Slide 2:
O Eu com outro eu dentro de mim,
Kaminhante vou dialogando,
buscando ultrapassar os horizontes
que em círculos vejo sempre
tão distantes
Slide 3:
E nesse mundo platônico
De paidéias,
o outro eu que dentro de mim
diz ser minh´alma
usando de toda a socrática ironia,
questiona a vida,
Fala da morte,
do fim do dia
Slide 4:
Assim nesse caminhar
dialogado
em que a carne do corpo
de desejos faz-se,
expressando na metafísica
aristotélica
da dialética objetiva que
aspira e esvai-se
Slide 5:
E o tempo que já sem tempo
a tudo ouvia e pressentia
o corpo querendo a morte
com alegria
enquanto nesse dialogar
pedindo calma
querendo a vida, em contra-partida
falava a alma
Slide 6:
Pediu um tempo...
(até o tempo pedindo tempo!)
Foi nesse instante que pode
ouvir-se a voz
que se apresenta como sendo
a do silencio
mostrando a todos
que estes não estavam sós
Slide 7:
Fazendo ver que a morte é
amiga da vida
Fazendo crer que a vida deve
ser vivida
certa que o bem está na
pedra filosofal,
do mesmo modo que
na mesma está o mal
Slide 8:
Seria essa uma peça do
"Drama das Vidas"?
Eis, que de repente soam palmas
de todos os lados
e admirados é possível ver
sorrindo a dor
pois mesmo nesta
está contido o Divino Amor !
Slide 9:
C R É D I T O S Autoria: Zeca Avelar = Zeca Feliz Formatação : Zeca Feliz Voz: Anna Müller Imagens: da Internet
Slide 10:
gaDs = graças a Deus sempre!