SOS da Natureza

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Slide 2: 

Peço-lhe que repasse aos seus amigos o presente instrumento de informação, se julgar merecedor de crédito instrutivo, com conteúdo de utilidade pública Grato: O formatador Não saiba a tua mão esquerda o que faz a direita (Cap.XIII do Evangelho)

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O SOS da natureza Toda vez que cortamos uma árvore, abre-se uma rua, forma uma lavoura ou levanta um empreendimento, o homem causa danos à natureza.

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O mais comum é fazer a terra descer das encostas para dentro dos rios e do mar, sujar a água e provocar enchentes.

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Por isso, nas últimas décadas, buscam-se técnicas compensatórias e reparadoras dos desequilíbrios ambientais. Cada dia mais, os seres humanos são advertidos das necessidades preservacionistas, hoje consideradas essenciais para a manutenção da própria vida.

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Foi-se o tempo em que o homem, por falta de informação, devastava impunemente a mata, usava a terra até ela perder a fertilidade e, em seguida, mudava de local para nova derrubada.

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Época em que era normal, as cidades jogarem dentro dos rios os seus rejeitos sem tratamento. A poluição do ar era considerada “preço do progresso”. Isso tudo, felizmente, é passado.

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Cada dia mais, as comunidades são mobilizadas pela preservação. Nos países desenvolvidos é comum o trabalho permanente de proteção contra as enchentes, os deslizamentos e todos os problemas ambientais.

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Equipes atuam todos os dias do ano na retirada da areia que a chuva leva para dentro da rede de águas pluviais e dos rios. Paris – França -UE- Retirada da areia do rio Sena

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O controle de enchentes é especializado e os técnicos garantem que em determinados lugares antes inundáveis não haja outro acidente do gênero pelos próximos 20, 30 ou 40 anos. É a ação preventiva. THAMES BARRIER Barreiras no rio Tamisa (Londres) contra as enchentes

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As maiorias das tragédias que o Brasil assiste não deveria mais acontecer. A capacidade de nossa engenharia, a especialização de nossos técnicos e, mais recentemente, a posição de nossa economia, são incompatíveis com os desastres naturais que já se tornaram crônicos.

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Em vez de levar a população a consternar-se com o sofrimento das vítimas e promover campanhas de ajuda, a sociedade e as autoridades têm o dever de adotar providências para que, pelo menos, o problema não se repita no mesmo local.

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É infame, incompetente e desumana a constatação de que famílias sofrem inundações todos os anos, no mesmo local. Que pessoas continuam morrendo em deslizamentos nas mesmas encostas. Não basta a defesa civil e o socorro fugaz e paliativo.

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Estamos nos aproximando de um importante ano eleitoral, onde o Brasil escolherá o novo presidente, governadores, senadores e deputados.

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Espera-se que os candidatos e, principalmente os que forem eleitos, assumam um compromisso firme com o povo de tratar com seriedade e continuidade a solução de enchentes, deslizamentos e outros “castigos” que a Natureza impõe aos mais fracos e vulneráveis por conta das agressões cometidas, na maioria das vezes, pelo desenvolvimento.

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O ideal é evitar os fenômenos que acabam provocando mortes, prejuízos e sofrimento ao povo. Mas quando isso não é possível, há que, pelo menos, remover as pessoas para locais previamente escolhidos, que sejam seguros e sustentáveis.

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Catástrofe repetida, no mesmo lugar, é o sinônimo de atraso e burrice. Um inaceitável desgoverno... O autor, Dirceu Cardoso Gonçalves, dirigente da Associação de Assistência Social dos Policiais Militares de São Paulo e-mail: aspomilpm@terra.com.br

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Autor: Dirceu Cardoso Gonçalves Fonte: JCnet Imagens: Internet Formatado por: poreumesmo

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