Slide 1:Prof. Dominique GRANDJEAN
K9 Breeding and Sport Medicine
National Veterinary School of Alfort
Colonel Paris Fire Brigade NUTRIÇÃO
A palavra-chave para performance
e prevenção
em cães de trabalho
Slide 2:Energia Uma nutrição balanceada… Proteínas Carboidratos Minerais Vitaminas Gizmos … …
...alimentação de maneira correta :...alimentação de maneira correta
Slide 4:Um bom programa nutricional deve ... … fornecer uma qualidade ótima de energia em quantidades adequadas … minimizar o volume e o peso do bolo intestinal
… ajudar a manter o animal adequadamente hidratado
… levar em conta a forma corporal do animal
… ajudar a maximizar a atividade dos elementos ergogênicos
… preencher as lacunas fisiológicas criadas pelo estresse
…ser um verdadeiro fator preventivo de “stamina” relacionado com problemas gastrointestinais
Slide 5:Alimento Ingrediente Nutriente O « duplo quebra-cabeças» do alimento Porque a nutrição é difícil num cão de trabalho?
Slide 6:Velocidade Estresse Resistência Esforço Clima A « mudança do quebra-cabeças» da necessidade animal Porque a nutrição é difícil num cão de trabalho?
Slide 7:Homogeneização Processo Industrial Tratamento Térmico Qualidade « ISO » Segurança Tratamentos mecânicos Porque a nutrição é difícil num cão de trabalho?
Slide 8:Necessidade Animal Processo Industrial 50 nutrientes essenciais Composição do Ingrediente Consequência do processo Evolução Conhecimento Porque a nutrição é difícil num cão de trabalho?
Slide 9:Como a nutrição progride ? Conhecimento da biologia animal Bioquímica celular Fisiologia dos órgãos Condições clínicas
do animal
Slide 10:Conhecimento da composição dos ingredientes Origem
abordagem global Elementos Nutricionais
« famílias » Moléculas essencias
ou funcionais Como a nutrição progride ?
Slide 11:Conhecimento dos processos industriais Mistura dos ingredientes
básicos Abordagem
Industrial Pesquisa Como a nutrição progride?
Slide 12:Necessidades energéticas dos cães de trabalho :
da quantidade à qualidade
Slide 13:DILL, 1932 « Com uma temperatura externa baixa e adequado suplemento de oxigênio, e quando o combustível e água são fornecidos, a performance do cão é virtualmente incansável » Fonte Energética
Triglicérides
Glicogênio
Creatina – Fosfato
ATP Homem
˜ 2000
˜ 150
0,35
0,07 Cavalo
˜ 4000
˜ 100
0,35
0,07 Cão
˜ 7000
˜ 60
0,35
0,07 [in Kj/kg Bw]
(from Poortmans, Sheng 71, Statfeld 78, Costill 79, Issekutz 84)
Slide 14:Quanto de energia para um cão de trabalho? A quantidade diária
necessária
para manter um peso
corporal adequado
Slide 15:Fator de multiplicação ou a necessidade energética vs manutenção Grandjean 1991 Evolução da necessidade energética em esforços prolongados Dispêndio variável de acordo com a distância e o clima
« Cão de corrida de 23 Kg numa corrida de longa distância consome mais de 11.000 kcal/d (8x MER) ; comparando com um ciclista no « Tour de France »: 8000 kcal /d »
Hinchkliff 1997
Slide 16:Necessidade energética e o Clima
Slide 17:23 kg
11 000 kcal/dia Necessidade energética em esforços prolongados
Slide 18:Michael DAVIS (2007) 240 kcal/lb/d Iditarod vs 100 kcal/lb/d Tour de France 500 kcal/kg/day ? 20kg ? 10 000 kcal/dia MANUTENÇÃO
[20 X 1320,75] TERMORREGULAÇÃO
[0,3% por °F] MOVIMENTO
[200km in 12 horas]
Slide 19:Custo energético por hora numa corrida 30 km/h [sprint] x 100 m # 750 kcal/hora 25 km/h [mid distance] x km # 6000 kcal/hora 20 km/h [stage race] x 10 km # 500 kcal/hora 15 km/h [Iditarod style] x 100 km # 380 kcal/hora Cão de 20 kg
Slide 20:Exemplos de variação da necessidade energética em cães de trabalho
(em fatores de multiplicação da Necessidade Energética de Manutenção) MANUTENÇÃO
TRABALHO LEVE, 1 hora
TRABALHO PESADO, 1 hora
TRABALHO, 1 dia
GREYHOUND - treinamento
CÃES DE TRENÓ 1
1,1
1,3
1,4
1,2
3 até 6
Slide 21:Quanto de energia para um cão de trabalho ? MAIS ! DURAÇÃO DA
RESISTÊNCIA INTENSIDADE
DA RESISTÊNCIA CLIMA
TEMPERATURA VARIAÇÕES
INDIVIDUAIS BONS HANDLERS CONHECEM SEUS CÃES
Slide 22:Energia do alimento :
porque falar sobre"qualidade" ? Qual o tipo de combustível para qual tipo de trabalho ?
Slide 23:Resistência Aero e/ou Anaerobica • Anaeróbico Alactic
• Anaeróbico Lactic
• Aeróbico Nutrição
Treinamento Grandjean 1991 % do trabalho Fisiologia do exercício nos Cães
de Trabalho
Slide 24:Salto
Ataque Curto
Greyhound
Agility
Ring Competition
Field Trial
Newfoundland
Tracking/Country
Pastoreio
Caça
Corrida de Trenó +++
++
+
#0
#0
#0
#0
#0
#0
#0
#0 * Except speed races : + to ++ Anaerobiose
Alactica Tipo de Esforço Anaerobiose
Lactico +
++
+++++
++++
+++
++
+
#0
#0
#0
#0* Anaerobiose #0
+
++
++
+++
+++
++++
++++
+++
++++
+++++ Intensidades relativas de diferentes energias
metabólicas usadas durante exercícios para cães
Slide 25:? Muito alta VO2max Nutrição
Treinamento Comparação de VO2max Desempenho
Muito pobre
Pobre
Médio
Bom
Muito bom Cavalo
70
90
110
130
160 Homem
45
55
65
75
85 Cão
80
100
130
180
220 VO2max [mlO2/min/kg] Fisiologia do Esforço em Cães
De Trabalho
Slide 26:Gordura + O2 ? ENERGIA GLICOGÊNIO ? LACTATO + ENERGIA CAPACIDADE
ANAERÓBICA
LÁCTICA CAPACIDADE
AERÓBICA LIMIAR
ANAERÓBICO INTENSIDADE
[VELOCIDADE] TIME
Depleção do glicogênio muscular após esforço :Repleção do Glicogênio é importante Depleção do glicogênio muscular após esforço g glicogênio / 100 g de tecido muscular Wakshlag 2002 30 min on a treadmill velocidade média: 6,6 m / sec (24 km/h)
Taxa de repleção do glicogênio muscular com ou sem suplementação :Taxa de repleção do glicogênio muscular com ou sem suplementação Quanto mais intensa for a sessão do exercício,
mais eficiente a suplementação se mostrará
Reynolds 1997 Wakshlag 2002
Slide 29:Inuit
Greenland
Nansen
Baashus-Jenssen Wyatt
Orr
Durrer
Hammon
Taylor Kronfeld
Brzezinska
Grandjean
Reynolds
Hinchkliff, Grandjean Pemmican + Gordura Mais que 30% Godura/MS HFD prevenção da rabdomiólise
Cão oxida FFA durante o trabalho de resistência
HFD melhora o tempo de corrida
Adaptação ao HFD
Necessidade de suplementação com antioxidantes 1900 1950 1980 Abordagem histórica Alimento seco Alimento seco Alimento úmido
Slide 30:Concentração plasmática de ácidos graxos (mmol/l) Reynolds, 1996 Mesmo antes de um treinamento, uma dieta alta em gordura incentiva o consumo de ácidos graxos pelo músculo. Influência da gordura na
quantidade de ácidos graxos livres
Slide 31:% Volume mitocondrial/fibra muscular Reynolds 1996 Uma dieta alta em gordura, melhora a habilidade para « queima » de gordura. Influência do conteúdo de gordura
sobre o volume da mitocondria.
Slide 32:ml O2/kg/sec Reynolds 1996 Uma dieta alta em gordura aumenta a quantidade de oxigênio disponível para os músculos: resistência é melhorada Influência da dieta no VO2 Max
Slide 33:Se os músculos preferencialmete utilizam a gordura, a reserva de glicogênio será economizada.
A reserva de glicogênio poderá ser exaurida entre 2 horas
Reserva de gordura é quase ilimitada. Uma dieta alta em gordura
retarda o aparecimento de fadiga.
Slide 34:Qualidade da energia em cães de trabalho Energia rapidamente e facilmente disponível para utilização local
(célula muscular)
Balanço de componetes energéticos geram:
- desperdício mínimo
- eficiência máxima
- sem risco metabólico de « blocage »
? Digestibilidade excelente
? Fácilmente metabolizável
? Existência de auxiliares ergogênicos GORDURAS
Slide 35:Soro de uma cão de trabalho
antes e depois do exercício Soro de uma cão de esporte após exercício
« refrigeration test »
Slide 36:Qualidade da energia em cães de trabalho « FUNNY FATS » Coco, coprah oil
Utilização digestiva e metabólica similar a água
Não necessidade de acil-carnitina
Sem risco de produção de corpos cetônicos
« Gorduras rápidas » ÁCIDOS GRAXOS DE CADEIA CURTA
Slide 37:« FUNNY FATS » PUFA
Essencial
Aumento da permeabilidade da membrana
celular ao O2
Aumento da capacidade de deformação
da membrana celular
Efeito anti-inflamatório
Omega 6 / Omega 3 ˜ 5 ACIDO GRAXO OMEGA 3 Qualidade da energia em cães de trabalho
Slide 38:« FUNNY FATS » ? Qualidade das fezes OUTROS PAPÉIS DOS ÁCIDOS GRAXOS Gordura + O2 H2O
100 g 107g água metabólica Glicerol ? hidratação intracelular ? consumo de H2O Qualidade da energia em cães de trabalho
Slide 39:10-15 p100 Gord/MS 20 p100 Gord/MS Sprint Aero>Anaero Resistência ?? 20 p100 de gordura como ácidos graxos de cadeia
curta
?? Omega 6 / Omega 3 # 5 30-50 p100 Gord/MS
Slide 40:Porque o treinamento
e a nutrição devem estar
estreitamente relacionados
nos cães de trabalho?
Seleção Genética :Seleção Genética Respeito da alta motivação Educação específica Equipamentos específicos Habitação e manejo Acompanhamento clínico e biológico Treinamento físico Nutrição adaptada
Não existe uma capacidade física universal nos cães :Não existe uma capacidade física universal nos cães Treinamento e nutrição devem ser
adaptados
Para cada tipo de trabalho/esporte a montagem do quebra-cabeça será diferente :Para cada tipo de trabalho/esporte a montagem do quebra-cabeça será diferente Motivação Respect
of biology Velocidade Explosão Propriocepção Enduro Resistência Força
Treinamento físico do animal de trabalho :Poque ?
? Enduro [tempo de trabalho]
? Resistência [intensidade do trabalho]
? Propriocepção [movimentos fáceis]
? Adição [prevenção do estresse]
? Explosão [saltos] Treinamento físico do animal de trabalho
Treinamento Físico do cão de trabalho :Como ?
1- Esforços prolongados/enduro
• Elevação do VO2 max
• Resistência longa regular, progressiva,
baixa a média intensidade
• 3 corridas semanalmente de 3, 5, 7 km a velocidade de12-14 km/h
• Cuidado com excesso de treinamento Treinamento Físico do cão de trabalho
Treinamento Físico do cão de trabalho :Como ?
2- Trabalho de resistência
• Natação (piscina, lago), uma vez por semana por 30 minutos
• Intervalo do treinamento
? brincadeiras com brinquedos
? 5 repetições de 10 exercícios
tempo de descanso = ½ tempo de corrida
diminuição progressiva do tempo de descanso
? corrida em « treadmill »
? aumentar a velocidade cada 2-3 min.c/ 1 min
de descanso entre elas
• Aumento e corridas em declives Treinamento Físico do cão de trabalho
Treinamento Físico do cão de trabalho :Como?
3- Trabalho de propriocepção
• Corridas em declive
• Obstáculos específicos Treinamento Físico do cão de trabalho
Treinamento Físico do cão de trabalho :Como?
4- Adições para….
• Ruídos
• Pessoas
• Fogo
• Escuridão
• Fendas/lacunas
• … Treinamento Físico do cão de trabalho
Treinamento Físico do cão de trabalho :Como?
5- Força de explosão
• Musculação pura
? sustentação de peso (pneus)
? manto com peso
• Saltos
? distância
? altura Treinamento Físico do cão de trabalho
Slide 50:PROTEINAS ? Aumento do turn over de estruturas Aumento da demanda de
aminoácidos essenciais [hormônios
peptídicos] ? Impacto de stress a longo prazo ? Aminoácidos glicogênicos
Slide 51:[Kronfeld, 1988] Cuidado com a relação Proteína/Caloria[PCR] Fim da temporada de corridas Tempo
(semanas) Hemoglobina (g/dlr) 32 a 40% PROTEINAS / MS 26 a 28% PROTEINAS / MS
Slide 52:REYNOLDS, 1999 Efeito da ingestão de proteína durante treinamento
sobre as variáveis bioquímicas e performance em cães de trenó Proteínas [% de EM]
(% em 4500 kcal EM/kg ração seca)
Hematócrito (p100)
VO2max (ml/min/kg)
Problemas musculares 18
(20)
46 ± 0.1
128 ± 80
8/8 23
(26)
48 ± 2
174 ± 12
1/8 29
(33)
50 ± 1
180 ± 12
0/8 35
(40)
50 ± 1
174 ± 12
0/8
Slide 53:Baixa absorção de água e eletrólitos Pobre digestão e absorção de nutrientes Mudança do tempo de trânsito gastrointestinal Alta permeabilidade do intestino e cólon Excessiva fermentação bacteriana Digestibilidade das Proteínas
Possíveis causas da pobre tolerância digestiva
Slide 54:Balanço de aminoácidos essencias Valor biológico das Proteínas
Slide 55:Oxigênio:
Vital mas perigoso...
relacionado com o estresse oxidativo
em cães de trabalho
Slide 56:ESTRESSE A PALAVRA-CHAVE PARA CÃES DE TRABALHO Resistência Situação Oxigênio Estresse metabólico Estresse mental Estresse celular Problemas patológicos
específicos
ESTRESSE OXIDATIVO :ESTRESSE OXIDATIVO Estado de reações oxidativas ultrapassando a defesa antioxidante do organismo Distúrbios das funções celulares Patologia Aguda Crônica
Slide 58:Nível Basal Nível de estresse oxidativo Problemas patológicos agudos
[Medicina esportiva] Doenças Crônicas Músculo Coração Intestino Cancer Sistema nervoso Olhos Coração Cartilagem Estresse temporário e agudo Longo prazo de desbalanço ou estresse oxidativo crônico
Slide 59:Trato Digestório ANEMIA DO ESPORTE PROBLEMAS EM MÚSCULOS E TENDÕES FRATURAS DE ESFORÇO PROBLEMAS CLÍNICOS RELACIONADOS AO ESTRESSE EM CÃES DE TRABALHO PROBLEMAS ARTICULARES CRÔNICOS FRAGILIDADE RESPIRATÓRIA SÍNDROME DA MORTE SÚBITA Úlceras gástricas
Diarréias por estresse Sensível a pneumonia
« Ski-asma » Like Syndrom
Slide 60:Disfunções relacionadas ao estresse Evolução da hemoglobinemia em função da porcentagem de proteína nos alimentos durante a temporada de corridas « Trabalho » anemia ??? Proteína no alimento
??? Antioxidantes no alimento
Slide 61:Cãimbra Ruptura Lesão Não
Lesão Inflamação Ruptura Rabdomiólise
consequente Ruptura do tendão Diagnóstico preciso Ruptura Muscular Disfunções relacionadas ao estresse Patologia dos músculos e tendões
Slide 62:FIBRAS MUSCULARES NORMAIS ESTRESSE OXIDATIVO Destruição das fibras musculares Disfunções dos vasos musculares
Slide 63:Lesão muscular induzida por
estresse celular oxidativo
Slide 64:Resistência na aerobiose ? processo oxidativo
Alto nível de consumo de oxigênio ? radicais livres
Fonte de energia ? oxidação dos lipídeos
Ambientes extremos ? estresse ambiental
Trabalho intenso, motivação ? estresse psicológico Condições para um estresse oxidativo intenso Poque o cão de trabalho é um modelo ?
Slide 65:6000 m Licancabur (Chile) «Chiens des cimes - Licancabur»
Licancabur ; Chile ; 6000 metros :Licancabur ; Chile ; 6000 metros Membros da expedição ? Brigada de Sapeurs Pompiers de Paris
? Carabinieros do Chile
? Unité de Médecine de l’Elevage et du Sport
? Centro de Pesquisa Royal Canin
? Logistics and media crew 10 cães
20 pessoas
Licancabur ; Chile; 6000 metros :Licancabur ; Chile; 6000 metros Cronologia e logística Paris (France) Santiago (Chile) Antofagasta 2500 m San Pedro
de Atacama 4500 m Basecamp
(Bolivia) 6000 m Inca temples ruins
Licancabur ; Chile; 6000 metros :Licancabur ; Chile; 6000 metros Protocolos Científicos Grupo 1 : 35/20 alimento seco Grupo 2 : 35/20 alimento
seco + Vitamina E (500 mg/dia) Vitamina C (500 mg/dia) Omega 3 (300 mg/dia)
Licancabur ; Chile; 6000 metros :Grupo 2 >> Grupo 1 Consequências biológicas e nutricionais de um trabalho a alta altitude em cães de busca e salvamento:
The scientific expedition Chiens des Cimes-Licancabur
The journal of nutrition, Vol. 128, No 12S, December 1998, 2694S-2697S ? Vitamina E plasmática ?
? Índice de resistência peroxidativa ?
? Transferência de oxigênio para o trabalho celular ?
? Problemas clínicos ? ?
- Diarréia por estresse
- Rigidez muscular e rabdomiólise
- Edema pulmonar agudo Licancabur ; Chile; 6000 metros
Slide 70:4500 m Chamonix (France) «Chiens des cimes
Mont-Blanc»
Slide 71:Mont-Blanc : cronologia
Slide 72:Anti-oxidante plasmático total)
Nível do Mar vs Altitude Placebo Propentofylline TPAO
(mmol/l)
Slide 73:ECG Segmento abaixo de ST :
Linha de base / segmento ST
=> Isquemia devido a hipóxia cardíaca
0,2 mV < NORM < + 0,15 mV
Trabalho intenso em altitude
Grupo tratado : OK P P Q Q S S R R T T Dog : Patcho Complexo PQRS – Trabalho em Altitudes – Grupo tratado Base line Mont-Blanc 2004 : Resultados
Slide 74:ECG Complexo PQRS – Trabalho em Altitudes – Grupo placebo Dog : Malouk P P Q Q S R R T S T Segmento abaixo de ST :
Segmento ST
Isquemia devido a hipóxia cardíaca
0,2 mV < NORM < + 0,15 mV
Trabalho intenso em altitude
Grupo placebo: hipóxia severa do músculo cardíaco -0,4 mV Base line Mont-Blanc 2004 : Resultados
Slide 75:Vida no Canil Musher’s Stress Percepção
competição / treinamento Psicológico Treinamento Intenso Performance
(corridas) Repetição das competições Físico Nutrição Preventiva ESTRESSE
OXIDATIVO Lesão das células e orgãos
Slide 76:carotenóides Vitamina E Vitamina E Vitamina E + C+carotenóides Vitamina E+ carotenóides Sítios de ação dos nutrientes e enzimas antioxidantes Membrana celular
Slide 77:L. Carnitina
Ácido aspártico
Arginina
Bicarbonato de sódio
Dimetil-glicina
Inosina
L. Triptofano
Vitamina E
Ácido ascórbico
Metilsulfonilmetano
Superóxido dismutase vetorizada
Probióticos +
0
0
+
++
0
+?
+++
+
0
++
+ ++
+?
+?
0
+
+
+?
+++
++
0
++
+ +++
+?
+?
0
0
0
+?
+++
++++
0
+++
+ ++
?
?
?
?
++
0
++
+
0
++
0 50 mg
?
?
400 mg
1,5 mg
10 mg
5 mg
20 mg
20 mg
-
20 mg
? sim
?
sim
sim
sim
sim
?
sim
sim
?
sim
sim Eficiência de diferentes auxílios
ergogênicos nutricionais disponíveis no mercado PRODUTOS Esforço
rápido Esforço
Interm. Esforço
prolongado Recuperação Dose
diária
(/kg) Inofensivo ATIVIDADE USO
Slide 78:Prevenção:
a chave do sucesso
Slide 79:Otimisação
da performance Prevenção/Tratamento
de problemas específicos Nutrição Traumatologia
Afecções
estresse-relacionadas
Perda de performance
Reabilitação rápida Cães de trabalho Genética Comportamento Treino Pontos-Chave da performance Cães de trabalho
Desordens do trato digestório estresse induzidas :Fezes amolecidas Diarréia de estresse Vômitos Estresse do trato digestório Desordens do trato digestório estresse induzidas
Slide 81:Disfunções estresse-relacionadas Excesso de treinamento
+
Ambiente hostil
+ -
« Doping » Úlceras gástricas Vômito com sangue Ruptura estomacal/morte Descanso + tratamento médico Ulcerações gástricas
Slide 82:? FATORES DE ESTRESSE ? ABUSO DE FÁRMACOS - Excesso de treino
- Excesso de corridas
- Traumas
- Sepsis
- Repressão 1. ORIGEM - NSAIDs Ulcerações gástricas
Slide 83:- Casos « dramáticos » são raros
- Vômitos inexplicáveis
- Sangue no vômito
- Morte súbita 2. ABORDAGEM CLÍNICA Ulcerações gástricas
Úlceras gástricas em cães de corrida de trenó :Úlceras gástricas em cães de corrida de trenó Estudos conduzidos durante Iditarod 2000 e 2001
[Davis, Oklahoma State University]
Prevalência ulceração gástrica, erosão, hemorragia ou cães « caídos »
35 p100 em 2000
48.5 p100 em 2001
Estudo da relação entre duração do exercício e doenças gástricas
[Davis, Oklahoma State University]
42 cães escolhidos aleatoriamente para exame após 1 a 5 dias
consecutivos de corrida 100 milhas/dia
Exercícios de enduro aumenta a perda intestinal de proteína
Exercícios substanciais causam alterações gástricas
Slide 85:Estudos conduzidos em Beagles
[Bersenas, Ontario Veterinary College]
Ranitidina [Zantac]
Famotidina [Pepcid]
Pantoprazol [Protonox]
Omeprazol [Mopral]
Estudos em Huskies do Alaska de corrida
[Wialliamson, Oklahoma Sate University]]
Famotidina [Pepcid] é efetivo na redução da severidade de doenças gástricas induzidas por exercícios
? 22 mg/cão/24 horas Úlceras gástricas em cães de corrida de trenó
Slide 86:? Frequencia de defecação, volume, consistência, coloração altamente variável
? Desidratação extracelular (perdas de eletrólitos)
? Caquexia (perda de nutrientes)
? Anorexia
? ± vômitos, ± hipertermia
? ± tenesmo
? ± melena e/ou hematoquezia A SÍNDROME ESTRESSE-DIARRÉIA-DESIDRATAÇÃO
Slide 87:EXERCÍCIO CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA ?? MÚSCULOS
?? TRATO DIGESTÓRIO DANOS À MUCOSA DIGESTIVA
REDUZIDO TURN OVER DO MUCO
REDUÇÃO DA REABSORÇÃO DE ÁGUA
EROSÃO DOS VASOS INTESTINAIS DIARRÉIA OSMÓTICA
± SANGUE FRESCO
COLITE ISQUÊMICA SECUNDÁRIA ISQUEMIA ENTERAL DE EXERCÍCIO
Slide 88:? SÍNDROME “CECAL SLAP’’ ? “RUNNER’S TROT” ? INDUZINDO DESIDRATAÇÃO EXTRACELULAR - Microtraumas na mucosa
- Excesso de ferro na dieta Descontroladas contrações espasmódicas dos músculos
do cólon
- Dor, tenesmo e diarréia com sangue OUTROS FATORES
ENVOLVIDOS
NA “DIARRÉIA DE ESTRESSE“
Slide 89:Anorexia W O C
Stress DIARRÉIA DESIDRATAÇÃO
EXTRACELULAR Círculo Vicioso A SÍNDROME ESTRESSE-DIARRÉIA-DESIDRATAÇÃO
Slide 90:Prevenção Nutricional da
diarréia estresse relacionada
Slide 91:superfície de troca correspondente a 1 g de zeolita: centenas de m2 / g Uma grande superfície de troca Porosidade muito alta
Absorção do excesso de água no intestino (mais de 50 % do seu próprio volume) Argilas : propriedades da Zeolita e Smectita
Slide 92:Mannan-Oligo-Sacárides (MOS) Fibras não fermentáveis
Dupla ação a nível intestinal:
« lure effect »/ bactérias patogênicas
2) « Booster » efeito na imunidade local:
Aumento da produção de IgA (O ’Carra 1996, 1997)
Slide 93:= Efeito de barreira Efeito de 1g FOS /d sobre bifidus na nutrição humana Douglass Brown, 1996 FOS: efeito de regulação da flora bacteriana
Slide 94:Fibras solúveis formando um gel viscoso com a água contida no trato digestório
Pode reter 10 x seu próprio volume em água
Reduz tempo de esvaziamento gástrico
Redução do pico glicêmico pós-prandeal
Aumenta a viscosidade das fezes e facilita sua eliminação
Psyllium é sugerido em casos de Constipação no Homem Mucilagens : Psyllium
Dor e sua origem no esporte / cães de trabalho :Dor e sua origem no esporte / cães de trabalho 1. Músculos e tendões Sem lesão Lesão Cólicas
Contraturas
Fibras fadigadas Rupturas
Hematoma
Rabdomiólise
Slide 96:Hidratação correta
70 a 300ml / kg / d Nutrientes antioxidantes
Slide 97:Fraturas de estresse 2. Ossos e fraturas Tendinite, bursite entorses, deslocamentos Dor e sua origem no esporte / cães de trabalho
Balanço de Cálcio :Balanço de Cálcio Nem muito, nem pouco: evitar excessos e deficiências… 250 a 600 mg/kg/day
Reforçar a integridade das cartilagens: GAGs :Reforçar a integridade das cartilagens: GAGs Condroitina
degeneração da cartilagem
Glicosamina
síntese de proteoglicanos
Slide 100:Inflamação Interdigital Nível 1
Slide 101:Dermatite Interdigital – Prevenção Genética Estudos sobre a produção de suor
Slide 102:Lesões de coxim
Slide 103:Gelatin GAGS 20 g/cão/dia 500 mg/cão/dia
Slide 104:Superaquecimento Disfunções relacionadas ao estresse RADIAÇÃO (60%) CONVECÇÃO
(3 a 12 %) Energia
Química
100 Energia mecânica
25 Acúmulo
de calor
75 Transferência de calor durante esforço VAPORISAÇÃO
(28 a 37%)
Performance :Performance Prevenção
Slide 106:Treinamento
VO2 max ? ?
Tolerância ao Lactato
Força Muscular
Poder anaeróbico láctico
Balanço de movimento
Trabalho como brincadeira
Células vermelhas ? ?
Estresse oxidativo ? ? Metas
ENDURO
RESISTÊNCIA
FORÇA
VELOCIDADE
PROPRIOCEPÇÃO
MOTIVAÇÃO
TRANSPORTE DE O2
ESTRESSE NUTRIÇÃO
Gordura…
LDH : Zn ; Vitaminas B…
Tendões e músculos sólidos: Proteínas, Ca, P…
Glicogênio, Vit B…
Qualidade das articulações : gags, omega3, oe…
Neuromediadores: aminoácidos
Anemia de esporte: proteínas
Nutrientes antioxidantes
Slide 107:Manejo alimentar Ad libitum ou não Ad libitum ?
Prevenção de ingestão insuficiente durante corridas Fornecimento de água Checar a água consumida no canil
Slide 108:? Fracionada
? Oferecer 1/4 3 horas antes da corrida e ¾ uma hora após
? comportamento digestivo
. Número de refeições [prevenção da diarréia por estresse]
. Comportamento estomacal [seco vs reidratado] Refeições Manejo alimentar
Slide 109:Síndrome Stress Diarréia Desidratação Prevenção através do manejo alimentar Nutrição: o ponto chave da prevenção
Slide 110:SOBREVIVÊNCIA MÉDICA E BIOLÓGICA SELEÇÃO GENÉTICA PROGRAMAS DE TREINAMENTO PLANEJAMENTO NUTRICIONAL RESPEITO DE ALTA MOTIVAÇÃO PONTOS PARA A PERFORMANCE DE CÃES DE TRABALHO TRANSPORTE VIDA NO CANIL EQUIPAMENTOS
Slide 111:MEDICINA PREVENTIVA DEDICADA FISIOTERAPIA OTIMIZAÇÃO DA PERFORMANCE PATOLOGIAS ESPECÍFICAS
Slide 112:Perguntas?