M�dulo 2

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Módulo 2 : 

Módulo 2 Desenho e Percepção Visual Disciplina - Comunicação Gráfica e Audiovisual Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade (Curso Profissional)

Visão : 

Visão Capacidade de olhar Permite registar as sensações e percepções visuais

Ver : 

Ver Ir ao encontro das coisas Coordenar conscientemente os diferentes olhares, as sensações, as diferentes percepções, das memórias Escolher é julgar Ver é compreender

Slide 4: 

Psicologicamente reagimos de maneira diferente perante a mesma aparência Duas pessoas observando atentamente o mesmo objecto têm dele uma visão diferente. Mecanismo da visão é praticamente igual em todas as pessoas, mas o juízo que elas fazem do mundo em redor difere de caso para caso.

Slide 5: 

Uma fotografia de Augusto Brázio, 43 anos, é a grande vencedora do 8.º Prémio Fotojornalismo VISÃO|BES. O fotógrafo, freelancer e membro do colectivo Kameraphoto, é autor da imagem de uma mulher de 19 anos cujo terceiro filho acabava de nascer em casa quando foi assistida pelo INEM.

Slide 6: 

Pela primeira vez na história desta iniciativa, o fotógrafo galardoado com o Grande Prémio, recebe, além de 15 000 euros, um objecto único concebido pela artista plástica Joana Vasconcelos. A atribuição deste troféu Fotojornalismo VISÃO|Banco Espírito Santo inaugura um diálogo entre as artes plásticas e a fotografia. Joana Vasconcelos, 34 anos, é já um nome firmado no panorama artístico actual com mais de 50 exposições em Portugal e no estrangeiro.

Slide 9: 

Eddie Adams, fotógrafo de guerra da Associated Press, obteve esta foto em 1 de Fevereiro de 1968 nas ruas de Saigão. Com ela ganhou um Pulitzer Prize. A imagem mostra o assassinato a sangue frio de um guerrilheiro vietcong, presumivelmente o oficial vietcong Nguyen Van Lém, pelo chefe da polícia de Saigão, o General Nguyen Ngoc Loan.

Conclusões visuais diversas : 

Conclusões visuais diversas Consoante: A atitude psicológica ou cultural Os meios de apoio que possa dispor O tempo em que decorre duas análises

Slide 11: 

Dados culturais (data previsível de fabrico, história do objecto, etc) A sua função

Análise do objecto Recurso à utilização de uma máquina fotográfica Visão dinâmica (imagem múltipla do objecto) Ver não é um acto passivo é tão dinâmico como a própria vida.

Visão / Cultura : 

Visão / Cultura conjunto de pedras

Visão/ Cultura : 

Visão/ Cultura Os dólmens são monumentos megalíticos tumulares colectivos (datados desde o fim do V milénio a.C. até ao fim do III milénio a.C., na Europa, e até ao I milénio, no Extremo Oriente). O nome deriva do Bretão dol = mesa e men = pedra. Também são conhecidos por antas, orcas, arcas, e, menos vulgarmente, por palas. Popularmente, são também por vezes designados por casas de mouros, fornos de mouros ou pias. Gravura neolítica de Deusa mãe (representada com quatro seios) num dólmen Os dólmenes caracterizam-se por terem uma câmara de forma poligonal ou circular utilizada como espaço sepulcral. A câmara dolménica era construída com grandes pedras verticais que sustentam uma grande laje horizontal de cobertura. As grandes pedras em posição vertical, denominadas esteios ou ortóstatos, são em número variável entre seis e nove. A laje horizontal é designada de chapéu, mesa ou tampa. Existem câmaras dolménicas que chegam a ter a altura de seis metros. Quando a superfície da câmara dolménica não supera o metro quadrado, considera-se que é um monumento megalítico denominado cista. Ao que tudo indica, os dólmenes apresentavam outrora sempre encobertos por um montículo artificial de terra, geralmente revestidos por uma couraça de pequenas pedras imbricadas, formando aquilo que se designa por uma mamoa ou tumulus. Os dólmenes podem ser classificados em: Dólmenes simples fechados: possuem a câmara dolménica fechada, não tendo à partida nenhuma abertura, sendo necessária a remoção da tampa aquando de cada novo enterramento; Dólmenes simples abertos: possuem a câmara dolménica aberta na parte lateral da câmara, por uma abertura que pode assumir várias formas; Dólmenes de corredor: possuem um corredor ou galeria de acesso à câmara formado por diversos esteios verticais, normalmente cobertos por lajes menores designadas por tampas. Alguns corredores apresentam um pequeno átrio no lado oposto à câmara. O corredor pode ter variadíssimos tamanhos; conhecem-se em Portugal antas com corredor de dezasseis metros de comprimento.

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica : 

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica Toda a forma plástica aparece desenvolvida em determinados suportes Papel Tela Madeira Paredes Escultura Teatro Dança Cinema

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica : 

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica Ponto Subsidiário da linha Linha Geradora de superfícies e as superfícies de volumes Textura Tratamento das superfícies Valor Lumínico Pode sugerir ou não volume Cor Relevante na pintura

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Ponto : 

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Ponto O ponto tal como a linha é uma abstracção que nos socorremos para exprimir certas realidades. Só por repetição concentrada, dispersa, ou formadora da noção de linha, ele pode realizar uma “imagem” apreensível.

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Ponto : 

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Ponto Se imaginarmos, por exemplo, uma nave espacial deslocando-se no espaço cósmico, a percepção que realizamos é a de um ponto movendo-se no Universo.

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Ponto : 

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Ponto O que já não acontece para o astronauta situado no interior da nave, pois este tem dela uma visão de grandeza superior relativamente ao seu campo visual: os pontos percepcionados para ele são apenas os da sua colocação específica no espaço, as estrelas e as linhas implícitas que aparentemente podem ligar e dar forma mais consistente ao mapa do meio envolvente.

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Ponto : 

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Ponto

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Ponto : 

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Ponto Concentração Concentração modeladora Dispersão Sequência produtora de imagem linear Convergência ou cruzamento de linhas.

Slide 22: 

Com obras nos principais museus de arte contemporânea do mundo, como o Metropolitan, o Whitney, o MoMA, de Nova York e o Reina Sofia, de Madrid, Vik Muniz, artista plástico brasileiro conhecido no mundo inteiro, consegue utilizar a fotografia como meio de representação de um diálogo com a História da Arte, que chega ao entendimento de todos pela simplicidade dos materiais que utiliza, quebrando a idéia de que arte é algo que só quem lida com ela entende. Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Ponto

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Linha : 

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Linha A linha é o resultado de uma experiência visual (ou mesmo táctil) desenvolvida de dentro da realidade, perante a realidade. Mas é também uma abstracção, um conceito útil. Ela não existe em estado puro no mundo que nos rodeia.

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Linha : 

Elementos Estruturais da Linguagem Plástica - Linha A linha foi concebida como elemento estrutural para exprimir o que vemos. A linha serve-nos: No registo gráfico do desenho No contorno da pintura Nos perfis da escultura No reforço expressivo das formas Na própria malha que ordena muitas das composições artísticas. A linha decorre de um gesto que se apresenta no suporte e que é sempre acção e conhecimento para se transformar em meio de comunicação.

Linha : 

Linha Com base no elemento linha podemos estruturar formas plásticas autónomas: Concentrar sinais Estabelecer ritmos Simular gestos Insinuar ou reflectir emoções

Linha : 

Linha Anatomia da linha: Depende, não apenas da nossa maneira de ver e sentir, mas também dos materiais e instrumentos de registo. Contínuo ou descontínuo Sinuoso ou quebrado Ponteado ou hesitante Ondulante ou espirado Serenidade, agitação, rigor, secura, confusão estabilidade, etc.

Slide 27: 

A linha enquanto elemento gerador de recorte ou contorno. 41

Linha : 

Linha A linha enquanto elemento gerador de superfície.

Linha : 

A linha enquanto elemento modelador Linha

Linha : 

Linha A linha enquanto elemento de construção

Linha : 

Linha A linha enquanto elemento de significação por colocação Estabilidade Dinâmica ou instabilidade

Linha : 

Linha A linha enquanto elemento estrutural de força ou tensão direccional Movimentos, tensões, percursos direccionalmente definidos

Linha : 

Linha Valor expressivo

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