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Slide 1:10 de Maio de 2008 Serviço Universitário de Imagiologia do Hospital Pulido Valente
Director: Dr. João Castaño
Slide 2:Francisco Mamede, Joel Rodrigues, Graça Cortês IIas Jornadas Técnicas do HPV - CHLN 10 de Maio de 2008 Os Diferentes padrões da
doença pulmonar em TC
Slide 3:10 Maio de 2008 II Jornadas Técnicas HPV Tomografia Computorizada é a melhor técnica para o estudo do Parênquima Pulmonar Alta Resolução fornece grande detalhe da morfologia do Parênquima Pulmonar – Gold Standard Protocolos de Alta Resolução de grande valor diagnóstico no estudo da doença generalizada ou difusa
Slide 4:10 Maio de 2008 II Jornadas Técnicas HPV Aquisição Volumétrica (Multislice) permite ainda maior detalhe Reformatações Multiplanares e 3D facilmente conseguidas Estudo detalhado do Parênquima Pulmonar não está limitado a doenças difusas e intersticiais
Slide 5:10 Maio de 2008 II Jornadas Técnicas HPV O Estudo dos Padrões da Doença Pulmonar é globalmente aceite e considerado um método eficaz de análise das imagens de TC Pulmonar
Slide 6:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Reconhecimento do Padrão da Doença Pulmonar Determinação da localização e distribuição das alterações Análise da Informação Clínica disponível Avaliação da Imagem TC Tórax
Slide 7:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Permite estabelecer a primeira lista de diagnóstico diferencial Observação das alterações e definição do padrão correspondente Reconhecimento do Padrão da Doença Pulmonar
Slide 8:IIas Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Focal ou Difusa Periférica ou Central Pulmão Superior, Médio ou Inferior Vias Aéreas ou Interstício Determinação da localização
e distribuição das alterações
Slide 9:IIas Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Vasculares ou peri vasculares Brônquicas ou peri brônquicas Sub pleurais Septais Centrilobulares Determinação da localização
e distribuição das alterações
Slide 10:IIas Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Estes factores permitem a revisão da lista de diagnóstico diferencial inicial e, muitas vezes, o estabelecimento de um diagnóstico específico Determinação da localização
e distribuição das alterações
Slide 11:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Outros exames Radiológicos TCs anteriores para evolução da Doença Follow-up para confirmação do Diagnóstico Análise da Informação Clínica do Doente
Slide 12:IIas Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Apesar desta análise poder levar à definição de um diagnóstico específico, pode não ser possível estabelecer um diagnóstico definitivo, por não se poder avaliar um ou mais destes factores Os diferentes padrões podem sobrepor-se e alterar-se ao longo do tempo; A doença pode ter localização e distribuição aberrante; Sub-valorização de outros achados radiológicos; História clínica e exames anteriores não disponível No entanto, é sempre possível fazer um diagnóstico provisório e sugerir exames adicionais para a sua confirmação
Slide 13:Protocolo de Aquisição incorrecto Artefactos braços Rotação tronco Alta Resolução Dificuldade na Inspiração/Expiração II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 É outro factor preponderante para o correcto Diagnóstico Incorrecto posicionamento do doente Não Colaboração do doente Parâmetros de Aquisição Insuficientes Podem levar à deterioração da Qualidade da Imagem e originar uma má interpretação da mesma Qualidade da Imagem Artefactos de movimento Expiração mAs Espessura de corte Pitch Artefactos pela presença de Equipamento de monitorização e Suporte de vida
Slide 14:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 O conhecimento da anatomia pulmonar é essencial Com TCAR a anatomia sub-segmentar torna-se essencial TCAR permite o estudo do Lóbulo Pulmonar Secundário Anatomia
Slide 15:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Alterações a este nível dão origem aos Padrões da Doença Pulmonar em TC Anatomia
Slide 16:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Anatomia Septo Interlobular Acino Tecido Conjuntivo Axial Artéria Veia Bronquíolo Vaso Linfático 1 - 2,5 cm Septo Intralobular
Slide 17:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Anatomia
Slide 18:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Anatomia Lóbulo Pulmonar Secundário Veias Tecido Conjuntivo Periférico Arteríolas Bronquíolos Tecido Conjuntivo Axial Alvéolos Vasos Linfáticos Tecido Conjuntivo Parênquimatoso
Slide 19:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Patologias que provocam aumento da atenuação Patologias que provocam diminuição da atenuação Padrão Nodular Padrão Linear Padrão de Apresentação
da Doença em TC Torácico
Slide 20:Dilatação dos capilares por aumento do fluxo sanguíneo e volume de sangue Com redução do Volume (expansão) dos espaços aéreos II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Desenvolve-se quando a densidade do Parênquima Pulmonar aumenta Por diminuição do Volume de Ar nos espaços aéreos: Patologias que provocam Aumento da Atenuação Por aumento da atenuação das partes moles: Espessamento das paredes dos pequenos vasos sanguíneos e pequenas vias aéreas Espessamento do tecido intersticial e parede alveolar Com substituição do ar por fluidos ou células
Slide 21:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Vidro Despolido Consolidação Aumento superior à das Partes Moles Patologias que provocam Aumento da Atenuação
Slide 22:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Vidro Despolido Patologias que provocam Aumento da Atenuação Aumento difuso da densidade Pulmonar com preservação dos limites vasculares e das vias aéreas
Slide 23:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Sobreposição Vidro Despolido com Padrão Linear Crazy Paving Patologias que provocam Aumento da Atenuação Vidro Despolido
Slide 24:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Aumento pronunciado da atenuação, com apagamento vascular Patologias que provocam Aumento da Atenuação Consolidação
Slide 25:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Desenvolvimento de Calcificações em lesões existentes Patologias que provocam Aumento da Atenuação Aumento de Atenuação superior à das partes moles
Slide 26:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Desenvolvem-se quando a densidade do Parênquima Pulmonar diminui Por aumento anormal do Volume de ar – Air Trapping Por redução anormal do volume de sangue intravascular e consequente redução do calibre dos pequenos vasos – Hipoperfusão e Perfusão em Mosaico Por perda de tecido pulmonar – Doença Pulmonar Quística e Enfisema Patologias que provocam Diminuição da Atenuação
Slide 27:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Hipoperfusão e Perfusão em Mosaico Pode resultar de obstrução total ou parcial das vias aéreas ou vasos de uma região Patologias que provocam Diminuição da Atenuação
Slide 28:Combinação de áreas de perfusão em mosaico e vidro despolido cria padrão – Head-Cheese II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Patologias que provocam Diminuição da Atenuação Hipoperfusão e Perfusão em Mosaico
Slide 29:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Air Trapping Air Trapping – quando existe retenção de ar em excesso em todo o pulmão ou parte, principalmente durante a Expiração Patologias que provocam Diminuição da Atenuação
Slide 30:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Doença Pulmonar Quística Doença Pulmonar Quística – lesões bem definidas, circunscritas, normalmente circulares e com parede fina Patologias que provocam Diminuição da Atenuação O caso mais comum é da fibrose avançada resultando num padrão em Favo-de-Mel
Slide 31:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Nódulos Cavitários Estruturas de aspecto Quístico que ocorrem após necrose em nódulos já existentes Patologias que provocam Diminuição da Atenuação Doença Pulmonar Quística
Slide 32:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Bronquiectasias Normalmente definidos como uma dilatação brônquica, irreversível e localizada, muitas vezes com espessamento da parede bronquial, podem simular Doença Quística Diferenciação pela presença da artéria pulmonar adjacente Patologias que provocam Diminuição da Atenuação
Slide 33:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Enfisema Pulmonar Enfisema Pulmonar –alargamento anormal dos espaços aéreos, permanente, distal ao bronquíolo e acompanhado de destruição das paredes que envolvem o espaço aéreo Patologias que provocam Diminuição da Atenuação
Slide 34:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Quando generalizado denominado de Enfisema Bolhoso Patologias que provocam Diminuição da Atenuação Enfisema Pulmonar
Slide 35:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Caracterizado pela presença de múltiplas opacidades nodulares com diâmetro máximo de 3 cm Padrão Nodular
Slide 36:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Nódulo com menos de 1 cm – pequeno nódulo Nódulo com mais de 1 cm – grande nódulo Nódulo com menos de 7 mm – Micronódulo Nódulos com mais de 3 cm normalmente resultam da fusão de nódulos mais pequenos Padrão Nodular
Slide 37:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Padrão Miliar refere presença de múltiplos micronódulos (1-3 mm) de contornos bem definidos, distribuidos por todo o pulmão Padrão Nodular
Slide 38:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Tem como principal característica a presença de linhas que ocorrem quando há envolvimento de compartimentos ou estruturas alongadas que atravessam o parênquima pulmonar Padrão Linear
Slide 39:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Bem observado nas reformatações sagitais e coronais Padrão Linear
Slide 40:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Quando estas linhas se cruzam obtemos um aspecto de rede pelo que também se denomina Padrão Reticular Padrão Linear
Slide 41:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Linhas Septais Padrão Linear
Slide 42:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Linhas Intralobulares Padrão Linear
Slide 43:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Espessamento Intersticial Subpleural Padrão Linear
Slide 44:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Espessamento Intersticial Perbroncovascular Proximal Padrão Linear
Slide 45:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Opacidades Lineares Irregulares e Bandas Parênquimatosas Padrão Linear
Slide 46:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Favo-de-mel Padrão Linear
Slide 47:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Principais Padrões Reconhecimento do Padrão da Doença Pulmonar
Slide 48:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Vidro Despolido Alta Resolução
Fazer sempre expiração
Confirmar expiração
Observar vasos e vias aéreas para determinar causa
Pode observar-se em Pulmão normal - Pronação Reconhecimento do Padrão da Doença Pulmonar
Slide 49:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Crazy Paving Vidro Despolido + Padrão Reticular
Alta Resolução
Fazer sempre expiração
Confirmar expiração Reconhecimento do Padrão da Doença Pulmonar
Slide 50:Alta Resolução
Fazer sempre expiração
Confirmar expiração
Observar calibre dos vasos
Vasos com < calibre nas regiões de hipoatenuação II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Padrão Mosaico Vias aéreas alargadas e dilatadas nas regiões de hipoatenuação sugere Doença das Vias Aéreas Reconhecimento do Padrão da Doença Pulmonar
Slide 51:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Air Trapping Alta Resolução
Fazer sempre expiração
Confirmar expiração
Regiões com diminuição da atenuação em relação ao pulmão normal Reconhecimento do Padrão da Doença Pulmonar
Slide 52:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Doença Pulmonar Quística Alta Resolução
Quistos normalmente bem definidos e de paredes finas
Podem conter ar, líquido ou material sólido Reconhecimento do Padrão da Doença Pulmonar
Slide 53:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Favo-de-Mel Alta Resolução
Padrão Quístico + Reticular
Doença Pulmonar Quística + Fibrose avançada Reconhecimento do Padrão da Doença Pulmonar
Slide 54:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Nódulos Cavitários Após necrose de nódulos já existentes
Bem definidos, com paredes espessadas Reconhecimento do Padrão da Doença Pulmonar
Slide 55:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Enfisema Bolhoso Alta Resolução
Aumento de volume de ar + destruição tecidos
Normalmente sem parede visivel
Quando parede é visivel pode simular quisto
Na fase inicial dificil de distinguir Reconhecimento do Padrão da Doença Pulmonar
Slide 56:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Padrão Miliar Alta resolução
Infecção Miliar – TP; Fungica
Metastases Miliares – Melanoma; Cancro Tiróide, Renal Reconhecimento do Padrão da Doença Pulmonar
Slide 57:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Padrão Reticular Alta resolução
Rede criada por cruzamento linhas – Padrão Linear
Principalmente por espessamento do Interstício e alterações fibróticas
Reformatações coronais e sagitais Reconhecimento do Padrão da Doença Pulmonar
Slide 58:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Bandas Parênquimatosas Alta Resolução
Opacidades lineares irregulares, que atravessam o parênquima Pulmonar
Devem ser diferenciadas de espessamento septal
Resultam de espessamento Intersticial Reconhecimento do Padrão da Doença Pulmonar
Slide 59:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Incorrecto posicionamento do doente Não Colaboração do doente Protocolo de Aquisição Artefactos pela presença de Equipamento de Suporte de vida Parâmetros de Aquisição Valor das reformatações coronais e sagitais Apresentação janelas Factores mais importantes…
Slide 60:II Jornadas Técnicas HPV 10 Maio de 2008 Obrigado
Slide 61:10 de Maio de 2008 Serviço Universitário de Imagiologia do Hospital Pulido Valente
Director: Dr. João Castaño