Algumas notas sobre Pôncio Pilatos

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Algumas notas sobre Pôncio Pilatos Pesquisa e Formatação Música: Follow your star- Aeoliah Transição manual dos Slides HELIO CRUZ Hoje é domingo, 4 de abril de 2020 Agora mesmo são 19:55 h.

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No século I a. C. Roma era senhora absoluta do mar Mediterrâneo. Otávio Augusto foi imperador romano entre 27 a. C. até o ano 14 da era cristã, tendo feito uma profunda reorganização do sistema governamental e administrativo, tanto de Roma como de suas províncias. Seu sucessor foi o imperador Tibério, que governou entre os anos 14 e 37 da era cristã. Irá parecer certamente muito estranho um estudo sobre um homem tão contraditório. E começa por ser contraditório logo no seu nome, pois Pôncio deriva de ponte, a mesma palavra que deu origem a ponte e pontífice, portanto com uma semântica pacífica, conciliadora, ao passo que Pilatos deriva de pílum , a terrível arma romana, espécie de dardo pesado com que os romanos constituíram o seu império .

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E o que se sabe a seu respeito? Saber um pouco mais sobre o cargo que ocupava aumentará nossa compreensão dos eventos mais importantes já ocorridos na Terra. Quem foi Pôncio Pilatos ( Pontius Pilatus ), conhecido simplesmente como Pilatos? Para melhor compreendermos as atitudes de Pilatos, julgo que será útil mencionar alguns fatos históricos relativos ao seu governo, antes do julgamento de Jesus. O título do cargo que exerceu foi o de praefectus (prefeito), da província romana da Judeia do ano 26 até o ano 36 ou começo do ano 37 da era cristã, ficando praticamente com poder absoluto, embora subordinado a Cesareia . Da mesma forma que todos aqueles que ocuparam esse cargo antes do Imperador Cláudio e isso está confirmado por uma inscrição que apareceu na Cesareia .

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Pilatos provavelmente se alistou no exército como tribuno militar ou comandante, adquiriu patentes em sucessivas campanhas e foi nomeado governador com menos de trinta anos de idade. A colônia a ser governada ao sul da Palestina era uma notória área de conflitos. Os habitantes, herdeiros dos reis Salomão e Davi, eram conhecidos como povo rebelde. De todas as províncias romanas, não havia nenhuma mais difícil de governar do que a Judéia. Além de manter a ordem, Pilatos supervisionava o recolhimento dos impostos indiretos e do imposto por cabeça. Os tribunais judaicos administravam a justiça no dia a dia, mas casos que exigiam a pena de morte evidentemente eram submetidos ao governador, que era a autoridade judicial suprema. Pilatos e sua esposa Prócula , também chamada Cláudia, viviam na cidade portuária de Cesareia , ...

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... a noroeste de Jerusalém, com um pequeno séquito de escribas, consortes e mensageiros, onde foi instalada a capital administrativa e se constituiu em um reduto romano. Pilatos viera certamente um tanto contrariado para um local tão longe de Roma e tão difícil de governar. Pilatos foi nomeado “procurador” (o titulo de procurador que alguns antigos autores utilizam para referir-se a este cargo, é um anacronismo) por Tibério, graças à influência de Sejano , o poderoso prefeito da guarda pretoriana em Roma que era realmente quem manobrava o poder. Sejano fazia de tudo para prejudicar os judeus. E conseguiu. Sob um pretexto qualquer, faz com que Tibério tome decisões antijudaicas . Encontrada em 1963, a Pedra de Pilatos é uma prova arqueológica clara de sua existência e de ser governador.

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Também foi encontrado em 1968, mas decifrado apenas em 2018, um anel, cuja inscrição em grego dizia "De Pilatos", que poderia indicar que aquele objeto foi usado pelo governador ou por terceiros como um carimbo oficial em seu nome. Pilatos faz muitas coisas contrárias aos costumes dos judeus, desrespeitando-os deliberadamente, para irritá-los e reprimi-los. Certa noite, Jerusalém dormia descansada, quando chegou o novo governador com seus soldados, altas horas da noite; nada teria de anormal se não fosse o fato dos soldados terem desfilado pelas ruas da Cidade Santa com o símbolo do imperador. Tratava-se de pequenas águias de prata com a imagem do Imperador, que era de hábito retirar ao entrar em Jerusalém, pois simbolizavam o Imperador, não só como a máxima autoridade quer civil quer militar, como ainda era um símbolo do Imperador como divindade.

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Os problemas surgiram logo no primeiro dia de seu governo. Mal o dia clareou, uma grande agitação tomou conta da cidade. Todos quantos chegavam perto se enchiam de indignação com o espetáculo, que eles tomaram como uma zombaria grave à lei que proibia colocar qualquer imagem que fosse no interior da cidade. Pouco a pouco a exacerbação dos habitantes da cidade atraiu grandes multidões de pessoas que moravam no campo. E todos se dirigiram a Cesareia , para falar com Pilatos. Suplicavam-lhe que mandasse tirar as imagens de Jerusalém e desistisse de agir contra as normas da religião judaica. Pilatos foi inflexível. Recusou-se a ouvir os protestos. Então os judeus se lançaram por terra e ficaram imóveis, no lugar, durante cinco dias e cinco noites.

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No sexto dia Pilatos sentou-se numa tribuna, no grande hipódromo da cidade, e convocou o povo, como se quisesse comunicar-lhe uma notícia. Em seguida, porém, fez aos soldados o sinal antes combinado, para cercarem os judeus, de armas na mão. Envolvidos por três fileiras de homens armados, os judeus foram tomados de violenta comoção diante do fato inesperado. Pilatos mandou massacrá-los, caso não admitissem a presença de imagens do Imperador em seu meio. No entanto, a luta entre Pilatos e os judeus não estava terminada, pois tal fato serviu ainda mais para aumentar o descontentamento do povo e o que era mais perigoso para Pilatos, serviu também para chamar a atenção de Cesareia para a sua atitude. Alguns homens influentes enviam uma petição ao próprio Imperador, que ordena a transferência dos escudos para Cesareia .

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Pilatos cedeu e ordenou que as imagens fossem retiradas, mas sentiu-se ferido na sua dignidade. Ele estava habituado a ser obedecido e nunca poderia conformar-se em vergar a sua vontade perante esse povo turbulento. Tinha somente de esperar melhor ocasião para mostrar ao povo de Jerusalém que ele era o governador. Daí em diante, Pilatos teria de ter muita prudência com os seus atos. O descontentamento do povo, já do conhecimento das autoridades de Cesareia , chegara aos ouvidos do próprio Imperador. Por isso, ele terá que fazer de tudo para ganhar a confiança do povo, pois nova revolta poderá significar a sua substituição no cargo de governador e o fim da sua carreira . Terá que sacrificar a sua vaidade e prestígio como autoridade romana, aos interesses pessoais.

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Segundo contam Filon de Alexandria (Filósofo judeu) e Flávio Josefo (político, soldado e historiador judeu), seus contemporâneos, o relacionamento de Pilatos com os judeus era péssimo. Na opinião deles, os anos em que Pilatos esteve como prefeito foram anos turbulentos na Palestina. Filon escreve que o governador caracterizava-se pela "sua venalidade, sua violência, seus roubos, sua conduta abusiva, as frequentes execuções de prisioneiros que não tinham sido julgados, e uma ferocidade sem limites". Ainda que nestas apreciações com certeza influam a intencionalidade e a compreensão própria dos autores, a crueldade de Pilatos, como sugerido em Lucas 13.1 , onde é mencionado o incidente de uns homens da Galileia que tiveram seu sangue misturado ao dos sacrifícios por ordem do governador, é indubitável.

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Josefo menciona ainda outro feito, segundo o qual Pilatos teria se apropriado dos tesouros do Templo para financiar um aqueduto para levar água a Jerusalém, a uma distância de 37 quilômetros, usando recursos dedicados ao Templo, chamados de “ Corbã ” , para pagar a construção de um novo aqueduto, que desse maior suprimento de água aos milhões de visitantes de Jerusalém, na época das grandes festas religiosas. Os judeus sustentaram que apenas o sinédrio, poderia desembolsar os fundos do templo, e nunca cessaram de censurar Pilatos, por essa ordem abusiva. Nada menos do que vinte tumultos e muito derramamento de sangue, resultaram dessa decisão . Os judeus que já andavam de olho nele, revoltaram-se para expressar sua indignação clamando contra ele.

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Uma multidão de milhares pessoas foi para as ruas de Jerusalém, gritando insultos e ameaças. Era a reação que Pilatos já esperava e desejava, pois já tinha os seus soldados à paisana, misturados com a multidão, com ordens de não usar a espada, mas bater nos manifestantes com bastões. Aparentemente, ele queria controlar a turba sem provocar um massacre. Parece que deu certo, embora alguns tenham morrido. Desta vez Pilatos conseguiu fazer o que pretendia, e conseguiu também atingir a principal finalidade que tinha em vista, humilhar os judeus em proveito da sua autoridade. Embora sabendo que os judeus abominavam a reprodução de imagens de qualquer espécie, ele manda cunhar moedas com símbolos gentios. Símbolos como o lituus que servia para demarcar o recinto onde os sacerdotes pagãos observavam as aves do sacrifício, e o simpulum , espécie de concha sagrada.

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Pilatos é o único governante romano que tem tal ousadia. Fílon de Alexandria culpa Pilatos pelas "mortes incontáveis e continuas". Um último episódio contado por Josefo é a repressão violenta aos samaritanos no monte Garizim , no ano 35. Pilatos trucidou um grande número de judeus, quando estavam em culto, no altar. Em consequência desse episódio, o governador da Síria, Lúcio Vitelio , afastou Pilatos do seu cargo e o enviou a Roma para se desculpar com o imperador, mas chegou após a morte de Tibério . Não encontrando prestígio junto ao novo imperador, se afastou da vida pública. Filon e Josefo concordam em uma imagem muito negativa de Pilatos, um tirano corrupto, ávido e de todo insensível à justiça; um homem cruel por natureza que pela dureza do coração, não teria recuado diante de nenhum delito.

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Sob o seu governo, não se conseguia nada senão usando a corrupção. O orgulho, a prepotência e a insolência eram a regra. O país sob a administração de Pilatos é pintado como uma terra abandonada à pilhagem, oprimida, ultrajada de todas as formas, um país no qual as pessoas eram mandadas à morte sem julgamento. Inflexível por natureza e cruel por causa de sua obstinação. Venal, violento, extorsivo e tirânico. Esta é a descrição da pessoa e do comportamento de Pilatos que o rei Herodes Antipas fornece a Calígula poucos anos depois da morte de Jesus . PILATOS JULGA JESUS: Num clima de revolta, Pilatos chegou a Jerusalém para as celebrações da Páscoa e encontrou o ambiente tumultuado. Nem poderia imaginar que nesse dia estava prestes a enfrentar o maior desafio de sua vida política.

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De manhã, levantou-se e o primeiro encargo foi ler o processo contra um cidadão chamado Jesus que já estava preso, desde a noite anterior e levado a julgamento no sinédrio (Conselho Supremo dos Judeus), composto de 71 sacerdotes, homens ilustres, especialistas em leis. Os sacerdotes, seguidos de grande multidão, conduziram Jesus ao pretório, perante Pilatos, em busca de sanção para executar a pena de morte. Pilatos não resistia às pressões, nem possuía punho forte para tomar decisões sozinho. A Mulher de Pilatos recebeu a revelação em um sonho, e aconselha ao marido: "Não te envolvas na questão desse justo, porque muito sofri hoje por causa dele."(Mateus. 27:19) Se Pilatos ouvisse sua mulher a História seria outra, pois sua mulher já estava sofrendo por Jesus ainda em vida. Pilatos começa um interrogatório: (Mateus. 27:11 ).

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Jesus, pois, ficou em pé diante do governador; e este lhe perguntou: És tu o rei dos judeus? Respondeu-lhe Jesus: É como dizes. Jesus estava afirmando que tal declaração não era verdadeira, Mateus. 27: 12. Mas ao ser acusado pelos principais sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. Tal era a situação de Pilatos na altura do julgamento de Cristo, que João nos descreve 18:28-38. Embora o evangelista escreva considerando Jesus como o personagem principal, quero chamar a atenção para Pilatos, pois é sobre ele que iremos meditar. Por outras palavras, em vez de nos colocarmos ao lado de Jesus, observando o poderoso Juiz rodeado pelos seus funcionários e militares, vamos observar Jesus, colocando-nos ao lado de Pilatos, vamos tentar compreender as dúvidas de Pilatos, viver os seus problemas, seguir os seus pensamentos e se possível, sentir a própria consciência de Pilatos.

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28 . Depois conduziram Jesus da presença de Caifás para o pretório; era de manhã cedo; e eles não entraram no pretório, para não se contaminarem, mas poderem comer a páscoa. 29 . Então Pilatos saiu a ter com eles, e perguntou: Que acusação trazeis contra este homem? 30 . Responderam-lhe: Se ele não fosse malfeitor, não to entregaríamos. 31 . Disse-lhes, então, Pilatos: Tomai-o vós, e julgai-o segundo a vossa lei. Disseram-lhe os judeus: A nós não nos é lícito tirar a vida a ninguém. 32 . Isso foi para que se cumprisse a palavra que dissera Jesus, significando de que morte havia de morrer. 33 . Pilatos, pois, tornou a entrar no pretório, chamou a Jesus e perguntou-lhe: És tu o rei dos judeus? 34 . Respondeu Jesus: Dizes isso de ti mesmo, ou foram outros que to disseram de mim? 35 . Replicou Pilatos: Porventura sou eu judeu?

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O teu povo e os principais sacerdotes entregaram-te a mim; que fizeste? 36 . Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; entretanto o meu reino não é daqui. 37 . Perguntou-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Respondeu Jesus: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz. 38 . Perguntou-lhe Pilatos: Que é a verdade? E dito isto, de novo saiu a ter com os judeus, e disse-lhes: Não acho nele crime algum. Não representa ameaça à Roma. Pilatos sente que apesar de todo o seu poder, de toda a sua boa organização, de todos os seus peritos e informadores, não está preparado para julgar o homem que tem à sua frente. Somente informações vagas e contraditórias chegaram às suas mãos.

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O mais natural seria determinar que o processo de Cristo seguisse os seus trâmites legais. Somente a ele, Pilatos, o governador, é que competia marcar a data do julgamento. No entanto, Pilatos, o altivo governador que entrou em Jerusalém, está transformado. Somente uma coisa o preocupa: Arranjar uma boa oportunidade para captar as simpatias do povo e das autoridades religiosas da Judeia. Ora, se Jesus não representava ameaça à Roma, Isso deveria ter sido o fim do julgamento do Cristo, mas a multidão revoltada pelos atos políticos anteriores não arredava o pé dali, os sacerdotes também aborrecidos, porque foram atropelados em sua autoridade continuaram acusando Jesus. Insistiam em dizer que ele estava subvertendo a nação. Pilatos sabia também que livrar Jesus traria problemas, e queria evitar isso.

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Além disso, disputas anteriores com os judeus haviam manchado a sua reputação perante Tibério, conhecido por lidar severamente com maus governadores. Por outro lado, ceder aos judeus seria um sinal de fraqueza. Assim, Pilatos se confrontava com um dilema. Ao saber da origem de Jesus, Pilatos tentou transferir o caso para Herodes Ântipas , governador da Galileia, que nesse período da Páscoa estava em Jerusalém, hospedado a poucos passos dali. Então, para ele o levaram, era sua a jurisdição do acusado. Herodes já ouvira falar dos milagres de Jesus, mas diante do silêncio do preso, perdeu a calma, se irritou, e para o humilhar, devolveu-o a Pilatos, envolto em um manto real. O problema é que o Enigmático Jesus nada dizia em sua defesa, será que se dissesse alguma coisa adiantaria? Possivelmente não.

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Não tendo dado certo a manobra, Pilatos tentou induzir a multidão do lado de fora do palácio a pedir a absolvição de Jesus, segundo o costume de libertar um prisioneiro na Páscoa. Mas a multidão clamou pela soltura de Barrabás . Pilatos poderia até ter desejado fazer o que era direito, mas queria também defender o seu cargo. Acabou colocando sua carreira à frente de sua consciência e da justiça. Pediu que lhe trouxessem água, lavou as mãos e alegou inocência na sentença de morte que estava aprovando. (Lavar as mãos era uma maneira judaica, não romana, de expressar a não participação em derramamento de sangue. (Deuteronômio 21:6, 7). Embora acreditasse que Jesus era inocente, Pilatos mandou que o condenado fosse chicoteado, e permitiu que os soldados zombassem, batessem e cuspissem nele.

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Na boca do governador Pilatos estava a vida e a morte do Réu, independente da vontade de sacerdotes ou do povo. Todos os anos, por ocasião da Páscoa, quando os cristãos evocam liturgicamente a paixão, morte e ressurreição de Jesus de Nazaré, se recorda o que parece ser uma evidência histórica: Cristo foi morto pelos judeus. Mas, o foi de fato? Pilatos tem uma parcela considerável de culpa. Embora ele fosse um administrador bastante bom, era moralmente covarde. Não era um homem de grandeza suficiente, para compreender a natureza de sua tarefa, como governador dos judeus. Ele não captou o fato de que esses hebreus tinham uma religião verdadeira, uma fé pela qual eles estavam dispostos a morrer e que milhões e milhões deles, espalhados aqui e ali por todo o império, encaravam Jerusalém, como o santuário da sua fé.

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Pilatos nunca compreendeu realmente, os problemas que a administração dos judeus abrangia e assim, muito cedo em sua experiência de governador, ele cometeu uma série de grandes erros, quase fatais e praticamente suicidas. E foram tais erros, que deram aos judeus, determinado poder sobre ele. É significativo que, conquanto esse vacilante dirigente romano tenha sacrificado Jesus pelo seu medo dos judeus, para salvaguardar a sua posição pessoal, ele finalmente, tenha sido deposto. Nos séculos seguintes surgiu todo tipo de lendas sobre sua pessoa. Algumas lhe atribuíam um final desastroso no Tevere ou em Vienne (França), enquanto outras (sobretudo as Atas de Pilatos, que na Idade Media faziam parte do Evangelho de Nicodemos) apresentam-no como um converso ao cristianismo junto com sua esposa Prócula .

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Por causa de tal escrito, nas igrejas Ortodoxa e Ortodoxa Etíope ocorreu uma reabilitação de Pilatos, conduzida ao ponto de sua canonização pela Igreja Etíope e a canonização de sua esposa (Santa Prócula ) por ambas. Mas, acima de tudo ele passou à História por ter sido quem mandou executar a Jesus de Nazaré; ironicamente, com isso seu nome foi incluído no símbolo da fé cristã: "padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado...". A figura de Pilatos, que conhecemos pelo evangelho, é a de uma personagem indolente, que não quer se enfrentar com a verdade e prefere contentar a multidão. E tudo isso explica, muito do que aconteceu, naquela trágica sexta-feira pela manhã . Em tempo: Foi Pilatos que mandou pôr uma placa na cruz de Jesus, dizendo “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus ”.

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