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Premium member Presentation Transcript SeminárioUERN : SeminárioUERN Prof. Dr. Daniel Brito de Freitas IFRN Campus João Câmara FORMAÇÃO DE CAUDAS MAXWELLIANAS E O PROBLEMA DO TRIPLETO BOLTZMANNIANO Mossoró, Setembro de 2010 Slide 2: Sumário da Apresentação: Introdução Modelo unificado para a taxa de perda de momentum angular devido ao vento magnético estelar Modelo para a Desaceleração Rotacional Generalizada Distribuição (,)-Maxwelliana Conexão Teoria-Observação Apêndice Problema atual: o Tripleto Boltzmanniano Slide 3: Do contexto da rotação estelar os trabalhos de Skumanich (1972), Soderblom (1983), Barry et al. (1987), Soderblom et al. (1991) e Pace & Pasquini (2004) nos revelam que o decaimento rotacional segue leis não-exponenciais do tipo: <vsini>=a+bt-, onde: 1/2 1.47. Do contexto da mecânica estatística é possível extrair duas vertentes: as distribuições no equilíbrio e fora do equilíbrio. Boltzmann-Gibbs, Tsallis (1988) e Kaniadakis (2001). 1.1. Motivação 1. Introdução Slide 4: Trabalhos de Chandrasekhar & Munch (1950), Huang (1965, 1967), Deutsch (1970) e Gaigé (1993) e, mais recentemente, os trabalhos de Soares et al. (2006) e Carvalho et al. (2008,2009). Problema do neutrino solar (Kocharov et al. 1974,1975; Clayton et al. 1975). Formação de caudas maxwellianas (Krook & Wu 1974). Distribuição de velocidade dos elétrons no interior estelar (Roussel-Dupré 1980). Distribuição Maxwelliana anisotrópica (Cuperman et al. 1986). Relação entre a entropia de Boltzmann-Gibbs e as caudas de alta energia condições físicas especificas. 1.2. Estado da arte Slide 5: 1.3. Proposta do trabalho Obter, através da Mecânica Estatística de Boltzmann-Gibbs fora do equilíbrio, distribuições que descrevam a rotação estelar valendo-se de condições de contorno específicas deste contexto. Estas condições serão extraídas da conexão entre a taxa de perda de momentum angular através do vento magnético e a desaceleração rotacional culminando em um modelo que gere distribuições que propiciem ajuste + física. Nosso objetivo central: mostrar que é possível formar caudas maxwellianas de alta energia no contexto da rotação estelar sem recorrer às estatísticas generalizadas. 2. Modelo unificado para a taxa de perda de momentum angular devido ao vento magnético estelar : 2. Modelo unificado para a taxa de perda de momentum angular devido ao vento magnético estelar Parametrização de Kawaler (1988): Parametrização de Chaboyer et al. (1995): Slide 7: Modelo padrão: a=1 2.1. Perda de momentum angular para estrelas de alta e baixa rotação seguindo a parametrização (,) : Das equações de Kawaler e Chaboyer et al. propomos um modelo unificado para dJ /dt devido à presença de um crossover: Considerando que: respectivamente, e , temos que: Se =, temos que 2.1. Perda de momentum angular para estrelas de alta e baixa rotação seguindo a parametrização (,) Slide 9: Conjectura: Comparando os modelos, temos: 3. Modelo para a Desaceleração Rotacional Generalizada : 3. Modelo para a Desaceleração Rotacional Generalizada Problema inicial: Condições de contorno: f(t) = força externa (impulso inicial); Efeitos no interior estelar são negligenciados; Colapso da nuvem = massa crítica de Jeans (não forma ...); Conservação de J: Fator determinante: a rotação. Slide 11: Iniciar com =1: Até t= (nuvem em repouso); <t<+ (ação da força f(t)); Efeito do golpe inicial: Para t< a velocidade se anula. No contexto da rotação estelar =KH (~ 0.02 giga-anos – tipo solar). Rmin e Imin Rmax e Imax Slide 12: Para n impulsos: Caso geral: Se f(t) é contínua ela produzirá em d um impulso: Efeito cumulativo: Slide 13: Impulsos “instantâneos”: KH << N. (“função fortemente concentrada”) formalismo das Funções de Green: Slide 14: A função G(t|;) é a velocidade rotacional no tempo t devido a uma força de magnitude unitária concentrada em . Qual a forma de f(t) que satisfaz a Eq. (4.13)? 3.1. Equações dinâmicas para a rotação estelar : 3.1. Equações dinâmicas para a rotação estelar Considerando as taxa de M e R ~ 0, temos que: Propriedades Slide 16: Solução geral para a Eq. (4.28) para 1: Soluções: Termo A: Termo B: Slide 17: Soluções assintóticas: Regime A (tempos curtos): 0<t<<t*β Regime B (tempos intermediários): t*β<t<<t**α Regime C (tempos longos): t>>t**α Slide 18: No formalismo das Funções de Green: Onde: Quadri-parâmetro: Slide 19: Tempo característico: (,)B Rutten & Pylyser (1988): questionam se o tempo característico derivado da relação de Skumanich pode ser aplicado às estrelas subgigantes ou gigantes. Slide 20: 3.2. Casos particulares 3.2.1. Caso A: (,1) Equação de Bernoulli (β=1): Slide 21: No formalismo das Funções de Green: Tempo característico: (,1)B Slide 22: Caso B: (,) Para = encontramos uma equação do tipo Mayor & Mermilliod (1991): Conseguimos derivar todas as relações encontradas na literatura: valores de e do bi-parâmetro (,a). Slide 23: Para o nosso modelo a3max=0.833. O tempo B encontrado por Rutten & Pylyser (1988) para uma amostra de estrelas do tipo G, que segue a relação v(t) ~ 4t-1/2, é dada por: 32/v2. Com a3=0.03125< a3max. Tempo característico: (, )B Outras grandezas extraídas do modelo: Em síntese, a velocidade rotacional não é apenas um parâmetro livre, mas, no contexto do trabalho, uma distribuição. 4. Distribuição (,)-Maxwelliana : 4. Distribuição (,)-Maxwelliana Maxwelliana padrão: sem cauda; Estatísticas generalizadas: melhor ajuste, mas ... Necessidade de um modelo que investigue o problema da distribuição da rotação estelar: ajuste + física; Modelo proposto: formação de caudas maxwellianas – Maxwelliana padrão + desaceleração rotacional generalizadas (distribuição); Procedimento proposto por Queloz et al. (1998): inversão de Gaigé. Slide 25: 4.2. Modelo Maxwelliano para Scaling Spins (MMSS) Ben-Naim & Krapivsky (2000): entendimento da MEBG fora do equilíbrio continua incompleta, em forte contraste com a contrapartida do equilíbrio; Modelo para partículas (estrelas) isoladas, não-interagentes e em rotação que obedecem uma transformação do tipo: Procedimento canônico: encontrar a respectiva Equação de Boltzmann que controla a dinâmica do espaço de fase. Slide 26: 4.2.1. Equação de Boltzmann para sistemas isolados, não-interagentes e em rotação A equação de Boltzmann foi obtida seguindo o procedimento de Kremer (2005). Neste caso, nós consideramos que as partículas são extensas e em rotação. Assim, a equação da evolução do número de partículas no espaço de fase é dada por: Slide 27: 4.2.2. O MMSS propriamente dito Construiremos as distribuições fora do equilíbrio apenas considerando as soluções homogêneas do decaimento rotacional. Passos do procedimento: Passo 1: Passo 2: Passo 3: Passo 4: Elemento de volume dv importante para o procedimento de inversão de Gaigé. Passo 5: Distribuições (,)-Maxwellianas. Slide 28: Regime A (tempos curtos): 0<t<<t*β Regime B (tempos intermediários): t*β<t<<t**α Regime C (tempos longos): t>>t**α Slide 29: Função-Cauda: Assim, as (α,β)-Maxwellianas podem ser reescritas como: Slide 30: Principal propriedade da Função-Cauda: Slide 31: 4.2.3. Casos particulares: Caso A: (,1) Caso B: (,) Slide 32: 4.2.4. Estados de equilíbrio e a solução da equação integral Estados de equilíbrio: campos V(r,t) e Tef(r,t). Seguinte o procedimento descrito por Kremer (2005) a velocidade da partícula corresponde a de um corpo rígido e a temperatura não varia no tempo e na latitude. Solução da equação integral: foi usada uma compilação entre os métodos de Chapman-Enskog e de BGK. Desta compilação nós obtemos a função-desvio dada por: 5. Conexão Teoria-Observação : 5. Conexão Teoria-Observação 5 amostras: diferentes tipos espectrais e estágios evolutivos; Todos os ajustes foram realizados aplicando o método L-M; Comparação: estatísticas generalizadas X estatística de Boltzmann-Gibbs fora do equilíbrio; Slide 34: 5.1. Distribuição de velocidade rotacional projetada para a amostra de Holmberg et al. (2007). Carvalho et al. (2009) q=1.484 e =0.636 Barry et al. (1987) ~ Ivanova & Taam (2003). Estrelas simples: F e G (6166) Slide 35: Ponderação por tipo espectral Slide 36: Tabela de resultados: Slide 37: 5.2. Distribuição de velocidade rotacional projetada para a amostra de Queloz et al. (1998) Carvalho et al. (2008) q=1.334 e =0.446 =1.55; =1.29. a=1; N=0.41; N=0.22 (dipolar); =1.82 > =1.47 (Pace & Pasquini 2004) Aglomerado das Plêiades (219) Slide 38: 5.3. Distribuição de velocidade rotacional projetada para a amostra de Abt et al. (2002) =1.5; =1.2. a=1; N=0.38; N=0.15 (dipolar); e representam os picos (bimodal): 50 km/s e 200 km/s. Devido a presença de 453 estrelas entre B8 e B9.5. Estrelas do tipo B (1092) Slide 39: 5.4. Distribuição de velocidade rotacional projetada para a amostra de Glebocki & Stawikowski (2000) =2.0; =1.39. a=1; N=0.75; N=0.3 (~ dipolar). Vários tipos espectrais O-K (17490) Slide 40: 5.5. Distribuição de velocidade rotacional projetada para a amostra de De Medeiros et al. (2000) Estrelas gigantes do tipo F, G e K (309) (a) Relação de Skumanich (=3) e ~1.2 (Ivanova & Taam 2003). N=1.5 (radial); (b) ~ 1.2. N=0.15 (dipolar). Slide 41: 5.6. Afinal, existe uma mecânica estatística que melhor descreve a distribuição da rotação estelar? O problema da distribuição estatística da rotação é devido única e exclusivamente à entropia? Com 1.23 e 1.21.4 (q=1,=0). Apêndice B: Derivação das distribuições (,)-Maxwellianas através do Tensor Deformação : Apêndice B: Derivação das distribuições (,)-Maxwellianas através do Tensor Deformação Qual o significado físico-matemático da Função-Cauda? Que efeito esta função promove na estrutura do espaço de fase? Definindo: Álgebra vetorial X Álgebra Tensorial: Slide 43: Assumimos que: Propriedade: Slide 44: Deste modo: Grandezas escalares invariantes: Reescrevendo as distribuições: Onde: Slide 45: Admitindo que o tensor é simétrico, obtemos que: Finalmente: Conclusões: (,)-Maxwellianas: formalismo tensorial; Maxwelliana padrão: formalismo vetorial; Generalização do argumento do expoente de Boltzmann; Espaço de fase: quebra de simetria: volume esférico volume elipsoidal. O Problema do Tripleto Boltzmanniano : O Problema do Tripleto Boltzmanniano Formação de Caudas e o dilema do (qsen,qstat,qrel)=(1,1,1) Minha proposta: : Minha proposta: Sensitivity: Relaxation: Stationary state: Slide 52: Where: Thanq : Thanq You do not have the permission to view this presentation. In order to view it, please contact the author of the presentation.
formation of maxwellian tails in the context of the stellar rotation danielbrito Download Post to : URL : Related Presentations : Share Add to Flag Embed Email Send to Blogs and Networks Add to Channel Uploaded from authorPOINT lite Insert YouTube videos in PowerPont slides with aS Desktop Copy embed code: (To copy code, click on the text box) Embed: URL: Thumbnail: WordPress Embed Customize Embed The presentation is successfully added In Your Favorites. Views: 38 Category: Science & Tech.. License: All Rights Reserved Like it (0) Dislike it (0) Added: September 28, 2010 This Presentation is Public Favorites: 0 Presentation Description we analyzed the formation of maxwellian tails of the distributions of the rotational velocity in the context of the out of equilibrium Boltzmann-Gibbs statistical mechanics (BG). Comments Posting comment... Premium member Presentation Transcript SeminárioUERN : SeminárioUERN Prof. Dr. Daniel Brito de Freitas IFRN Campus João Câmara FORMAÇÃO DE CAUDAS MAXWELLIANAS E O PROBLEMA DO TRIPLETO BOLTZMANNIANO Mossoró, Setembro de 2010 Slide 2: Sumário da Apresentação: Introdução Modelo unificado para a taxa de perda de momentum angular devido ao vento magnético estelar Modelo para a Desaceleração Rotacional Generalizada Distribuição (,)-Maxwelliana Conexão Teoria-Observação Apêndice Problema atual: o Tripleto Boltzmanniano Slide 3: Do contexto da rotação estelar os trabalhos de Skumanich (1972), Soderblom (1983), Barry et al. (1987), Soderblom et al. (1991) e Pace & Pasquini (2004) nos revelam que o decaimento rotacional segue leis não-exponenciais do tipo: <vsini>=a+bt-, onde: 1/2 1.47. Do contexto da mecânica estatística é possível extrair duas vertentes: as distribuições no equilíbrio e fora do equilíbrio. Boltzmann-Gibbs, Tsallis (1988) e Kaniadakis (2001). 1.1. Motivação 1. Introdução Slide 4: Trabalhos de Chandrasekhar & Munch (1950), Huang (1965, 1967), Deutsch (1970) e Gaigé (1993) e, mais recentemente, os trabalhos de Soares et al. (2006) e Carvalho et al. (2008,2009). Problema do neutrino solar (Kocharov et al. 1974,1975; Clayton et al. 1975). Formação de caudas maxwellianas (Krook & Wu 1974). Distribuição de velocidade dos elétrons no interior estelar (Roussel-Dupré 1980). Distribuição Maxwelliana anisotrópica (Cuperman et al. 1986). Relação entre a entropia de Boltzmann-Gibbs e as caudas de alta energia condições físicas especificas. 1.2. Estado da arte Slide 5: 1.3. Proposta do trabalho Obter, através da Mecânica Estatística de Boltzmann-Gibbs fora do equilíbrio, distribuições que descrevam a rotação estelar valendo-se de condições de contorno específicas deste contexto. Estas condições serão extraídas da conexão entre a taxa de perda de momentum angular através do vento magnético e a desaceleração rotacional culminando em um modelo que gere distribuições que propiciem ajuste + física. Nosso objetivo central: mostrar que é possível formar caudas maxwellianas de alta energia no contexto da rotação estelar sem recorrer às estatísticas generalizadas. 2. Modelo unificado para a taxa de perda de momentum angular devido ao vento magnético estelar : 2. Modelo unificado para a taxa de perda de momentum angular devido ao vento magnético estelar Parametrização de Kawaler (1988): Parametrização de Chaboyer et al. (1995): Slide 7: Modelo padrão: a=1 2.1. Perda de momentum angular para estrelas de alta e baixa rotação seguindo a parametrização (,) : Das equações de Kawaler e Chaboyer et al. propomos um modelo unificado para dJ /dt devido à presença de um crossover: Considerando que: respectivamente, e , temos que: Se =, temos que 2.1. Perda de momentum angular para estrelas de alta e baixa rotação seguindo a parametrização (,) Slide 9: Conjectura: Comparando os modelos, temos: 3. Modelo para a Desaceleração Rotacional Generalizada : 3. Modelo para a Desaceleração Rotacional Generalizada Problema inicial: Condições de contorno: f(t) = força externa (impulso inicial); Efeitos no interior estelar são negligenciados; Colapso da nuvem = massa crítica de Jeans (não forma ...); Conservação de J: Fator determinante: a rotação. Slide 11: Iniciar com =1: Até t= (nuvem em repouso); <t<+ (ação da força f(t)); Efeito do golpe inicial: Para t< a velocidade se anula. No contexto da rotação estelar =KH (~ 0.02 giga-anos – tipo solar). Rmin e Imin Rmax e Imax Slide 12: Para n impulsos: Caso geral: Se f(t) é contínua ela produzirá em d um impulso: Efeito cumulativo: Slide 13: Impulsos “instantâneos”: KH << N. (“função fortemente concentrada”) formalismo das Funções de Green: Slide 14: A função G(t|;) é a velocidade rotacional no tempo t devido a uma força de magnitude unitária concentrada em . Qual a forma de f(t) que satisfaz a Eq. (4.13)? 3.1. Equações dinâmicas para a rotação estelar : 3.1. Equações dinâmicas para a rotação estelar Considerando as taxa de M e R ~ 0, temos que: Propriedades Slide 16: Solução geral para a Eq. (4.28) para 1: Soluções: Termo A: Termo B: Slide 17: Soluções assintóticas: Regime A (tempos curtos): 0<t<<t*β Regime B (tempos intermediários): t*β<t<<t**α Regime C (tempos longos): t>>t**α Slide 18: No formalismo das Funções de Green: Onde: Quadri-parâmetro: Slide 19: Tempo característico: (,)B Rutten & Pylyser (1988): questionam se o tempo característico derivado da relação de Skumanich pode ser aplicado às estrelas subgigantes ou gigantes. Slide 20: 3.2. Casos particulares 3.2.1. Caso A: (,1) Equação de Bernoulli (β=1): Slide 21: No formalismo das Funções de Green: Tempo característico: (,1)B Slide 22: Caso B: (,) Para = encontramos uma equação do tipo Mayor & Mermilliod (1991): Conseguimos derivar todas as relações encontradas na literatura: valores de e do bi-parâmetro (,a). Slide 23: Para o nosso modelo a3max=0.833. O tempo B encontrado por Rutten & Pylyser (1988) para uma amostra de estrelas do tipo G, que segue a relação v(t) ~ 4t-1/2, é dada por: 32/v2. Com a3=0.03125< a3max. Tempo característico: (, )B Outras grandezas extraídas do modelo: Em síntese, a velocidade rotacional não é apenas um parâmetro livre, mas, no contexto do trabalho, uma distribuição. 4. Distribuição (,)-Maxwelliana : 4. Distribuição (,)-Maxwelliana Maxwelliana padrão: sem cauda; Estatísticas generalizadas: melhor ajuste, mas ... Necessidade de um modelo que investigue o problema da distribuição da rotação estelar: ajuste + física; Modelo proposto: formação de caudas maxwellianas – Maxwelliana padrão + desaceleração rotacional generalizadas (distribuição); Procedimento proposto por Queloz et al. (1998): inversão de Gaigé. Slide 25: 4.2. Modelo Maxwelliano para Scaling Spins (MMSS) Ben-Naim & Krapivsky (2000): entendimento da MEBG fora do equilíbrio continua incompleta, em forte contraste com a contrapartida do equilíbrio; Modelo para partículas (estrelas) isoladas, não-interagentes e em rotação que obedecem uma transformação do tipo: Procedimento canônico: encontrar a respectiva Equação de Boltzmann que controla a dinâmica do espaço de fase. Slide 26: 4.2.1. Equação de Boltzmann para sistemas isolados, não-interagentes e em rotação A equação de Boltzmann foi obtida seguindo o procedimento de Kremer (2005). Neste caso, nós consideramos que as partículas são extensas e em rotação. Assim, a equação da evolução do número de partículas no espaço de fase é dada por: Slide 27: 4.2.2. O MMSS propriamente dito Construiremos as distribuições fora do equilíbrio apenas considerando as soluções homogêneas do decaimento rotacional. Passos do procedimento: Passo 1: Passo 2: Passo 3: Passo 4: Elemento de volume dv importante para o procedimento de inversão de Gaigé. Passo 5: Distribuições (,)-Maxwellianas. Slide 28: Regime A (tempos curtos): 0<t<<t*β Regime B (tempos intermediários): t*β<t<<t**α Regime C (tempos longos): t>>t**α Slide 29: Função-Cauda: Assim, as (α,β)-Maxwellianas podem ser reescritas como: Slide 30: Principal propriedade da Função-Cauda: Slide 31: 4.2.3. Casos particulares: Caso A: (,1) Caso B: (,) Slide 32: 4.2.4. Estados de equilíbrio e a solução da equação integral Estados de equilíbrio: campos V(r,t) e Tef(r,t). Seguinte o procedimento descrito por Kremer (2005) a velocidade da partícula corresponde a de um corpo rígido e a temperatura não varia no tempo e na latitude. Solução da equação integral: foi usada uma compilação entre os métodos de Chapman-Enskog e de BGK. Desta compilação nós obtemos a função-desvio dada por: 5. Conexão Teoria-Observação : 5. Conexão Teoria-Observação 5 amostras: diferentes tipos espectrais e estágios evolutivos; Todos os ajustes foram realizados aplicando o método L-M; Comparação: estatísticas generalizadas X estatística de Boltzmann-Gibbs fora do equilíbrio; Slide 34: 5.1. Distribuição de velocidade rotacional projetada para a amostra de Holmberg et al. (2007). Carvalho et al. (2009) q=1.484 e =0.636 Barry et al. (1987) ~ Ivanova & Taam (2003). Estrelas simples: F e G (6166) Slide 35: Ponderação por tipo espectral Slide 36: Tabela de resultados: Slide 37: 5.2. Distribuição de velocidade rotacional projetada para a amostra de Queloz et al. (1998) Carvalho et al. (2008) q=1.334 e =0.446 =1.55; =1.29. a=1; N=0.41; N=0.22 (dipolar); =1.82 > =1.47 (Pace & Pasquini 2004) Aglomerado das Plêiades (219) Slide 38: 5.3. Distribuição de velocidade rotacional projetada para a amostra de Abt et al. (2002) =1.5; =1.2. a=1; N=0.38; N=0.15 (dipolar); e representam os picos (bimodal): 50 km/s e 200 km/s. Devido a presença de 453 estrelas entre B8 e B9.5. Estrelas do tipo B (1092) Slide 39: 5.4. Distribuição de velocidade rotacional projetada para a amostra de Glebocki & Stawikowski (2000) =2.0; =1.39. a=1; N=0.75; N=0.3 (~ dipolar). Vários tipos espectrais O-K (17490) Slide 40: 5.5. Distribuição de velocidade rotacional projetada para a amostra de De Medeiros et al. (2000) Estrelas gigantes do tipo F, G e K (309) (a) Relação de Skumanich (=3) e ~1.2 (Ivanova & Taam 2003). N=1.5 (radial); (b) ~ 1.2. N=0.15 (dipolar). Slide 41: 5.6. Afinal, existe uma mecânica estatística que melhor descreve a distribuição da rotação estelar? O problema da distribuição estatística da rotação é devido única e exclusivamente à entropia? Com 1.23 e 1.21.4 (q=1,=0). Apêndice B: Derivação das distribuições (,)-Maxwellianas através do Tensor Deformação : Apêndice B: Derivação das distribuições (,)-Maxwellianas através do Tensor Deformação Qual o significado físico-matemático da Função-Cauda? Que efeito esta função promove na estrutura do espaço de fase? Definindo: Álgebra vetorial X Álgebra Tensorial: Slide 43: Assumimos que: Propriedade: Slide 44: Deste modo: Grandezas escalares invariantes: Reescrevendo as distribuições: Onde: Slide 45: Admitindo que o tensor é simétrico, obtemos que: Finalmente: Conclusões: (,)-Maxwellianas: formalismo tensorial; Maxwelliana padrão: formalismo vetorial; Generalização do argumento do expoente de Boltzmann; Espaço de fase: quebra de simetria: volume esférico volume elipsoidal. O Problema do Tripleto Boltzmanniano : O Problema do Tripleto Boltzmanniano Formação de Caudas e o dilema do (qsen,qstat,qrel)=(1,1,1) Minha proposta: : Minha proposta: Sensitivity: Relaxation: Stationary state: Slide 52: Where: Thanq : Thanq