Projeto Nova Leopoldina

Views:
 
     
 

Presentation Description

Uma nova fase. Uma nova oportunidade. Requalificar a região através de um processo urbanístico amplo, capaz de colaborar ainda mais com o crescimento do bairro que não pára. O projeto prevê um plano de arborização para a região, com um plantio proposto de 227 mudas de árvores de médio porte, com florações distintas. florações distintas.

Comments

Presentation Transcript

Slide 3: 

Projeto Nova Leopoldina. O bairro que não pára. São Paulo é a cidade que não pára. Isso porque sempre surge uma novidade que surpreende até mesmo os mais antigos paulistanos. É o que esta acontecendo com o nosso bairro, que hoje pouco lembra o da década de 50, quando as grandes indústrias se instalaram por aqui. Nossos recém-chegados vizinhos mudaram o perfil sócioeconomico da região. É uma nova fase. É uma nova oportunidade. Só que de carona com o progresso, vêm os problemas: trânsito, enchentes e falta de iluminação, limpeza, áreas verdes e segurança. O projeto Nova Leopoldina foi criado justamente por isso: requalificar a região através de um processo urbanístico amplo, capaz de colaborar ainda mais com o crescimento do bairro que não pára.

Slide 8: 

Proposta Idealizado pelas empresas Quanta, Estúdio Villas Boas, NEOGAMA/BBH, Sala 12, Cinemateca Brasileira, em parceria com a Prefeitura da Cidade de São Paulo, o Projeto Nova Leopoldina visa, entre outros pontos: • A recuperação das galerias subterrâneas, do passeio público e do sistema de iluminação. • A criação de soluções pluviais necessárias em função da proximidade do bairro aos rios Pinheiros e Tietê, criação de praças; e de sistema de segurança na região. O projeto se concentrará nos quarteirões compreendidos pela Rua Xavier Krauss, Rua Hassib Mofarrej, Rua Mergenthaler, e Avenida Moffarej, Rua Othão, Rua Bruno Bauer e Rua Senador Joaquim Pedro do Valle. O projeto prevê ainda um plano de arborização para a região, com um plantio proposto de 227 mudas de árvores de médio porte, com florações distintas.

Slide 10: 

Custo O projeto, cujas obras iniciais estão previstas para o fim do mês de julho, deverá ser realizado por duas frentes: a iniciativa privada e a Prefeitura da Cidade de São Paulo. • A Prefeitura será responsável pelo recapeamento das ruas, pela nova iluminação e pela reforma das galerias subterrâneas. • Ao empresariado caberá a revitalização das calçadas, arborização, construção de praças e a promoção da intervenção artística inaugural. • O custo inicial do projeto será dividido em cotas de acordo com a metragem de cada imóvel em relação à metragem total do empreendimento. Importante • Será criada a Associação Nova Leopoldina, que administrará os recursos captados e o andamento da obra, bem como as relações institucionais junto ao poder público e privado.

Slide 11: 

Revitalização com arte Para celebrar a Nova Leopoldina será realizada uma intervenção artística urbana que marcará o lançamento do projeto. Ao longo de todo o muro da Ceagesp, na Rua Xavier Krauss, alguns dos principais artistas de rua brasileiros farão uma enorme pintura de grafite. Entre eles estarão OS GÊMEOS e NUNCA, os mesmos que pintaram no mês de maio de 2008, ao lado de renomados artistas internacionais, toda a fachada do Tate Museum, em Londres. Tanto o evento da Leopoldina quanto o londrino farão parte do documentário “São Paulo na Lata”, que registrará o cotidiano dos sete mais importantes grafiteiros da cena paulistana, permeando o posicionamento da opinião pública, as políticas do Estado e a visão de outros personagens do universo das artes plásticas sobre essa forma de expressão artística. Além disso, propomos a criação de uma praça com um cinema ao ar livre, com curadoria da Cinemateca em parceria com o comitê gestor, a fim de promover ações de integração entre as empresas e seus respectivos públicos de interesse (funcionários, fornecedores, clientes etc…) e do grupo de empresas junto à comunidade local, através da realização de eventos e sessões gratuitas de cinema. Assim promoveremos uma ocupação diferenciada do espaço físico com uma programação sistemática e perene, fazendo da Vila Leopoldina um pólo atrativo para atividades culturais correlatas.

Slide 12: 

Onde a revitalização saiu do papel

Slide 13: 

Meatpacking District Meatpacking District é um bairro nos subúrbios de Nova Iorque que, em sua origem, no início do século XX, era uma região repleta de matadouros e empresas de empacotamento cerca de 250 estabelecimentos desse tipo. Nos anos 80 o bairro se degrada mais ainda e torna-se um conhecido centro de tráfico e prostituição. No fim dos anos 90 o bairro passa por uma ampla transformação e começa a abrigar lojas e estabelecimentos sofisticados, como as boutiques de Stella McCartney, Alexander McQueen e Diane von Furstenberg, os restaurantes como Pastis, Budha Bar, e os clubes noturnos Cielo e Kiss and Fly. Em 2003, depois de anos de lobby por parte da Sociedade Greenwich Village para Conservação Histórica, o Meatpacking District é oficializado como bairro histórico. Em 2004 a revista New York denomina o Meatpacking District como “o bairro mais fashion de Nova Iorque”.

Slide 14: 

Projeto Bohêmia Vila Madalena Um trecho altamente freqüentado da Vila Madalena será revitalizado com a parceria estabelecida entre a Prefeitura de São Paulo e a Ambev, através da marca de cerveja Bohemia. As ruas Aspicuelta e Wisard ganharam cara nova a partir de dezembro de 2008, sendo transformadas em boulevares entre os trechos das ruas Mourato Coelho e Harmonia. Além de calçadas mais largas e acessíveis a deficientes, as ruas passarão a ser mão única, a fim de melhorar o trânsito. Está prevista ainda a instalação de 27 bancos, 25 lixeiras, vinte floreiras, 46 novas árvores (ipês roxos e amarelos), doze bicicletários e duas esculturas. Orçado em R$ 3 milhões, o projeto será 80% patrocinado pela empresa.

Slide 15: 

Barra Funda Merecedor de matéria de capa da Veja São Paulo de julho de 2008, o processo de revitalização do bairro da Barra Funda se deu através da transformação da área industrial em pólo de cultura, vida noturna e boom imobiliário. Só nos últimos três anos o metro quadrado da região valorizou-se em 35%. No início do século XX uma região habitada por imigrantes italianos que trabalhavam como operários na crescente indústria paulista, a Barra Funda entrou em declínio na década de 70 coma  construção do Minhocão, que derrubou o preço dos imóveis no seu entorno. A situação começou a mudar em 1988, com a criação do terminal de trem, metrô e ônibus urbanos. A soma de grande oferta de transporte público com localização estratégica começou a despertar o interesse para os galpões e sobrados, que foram recebendo ateliês e estúdios, e a partir de 2003, quase uma dezena de clubes noturnos que ajudaram a consolidar o bairro como o novo centro residencial, comercial e cultural.

authorStream Live Help