O Vento da Mudanca

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O vento da mudança

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Em 13 de agosto de 1961 surgiu, da noite para o dia, um muro que separou famílias, amigos e esperanças. Um muro construído para durar cem anos! Para que esse muro? Se o regime comunista era tão bom como seus líderes apregoavam, porque essas pessoas o abandonavam, com risco de perseguição e morte?

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Um simples e estreito muro, comparado com a enorme distância que representou; distância tão grande que milhões levaram uma vida para atravessá-lo, outros a perderam na estupidez ideológica das balas de soldados quase autômatos em sua doutrinação.

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Um obstáculo à compreensão dos povos, à miscigenação de idéias; um monumento à luta do bem contra o mal, onde o bem era difícil de notar e o mal quase sempre venceu.

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Aí, em 9 de novembro de 1989, o porta-voz de um governo desgastado (Guenter Schabowski) afirmou que não haveria mais impedimento à passagem.

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Entre surpresos e esperançosos, milhares de alemães reuniram-se dos dois lados, pedindo a abertura dos portões a oficiais acostumados, mas também cansados de cumprir ordens à risca.

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Um foi aberto, seguido de outros e, de repente, não havia mais duas Berlim nem uma Alemanha dividida. A liberdade levara mais de 28 anos para transpor alguns metros de distância! Isso quer dizer que o capitalismo venceu o comunismo?

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Essa é uma pergunta de difícil resposta, pois tanto Max Webber como Karl Marx têm bons argumentos. O problema é como “suas idéias” foram interpretadas e aplicadas por “seus herdeiros, discípulos ou adeptos”.

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O medo da comparação e do livre-arbítrio leva alguns a adotarem a doutrinação, o patrulhamento ideológico, indução ao abandono do individual em nome de um coletivo intencionalmente dirigido, segundo interesses nem sempre claros. Nesse contexto, todos tendem a serem vítimas.

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Muitos muros foram construídos para proteger, é verdade. Mas quantos foram construídos e ainda existem como monumentos da intolerância, da incapacidade de entender e respeitar as diferenças e o livre-arbítrio?

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E os muros que separam credos, gêneros, raças, etnias, castas, condições sociais: muros virtuais que separam até quem está ao lado? Essas desigualdades que os elevam são inexoráveis ou simplesmente partes de projetos de poder?

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O mundo tem muitos problemas, que afligem todos, indistintamente, e que não podem ser resolvidos sem consenso e bom senso.

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Não vai ser erguendo muros ou ficando sobre eles que a humanidade solucionará questões demográficas, sociais, energéticas e climáticas.

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Mas há um vento de mudança no ar, como aquele da música do grupo alemão Scorpions: Wind of Change, que veio juntar-se a Imagine, de John Lenon, como exortações à ruptura de todos os muros, materiais e imateriais, que separam a humanidade.

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O vento tem a capacidade de misturar o que está separado, levar sementes que germinam a milhares de quilômetros.

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O mundo precisa urgentemente desse vento transformador, para aproximar o que a estupidez humana e a mediocridade tirana ainda insistem em manter separado! Texto Resumido - O autor, Adilson Luiz Gonçalves, é mestre em educação, é escritor, engenheiro, professor universitário e compositor.

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Música Scorpions – Wind of Change Imagens Internet Formatado por: poreumesmo

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