o poder que estas comunidades têm para: aprender; construir; e, reconstruir o conhecimento. Comunidade de Prática, no sentido que Etienne Wenger lhe deu, deve ? Assumir uma intencionalidade… Wenger (2002)

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C o m p a n y P r o f I l e Comunidades de Prática online – natureza… Característica das CoP antes da revolução das TIC - Proximidade física e geográfica. Mantêm a natureza das CoP defendidas por Jean Lave e Etienne Wenger - acrescente-se a dimensão das interacções online – não numa forma aditiva mas integradora O que está em causa ? interesses comuns que se sobrepõem ao espaço geográfico … nas comunidades online os seus membros já se conheciam no mundo físico, simplesmente para se relacionarem recorrem a formas de comunicação, nomeadamente a Internet. Machado (2003)

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C o m p a n y P r o f I l e Comunidades de Prática online – natureza… … comunidades distribuídas, mediadas pela Internet, são mais ricas culturalmente pela diversidade que a abrangência geográfica proporciona e, desta forma, a partilha colaborativa do saber é mais profunda e ampla, podendo-se traduzir em diferentes e novos desafios. Machado (2003) Devido às interacções que se vão estabelecendo com as pessoas envolvidas, nas CoP, o conhecimento partilhado pode ser utilizado no tratamento de questões e na resolução de problemas específicos.

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C o m p a n y P r o f I l e Adaptado de Fernando S., Em http://gabinetedeinformatica.net/wp15/category/comunidades/ Importância das Comunidades de Prática online de professores ao nível do: desenvolvimento pessoal e profissional; e, na formação contínua de professores.

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C o m p a n y P r o f I l e Implica a ideia de aprendizagem contínua, num processo evolutivo O DDP envolve um vasto número de actividades e estratégias ocorrendo num dado contexto organizacional, com vista à mudança na forma de entender a prática, as atitudes, as expectativas, as preocupações, a realização profissional e a própria forma de encarar a profissão. desenvolver novos conhecimentos, destrezas, perspectivas e disposições e para melhorar a eficácia docente. Desenvolvimento Profissional Contínuo dos Professores

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C o m p a n y P r o f I l e Desenvolvimento Profissional Contínuo dos Professores Eisenschmidt, 2006

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C o m p a n y P r o f I l e Características da postura do professor para um efectivo DDP Capacidade de regular Aprender com a experiência Aprender com a sua investigação Aprender com os outros Aprender com os alunos Capacidade de observar Postura reflexiva Capacidade de inovar Resolver problemas colaborativamente Criativo e imaginativo Desenvolvimento Profissional Contínuo dos Professores

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04 As CoP e o DPP

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C o m p a n y P r o f I l e Lai et al. (2006) identificaram algumas características de DPP que nos permitem contextualizar melhor a sua definição em CoP: – Corresponder às necessidades docentes individuais; – Reconhecer o conhecimento existente; – Situar na prática; – Corresponder a questões teóricas e pedagógicas; – Constituir um processo amplo de desenvolvimento profissional (DP), envolvendo a resolução de problemas colaborativa. As CoP´s e o DDP

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C o m p a n y P r o f I l e A implementação de CoP pode resultar na alteração das práticas na educação em três dimensões: – A nível interno: a forma como se devem organizar as experiências de aprendizagem; – A nível externo: no relacionar das práticas de aprendizagem convencionais com a participação periférica dos alunos em várias comunidades exteriores à escola; – A nível dos apoios aos alunos na aprendizagem ao longo da vida. . As CoP´s e o DDP

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C o m p a n y P r o f I l e Exemplos da constituição de uma CoP de sucesso em educação: – TAPPED IN: é uma comunidade de prática que pode ajudar a proporcionar oportunidades e mecanismos para professores, de todos os níveis, superar o seu isolamento, tornando mais eficaz o uso do tempo gasto no seu crescimento e desenvolvimento profissional. – IPEC: análise do DDP e do DPC baseado em evidências de prática como recurso à aprendizagem em comunidade.. – Compractice: Comunidades de Prática para Melhorar a Qualidade da Escola para Todos – projecto financiado pela Comunidade Europeia no âmbito do Programa Sócrates–Comenius. Consiste na construção de Comunidades da Prática em Educação, como uma forma de contribuir para o desenvolvimento global de uma escola de qualidade para todos.. As CoP´s e o DDP – implicações na Gestão Curricular

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C o m p a n y P r o f I l e Exemplos da constituição de uma CoP de sucesso em educação: – King's College (Londres) e Instituto Weizmann (Israel): estudo em colaboração para comprovarem a qualidade e a eficácia do desenvolvimento profissional contínuo (DPC) para professores de Ciências.. – Watson e Manning (2008): estudo acerca dos factores que influenciam as aproximações a uma nova forma de ensinar num programa de DP na sala de aula. Uma nova pedagogia que foi suportada pelos professores que levavam exemplos de seu trabalho na sala de aula às oficinas de formação para a discussão e a reflexão. – Hartnell-Young (2006): são explorados os quatro papéis dos professores nas salas de aula com recurso e uso dos computadores, numa perspectiva das CoP. A finalidade do estudo era provar que a evidência desta prática contribuía para o DP do professor, demonstrando-se que o uso da tecnologia apropriada pelos professores pode ajudá-los a criar as comunidades dentro da sala de aula para construção de conhecimento. As CoP´s e o DDP – implicações na Gestão Curricular

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C o m p a n y P r o f I l e TAPPED IN: Redução do isolamento profissional e um impacto positivo maior sobre práticas pedagógicas, em que aproveitar a experiência docente em sala de aula é encarada como o primeiro passo em direcção a esse fim; - Os professores devem estar conscientes das opções para ajustar a sua prática. Impacto positivo sobre as mudanças na forma como e o que é ensinado, o uso da tecnologia no ensino, o conhecimento da área temática, de recursos e conhecimento de novas técnicas pedagógicas e que esses impactos estão positivamente correlacionados. As CoP´s e o DDP – implicações na Gestão Curricular

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C o m p a n y P r o f I l e IPEC: A autora indica-nos que “é possível realizar GC em CoP online, envolvendo professores e investigadores, e que os participantes nestas reconhecem benefícios neste tipo de trabalho” (Marques, 2008, p.232); - Na constituição de novas CoP ou de novos ciclos da CoP estudada, a interacção deve ter início com a negociação de interesses, podendo permitir que os elementos envolvidos sintam que o trabalho desenvolvido no âmbito da CoP vai ao encontro das suas necessidades e os auxilia na melhoria das suas práticas. As CoP´s e o DDP – implicações na Gestão Curricular

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C o m p a n y P r o f I l e Compractice: Criação do Departamento de Apoio à Aprendizagem (DAA) que reúne diferentes serviços de apoio que, no sistema educativo, costumam trabalhar separadamente: apoio educativo e educação especial; serviço de psicologia e orientação; UNIVA; Apoio Social Escolar e, ainda, o gabinete de apoio ao aluno e à família da escola; - O Seminário “Facilitando Projectos de Aprendizagem em Comunidades de Prática” proporcionou um importante contributo no que diz respeito ao enquadramento teórico das Comunidades de Prática e um modelo de trabalho em colaboração que se revelou de grande relevância ao nível das práticas quotidianas. As CoP´s e o DDP – implicações na Gestão Curricular

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C o m p a n y P r o f I l e King's College (Londres) e Instituto Weizmann (Israel): Os professores foram motivadas por um desejo de auto-desenvolvimento - melhorar as suas aptidões, tendo novas ideias e ganhando uma oportunidade para reflectir sobre a sua prática. Em alguns casos, queriam participar num processo que se reflectisse mais útil e aplicável aos seus alunos, consequentemente, aumentando o seu desempenho enquanto docentes; Reconhecimento generalizado de que o foco do ensino das ciências foi mudando, o que conduziu a uma procura de novas competências. As CoP´s e o DDP – implicações na Gestão Curricular

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C o m p a n y P r o f I l e Watson e Manning (2008) Os resultados deste estudo indicam que o sucesso na aprendizagem do programa foi determinante em dois factores chave: - como as percepções dos professores e das suas necessidades interagiram com as oportunidades de aprendizagem proporcionadas pelo programa; e - como o nível de sustentação em contexto escolar afectou a introdução de uma nova pedagogia na sala de aula. As CoP´s e o DDP – implicações na Gestão Curricular

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C o m p a n y P r o f I l e Hartnell-Young (2006) O professor e a sua sala de aula não podem ser uma “pequena ilha”; O tempo dispendido na reflexão e colaboração regular foi o recurso mais importante na melhoria prática; Este trabalho centrou-se na perspectiva dos professores e da sua aprendizagem. Os professores ficaram particularmente interessados em melhorar o seu desempenho através de uma abordagem construtivista. A construção de uma imagem de si e do mundo foi apoiada através da confiança, abertura e reflexão, levando a uma melhoria dos resultados sociais, reforçando-se a CoP. As CoP´s e o DDP – implicações na Gestão Curricular

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05 Conclusões

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C o m p a n y P r o f I l e Conclusões – As comunidades de prática podem ser poderosos catalisadores para habilitar os professores a melhorar a sua prática; – Uma gestão curricular de qualidade deverá ter como alicerces princípios de cooperação, colaboração e responsabilidade partilhada no interior de um quadro contextual de níveis complementares e diferenciados de envolvimento; – É importante que o professor se assuma como um orientador e como um co-aprendiz. Só assim, se pode falar em efectivo DPC, de forma a que, através da gestão curricular, a educação possa dar resposta às exigências que as transformações que marcam as actuais sociedades exigem a todos;

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C o m p a n y P r o f I l e Conclusões – Consideramos que o DP é um processo ao longo da vida (portanto DPC) em que os professores mudam, tendo essa mudança implicações na sua prática docente e, naturalmente, na sua visão global da escola e, particular, na gestão curricular que fazem; – As CoP de professores poderão vir a constituir um meio de excelência no desenvolvimento e consecução de aprendizagens de práticas docentes, alcançando-se aquilo a que a Escola se propôs desde as suas origens: promover em alguém (alunos) a aprendizagem de algo (o currículo escolar) (Marques, 2008).

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FiM A EQUIPA G_CoP deseja a todos um PRÓSPERO e FELIZ 2009 José Alberto Rodrigues José Manuel Pinheiro Sandra Sequeira OBRI Universidade de Aveiro G A D O

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