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Slide 1:

Alunos: Adriel Neidiane Leonei Sociedade mineradora seculo XVIII e atual

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A Sociedade Mineradora Desta estrutura social diferenciada faziam parte os setores mais ricos da população - chamados "grandes" da sociedade - mineradores, fazendeiros, comerciantes e altos funcionários, encarregados da administração das Minas e indicados diretamente pela Metrópole.

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Compunham o contingente médio, em atividades profissionais diversas, os donos de vendas, mascates, artesãos (como alfaiates, carpinteiros, sapateiros) e tropeiros. E ainda pequenos roceiros que, em terrenos reduzidos, entregavam-se à agricultura de subsistência. Plantavam roças de milho, feijão, mandioca, algumas hortaliças e árvores frutíferas. Também faziam parte deste grupo os faiscadores - indivíduos nômades que mineravam por conta própria. Deslocavam-se conforme o esgotamento dos veios de ouro. No final do século XVIII, esta camada social foi acrescida de elementos ligados aos núcleos de criação de gado leiteiro, dando início à produção do queijo de Minas.

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Os escravos, ali como de resto em toda a Colônia, representavam a força de trabalho sobre a qual repousava a vida econômica da real capitania das Minas Gerais. Vivendo mal-alimentados, sujeitos a castigos e atos violentos, constituíam a parcela mais numerosa da população daquela região.

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Vocês verão algumas imagens da sociedade mineradora no século XVIII

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A descoberta de metais preciosos nos últimos anos do século XVII possibilitaria ao Reino português superar a crise econômico-financeira vivida desde a Restauração, assim como a intensificação da ocupação do interior, a aceleração do crescimento demográfico e o surgimento de uma nova região em sua Colônia americana: as Minas. Caracterizada pela forte presença e controle do poder real e dos demais colonizadores - expressados nos inúmeros núcleos urbanos e na constituição de uma força militar profissional, os "dragões" -, as Minas distinguir-se-iam das demais regiões coloniais pela intensa vida urbana; pelo incremento das atividades produtivas e comerciais voltadas para o mercado interno; pelo surgimento de novos grupos sociais, ao lado dos "Grandes" e dos negros escravos; e pela difusão do estilo barroco, presente nas artes, nas construções e nas festas que marcavam o cotidiano de seus habitantes.

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Como vocês já virão vamos passar para a sociedade mineradora atual Essas imagens são de Minas Gerais Rio Preto

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Desde a década de 80 do século passado, a historiografia mineira passou por mudanças de rumos relacionados principalmente pela maior dedicação de historiadores a uma perspectiva regional de estudo que permite uma reformulação do conhecimento de uma “história geral”. Desta forma, inserindo-se nesta perspectiva este texto tem por objetivo lançar luz a formação da Vila de Barbacena na transição do século XVIII para o XIX através de relatos de viajantes estrangeiros que pela colônia passaram, perpassando considerações acerca de uma denominação de região entre os espaços mineiros. Palavras-Chave: Minas Gerais, Viajantes, Vila de Barbacena, História Local. Ao falar da sociedade mineira do século XIX, a princípio os pesquisadores se deixam influenciar por uma historiografia tradicional vinculada a perspectiva de uma estagnação econômica iniciada com o declíneo da atividade mineradora do século XVIII.

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Mina de Rio preto

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No entanto, sem desconsiderar a importância da mineração para a formação da Capitania das Minas Gerais, a partir da década de 1970, historiadores insatisfeitos com as generalizações feitas acerca da história mineira e influenciados pelas novas abordagens da Escola dos Annales desenvolveram pesquisas optando por um recorte regional.ii Este tipo de recorte veio a favorecer a reconstituição de situações locais que revelaram a complexidade do sistema sócio-econômico da Capitania, uma vez que percebemos uma valorização maior de uma “lógica interna” da colonização em contraposição a tradição de longa data ligada à “visão plantacionista ” do sentido da colonização.

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Minas de Rio Preto

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Impulsionado por esta tendência regionalista, surgiu nosso objetivo de pesquisa no Mestrado de fazer um estudo sobre a Vila de Barbacena, localizada na sub-região das Vertentes-Mantiqueira de Minas Gerais, resgatando aspectos da sua formação (1791) à sua estrutura na primeira metade do século XIX. O nosso objeto fora justificado pela importante localização geográfica desta Vila no Caminho Novo e por haver poucos estudos que denotem os méritos desta região para a formação econômica da Capitania. Neste sentido este texto nos traz algumas reflexões através do olhar de viajantes estrangeiros como os primeiros apontamentos de nossa pesquisa que está em curso.

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Batéia conhecido com Prato grande

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É a Báteia com o ouro

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O homem que esta no rio procurando por ouro com a Báteia

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Como vocês estao vendo são os principais instrumento empregados na mineração (A bateia e o almocafre )

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Obrigado pessoal Próª = Adaildes

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