populacao mundial

Views:
 
Category: Education
     
 

Presentation Description

No description available.

Comments

By: jmsmendes82 (36 month(s) ago)

Vai me ajudar muito nas aulas e nos estudos. Abra�o

Presentation Transcript

Slide 1: 

GEO-HUMANA POPULAÇÃO MUNDIAL C.C.A TERCEIRÃO – GEO –PROFESSOR ENZO AULA 1: apostila 1 B

Slide 2: 

CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO MUNDIAL EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA

Slide 3: 

PRINCIPAIS CAUSAS DO CRESCIMENTO ACELERADO DA POPULAÇÃO PERÍODO PÓS 2ª GUERRA EVOLUÇÃO DA MEDICINA AVANÇO DA TECNOLOGIA ATUAÇÃO DA ONU

Slide 4: 

TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA O modelo de transição demográfica divide-se em quatro fases: 1ºFase - pré-transição - Caracteriza-se por elevadas taxas de Natalidade bem como elevadas taxas de Mortalidade o que leva a uma reduzida taxa de Crescimento Natural; 2ªFase - Fase de aceleração Dá-se um declínio da Taxa de Mortalidade como consequência de uma melhoria generalizada das condições de higiene e saúde; o nível de fecundidade mantém-se inalterado o que resulta na aceleração do crescimento natural da População; 3ªFase - Fase de desaceleração - Uma nova atitude face à vida apoiada por meios modernos de intervenção na fecundidade leva ao seu decréscimo. A Mortalidade contínua a declinar embora a um ritmo  mais moderado e o crescimento natural da população diminui de intensidade; 4ªFase - Pós-transição - Baixa Natalidade e Mortalidade: O crescimento Natural tende a ser cada vez menor. A 4ªFase ainda não foi atingida à escala planetária embora alguns países já se encontrem nela. Os países em desenvolvimento registam ainda elevadas taxas de Natalidade e as Taxas de Mortalidade têm vindo a decrescer. Muitos ainda se encontram na 2ª ou 3ª Fase do Modelo de transição demográfica.

Slide 5: 

DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL

Slide 6: 

DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DA POPULAÇÃO BRASILEIRA

Slide 7: 

ÁREAS MAIS OCUPADAS FATORES NATURAIS: LITORAIS CONDIÇÕES CLIMÁTICA DISPOSIÇÃO DO RELEVO VALES FLUVIAIS

Slide 8: 

CLIMA

Slide 9: 

DISPOOSIÇÃO DO RELEVO

Slide 10: 

VALES DE RIOS

Slide 11: 

POPULAÇÃO ABSOLUTA: número total de habitantes de uma determinada região. POPULAÇÃO RELATIVA: relação população relativa e área territorial

Slide 12: 

aulão 2 Estrutura da população (idade, sexo - atividade)

Slide 13: 

DIVISÃO DAS TRÊS FAIXAS ETÁRIAS População jovem: Desde o nascimento até 15 anos População adulta: De 15 a 64 anos População idosa: Acima de 64 anos

Slide 14: 

EXPECTATIVA DE VIDA: É A Taxa vida média humana, expressa em anos A esperança de vida no Brasil é de 71,8 anos segundo o IBGE – ano 2005

Slide 15: 

ESTRUTURA POR SEXO Normalmente nascem mais homens do que mulheres, porém os homens morrem mais cedo que as mulheres, determinando que a superioridade numérica masculina na faixa de 0 a 1 ano vá decrescendo gradualmente. Atualmente, no Brasil, para cada 100 mulheres existem 96,93 homens (IBGE – 2005)

Slide 16: 

FECUNCUNDIDADE: (Nº médio de filhos que uma mulher teria ao final de sua idade reprodutiva) FERTILIDADE: capacidade teórica de gerar filhos que toda mulher apresenta entre a menarca e a menopausa

Slide 17: 

GRÁFICO DE PIRÂMIDE ETÁRIA

Slide 18: 

PIRÂMIDE ETÁRIA A BASE REPRESENTA A POPULAÇÃO JOVEM: DE 0 ATÉ 15 ANOS A PORÇÃO INTERMEDIÁRIA A POPULAÇÃO ADULTA: DE 15 ATÉ 64 ANOS O TOPO A POPULAÇÃO IDOSA: ACIMA DE 64 ANOS

Slide 19: 

EVOLUÇÃO DA POPULAÇÃO IDOSA NO BRASIL (1980 – 2050) FATORES evolução da medicina melhoria das condições socioeconômicas(acesso à saúde e educação, aumento da renda, investimentos públicos em programas sociais.

Slide 20: 

Nota-se uma gradativa diminuição na taxa de natalidade (população jovem 0 – 14 anos) e aumento significativo das populações adulta (15 – 64 anos) e idosa (acima de 64 anos), refletindo diretamente no aumento da expectativa de vida da população brasileira.

Slide 21: 

ATIVIDADES

Slide 22: 

PIA – população em idade ativa, corresponde à parcela da população situada entre 15 e 65 anos. No Brasil e países subdesenvolvidos, devido ao trabalho infantil, incluem as pessoas com mais de 10 anos. PEA – população economicamente ativa, corresponde à parcela da população que trabalha ou está procurando emprego. Obs: Os trabalhadores informais, estão inseridos na PEA informal. PEI – população economicamente inativa, corresponde à pessoas que não exercem atividades econômicas remuneradas (idosos que não trabalham, crianças, donas de casas, etc.) SETORES DE ATIVIDADES ECONÔMICAS SETOR PRIMÁRIO: Agropecuária Extrativismo Silvicultura SETOR SECUNDÁRIIO Indústrias Construção civil SETOR TERCIÁRIO Setor bancário, financeiro, comércio, transportes e serviços em geral. Obs: Setor terciário-Quaternário: tecnologia

Slide 23: 

Em países subdesenvolvidos, é maior a participação na renda e no trabalho das atividades ligadas ao setor primário. Em países desenvolvidos, atualmente, é maior a participação na renda e no trabalho das atividades ligadas ao setor terciário

Slide 24: 

APOSTILA 2 B MOVIMENTOS DA POPULAÇÃO

Slide 25: 

AULA 3 DINÂMICA POPULACIONAL: ESTRUTURA E MOVIMENTOS MOVIMENTOS VERTICAIS: Determinam aumento ou diminuição da população através de nascimento (taxa de natalidade) ou óbito (taxa de mortalidade). Cálculos de taxa de natalidade: nº de nascimentos para um grupo mil habitantes durante um ano. Como calcular? TN = Nº DE NASCIMENTOS X 1000. POPULAÇÃO ABSOLUTA Cálculos de taxa de mortalidade: nº de óbitos para um grupo mil habitantes durante um ano. Como calcular? TM = Nº DE ÓBITOS X 1000. POPULAÇÃO ABSOLUTA

Slide 26: 

CRESCIMENTO VEGETATIVO: diferença entre a taxa de natalidade e mortalidade. CV = TN - TM CÁLCULOS: TAXA DE NATALIDADE. Nº DE NASCIMENTO = 7.200 7.200 X 1.000 = 2 ‰ POPULAÇÃO = 3.600.000 HABITANTES 3.600.000 TAXA DE MORTALIDADE. Nº DE ÓBITOS = 5.000 5.000X 1.000 = 1 ‰ POPULAÇÃO = 5.000.000 HABITANTES 5.000.000 CRESCIMENTO VEGETATIVO. TN = 2 ‰ CV = 2 ‰ - 1 ‰ = 1 ‰ TM = 1 ‰

Slide 27: 

MOVIMENTO HORIZONTAL. DENOMINADO DE TRANSLADATIVO OU DE MOBILIDADE ESPACIAL (MIGRAÇÃO) MIGRAÇÃO = DESLOCAMENTO DA POPULAÇÃO CAUSAS: aspectos econômicos, religiosos, políticos e sanitários. ETAPAS DA MIGRAÇÃO: EMIGRAÇÃO: SAÍDA DE QUALQUER LUGAR (REPULSÃO) IMIGRAÇÃO: CHEGADA DE QUALQUER LUGAR (ATRAÇÃO) CLASSIFICAÇÃO DAS MIGRAÇÕES. DE ACORDO COM O TEMPO E O ESPAÇO.

Slide 28: 

1) MIGRAÇÕES TEMPORÁRIAS A) O nomadismo é a prática dos povos nômades, ou seja, que não têm uma habitação fixa, que vivem permanentemente mudando de lugar. Usualmente são os povos do tipo caçadores-coletores, mundando-se a fim de buscar novas pastagens para o gado quando se esgota aquela em que estavam. Os nômades não se dedicam à agricultura e freqüentemente ignoram fronteiras nacionais na sua busca por melhores pastagens.

Slide 29: 

B) MIGRAÇÃO SAZONAL É REALIZADA EM FUNÇÃO DAS ESTAÇÕES DO ANO. DE ACORDO COM A ESTAÇÃO SE VERIFICA O PLANTIO OU COLHEITA DO PRODUTO, O QUE REPRESENTA EMPREGO DE MÃO DE OBRA. MIGRAÇÃO SAZONAL NO NORDESTE: TRASUMÂNCIA: deslocamento periódico entre dois locais definidos. Ex sertão e zona da mata nordestina.

Slide 30: 

C) MOVIMENTOS PENDULARES BOIAS FRIAS se deslocam de manhã das periferias das cidades para o campo, retornando no final da tarde. A migração pendular, ou diária, corresponde a um fenômeno urbano, visto especialmente nas grandes cidades. Esse processo ocorre na medida em que milhões de pessoas que compõe o PEA (População Economicamente Ativa) deixam suas residências antes do horário comercial para chegar ao trabalho e que no final da tarde, ou do expediente, voltam para casa. Cena comum nas grandes cidades: trabalhadores voltando para casa.

Slide 31: 

2) MIGRAÇÕES PERMANENTES São aquelas que o migrante se desloca em caráter definitivo

Slide 32: 

CLASSIFICAÇÃO DE ACORDO COM O ESPAÇO MIGRAÇÕES EXTERNAS Ocorrem quando uma fronteira é ultrapassada, podendo ser intercontinental ou continental.

Slide 33: 

Entre 1870 a 1930: a Europa foi a grande área repulsora – destino principal: continente americano Motivos principais dessa repulsão europeia: explosão demográfica verificada nesse período na Europa sucessivas guerras nesse continente determinou escassez de alimentos escassez de mão de obra em países americanos que atraiam imigrantes europeus crise econômica na Europa

Slide 34: 

A partir da década de 1950, as migrações intercontinentais mudaram de rumo, ocorrendo no sentido Sul-Norte. EUROPA, JAPÃO E ESTADOS UNIDOS, SÃO AS ÁREAS MAIS ATRATIVAS, devido principalmente às condições socioeconômicas favoráveis.

Slide 35: 

XENOFOBIA: REJEIÇÃO AO IMIGRANTE "A EUROPA CONQUISTOU JUSTIÇA SOCIAL AS CUSTAS DE GUERRAS E LUTAS ONDE MILHÕES DE EUROPEUS FORAM MORTOS. “SÓ A 2ª GUERRA MUNDIAL MORRERAM CERCA DE 57 MILHÕES”. “ELES TÊM TODO DIREITO DE PRESERVAR A ESTABILIDADE E JUSTIÇA SOCIAL CONQUISTADA." “CONCORDO COM VOCE. MAS ELES NÃO PODEM FAZER ISSO MAMANDO NA NOSSA TETA (DO TERCEIRO MUNDO), ENQUANTO NOS AFUNDAM EM MAIS MISÉRIA E DEPOIS AINDA POR CIMA DISCRIMINANDO CIDADÃOS DAQUI QUE EVENTUALMENTE VÃO TENTAR A VIDA POR LÁ. ATÉ PORQUE, EUROPEU QUANDO VEM VIVER POR AQUI É BEM TRATADO”. E a gente não deve se esquecer que os europeus, outrora foram imigrantes no nosso País e fizeram suas vidas por aqui, hoje seus filhos e netos são brasileiros... O mesmo ocorre por toda a América Latina e África. Essa é a retribuição?

Slide 36: 

MIGRAÇÕES EXTERNAS PARA O BRASIL A imigração no Brasil deixou fortes marcas na demografia, cultura e economia do país. Antes de 1870, dificilmente o número de imigrantes excedia a duas ou três mil pessoas por ano. A imigração cresceu primeiro pressionada pelo fim do tráfico internacional de escravos para o Brasil, depois pela expansão da economia, principalmente no período das grandes plantações de café no estado de São Paulo. Contando de 1872 (ano do primeiro censo) até o ano 2000, chegaram cerca de 6 milhões de imigrantes ao Brasil. Desse modo, os movimentos imigratórios no Brasil podem ser divididos em cinco etapas: - Ocupação inicial feita por povos nômades de origem asiática que povoaram o Continente Americano entre 10 e 12 mil anos, conhecidos como índios;[1] - Colonização, entre 1500 e 1822, feita praticamente só por portugueses e escravos provenientes da África sub-saariana; - Imigração de povoamento no Sul do Brasil, iniciada, em 1824, por imigrantes alemães e que continuou, depois de 1875, com imigrantes italianos; - Imigração como fonte de mão-de-obra para as fazendas de café na região de São Paulo, entre o final do século XIX e início do século XX, com um largo predomínio de italianos, portugueses, espanhóis e japoneses; - Imigração para os centros urbanos em crescimento com italianos, portugueses, espanhóis, japoneses e sírio-libaneses, além de várias outras nacionalidades; - Imigração mais recente, reduzida e de pouco impacto demográfico, iniciada na década de 1970.

Slide 38: 

MIGRAÇÕES INTERNAS NO BRASIL DÉCADAS DE 60 A 80: ÁREAS REPULSIVAS: NORDESTE, NORTE, CENTRO-OESTE E SUL ÁREA ATRATITA: SUDESTE, principalmente São Paulo (industrialização) DÉCADAS DE 80 A 90: ÁREA REPULSIVA: NORDESTE ÁREAS ATRATIVAS: SUDESTE (atividades industriais, comerciais, construção civil), SUL (agropecuária), AMAZÔNIA E CENTRO-OESTE (extrativismo e agropecuária) DÉCADA DE 90 EM DIANTE: ÁREAS REPULSIVAS: NORDESTE E SUL, destino à nova fronteira agrícola, Amazônia e Centro-Oeste – agricultura moderna. O Sudeste ainda é uma Região atrativa (centros urbano-industriais, tecnológicos, entre outros)

Slide 39: 

GEOURBANA AULA 04

Slide 40: 

URBANIZAÇÃO: fenômeno de crescimento populacional urbano em porcentagem superior ao crescimento populacional do país. Isto ocorre quando o crescimento urbano é superior ao crescimento da área rural.

Slide 41: 

FATORES DA URBANIZAÇÃO NO MUNDO NOS PAÍSES DESENVOLVIDOS: (PAÍSES EUROPEUS, ESTADOS UNIDOS E JAPÃO) A Revolução Industrial foi o principal fator de urbanização dessas regiões. A Inglaterra dá início, depois se espalha por outros países e continentes. URBANIZAÇÃO INICIAL

Slide 42: 

URBANIZAÇÃO TARDIA – PAÍSES SUBDESENVOLVIDOS PAÍSES DOS CONTINENTES ASIÁTICO, AFRICANO E AMÉRICA LATINA. A 2ª Guerra Mundial marca o início da intensa urbanização (o que ocorre até hoje), ocasionada pela industrialização tardia nessas regiões.

Slide 43: 

PROBLEMAS URBANOS DESEMPREGO SUBEMPREGO

Slide 44: 

MORADIA INFRAESTRUTURA URBANA

Slide 45: 

INCHAÇO URBANO VOILÊNCIA URBANA

Slide 46: 

MÁ QUALIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS PROBLEMAS AMBIENTAIS DECORRENTES DA EXPANSÃO URBANA DESORDENADA

Slide 47: 

CLASSIFICAÇÃO DAS CIDADES CIDADES ESPONTÂNEAS: O ser humano chega antes que a cidade para criá-la – Cidade Natural ou Espontânea. Vitória – ES (foto), Ouro Preto – MG, etc. CIDADES PLANEJADAS: O ser humano chega junto com o surgimento da cidade, construindo – cidade planejada. Ex: Belo Horizonte, Goiânia (foto).

Slide 48: 

CIDADES ARTIFICIAIS: O ser humano chega após a construção da cidade – cidade artificial. Ex: Brasília (foto), Washington (EUA), etc.

Slide 49: 

HIERARQUIA URBANA

Slide 50: 

METRÓPOLES: são cidades populosas que apresentam várias funções econômicas e exercem influência sobre uma vasta região.

Slide 51: 

CENTROS REGIONAIS São cidades de influência inferior a das regionais, porém influenciando várias mesorregiões. De acordo com IBGE, no Brasil são: Aracaju, Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Maceió, Juiz de Fora, Florianópolis, Vitória, etc.

Slide 52: 

METRÓPOLES REGIONAIS: São metrópoles que exercem influência sobre uma determinada região. São elas: Belém, Campinas, Goiânia e Manaus.

Slide 53: 

METRÓPOLES NACIONAIS; São as metrópoles mais importantes de um país. São elas: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife e Salvador.

Slide 54: 

CIDADES-GLOBAIS: Cidades que abrigam sedes de grandes empresas e organismos internacionais, tornando-se centros financeiros mundiais com grande influência no cenário econômico mundial. Exemplos: Nova Iorque (EUA), Londres (ING), Tóquio (JAP), Xangai (CHI), São Paulo (BRA), Rio de Janeiro (BRA), etc.

Slide 55: 

ÁREAS METROPOLITANAS: Conjunto de cidades situadas na periferia de metrópoles às quais são subordinadas economicamente.

Slide 56: 

CONURBAÇAO: Ligação espacial entre cidades ou seja, crescimento horizontal de ligação entre cidades, formando um grande aglomerado urbano.

Slide 57: 

MEGACIDADES: São aglomerados urbanos com mais de 10 milhões de habitantes. Atualmente existem cerca de 19 megacidades.

Slide 58: 

MEGALÓPOLES: Resultado do fenômeno de conurbação que consiste de uma gigantesca área urbanizada constituídas de várias cidades interligadas espacialmente.