Aula 11 - Hemorragia, Choque e Ferimentos

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Enfª Gisele Nunes de Magalhães: 

Enfª Gisele Nunes de Magalhães Hemorragias

Hemorragia: 

Hemorragia Perda de sangue após rompimento de um vaso sanguíneo de forma espontânea ou devido a um fator externo ( ferimento com vidro , madeira , arma branca , arma de fogo etc).

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HEMORRAGIA ARTERIAL : Ocorre o rompimento de uma artéria, o sangue é vermelho claro e sai do corpo em jatos. HEMORRAGIA VENOSA : Ocorre o rompimento de uma veia, o sangue é vermelho escuro e sai do corpo de forma mais lenta (escorrendo). HEMORRAGIA CAPILAR: Ocorre o rompimento de uma capilar, o sangue flui de diminutos vasos da lesão, o sangue é avermelhado, menos vivo que o arterial, e facilmente controlado.

Hemorragia interna: 

Hemorragia interna O sangue extravasa e se acumula dentro das cavidades do corpo ( abdome , tórax , bexiga , partes moles, etc. . .).

Hemorragia Interna: 

Hemorragia Interna Como não observa-se sangramento, devemos verificar alguns sinais externos: - Verificar Pulsação - pulso fraco e acelerado; - Observar a pele - fria, pálida, suor pegajoso, equimose - Observar mucosas - coloração branca nos olhos e na boca; Observar extremidades - dedos e leito ungueal cianóticos. - Observar fratura de pelve e ossos longos.

Abordagem: 

Abordagem 1 – Cinemática do trauma 2- ABCDE 3 - Deitar a vítima, com a cabeça em um nível mais baixo do que o corpo; 4 - Colocar bolsa de gelo ou compressa fria no local onde expressa dor; 5 - Tranquilizar a vítima, se consciente; 6 - Suspender a ingestão de líquido; 7 - Observar rigorosamente a vítima para evitar PCR; 8 – Oferecer O2 se necessário

Hemorragia externa: 

Hemorragia externa O sangramento torna -se visível após rompimento de uma veia , arteria ou capilar e extravasamento para o meio ambiente .

Hemorragia Externa : 

Hemorragia Externa Deitar horizontalmente a vítima; Aplicar sobre a ferida uma compressa esterilizada ou, na sua falta, um pano lavado exercendo uma pressão firme Se a compressa ficar saturada de sangue, colocar outra por cima, mas sem retirar a anterior Fazer compressão até a hemorragia parar . Caso a hemorragia não pare deve ser comprimida a artéria.

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Durante este procedimento, deve-se: - Acalmar a vítima, mantendo-a acordada; - Mantê-la confortavelmente aquecida; - Não a deixar comer ou beber.

Estancamento: 

Estancamento Compressão direta; Curativo compressivo; Elevação de membros; Compressão a distância

Locais para fazer compressão à distancia: 

Locais para fazer compressão à distancia

Hemorragia Nasal: 

Hemorragia Nasal Definição – epistaxe Causas: Traumatismos nasais Irritação Oxigenoterapia Inalação de substâncias químicas Alguns fármacos Hipertensão, insuficiência renal, hepatopatologia , anemia, leucemia, distúrbios da coagulação sanguínea, anomalias dos vasos sanguíneos Cirurgia nasal ou facial

Abordagem: 

Abordagem Sentar a pessoa com o tronco inclinado para a frente para evitar a deglutição do sangue; Comprimir com o dedo a narina que sangra; Aplicar gelo ou compressas frias exteriormente; Se a hemorragia não parar, introduzir na narina que sangra um tampão ou compressa, fazendo pressão para que a cavidade nasal fique bem preenchida.

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O que NÃO fazer: Assoar; Deitar a vítima; Inclinar a cabeça para trás; Colocar água oxigenada.

Hemorragia Digestiva: 

Hemorragia Digestiva Definição: sangramento do sistema digestório. Causas: varizes esofágicas, úlceras, neoplasias, entre outras patologias. Classifica-se em HDA – HDB

Sinas e Sintomas: 

Sinas e Sintomas HDA * Sangue vermelho vivo no vômito. * Vômito que parece como borra de café. * Fezes escuras. * Sangue escuro misturado nas fezes. HDB * Fezes escuras. * Sangue escuro misturado nas fezes. * Fezes revestidas ou misturadas com sangue vermelho vivo

Abordagem: 

Abordagem Avaliação primária e secundária Oferecer O2 se necessário Atentar para os sinais de hemorragia severa: Pulso rápido e fraco; Pele fria , úmida e pegajosa; Pupilas dilatas, com reação lenta a luz; Vítima ansiosa, inquieta, com sede; Náusea e vomito; Perfusão distal acima de 2 segundos; Respiração rápida e profunda; Perda da consciência e parada respiratória; Choque.

CHOQUE: 

CHOQUE Situação de falência do sistema cardiocirculatório em manter a distribuição de sangue oxigenado para os tecidos. Pode estar relacionado a: Coração – falha Sangue – perda de sangue ou plasma Vasos – dilatação de vasos sanguíneos

Tipos de choque: 

Tipos de choque O choque pode estar relacionado à falência de um ou mais componentes do sistema cardiovascular: Perda de volume sanguíneo: Choque hipovolêmico Anormalidade nos vasos: Choque distributivo Choque neurogênico Choque psicogênico Choque séptico Choque anafilático Falência do coração: Choque cardiogênico

Sinais e sintomas : 

Sinais e sintomas Choque hipovolêmico Pulso rápido e fraco; Palidez ou cianose Pele fria , úmida e pegajosa; Pupilas dilatas, com reação lenta a luz; Vítima ansiosa, inquieta, com sede e secura na boca; Náusea e vomito; Fraqueza, tontura e frio; Queda acentuada da pressão; Perfusão distal acima de 2 segundos; Respiração rápida e profunda; Perda da consciência e parada respiratória;

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Choque distributivo Hipotensão, sem aumento da frequência cardíaca. Choque neurogênico Doente pode estar alerta e orientado; Pele quente e seca; Pulso pode ser fraco e apresentar bradicardia; Hipotensão; Choque psicogênico Bradicardia inicial, seguida por taquiardia; Hipotensão; Perda da consciência.

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Choque séptico Vai ocorrer a dilatação dos vasos sanguineos e aumento da capcidade do sistema circulatório, levando aos sinais e sintomas do choque hipovolêmico e cardiogênico . Choque anafilático Pele avermelhada com coceira ou queimação; Edema de face e lingua ; Respiração ruidosa e difícil; Hipotensão, pulso fraco, tontura, palidez, cianose; Coma. Choque cardiogênico Dor torácica; Sinais e sintomas semelhantes ao choque hipovolêmico.

Abordagem: 

Abordagem Reconhecer precocemente os sinais de choque; Manter permeabilidade das vias aéreas; Administrar O2; Manter a vítima aquecida; Elevar os membros inferiores, quando não houver contra indicação; Confortar a vítima; Transportar a vítima rapidamente ao hospital; Não fornecer líquidos ou alimentos.

FERIMENTOS : 

FERIMENTOS

Empalamento: 

E mpalamento É um ferimento penetrante com presença de objeto encravado no corpo da vítima.

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Conduta: Não retirar o objeto; Conter sangramento; Imobilizar o objeto na posição encontrada; Fazer um curativo de maneira que forme uma base firme junto ao corpo da vítima ; Oferecer O2 se necessário ; Aquecer a vítima ; Atentar para sinais de choque ;

Evisceração: 

Evisceração É a exposição de uma ou mais vísceras do abdome ou tórax após um trauma por causas diversas .

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Conduta Avaliação primária ; Oferecer O2 se necessário ; Controlar hemorragias ; Não tentar recolocar as vísceras de volta na cavidade de origem ; Cobrir com plástico estéril ou gazes estéreis com solução salina ( Soro Fisiológico 0,9%) e por cima do curativo pode ser feito um grande curativo seco para manter o local aquecido ; Anter a vítima aquecida .

Amputação: 

Amputação Lesão que provoca separação total ou parcial de segmentos do corpo (dedos, mãos, pernas, pés, orelhas). Pode ocorrer separação total ou parcial: AVULSÃO TOTAL: O segmento corpóreo perde o contato totalmente com o resto do corpo. AVULSÃO PARCIAL: O segmento não perde totalmente o contato com o corpo (“pendurado”).

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Conduta : Avaliãção primária ; Ofertar O2 se necessário ; Conter hemorragias ; Realizar c urativo compressivo na região do coto ; Se for no membro superior faça uma tipóia para apoiar o membro ; A parte amputada ( dedo , mão , pé etc...), envolva em um curativo estéril . Na ausência desse material coloque dentro de um saco plástico limpo , ou envolva em pano limpo ; Se for possível , coloque o membro já protegido dentro de um recipiente com gelo comum . O gelo NÃO pode fazer contato direto com o segmento amputado porque poderá ocorrer danos por frio intenso .

MATERIAL MAIS UTILIZADO EM CURATIVOS: 

MATERIAL MAIS UTILIZADO EM CURATIVOS EXISTE NO MERCADO OUTROS TAMANHOS E TIPOS DE CURATIVO. COMPRESSA DE GAZE ESTÉRIL - 7,5 x 7,5 cm Algodão não é recomendado

FIXAÇÃO DE CURATIVOS: 

FIXAÇÃO DE CURATIVOS ESPARADRAPO OU MICROPORE BANDAGEM TRIANGULAR FITA CREPE ATADURA DE CREPOM

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UMA DAS DIVERSAS FORMAS DE FIXAR UM CURATIVO COM ATADURA DE CREPOM