logging in or signing up resumos das apresentacoes elizabeti Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINTLite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 604 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: August 22, 2008 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Leituras efectuadas: Leituras efectuadas Avaliação de Software Educativo – Reflexões para uma análise criteriosa – Fábia Magáli Santos; Avaliar Software Educativo – Carlos Fino; A importância do Processo de Avaliação – Elisa Boff e Eliseo Reategui; Contributos para um Modelo da Avaliação de Produtos Multimédia Centrado na Participação dos Professores - Fernando Albuquerque Costa; xxxxxxAvaliação de Software Educativo- Reflexões para uma Análise Criteriosa - : Critérios para uma avaliação de softwares educativos: Professores – devem estar atentos para que utilizem o computador de uma forma responsável e com potencialidades pedagógicas Computador – tem como objectivo promover a aprendizagem: ajudar na construção do conhecimento e desenvolver capacidades. Avaliação de S.E. Avaliar – analisar como um software pode ter um uso educacional: como pode ajudar o aprendente a construir o seu conhecimento e a modificar a sua percepção do mundo, elevando a sua capacidade de participar na sua realidade. É, assim, necessária uma avaliação criteriosa. Avaliação de Software Educativo - Reflexões para uma Análise Criteriosa - Base pedagógica de um S.E.: Base pedagógica de um S.E. Primeira tarefa do professor na análise de um S.E. – identificar a concepção teórica de aprendizagem que orienta; Numa perspectiva construtivista, a aprendizagem surge quando a informação é processada pelos esquemas mentais e agregada a esses esquemas Um S.E. construtivista deve propiciar ao sujeito a possibilidade de aprender com os seus próprios erros. Tem que permitir a intervenção do professor – este é visto como agente de aprendizagem, desencadeador e construtor de uma prática; o feedback dado ao “erro” do aluno é um ponto fundamental na análise de software educativo; Slide5: Numa concepção construtivista – um software para ser educativo deve ser um ambiente interactivo que proporcione ao aprendente: - investigar; - levantar hipóteses; - testá-las e aprofundar o seu conhecimento Tipos de software educacional Tutoriais; exercícios e práticas; programação; aplicativos; multimédia e internet; simulação e modelagem; jogos.Avaliar Software educativo: Avaliar Software educativo O autor faz uma análise comparativa entre a avaliação de manuais escolares por parte dos professores e a avaliação de software educativo; Manuais escolares: O Ministério da Educação fornece critérios de avaliação dos manuais. Aos professores…. Compete ajuizar de acordo com os dados fornecidos e fazer escolhas. Software educativo: Para este tipo de produtos o Ministério da Educação ainda não forneceu critérios de avaliação; Aos professores… Cabe a difícil tarefa de analisarem algo sem conhecimento suficiente para tal. Devem utilizar uma grelha de avaliação? E nesse caso qual?: Devem utilizar uma grelha de avaliação? E nesse caso qual? Tendo em conta esta realidade, o autor questiona se deverão ser construídas grelhas de observação para o software educativo. porém “Nenhuma realidade por mais simples que se nos afigure cabe no espartilho de uma grelha” Carlos Fino Quanto à utilização de grelhas construídas por terceiros, corre-se sempre o risco de “ficarmos reféns de uma objectividade insanável”, ou seja, cada professor deve construir a sua própria grelha consoante o contexto em que se encontra Devem construir uma grelha de avaliação? E nesse caso como?: Devem construir uma grelha de avaliação? E nesse caso como? Na sequência do olhar limitado que uma grelha proporciona, devem ser encaradas com essa mesma consciência e por isso usadas meramente como ferramentas de recolha de informação. Podem ajudar a manter o olhar focado. A questão essencial não está no software, mas sim nos propósitos para que é utilizado. Esses deverão ser os principais elementos de análise, desta forma “a responsabilidade pela definição desses critérios pertence, em ambiente escolar, ao professor, que decidirá de acordo com a maneira que interpreta o seu papel”.Slide9: Processo de desenvolvimento de software educativo: Interdisciplinar Aspectos técnicos Aspectos pedagógicos Aspectos psicológicos e cognitivos do público alvo. Estes aspectos vão definir a qualidade do software educativo: Grau de interactividade; O sucesso, ou alcance, dos objectivos educacionais e sua adequação ao público alvo; Respeito às características do ambiente de aprendizagem escolhido; A importância do processo da avaliação de software educativoSlide10: Métrica da Avaliação de Software Educativo Seis características: funcionalidade confiabilidade usabilidade eficiência portabilidade manutenibilidade O processo de avaliação no NASE: duas fases: 1ª: aspectos pedagógicos 2ª: aspectos técnicos Slide11: 1ª: aspectos pedagógicos: para suportar uma… aprendizagem comportamentalista construtivista 2ª: aspectos técnicos: interface conteúdo documentação função do professor feedback recursos adaptáveis e adaptativos Slide12: Contributos para um Modelo da Avaliação de Produtos Multimédia Centrado na Participação dos Professores Projecto Pedactice promover o envolvimento e a formação de professores na avaliação de software educativo; Problemática da avaliação de software educativo - nem sempre a denominação "Software Educativo" corresponde efectivamente a produtos com valor educativo; - a etiqueta e a publicidade, podem induzir em erro o comprador; - escassez de estudos sobre a utilização pedagógica de aplicações multimédia; - evolução tecnológica constante; apoiar e formar professores na utilização dos recursos multimédia com valor educativo; Pedactice visa contribuir para a definição de um modelo de avaliação de software educativo que apresentamos de seguida.Slide13: Objectos de avaliação - Avaliação e análise criteriosa e específica do software multimédia educativo em contexto de aplicação real, no processo de ensino e aprendizagem. Avaliação centrada nos resultados de aprendizagem É necessário averiguar: - a natureza da aprendizagem; - requisitos da tarefa (objectivos didácticos); - os conhecimentos e capacidades cognitivas dos alunos; - factores contextuais e situacionais; Avaliação centrada na utilização em contexto - a "qualidade na utilização" pretende a melhoria da qualidade da aprendizagem. Avaliação centrada nas características intrínsecas do produto - permite concluir sobre o seu potencial pedagógico; - identificar e tipificar as características importantes para desenvolver a aprendizagem e a utilização como recurso pedagógico para os professores. Slide14: Para uma avaliação descritiva, compreensiva e formadora - opção pelo construtivismo na aprendizagem - avaliação sobretudo descritiva; - "avaliação compreensiva" tende a orientar os professores no uso do software; - metodologia de avaliação deve contribuir para uma base de dados rica, diversificada, autêntica e útil. - participação dos professores na avaliação em situação real, permite o aumento do conhecimento dos professores sobre os programas em análise. Componentes da avaliação - requisitos técnicos - conteúdo da aplicação e os seus aspectos de carácter pedagógico - interface gráfica, interactividade e ferramentas de exploração - "usabilidade" Instrumentos de avaliação - identificação sumária - Ficha de Identificação e Registo de Software; - descrição de carácter mais detalhado - Ficha de Descrição Detalhada; - Grelhas de Avaliação Especializadas - perfil do produto; - Sínteses Descritivas do Potencial Pedagógico; - Relatos de Utilização e Boas Práticas; - Guias de Exploração - orientar a utilização.Slide15: Requisitos técnicos do produto em análise - descrição do hardware e software necessário a um bom desempenho da aplicação multimédia. Conteúdo da aplicação - grau de actualização e correcção científica; - adequação pedagógica dos conteúdos. Aspectos pedagógicos que se devem analisar - público-alvo e perfil de utilizador; - objectivos de aprendizagem visados; - contexto curricular; - estratégias de exploração da informação, actividades e situações de formação e aprendizagem; - modalidades e formas de avaliação das aprendizagens proporcionadas e induzidas pelo manipulação e uso da aplicação. - contínua actividade intelectual do aluno como construtor das suas aprendizagens; - aprendizagem significativa, com possibilidade de transferência para outras situações; - desenvolvimento de capacidades metacognitivas e estratégias de aprendizagem dos alunos, devido à reflexão sobre o seu conhecimentoSlide16: Interface gráfica - qualidade de uma aplicação multimédia depende em larga medida da qualidade da concepção da interface; - interface com qualidade permitirá aceder à informação disponível com o mínimo de esforço. Interactividade - quanto mais rico for o ambiente e maior o grau de interactividade, maior será envolvimento do utilizador. Ferramentas de exploração - meios de orientação que orientam o utilizador e diminuem a possibilidade de se “perder”. Usabilidade - avaliação transversal e generalizada - valor do conteúdo da aplicação; - satisfação global - necessidade e utilidade, tendo em conta aspectos referidos anteriormente; - ferramenta de aprendizagem com efectivo valor; - facilidade de aprendizagem e de utilização; - flexibilidade da utilização; - versatilidade. You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
resumos das apresentacoes elizabeti Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINTLite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 604 Category: Entertainment License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: August 22, 2008 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description No description available. Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript Leituras efectuadas: Leituras efectuadas Avaliação de Software Educativo – Reflexões para uma análise criteriosa – Fábia Magáli Santos; Avaliar Software Educativo – Carlos Fino; A importância do Processo de Avaliação – Elisa Boff e Eliseo Reategui; Contributos para um Modelo da Avaliação de Produtos Multimédia Centrado na Participação dos Professores - Fernando Albuquerque Costa; xxxxxxAvaliação de Software Educativo- Reflexões para uma Análise Criteriosa - : Critérios para uma avaliação de softwares educativos: Professores – devem estar atentos para que utilizem o computador de uma forma responsável e com potencialidades pedagógicas Computador – tem como objectivo promover a aprendizagem: ajudar na construção do conhecimento e desenvolver capacidades. Avaliação de S.E. Avaliar – analisar como um software pode ter um uso educacional: como pode ajudar o aprendente a construir o seu conhecimento e a modificar a sua percepção do mundo, elevando a sua capacidade de participar na sua realidade. É, assim, necessária uma avaliação criteriosa. Avaliação de Software Educativo - Reflexões para uma Análise Criteriosa - Base pedagógica de um S.E.: Base pedagógica de um S.E. Primeira tarefa do professor na análise de um S.E. – identificar a concepção teórica de aprendizagem que orienta; Numa perspectiva construtivista, a aprendizagem surge quando a informação é processada pelos esquemas mentais e agregada a esses esquemas Um S.E. construtivista deve propiciar ao sujeito a possibilidade de aprender com os seus próprios erros. Tem que permitir a intervenção do professor – este é visto como agente de aprendizagem, desencadeador e construtor de uma prática; o feedback dado ao “erro” do aluno é um ponto fundamental na análise de software educativo; Slide5: Numa concepção construtivista – um software para ser educativo deve ser um ambiente interactivo que proporcione ao aprendente: - investigar; - levantar hipóteses; - testá-las e aprofundar o seu conhecimento Tipos de software educacional Tutoriais; exercícios e práticas; programação; aplicativos; multimédia e internet; simulação e modelagem; jogos.Avaliar Software educativo: Avaliar Software educativo O autor faz uma análise comparativa entre a avaliação de manuais escolares por parte dos professores e a avaliação de software educativo; Manuais escolares: O Ministério da Educação fornece critérios de avaliação dos manuais. Aos professores…. Compete ajuizar de acordo com os dados fornecidos e fazer escolhas. Software educativo: Para este tipo de produtos o Ministério da Educação ainda não forneceu critérios de avaliação; Aos professores… Cabe a difícil tarefa de analisarem algo sem conhecimento suficiente para tal. Devem utilizar uma grelha de avaliação? E nesse caso qual?: Devem utilizar uma grelha de avaliação? E nesse caso qual? Tendo em conta esta realidade, o autor questiona se deverão ser construídas grelhas de observação para o software educativo. porém “Nenhuma realidade por mais simples que se nos afigure cabe no espartilho de uma grelha” Carlos Fino Quanto à utilização de grelhas construídas por terceiros, corre-se sempre o risco de “ficarmos reféns de uma objectividade insanável”, ou seja, cada professor deve construir a sua própria grelha consoante o contexto em que se encontra Devem construir uma grelha de avaliação? E nesse caso como?: Devem construir uma grelha de avaliação? E nesse caso como? Na sequência do olhar limitado que uma grelha proporciona, devem ser encaradas com essa mesma consciência e por isso usadas meramente como ferramentas de recolha de informação. Podem ajudar a manter o olhar focado. A questão essencial não está no software, mas sim nos propósitos para que é utilizado. Esses deverão ser os principais elementos de análise, desta forma “a responsabilidade pela definição desses critérios pertence, em ambiente escolar, ao professor, que decidirá de acordo com a maneira que interpreta o seu papel”.Slide9: Processo de desenvolvimento de software educativo: Interdisciplinar Aspectos técnicos Aspectos pedagógicos Aspectos psicológicos e cognitivos do público alvo. Estes aspectos vão definir a qualidade do software educativo: Grau de interactividade; O sucesso, ou alcance, dos objectivos educacionais e sua adequação ao público alvo; Respeito às características do ambiente de aprendizagem escolhido; A importância do processo da avaliação de software educativoSlide10: Métrica da Avaliação de Software Educativo Seis características: funcionalidade confiabilidade usabilidade eficiência portabilidade manutenibilidade O processo de avaliação no NASE: duas fases: 1ª: aspectos pedagógicos 2ª: aspectos técnicos Slide11: 1ª: aspectos pedagógicos: para suportar uma… aprendizagem comportamentalista construtivista 2ª: aspectos técnicos: interface conteúdo documentação função do professor feedback recursos adaptáveis e adaptativos Slide12: Contributos para um Modelo da Avaliação de Produtos Multimédia Centrado na Participação dos Professores Projecto Pedactice promover o envolvimento e a formação de professores na avaliação de software educativo; Problemática da avaliação de software educativo - nem sempre a denominação "Software Educativo" corresponde efectivamente a produtos com valor educativo; - a etiqueta e a publicidade, podem induzir em erro o comprador; - escassez de estudos sobre a utilização pedagógica de aplicações multimédia; - evolução tecnológica constante; apoiar e formar professores na utilização dos recursos multimédia com valor educativo; Pedactice visa contribuir para a definição de um modelo de avaliação de software educativo que apresentamos de seguida.Slide13: Objectos de avaliação - Avaliação e análise criteriosa e específica do software multimédia educativo em contexto de aplicação real, no processo de ensino e aprendizagem. Avaliação centrada nos resultados de aprendizagem É necessário averiguar: - a natureza da aprendizagem; - requisitos da tarefa (objectivos didácticos); - os conhecimentos e capacidades cognitivas dos alunos; - factores contextuais e situacionais; Avaliação centrada na utilização em contexto - a "qualidade na utilização" pretende a melhoria da qualidade da aprendizagem. Avaliação centrada nas características intrínsecas do produto - permite concluir sobre o seu potencial pedagógico; - identificar e tipificar as características importantes para desenvolver a aprendizagem e a utilização como recurso pedagógico para os professores. Slide14: Para uma avaliação descritiva, compreensiva e formadora - opção pelo construtivismo na aprendizagem - avaliação sobretudo descritiva; - "avaliação compreensiva" tende a orientar os professores no uso do software; - metodologia de avaliação deve contribuir para uma base de dados rica, diversificada, autêntica e útil. - participação dos professores na avaliação em situação real, permite o aumento do conhecimento dos professores sobre os programas em análise. Componentes da avaliação - requisitos técnicos - conteúdo da aplicação e os seus aspectos de carácter pedagógico - interface gráfica, interactividade e ferramentas de exploração - "usabilidade" Instrumentos de avaliação - identificação sumária - Ficha de Identificação e Registo de Software; - descrição de carácter mais detalhado - Ficha de Descrição Detalhada; - Grelhas de Avaliação Especializadas - perfil do produto; - Sínteses Descritivas do Potencial Pedagógico; - Relatos de Utilização e Boas Práticas; - Guias de Exploração - orientar a utilização.Slide15: Requisitos técnicos do produto em análise - descrição do hardware e software necessário a um bom desempenho da aplicação multimédia. Conteúdo da aplicação - grau de actualização e correcção científica; - adequação pedagógica dos conteúdos. Aspectos pedagógicos que se devem analisar - público-alvo e perfil de utilizador; - objectivos de aprendizagem visados; - contexto curricular; - estratégias de exploração da informação, actividades e situações de formação e aprendizagem; - modalidades e formas de avaliação das aprendizagens proporcionadas e induzidas pelo manipulação e uso da aplicação. - contínua actividade intelectual do aluno como construtor das suas aprendizagens; - aprendizagem significativa, com possibilidade de transferência para outras situações; - desenvolvimento de capacidades metacognitivas e estratégias de aprendizagem dos alunos, devido à reflexão sobre o seu conhecimentoSlide16: Interface gráfica - qualidade de uma aplicação multimédia depende em larga medida da qualidade da concepção da interface; - interface com qualidade permitirá aceder à informação disponível com o mínimo de esforço. Interactividade - quanto mais rico for o ambiente e maior o grau de interactividade, maior será envolvimento do utilizador. Ferramentas de exploração - meios de orientação que orientam o utilizador e diminuem a possibilidade de se “perder”. Usabilidade - avaliação transversal e generalizada - valor do conteúdo da aplicação; - satisfação global - necessidade e utilidade, tendo em conta aspectos referidos anteriormente; - ferramenta de aprendizagem com efectivo valor; - facilidade de aprendizagem e de utilização; - flexibilidade da utilização; - versatilidade.