logging in or signing up Sociedade e Poder em Portugal floradouteiro Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 488 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: November 19, 2009 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo 1º período: entre os reinados de D. João I e D. João II. Foi nesta altura que o rei se assume como “pai”, aquele que garante a chefia militar, a remuneração dos vassalos e a suprema justiça. D. João II foi aquele que mais se destacou na submissão da nobreza. 2º período: entre os reinados de D. Manuel e D. João V verifica-se a afirmação do poder pessoal dos reis. 3º período: período correspondente ao reinado de D. José I e governo do Marquês de Pombal. É neste período que se verifica um aprofundamento do absolutismo régio – a modernização do Estado, com a criação de diversos organismos, o desenvolvimento da cultura e o incremento económico. O absolutismo régio abrange todos os sectores da vida pública. Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo Os séculos XVI e XVII caracterizam-se pelo reforço da posição socioeconómica das ordens privilegiadas. O poder real continuou a apoiar-se nestes grupos na administração do reino e das colónias. Os mais altos cargos administrativos e militares do reino eram ocupados pela nobreza, bem como com numerosos postos referentes ao império ultramarino. O exercício destes altos cargos proporcionavam honras e mercês públicas e ao mesmo tempo a oportunidade de participar no rentável comércio ultramarino. Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo Mantendo um certo conservadorismo e uma mentalidade terratenente, a nobreza em Portugal aplicou os proventos do comércio colonial fundamentalmente em bens sumptuários e bens de raiz. . Desta forma, assistimos assim, a um reforço do senhorialismo As inúmeras doações régias e institucionalização dos vínculos, comendas e morgadios contribuiu para a crescente concentração de terras nas mãos da alta nobreza. Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo O clero foi outro dos grupos que viu reforçados seus bens patrimoniais, como algumas sés (bispados), colegiadas e conventos. A Companhia de Jesus destacou-se pelo seu enriquecimento e poder cultural, vai dominar o ensino em Portugal até ao século XVIII (1758), altura em que o Marquês de Pombal expulsou os jesuítas do país. Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo A nobreza e o clero eram sustentados pelo Terceiro Estado (formado pela burguesia e pelo povo), mantinham privilégios e tinham uma vida farta e rica. A ilustração satiriza essa situação de exploração ao colocar o camponês como “animal de carga” para nobres e religiosos Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo No período filipino e na época da Restauração assistimos a um certo crescimento da burguesia. Este crescimento está naturalmente associado ao dinamismo do comércio espanhol, decadência do monopólio régio e viragem para a economia açucareira (Brasil). A viragem do comércio colonial do Índico para o Atlântico e do Oriente para o Brasil, bem como o surto manufactureiro proporcionado no reinado de D. Pedro II, e mais tarde, com o incremento dado pelo Marquês de Pombal a este grupo social, explica o crescimento do sector burguês. Muitas das vezes, os burgueses eram de origem judaica (cristãos novos) e como tal foram perseguidos, revertendo os seus bens a favor da Igreja e do Estado. Simultaneamente cresce a nobreza de toga, saída do seio da burguesia e nobilitada pelas funções que prestava à Coroa. Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo Apesar de se ter verificado algum crescimento da burguesia, este grupo social nunca constituiu em Portugal, uma força social e dinâmica. Pelo contrário, apresentou-se quase sempre muito débil. Factores que justificam este fenómeno social: O monopólio régio impossibilitou dos tráficos coloniais impossibilitou um grande investimento privado; A nobreza ocupou o lugar que normalmente seria da burguesia A nobreza para além de ocupar o lugar da burguesia nas actividades comerciais, exercia os mais altos cargos políticos, colocando assim, a burguesia na sua dependência Esta situação proporcionou a existência de uma burguesia resignada e que aspirava à nobilitação. Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo O grande peso das actividades mercantis coloniais no conjunto da estrutura económica do Estado, o absolutismo régio e a preponderância de uma sociedade nobiliárquica conduziram ao bloqueamento de uma economia interna. As actividades produtivas do reino, como a agricultura e as manufacturas, caíram na estagnação, verificando-se a ausência de investimento – quer estatal, quer privado – nas actividades produtivas. In Cadernos de História 11- Tempos, Espaços e Protagonistas, p.50 You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
Sociedade e Poder em Portugal floradouteiro Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 488 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: November 19, 2009 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo 1º período: entre os reinados de D. João I e D. João II. Foi nesta altura que o rei se assume como “pai”, aquele que garante a chefia militar, a remuneração dos vassalos e a suprema justiça. D. João II foi aquele que mais se destacou na submissão da nobreza. 2º período: entre os reinados de D. Manuel e D. João V verifica-se a afirmação do poder pessoal dos reis. 3º período: período correspondente ao reinado de D. José I e governo do Marquês de Pombal. É neste período que se verifica um aprofundamento do absolutismo régio – a modernização do Estado, com a criação de diversos organismos, o desenvolvimento da cultura e o incremento económico. O absolutismo régio abrange todos os sectores da vida pública. Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo Os séculos XVI e XVII caracterizam-se pelo reforço da posição socioeconómica das ordens privilegiadas. O poder real continuou a apoiar-se nestes grupos na administração do reino e das colónias. Os mais altos cargos administrativos e militares do reino eram ocupados pela nobreza, bem como com numerosos postos referentes ao império ultramarino. O exercício destes altos cargos proporcionavam honras e mercês públicas e ao mesmo tempo a oportunidade de participar no rentável comércio ultramarino. Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo Mantendo um certo conservadorismo e uma mentalidade terratenente, a nobreza em Portugal aplicou os proventos do comércio colonial fundamentalmente em bens sumptuários e bens de raiz. . Desta forma, assistimos assim, a um reforço do senhorialismo As inúmeras doações régias e institucionalização dos vínculos, comendas e morgadios contribuiu para a crescente concentração de terras nas mãos da alta nobreza. Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo O clero foi outro dos grupos que viu reforçados seus bens patrimoniais, como algumas sés (bispados), colegiadas e conventos. A Companhia de Jesus destacou-se pelo seu enriquecimento e poder cultural, vai dominar o ensino em Portugal até ao século XVIII (1758), altura em que o Marquês de Pombal expulsou os jesuítas do país. Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo A nobreza e o clero eram sustentados pelo Terceiro Estado (formado pela burguesia e pelo povo), mantinham privilégios e tinham uma vida farta e rica. A ilustração satiriza essa situação de exploração ao colocar o camponês como “animal de carga” para nobres e religiosos Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo No período filipino e na época da Restauração assistimos a um certo crescimento da burguesia. Este crescimento está naturalmente associado ao dinamismo do comércio espanhol, decadência do monopólio régio e viragem para a economia açucareira (Brasil). A viragem do comércio colonial do Índico para o Atlântico e do Oriente para o Brasil, bem como o surto manufactureiro proporcionado no reinado de D. Pedro II, e mais tarde, com o incremento dado pelo Marquês de Pombal a este grupo social, explica o crescimento do sector burguês. Muitas das vezes, os burgueses eram de origem judaica (cristãos novos) e como tal foram perseguidos, revertendo os seus bens a favor da Igreja e do Estado. Simultaneamente cresce a nobreza de toga, saída do seio da burguesia e nobilitada pelas funções que prestava à Coroa. Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo Apesar de se ter verificado algum crescimento da burguesia, este grupo social nunca constituiu em Portugal, uma força social e dinâmica. Pelo contrário, apresentou-se quase sempre muito débil. Factores que justificam este fenómeno social: O monopólio régio impossibilitou dos tráficos coloniais impossibilitou um grande investimento privado; A nobreza ocupou o lugar que normalmente seria da burguesia A nobreza para além de ocupar o lugar da burguesia nas actividades comerciais, exercia os mais altos cargos políticos, colocando assim, a burguesia na sua dependência Esta situação proporcionou a existência de uma burguesia resignada e que aspirava à nobilitação. Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo : Sociedade e Poder em Portugal: a afirmação do Absolutismo O grande peso das actividades mercantis coloniais no conjunto da estrutura económica do Estado, o absolutismo régio e a preponderância de uma sociedade nobiliárquica conduziram ao bloqueamento de uma economia interna. As actividades produtivas do reino, como a agricultura e as manufacturas, caíram na estagnação, verificando-se a ausência de investimento – quer estatal, quer privado – nas actividades produtivas. In Cadernos de História 11- Tempos, Espaços e Protagonistas, p.50