Caravana aliviador março 2007

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Slide 1: 

Aliviador www.aliviador.org “A Experiência do Centro multidisciplinar da Dor do Rio de janeiro” – CMD / RJ Dr. Alexandre C. do Amaral Neurocirurgião funcional

Dor - Definição: 

Dor - Definição IASP – 1979 ( Comitêe de Taxonomia ) “ Uma experiência sensitiva e emocional desagradável, associada a lesões teciduais reais ou potenciais, ou descrita em termos de tais lesões ”

Composição da Equipe: 

Composição da Equipe Médicos - 12 Fisioterapeutas - 17 Psicólogas – 02 Enfermeira – 01

Modo Operacional: 

Modo Operacional Multidisciplinar com intervenções Interdisciplinares. Discussões de casos clínicos semanais Programa de Educação Permanente em Dor – Aulas semanais

Fluxograma do Atendimento: 

Fluxograma do Atendimento Atendimento Clínico Proposta de Tratamento Acupuntura Fisioterapia Saúde mental Especialistas Médicos ou Fisioterapeutas

Qual é nossa experiência ?: 

Qual é nossa experiência ? Horizontalização na Condução do Tratamento Educação Permanente para toda Equipe Conhecimento mútuo entre os profissionais Reconhecimento de padrões de comportamento dos pacientes

O que nós aprendemos ?: 

O que nós aprendemos ? Nem Todos os Pacientes que tem Dor por Muito tempo São PACIENTE DE DOR CRÔNICA Alguns Tipos de Personalidade Tendem a Desenvolver dor Crônica

O que nós aprendemos ?: 

O que nós aprendemos ? Se o Paciente não Consegue Fazer a Transição para um estado de ajustamento a uma incapacidade Crônica se torna um Paciente de Dor Crônica A Dor está Frequentemente Aumentada e Distorcida

O que nós aprendemos ?: 

O que nós aprendemos ? Ajustar as Expectativas do Paciente e da Equipe Multiprofissional Buscar Metas mais Realistas de Qualidade de Vida O Paciente confunde o Sofrimento pela incapacidade Física Com Dor

O que nós aprendemos ?: 

O que nós aprendemos ? A incapacidade de enfrentar uma condição Física incapacitante é mais Importante que a Nocicepção Mudar a Percepção Distorcida de sua condição dolorosa é mais importante que atuar diretamente buscando analgesia Redefinição e Reavaliação Constante da condição do Paciente

Comportamento Doloroso: 

Comportamento Doloroso Ampliação das queixas Exagero em Expressões faciais e corporais ( Braços, Pernas, Cabeça e Troncos ) A Dor está Frequentemente Aumentada e Distorcida

Comportamento Distorcido: 

Comportamento Distorcido Procurar um médico é o mais importante – “ Doctor Shopping ” Estabelece metas Inatingíveis Ganhos secundários são Menores que as Perdas Primárias

Reabilitação Física: 

Reabilitação Física Que Técnica fisioterápica o paciente experimentou ... Ênfase na orientação Back school

FISIOTERAPIA ≠ “ENROLOTERAPIA”: 

FISIOTERAPIA ≠ “ ENROLOTERAPIA” OSTEOPATIA MIOFASCIOTERAPIA MOBILIZAÇÃO NEURAL TÉCNICAS POSTURAIS – RPG/RPM, GDS etc ALONGAMENTO CONTROLE MOTOR MAITLAND PILATES ROLFING PRT JONES ISOSTRETCHING ENERGIA MUSCULAR

ORIENTAÇÕES...: 

ORIENTAÇÕES...

ORIENTAÇÕES...: 

ORIENTAÇÕES...

Reabilitação Psíquica: 

Reabilitação Psíquica Terapia cognitivo comportamental ? Identificação da Fase em que o Paciente se Encontra Tratamento da Equipe de saúde

Padrões de Convívio com a dor: 

Padrões de Convívio com a dor EU = DOR EU DOR Caótico Dependência EU DOR Repulsa EU DOR Integração

Neurocirurgia Funcional: 

Neurocirurgia Funcional Ablativos Estimulatórios Neurorestaurativos

Acupuntura: 

Acupuntura Agulhamento seco Estimulação Transcutânea Inativação de Pontos Gatilho com Xylocaína

Fisiatria: 

Fisiatria Condução do Processo de Reabilitação Técnica de Fisher Prótetização Precoce

Anestesia: 

Anestesia Clínica da dor Bloqueios anestésicos Analgesia Preemptiva

O que nós aprendemos ?: 

O que nós aprendemos ? Todos os Métodos Anestésicos, Analgésicos e Neurocirúrgicos devem ter como Função Favorecer o Diagnóstico ou a Reabilitação

Slide 32: 

Muito Obrigado !!! E-mail: amaral@centrodador.com.br