A Revolução Liberal em Portugal - 3

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By: marinamoura (88 month(s) ago)

Trabalho exelente, precisava mesmo dele s� que nao da para sacar, como fa�o??

Presentation Transcript

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A Revolução liberal em Portugal

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A REVOLUÇÃO DE 1820 …Napoleão Bonaparte dominava quase toda a Europa, com excepção da Inglaterra. Em 1806… Como não conseguia submetê-la pela força… …procurou derrotá-la pela via económica. Para isso… decretou, em 1806, o Bloqueio Continental que… …obrigava todos os povos europeus a encerrar os seus portos aos barcos ingleses.

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…velho aliado da Inglaterra, não obedeceu à ordem de Napoleão. Portugal… Por essa razão, foi invadido por três vezes - entre 1807 e 1811 - pelos exércitos franceses.  e à ausência da família real (fugida para o Brasil em finais de 1807)… Ora…  Face à ocupação do país por tropas estrangeiras… …a Inglaterra enviou tropas que, em 1811, expulsaram os franceses de Portugal.

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As invasões francesas provocaram uma grave crise económica ao nosso país. Com efeito… …os exércitos trouxeram morte e destruição (roubos, saques) …em 1808, os portos do Brasil foram abertos ao comércio internacional, o que afectou seriamente os interesses da burguesia. …por outro lado… …por sua vez, os militares portugueses sentiam-se humilhados pela presença de oficiais ingleses na governação e na chefia do Exército. Finalmente, a ausência da corte no Brasil desgostava os portugueses.

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Por estes motivos: descontentamento da burguesia, dos militares e da população em geral …no dia 24 de Agosto de 1820, deu-se no Porto uma Revolução liberal, preparada pelo Sinédrio…

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…foi aprovada uma Constituição que estabeleceu: Em 1822… a separação dos poderes consagrou as liberdades fundamentais e implantou a Monarquia Constitucional

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CONSTITUIÇÃO de 1822 ( organização dos poderes políticos) EXECUTIVO  Rei (poder exercido através de secretários de Estado por si nomeados JUDICIAL  Tribunais (Juízes) LEGISLATIVO  Cortes (uma única Câmara formada por deputados eleitos por dois anos)

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A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

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Com o estabelecimento da corte portuguesa no Rio de Janeiro… Por isso, em 1815, foi elevado à categoria de Reino. A corte portuguesa no Brasil …o Brasil conheceu um notável desenvolvimento.

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Em 1821, o rei D. João VI regressou a Portugal… …no Brasil ficou, como regente, o seu filho D. Pedro. …retiraram os privilégios concedidos pela Coroa ao Brasil e ordenaram o regresso de D. Pedro a Portugal. As Cortes liberais portuguesas…

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…ao ter conhecimento desta exigência, proclamou, nas margens do rio Ipiranga (perto de S. Paulo)… D. Pedro, em 1822… …a independência do Brasil, tornando-se, então, imperador do novo país. Contudo, só em 1825 Portugal reconheceu a independência da sua antiga colónia. Mas a implantação do liberalismo em Portugal não estava ainda assegurada.

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A GUERRA CIVIL …regressou a Portugal e jurou a Constituição de 1822. O rei D. João VI…

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Contudo… …alguns portugueses não aceitaram o novo regime e começaram a conspirar. No centro da conspiração estava:  a rainha D. Carlota Joaquina  e o filho D. Miguel

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 procurou, através de dois golpes militares: D. Miguel  Vilafrancada (1823)  e Abrilada (1824) …pôr termo ao regime liberal. Mas, foi mal sucedido e teve de sair de Portugal.

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Em 1826… …morreu, o que fez surgir o problema da sucessão… D. Pedro… …o filho mais velho, era imperador do Brasil …enquanto D. Miguel …era adepto do absolutismo.

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Encontrou-se, então, uma solução de compromisso:  D. Pedro abdicava do trono de Portugal a favor de sua filha D. Maria da Glória…  e dotava o país de uma Carta Constitucional (1826) mais moderada que a Constituição de 1822.  por outro lado, D. Miguel casava com a sobrinha e tornava-se regente após jurar a Carta. D. Miguel aceitou as condições e regressou a Portugal em 1828.

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D. Miguel rejeitou a Carta Constitucional e, após se ter proclamado rei absoluto, lançou uma violenta perseguição aos liberais. Mas, assumida a regência…

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Em 1831… D. Pedro abdicou do trono brasileiro e rumou à Europa, indo instalar-se com exilados liberais na ilha Terceira (Açores). Em 1832, desembarcou com as suas tropas, perto da cidade do Porto, que ocupou.

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A cidade do Porto sofreu, então, um doloroso cerco (entre Julho de 1832 e Agosto de 1833) pelas forças miguelistas. Em 1834, após várias derrotas militares, D. Miguel assinou a paz através da Convenção de Évora-Monte. Então, a Carta foi restaurada e o liberalismo implantou-se definitivamente no nosso país.

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O TRIUNFO DA MONARQUIA CONSTITUCIONAL Os dirigentes liberais procuraram abolir as estruturas do Antigo Regime e criar um país novo. Nesta acção, destacaram-se entre outros: Mouzinho da Silveira que aboliu os dízimos, as portagens e os morgadios até 200 000 reis e reestruturou a administraçãopública; Ferreira Borges que, em 1833, publicou o Código Comercial, a fim de regulamentar e dinamizar o comércio; Joaquim António de Aguiar, que, em 1834, extinguiu a maioria das ordens religiosas e vendeu os seus bens em hasta pública.

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A acção destes governantes pôs termo aos tradicionais privilégios do Clero e da Nobreza e favoreceu a burguesia e as suas actividades económicas. Assim, a legislação liberal contribuiu para a implantação de um novo Portugal.

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