Slide 1:“Modernismo – a Geração de Orpheu”
Slide 2:O Modernismo é um movimento estético onde a literatura surge associada às artes plásticas. Improviso, Kandinsky
Slide 3:Este movimento é empreendido pela geração de: Almada Negreiros Fernando Pessoa Em uníssono com a arte e a literatura mais avançadas na Europa. Mário de Sá Carneiro
Slide 4:O modernismo rompia com o provincianismo, com as tradições académicas, defendendo a liberdade de criação e pesquisa estética.
Slide 5:O Modernismo apresenta-se como: Uma nova linguagem estética aberta à renovação constante Paul Klee, Diana no Vento do Outono
Slide 6:O Modernismo na Literatura Fernando Pessoa Mário de Sá Carneiro Almada Negreiros José Régio Teixeira de Pascoaes
Slide 7:Fernando Pessoa: A maior revelação de Orpheu.
O seu génio manifestou-se na sua personalidade fragmentária
Slide 8:Caeiro, por Almada Negreiros
Slide 9:Ricardo Reis (fragmento de Almada)
Slide 10:Álvaro de Campos (Almada, fragmento)
Slide 11:O Modernismo na Pintura Fernando Pessoa, de Almada Negreiros
Slide 12:Almada Negreiros Amadeu de Sousa Cardoso Abel Manta Santa - Rita Pintor Vieira da Silva
Slide 13:Maternidade, de Almada Negreiros
Slide 14:Almada Negreiros Pintor Romancista Poeta Crítico de arte - Representa a vanguarda na pintura portuguesa da década de 20. - Introdutor do Modernismo em Portugal.
Slide 15:Pintura com colagens, de Amadeu de Sousa Cardoso
Slide 16:Amadeu de Sousa Cardoso Futurista Pintor Naturalista Cubista Impressionista Na pintura reinventou o real num hino à criatividade
Slide 17:Inevitavelmente a corrente modernista reflectiu um espírito de mudança na literatura e nas artes, numa diversidade de experiências de vanguarda, que vão marcar a cultura do início do século, em Portugal.
Slide 18:TENDÊNCIAS CULTURAIS:
ENTRE O NATURALISMO E AS VANGUARDAS
(da I República ao Estado Novo)
Foi um movimento estético que surgiu numa primeira fase em 1911 com a «Exposição Livre de 1911» e, fundamentalmente, a partir de 1915.
Caracterizou-se pelo culto da modernidade que dominou a mentalidade contemporânea. Os seus seguidores privilegiavam a novidade relativamente ao estabelecido, a aventura face à segurança.
No movimento modernista estavam associadas a literatura e as artes plásticas. Encontrou nas revistas «Orpheu» (1915), «Portugal Futurista» (1917) e «Presença» (19127-1940) os seus principais expoentes.
Slide 19:1ª Geração de Paris – 1911-1919
No início do séc. XX, dominava em Portugal a pintura figurativa que tinha a sua expressão no pintor Malhoa.
A situação alterou-se quando, em 1911 e depois em 1914, vários pintores e escultores portugueses que se encontravam em Paris regressam ao país, fugindo da guerra, trazendo consigo novos valores estéticos. Foi o início do modernismo em Portugal.
Entre outros, vieram de Paris, Dórdio Gomes, Diogo de Macedo, Francisco Franco, Amadeu de Souza-Cardoso, Santa-Rita Pintor, Eduardo Viana. A eles se juntou Almada Negreiros.
Foi no Porto que se assumiu o termo modernismo ao intitular-se uma exposição, em 1915, de «Humoristas e Modernistas».
Foi a época mais irreverente, ousada e brilhante do modernismo, onde se destacaram Amadeu de Souza-Cardoso e Santa- Rita Pintor.
Slide 20: Na década de 20, destaca-se a «segunda geração de Paris», designação dada aos artistas que, terminada a guerra, retornam a Paris ou para aí vão pela primeira vez. Partem Dórdio Gomes, Diogo de Macedo, Abel Manta (grande retratista) e Almada Negreiros.
Surge outra geração de pintores como Mário Eloy (expressionista), Sarah Afonso, Carlos Botelho e Júlio Pereira. Foi a época da revista «Presença».
As autoridades continuavam a rejeitar os modernistas. Recusada a participação destes artistas na Sociedade Nacional de Belas Artes, outras locais se abriram para a exposição das suas obras: as dos cafés e clubes que frequentavam, transformadas em galerias de arte. Por exemplo, o café de Lisboa, «A Brasileira», foi decorado com obras de vários artistas modernistas como Eduardo Viana e Almada Negreiros. Aquele café tornou-se o grande museu de arte moderna de Lisboa, no fim dos anos 20.
As Décadas de 30 e 40: O Estado Novo aproveita o Modernismo. Aparecimento de formas artísticas discordantes :As Décadas de 30 e 40: O Estado Novo aproveita o Modernismo. Aparecimento de formas artísticas discordantes Em 1933, António Ferro, jornalista, simpatizante dos modernistas, assumiu a direcção do Secretariado de Propaganda Nacional do Estado Novo. A partir de então, os pintores modernos e o modernismo foram utilizados na construção da imagem de «novidade» que o Estado Novo pretendia criar. António Ferro convenceu Salazar que «a arte, a literatura e a ciência constituem a grande fachada duma nacionalidade…»
O Modernismo oficializava-se, a partir de então. Nela podemos integrar a pintura de Almada Negreiros, nas décadas de 30 e 40.
No entanto, neste período, destacam-se dois acontecimentos importantes no campo da pintura: a 1ª exposição individual de Maria Helena Vieira da Silva, em Paris; e a exposição, em Lisboa, de um grupo de artistas independentes.
Slide 22:Para ter uma ideia boa, comece por ter muitas.