logging in or signing up Genética de populações foaneto27 Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 1488 Category: Education License: Some Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: September 09, 2009 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Genética de Populações : Genética de Populações Edgar Bione Slide 2: Genética de populações Estrutura genética de uma população Slide 3: Genética de populações Estrutura genética de uma população Grupo de indivíduos de uma mesma espécie que podem entrecruzar. Slide 4: Genética de populações Estrutura genética de uma população Grupo de indivíduos de uma mesma espécie que podem entrecruzar. Alelos Genótipos Padrão das variações genéticas nas populações Mudanças na estrutura gênica através do tempo Slide 5: Estrutura genética Freqüências genotípicas Freqüências alélicas rr = branca Rr = rosa RR = vermelha Slide 6: Estrutura genética Freqüências genotípicas Freqüências alélicas Total = 1000 flores Freqüências genotípicas 200/1000 = 0.2 rr 500/1000 = 0.5 Rr 300/1000 = 0.3 RR Slide 7: Estrutura genética Freqüências genotípicas Freqüências alélicas Total = 2000 alelos Freqüências alélicas 900/2000 = 0.45 r 1100/2000 = 0.55 R Slide 8: 100 GG 160 Gg 140 gg Para uma população com genótipos: Calcular: Freqüência genotípica: Freqüência fenotípica Freqüência alélica Slide 9: 100 GG 160 Gg 140 gg Para uma população com genótipos: Calcular: 100/400 = 0.25 GG 160/400 = 0.40 Gg 140/400 = 0.35 gg 260/400 = 0.65 verde 140/400 = 0.35 amarelo 360/800 = 0.45 G 440/800 = 0.55 g Freqüência genotípica: Freqüência fenotípica Freqüência alélica Slide 10: 100 GG 160 Gg 140 gg Outro modo de calcular as freqüências alélicas: Freqüência genotípica: Freqüência alélica 0.25 GG 0.40 Gg 0.35 gg 0.25 0.40/2 = 0.20 0.40/2 = 0.20 0.35 360/800 = 0.45 G 440/800 = 0.55 g OU [0.25 + (0.40)/2] = 0.45 [0.35 + (0.40)/2] = 0.65 Slide 11: A genética de populações estuda a origem da variação, a transmissão das variantes dos genitores para a prole na geração seguinte, e as mudanças temporais que ocorrem em uma população devido a forças evolutivas sistemáticas e aleatórias. Porque alelos da hemofilia são raros em todas as populações humanas enquanto o alelo que causa anemia falciforme é tão comum em algumas populações africanas? Que mudanças esperar na freqüência de anemia falciforme em uma população que recebe migrantes africanos? Que mudanças ocorrem em populações de insetos sujeitas à inseticida geração após geração? Se propõe a responder a questões com estas: Slide 12: O Genética de populações? Freqüência genotípica Freqüência alélica Slide 13: Variação genética no espaço e tempo Freqüência dos alelos Mdh-1 em colônias de caramujos Slide 14: Variação genética no espaço e tempo Mudanças na freqüência do alelo F no locus Lap em populações de ratos da pradaria em 20 gerações Slide 15: Variação genética no espaço e tempo Porquê a variação genética é importante? Potencial para mudanças na estrutura genética Adaptação à mudanças ambientais Conservação ambiental Divergências entre populações Biodiversidade Slide 16: Porquê a variação genética é importante? variação não variação EXTINÇÃO!! Slide 17: Porquê a variação genética é importante? variação não variação Slide 18: Porquê a variação genética é importante? variação não variação divergência NÃO DIVERGÊNCIA!! Slide 19: Como a estrutura genética muda? Slide 20: Como a estrutura genética muda? Mudanças nas freqüências alélicas e/ou freqüências genotípicas através do tempo Slide 21: Como a estrutura genética muda? Mudanças nas freqüências alélicas e/ou freqüências genotípicas através do tempo mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferncial Slide 22: Como a estrutura genética muda? mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferencial Slide 23: Como a estrutura genética muda? mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferencial Mudanças no DNA Cria novos alelos Fonte final de toda variação genética Slide 24: Como a estrutura genética muda? mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferencial Movimento de indivíduos entre populações Introduz novos alelos “Fluxo gênico” Slide 25: Como a estrutura genética muda? mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferencial Certos genótipos deixam mais descendentes Diferenças na sobrevivência ou reprodução Leva à adaptação Slide 26: Seleção Natural Resistência à sabão bactericida 1ª geração: 1,00 não resistente 0,00 resistente Slide 27: Seleção Natural Resistência à sabão bactericida 1ª geração: 1,00 não resistente 0,00 resistente Slide 28: Seleção Natural Resistência à sabão bactericida mutação! Slide 29: Seleção Natural Resistência à sabão bactericida Slide 30: Seleção Natural Resistência à sabão bactericida Slide 31: Seleção Natural pode causar divergência em populações divergência Slide 32: Seleção sobre os alelos da anemia falciforme aa – ß hemoglobina anormal Anemia falciforme Baixo fitness Médio fitness Alto fitness Aa – Ambas ß hemoglobinas resistente à malária AA – ß hemoglobina normal Vulnerável à malária A seleção favorece os heterozigotos (Aa) Ambos alelos são mantidos na população (a em baixa freqüência) Slide 33: Como a estrutura genética muda? mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferencial Mudança genética simplesmente ao acaso Erros de amostragem Sub-representação Populações pequenas Slide 34: Deriva Genética 8 RR 8 rr 2 RR 6 rr Antes: Depois: Slide 35: Como a estrutura genética muda? mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferencial Causa mudanças nas freqüências alélicas Slide 36: Como a estrutura genética muda? mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferencial Casamento combina os alelos dentro do genótipo Slide 37: Variação genética em populações naturais O estudo da variação consiste em dois estágios: Descrição da variação fenotípica Tradução dos fenótipos em termos genéticos Slide 38: Variação fenotípica Contínua Descontínua Slide 39: Polimorfismo cromossômico Padrões de inversão: ST – Standard AR – Arrowhead CH - Chiricahua Slide 40: Variação genética em nível molecular Aplicação de eletroforese Slide 41: Freqüências alélicas Cálculo da freqüência: incidência de cada alelo dentre todos os observados Número total de alelos na amostra: 2 x 6129 = 12258 Freqüência do alelo LM: [(2 x 1787) + 3039] / 12258 = 0,5395 Freqüência do alelo LN: [(2 x 1301) + 3039] / 12258 = 0,4605 Se “p” representa a freqüência do alelo LM e “q” a do alelo LN, a população avaliada apresenta: p = 0,5395 q = 0,4605 Como LM e LN são os únicos alelos desse gene: p + q = 1 Slide 42: Freqüências genotípicas: teorema de Hardy-Weinberg Qual valor preditivo das freqüências alélicas? ovócitos espermatozóides Slide 43: Hardy Weinberg Equation A freqüência do alelo “A”: em uma população é chamada “p” Em uma população de gametas, a probabilidade que ambos, ovos e espermatozóides, contenham o alelo “A” é p x p = p2 A freqüência do alelo “a”: em uma população é chamada “q” Em uma população de gametas, a probabilidade que ambos, ovos e espermatozóides, contenham o alelo “a” é q x q = q2 Em uma população de gametas, a probabilidade que ambos, ovos e espermatozóides, contenham alelos diferentes é: (p x q) + (q x p) = 2 pq. Fêmeas dão “A” e machos “a” ou Fêmeas dão “a” e machos “A” Slide 44: Hardy Weinberg Equation p2 + 2pq + q2 = 1 Slide 45: Aplicações do princípio de Hardy-Weinberg A população observada está em equilíbrio de Hardy-Weiberg? p = 0,5395 q = 0,4605 Qui-quadrado = 0,0223 Slide 46: Sabendo que a incidência de fenilcetonúria em uma população é de 0,0001 é possível calcular a freqüência do alelo mutante? Sabendo que o distúrbio é causada por alelos mutantes em homozigose recessiva: Assim, cerca de 1% dos alelos da população é avaliado como sendo mutante. Então podemos prever a freqüência de pessoas na população que são portadoras heterozigotas: Cerca de 2% da população são previstas como portadores heterozigotos Slide 47: Aplicação do teorema a genes ligados ao X As freqüências alélicas são avaliadas pelas freqüências dos genótipos dos homens e as freqüências dos genótipos das mulheres são obtidas pela aplicação dos princípios de Hardy-Weinberg Ex: daltonismo Freqüências alélicas: só contar os alelos nos homens Em uma população de 200 homens, 24 são daltônicos c = 24/200 = 0,12 logo C = 1 – 0,12 = 0,88 Slide 48: Aplicação do teorema a genes com alelos múltiplos Basta expandir a expressão multinomial Geralmente usamos: Para um gene com três alelos como o sistema ABO: You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
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Slide 4: Genética de populações Estrutura genética de uma população Grupo de indivíduos de uma mesma espécie que podem entrecruzar. Alelos Genótipos Padrão das variações genéticas nas populações Mudanças na estrutura gênica através do tempo Slide 5: Estrutura genética Freqüências genotípicas Freqüências alélicas rr = branca Rr = rosa RR = vermelha Slide 6: Estrutura genética Freqüências genotípicas Freqüências alélicas Total = 1000 flores Freqüências genotípicas 200/1000 = 0.2 rr 500/1000 = 0.5 Rr 300/1000 = 0.3 RR Slide 7: Estrutura genética Freqüências genotípicas Freqüências alélicas Total = 2000 alelos Freqüências alélicas 900/2000 = 0.45 r 1100/2000 = 0.55 R Slide 8: 100 GG 160 Gg 140 gg Para uma população com genótipos: Calcular: Freqüência genotípica: Freqüência fenotípica Freqüência alélica Slide 9: 100 GG 160 Gg 140 gg Para uma população com genótipos: Calcular: 100/400 = 0.25 GG 160/400 = 0.40 Gg 140/400 = 0.35 gg 260/400 = 0.65 verde 140/400 = 0.35 amarelo 360/800 = 0.45 G 440/800 = 0.55 g Freqüência genotípica: Freqüência fenotípica Freqüência alélica Slide 10: 100 GG 160 Gg 140 gg Outro modo de calcular as freqüências alélicas: Freqüência genotípica: Freqüência alélica 0.25 GG 0.40 Gg 0.35 gg 0.25 0.40/2 = 0.20 0.40/2 = 0.20 0.35 360/800 = 0.45 G 440/800 = 0.55 g OU [0.25 + (0.40)/2] = 0.45 [0.35 + (0.40)/2] = 0.65 Slide 11: A genética de populações estuda a origem da variação, a transmissão das variantes dos genitores para a prole na geração seguinte, e as mudanças temporais que ocorrem em uma população devido a forças evolutivas sistemáticas e aleatórias. Porque alelos da hemofilia são raros em todas as populações humanas enquanto o alelo que causa anemia falciforme é tão comum em algumas populações africanas? Que mudanças esperar na freqüência de anemia falciforme em uma população que recebe migrantes africanos? Que mudanças ocorrem em populações de insetos sujeitas à inseticida geração após geração? Se propõe a responder a questões com estas: Slide 12: O Genética de populações? Freqüência genotípica Freqüência alélica Slide 13: Variação genética no espaço e tempo Freqüência dos alelos Mdh-1 em colônias de caramujos Slide 14: Variação genética no espaço e tempo Mudanças na freqüência do alelo F no locus Lap em populações de ratos da pradaria em 20 gerações Slide 15: Variação genética no espaço e tempo Porquê a variação genética é importante? Potencial para mudanças na estrutura genética Adaptação à mudanças ambientais Conservação ambiental Divergências entre populações Biodiversidade Slide 16: Porquê a variação genética é importante? variação não variação EXTINÇÃO!! Slide 17: Porquê a variação genética é importante? variação não variação Slide 18: Porquê a variação genética é importante? variação não variação divergência NÃO DIVERGÊNCIA!! Slide 19: Como a estrutura genética muda? Slide 20: Como a estrutura genética muda? Mudanças nas freqüências alélicas e/ou freqüências genotípicas através do tempo Slide 21: Como a estrutura genética muda? Mudanças nas freqüências alélicas e/ou freqüências genotípicas através do tempo mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferncial Slide 22: Como a estrutura genética muda? mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferencial Slide 23: Como a estrutura genética muda? mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferencial Mudanças no DNA Cria novos alelos Fonte final de toda variação genética Slide 24: Como a estrutura genética muda? mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferencial Movimento de indivíduos entre populações Introduz novos alelos “Fluxo gênico” Slide 25: Como a estrutura genética muda? mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferencial Certos genótipos deixam mais descendentes Diferenças na sobrevivência ou reprodução Leva à adaptação Slide 26: Seleção Natural Resistência à sabão bactericida 1ª geração: 1,00 não resistente 0,00 resistente Slide 27: Seleção Natural Resistência à sabão bactericida 1ª geração: 1,00 não resistente 0,00 resistente Slide 28: Seleção Natural Resistência à sabão bactericida mutação! Slide 29: Seleção Natural Resistência à sabão bactericida Slide 30: Seleção Natural Resistência à sabão bactericida Slide 31: Seleção Natural pode causar divergência em populações divergência Slide 32: Seleção sobre os alelos da anemia falciforme aa – ß hemoglobina anormal Anemia falciforme Baixo fitness Médio fitness Alto fitness Aa – Ambas ß hemoglobinas resistente à malária AA – ß hemoglobina normal Vulnerável à malária A seleção favorece os heterozigotos (Aa) Ambos alelos são mantidos na população (a em baixa freqüência) Slide 33: Como a estrutura genética muda? mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferencial Mudança genética simplesmente ao acaso Erros de amostragem Sub-representação Populações pequenas Slide 34: Deriva Genética 8 RR 8 rr 2 RR 6 rr Antes: Depois: Slide 35: Como a estrutura genética muda? mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferencial Causa mudanças nas freqüências alélicas Slide 36: Como a estrutura genética muda? mutação migração seleção natural deriva genética Casamento preferencial Casamento combina os alelos dentro do genótipo Slide 37: Variação genética em populações naturais O estudo da variação consiste em dois estágios: Descrição da variação fenotípica Tradução dos fenótipos em termos genéticos Slide 38: Variação fenotípica Contínua Descontínua Slide 39: Polimorfismo cromossômico Padrões de inversão: ST – Standard AR – Arrowhead CH - Chiricahua Slide 40: Variação genética em nível molecular Aplicação de eletroforese Slide 41: Freqüências alélicas Cálculo da freqüência: incidência de cada alelo dentre todos os observados Número total de alelos na amostra: 2 x 6129 = 12258 Freqüência do alelo LM: [(2 x 1787) + 3039] / 12258 = 0,5395 Freqüência do alelo LN: [(2 x 1301) + 3039] / 12258 = 0,4605 Se “p” representa a freqüência do alelo LM e “q” a do alelo LN, a população avaliada apresenta: p = 0,5395 q = 0,4605 Como LM e LN são os únicos alelos desse gene: p + q = 1 Slide 42: Freqüências genotípicas: teorema de Hardy-Weinberg Qual valor preditivo das freqüências alélicas? ovócitos espermatozóides Slide 43: Hardy Weinberg Equation A freqüência do alelo “A”: em uma população é chamada “p” Em uma população de gametas, a probabilidade que ambos, ovos e espermatozóides, contenham o alelo “A” é p x p = p2 A freqüência do alelo “a”: em uma população é chamada “q” Em uma população de gametas, a probabilidade que ambos, ovos e espermatozóides, contenham o alelo “a” é q x q = q2 Em uma população de gametas, a probabilidade que ambos, ovos e espermatozóides, contenham alelos diferentes é: (p x q) + (q x p) = 2 pq. Fêmeas dão “A” e machos “a” ou Fêmeas dão “a” e machos “A” Slide 44: Hardy Weinberg Equation p2 + 2pq + q2 = 1 Slide 45: Aplicações do princípio de Hardy-Weinberg A população observada está em equilíbrio de Hardy-Weiberg? p = 0,5395 q = 0,4605 Qui-quadrado = 0,0223 Slide 46: Sabendo que a incidência de fenilcetonúria em uma população é de 0,0001 é possível calcular a freqüência do alelo mutante? Sabendo que o distúrbio é causada por alelos mutantes em homozigose recessiva: Assim, cerca de 1% dos alelos da população é avaliado como sendo mutante. Então podemos prever a freqüência de pessoas na população que são portadoras heterozigotas: Cerca de 2% da população são previstas como portadores heterozigotos Slide 47: Aplicação do teorema a genes ligados ao X As freqüências alélicas são avaliadas pelas freqüências dos genótipos dos homens e as freqüências dos genótipos das mulheres são obtidas pela aplicação dos princípios de Hardy-Weinberg Ex: daltonismo Freqüências alélicas: só contar os alelos nos homens Em uma população de 200 homens, 24 são daltônicos c = 24/200 = 0,12 logo C = 1 – 0,12 = 0,88 Slide 48: Aplicação do teorema a genes com alelos múltiplos Basta expandir a expressão multinomial Geralmente usamos: Para um gene com três alelos como o sistema ABO: