Princípios básicos da Doutrina Espírita

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Mensagem espírita

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Princípios básicos da Doutrina Espírita Pesquisa e Formatação Música: Essential sanity-Aeoliah Transição manual dos Slides 04/11/18 14:37:36 HELIO CRUZ

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O Espiritismo é a nova ciência que vem revelar aos homens por meio de provas irrecusáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual e suas relações com o mundo material. Ele nos mostra esse mundo, não mais como sobrenatural, mas, pelo contrário, como uma das forças vivas e incessantemente atuantes da natureza, como a fonte de uma infinidade de fenômenos até então incompreendidos e por essa razão rejeitados para o domínio do fantástico e do maravilhoso. A revelação espírita tem duplo caráter; participa ao mesmo tempo da revelação divina e da revelação científica. É a essas relações que o Cristo se refere em muitas circunstâncias, e é por isso que muitas coisas que Ele disse ficaram ininteligíveis ou foram falsamente interpretadas. O Espiritismo é a chave que nos ajuda a tudo explicar com facilidade.

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O Espiritismo é a Terceira Revelação da Lei de Deus. Não está personificado em ninguém, porque ele é produto do ensinamento dado, não por um homem, mas pelos Espíritos que são as vozes do céu, em todas as partes da terra e por inumerável multidão de intermediários. Da mesma maneira que disse o Cristo: " Eu não venho destruir a Lei, mas dar-lhe cumprimento", também o Espiritismo nada ensina contrário ao ensinamento do Cristo, mas o desenvolve, completa e explica, em termos claros para todos, o que foi dito sob forma alegórica. Ele vem cumprir na época predita, o que o Cristo anunciou e preparar o cumprimento das coisas futuras. Ele é, portanto, obra do Cristo, que o preside, assim como preside as que igualmente anunciou: a regeneração que se opera e que prepara o Reino de Deus sobre a Terra.

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A Doutrina Espírita, assentada em tríplice aspecto, científico, filosófico e religioso, está estabelecida em princípios fundamentais que constituem o seu alicerce. Os princípios que dão autoridade à Doutrina são: • Existência de Deus • Imortalidade do Espírito • Pluralidade das existências • Comunicabilidade entre encarnados e desencarnados • Pluralidade dos mundos habitados. Foram revelados pelos Espíritos, firmados na Codificação por Allan Kardec. Resultam da observação e constatação dos fatos que deram a conhecer a existência do mundo espiritual e suas leis, as quais regem as relações com o Mundo Material. Percebe-se o verdadeiro espírita quando, através da compreensão desses princípios e consequente aplicação nas próprias experiências, o Homem transforma-se desencadeando em si o processo da autoeducação.

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Ao assimilar o conteúdo decorrente da crença nesses fundamentos, o Espírito melhora-se social, intelectual e moralmente, renovando sentimentos e ações. E o primeiro princípio fundamental da Doutrina Espírita que não poderia deixar de ser é Deus. Um dia, nós vamos ter a certeza de como Deus age em nossa vida, e tendo essa certeza, nós vamos confiar, cada vez mais, nele. Mas precisamos entender qual Deus a Doutrina Espírita está nos ofertando há 161 anos. E, por que isso é importante? Porque ainda encontramos pessoas que acreditam num Deus tribal, um Deus parcial, um Deus da igreja delas. Agora, pergunto: se esse Deus pega o seu filho e coloca no inferno, por toda a eternidade, é compatível com a definição de Deus que os Espíritos nos deram em O Livro dos Espíritos: Inteligência suprema, causa primária de todas as coisas ?

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Temos que reconhecer que essa crença no sofrimento eterno ainda é importante até hoje porque, quantas vezes as pessoas deixam de fazer coisas erradas, não porque entenderam que é errado, mas com medo de ir para o inferno. O Deus que a Doutrina Espírita nos ensina é inatingível e incomparável, e isto nos remete ao capítulo XVII de O Evangelho Segundo o Espiritismo, quando Kardec trabalha com o conceito de perfeição, ensinando-nos que há duas formas de perfeição: a perfeição absoluta e a perfeição relativa. A perfeição absoluta é exclusivamente de Deus, do Criador, e a própria filosofia nos ensina que a criatura jamais conseguirá igualar ao seu Criador, ou seja, nós nunca seremos iguais a Deus .

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Agora , nós podemos sonhar com a perfeição relativa que, segundo a lei do progresso, todos nós poderemos atingir, sem exceção, cujo modelo nos foi ofertado há quase dois mil anos, e isso ficou muito claro na questão 625 de O Livro dos Espíritos: Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo? E os Espíritos da Codificação responderam: Jesus. Então Jesus seria para nós o modelo de perfeição relativa, ou seja, a perfeição que a criatura pode atingir. Mergulhando aos poucos na certeza da existência de Deus, o Homem, estimulado pelas vicissitudes, necessidades e desigualdades, vê aflorar a compreensão de uma Justiça Superior que o conduzirá certamente, a um destino Feliz; sente-se então merecedor de um tempo maior para que, ...

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... através de suas múltiplas experiências atinja o estado de Perfeição para o qual foi criado; descobre-se então imortal, a fim de bem compreender a causa de tudo o que lhe acontece. O segundo princípio fundamental da Doutrina Espírita é a imortalidade do espírito, chamada por Kardec de a vida futura, que é trabalhada no segundo capítulo de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Nós nunca vamos deixar de existir. Precisamos criar um conceito em nós, que não é mais o conhecimento da imortalidade. O conhecimento da imortalidade todos nós temos, inclusive quem não é espírita, porque, se as pessoas acreditam que aquele que foi bonzinho aqui na Terra vai para o céu e aquele que não foi bonzinho vai para o inferno, significa que para eles, numa forma distorcida, o espírito é imortal.

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Quanto tempo ele vai ficar no inferno? A eternidade. Quanto tempo ele vai ficar no céu? A eternidade. Eles não têm problema em saber da imortalidade. A dificuldade deles é entender a imortalidade. Tenhamos a partir de agora o conhecimento espírita, não só conhecimento de imortalidade. Tenhamos, cada vez mais, consciência de imortalidade. Entendamos as consequências da imortalidade na nossa vida. Nós nunca vamos deixar de existir. Nós vamos encarnar, desencarnar, e assim por diante. E é só nós pensarmos também nas consequências do que os Espíritos responderam para Kardec na questão 85: O mundo espiritual preexiste a tudo, então, nós viemos de lá. E, sobrevive a tudo, significa que nós vamos voltar para lá. Esse sobrevive a tudo nos dá abertura para reflexões mais profundas.

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O terceiro princípio fundamental da Doutrina Espírita é reencarnação. No capítulo dois do Evangelho Segundo o Espiritismo quando Kardec fala sobre a vida futura, ele vai dizer que esse dogma, que é a vida futura, é o ponto central da doutrina de Jesus. Significa o retornar do espírito ao corpo tantas vezes quantas se tornem necessárias para o auto burilamento, libertando-se das paixões e adquirindo experiências superiores, sublimando as expressões do instinto ao tempo em que desenvolve a inteligência e penetra nas potencialidades transcendentes da intuição. É o renascimento no corpo físico representando a oportunidade de desenvolver as perfeições contidas em gérmen "(...) Criou-nos Deus em potência, como sementes que têm em si mesmas todas as potencialidades futuras. Assim, criou-nos perfeitos (...)".

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Cabe a cada qual, desenvolver essas potencialidades, transformá-las em ato como seres espirituais. A continuidade desse processo pedagógico só acontece através da imortalidade nas vidas sucessivas. Em O Livro dos Espíritos, nas questões 166 e 167 podemos entender isso. 166-Como pode a alma, que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea, acabar de depurar-se? Respondem os Espíritos: “Sofrendo a prova de uma nova existência”. Kardec insiste: 166.a-Como realiza essa nova existência? Será pela sua transformação como Espírito? Respondem os Espíritos: “Depurando-se, a alma indubitavelmente experimenta uma transformação, mas para isso necessária lhe é a prova da vida corporal”. 166.b-A alma passa então por muitas existências? E a resposta dada pelos Benfeitores espirituais é: “Sim, todos contamos muitas existências. ...

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Os que dizem o contrário pretendem manter-vos na ignorância em que eles próprios se encontram. Esse o desejo deles”. 167-Qual o fim objetivado com a reencarnação? Resposta: “Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isso, onde a justiça?” O quarto princípio fundamental é a comunicabilidade. Cujo objetivo é possibilitar o entendimento do processo de comunicação dos Espíritos com o mundo corporal. A comunicabilidade dos espíritos com os encarnados não é um fato recente, mas antiguíssimo, com única diferença que no passado era apanágio dos chamados iniciados e na atualidade, com o advento do espiritismo, tornou–se fenômeno generalizado em todas as camadas sociais.

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A possibilidade dos espíritos de se comunicarem é uma questão muito bem estabelecida resultante de observações e experiências rigorosamente realizadas por eminentes pesquisadores. Os Espíritos são seres humanos desencarnados. Intercâmbio entre os dois mundos, a comunicabilidade ou mediunidade, revelou ao homem a existência do Mundo Espiritual, donde todos procedemos e para onde, após o fenômeno morte, todos retornamos. Mais difundido o exercício da mediunidade através da comunicações dos desencarnados com os encarnados, tal faculdade se faz a porta por meio da qual se abrem os horizontes da Imortalidade, propiciando amplas possibilidades para evidenciar a indestrutibilidade da vida, não obstante o desgaste do transitório corpo físico. Será objeto dos nossos estudos em seus desdobramentos.

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O quinto princípio fundamental é a pluralidade dos mundos habitados. É uma decorrência da existência de Deus que cria Espíritos simples e ignorantes para fazerem seu desenvolvimento até alcançarem a perfeição e a felicidade, dando-lhe para isso mundos materiais, mais ou menos densos e mundos mais "espiritualizados" para os Espíritos mais evoluídos. Representa a continuidade de educação do Espírito sob os mais variados estímulos, para que seu potencial perfectível ecluda e possa ser trabalhado. REFLEXÃO: A crença nesses princípios leva o homem a um estado de constante aperfeiçoamento, a expressar-se através de sentimentos , pensamentos e ações cada vez mais cristãos.

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A ação desses fundamentos naqueles que os assimilam, configura o objetivo da Doutrina Espírita que é a renovação moral da humanidade através da renovação moral do homem que a constitui. O Consolador prometido por Jesus, texto extraordinário, registrado pelo evangelista João, em seu Evangelho, capítulo 14, versículos XV e XVI, quando Jesus nos diz: “Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro consolador, para que fique convosco para sempre”. Kardec nos ensina no capítulo XIX, do Evangelho Segundo o Espiritismo, que fé inabalável só seria aquela que pudesse encarar face a face ou frente a frente a razão, toda e qualquer época da Humanidade.

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Então, fica claro para nós que, quanto mais entendemos esses princípios fundamentais e, por consequência, quanto mais entendemos a Doutrina Espírita, nós fortalecemos a nossa fé, porque esses cinco princípios fundamentais são o alicerce da fe espírita. E todo alicerce bem feito tem como consequência lógica um edifício bem construído. Um dia, entendendo mais perfeitamente esses princípios fundamentais, nós vamos poder dizer que a nossa fé se tornou inabalável, ou seja, alcançar a possibilidade de não mais dizer eu creio, mas de afirmar eu sei, com todos os valores da razão tocados pela luz do sentimento .

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“A revelação espírita tem duplo caráter; participa ao mesmo tempo da revelação divina e da revelação científica. Participa da primeira, porque foi providencial o seu aparecimento e não resultado da iniciativa, nem de um desígnio premeditado do homem; porque os pontos fundamentais da doutrina provêm do ensino que deram os Espíritos encarregados por Deus de esclarecer os homens acerca de coisas que eles ignoravam, que não podiam aprender por si mesmos e que lhes importa conhecer, hoje que estão aptos a compreendê-las. Participa da segunda, por não ser esse ensino privilégio de indivíduo algum, mas ministrado a todos do mesmo modo; por não serem os que o transmitem e os que o recebem seres passivos, dispensados do trabalho da observação e da pesquisa, por não renunciarem ao raciocínio e ao livre-arbítrio ; ...

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... porque não lhes é interdito o exame, mas, ao contrário, recomendado; enfim, porque a doutrina não foi ditada completa, nem imposta à crença cega; porque é deduzida, pelo trabalho do homem, da observação dos fatos que os Espíritos lhe põem sob os olhos e das instruções que lhe dão, instruções que ele estuda, comenta, compara, a fim de tirar ele próprio as ilações e aplicações. Numa palavra, o que caracteriza a revelação espírita é o ser divina a sua origem e da iniciativa dos Espíritos, sendo a sua elaboração fruto do trabalho do homem”. (Allan Kardec – A Gênese – Capítulo I – item 13 ).

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Muita Paz! Visite o meu Blog: http://espiritual-espiritual.blogspot.com.br A serviço da Doutrina Espírita; com estudos comentados, cujo objetivo é levar as pessoas a uma reflexão sobre a vida. Leia Kardec! Estude Kardec! Pratique Kardec! Divulgue Kardec! O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!

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